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É BOM CAMINHAR EM SUA CIDADE?

Enxurradas estragam calçadas – Moradores de Porto Alegre reclamam dos diversos o, principalmente buracos, em áreas do Centro e dos bairros. (texto: http://portoimagem.wordpress.com, foto: Gilberto Simon)

Os dias de chuva em Porto Alegre agravam um problema visível em ruas de todos os bairros: o mau estado de conservação das calçadas, que causam todo o tipo de transtorno. O estudante Felipe Machado, que trabalha no Centro e mora no Partenon, comentou: “Caminhando pelo Centro a impressão que se tem é de abandono. Em dias de chuva tem buraco e acúmulo de água em quase todas as calçadas”. “Onde moro é quase tudo paralelepípedo. Até que está melhor por lá”, acrescentou o estudante.

Morador da rua Riachuelo, o chaveiro Sérgio Candido assiste de camarote aos reflexos da falta de qualidade das calçadas da cidade. “Idosos, mulheres que andam de calçado aberto e os homens que andam de sapato precisam ficar atentos, pois, do contrário, voltam para casa com o calçado ou até a roupa suja”, afirmou o profissional, que trabalha na Rua dos Andradas.

A Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) é responsável pela conservação das calçadas de prédios públicos e locais que não têm meio-fio. A conservação dos passeios é de responsabilidade do proprietário.

As reclamações podem ser feitas por telefone ou ainda por meio da página da Smov no site http://www.portoalegre.rs.gov.br/smov. Depois da reclamação, a demanda entra na rotina da fiscalização. A denúncia passa por triagem, é separada e distribuída entre as regiões Sul, Norte e Centro. O prazo médio para o reparo é de 15 a 30 dias, dependendo da situação da calçada. No ano passado, a Smov emitiu mais de mil autuações e quase metade deste total foi registrada no Centro. Confirmada a falta de conservação da calçada, a multa pode chegar a R$ 1.082,90.

Autor: Correio do Povo
Fonte: http://portoimagem.wordpress.com/

Foto do monastério franciscano de Dubrovnik, na Croácia, cidade apontada pela revista Frommer como uma das melhores para fazer turismo á pé. (Photo by Nantela/Dreamstime.com)

(abaixo o publicado na portal da Revista EXAME)

As 10 melhores cidades do mundo para caminhar

Há lugares no mundo dominados por carros, outros, mais eco-amigáveis, são perfeitos para os ciclistas, mas ainda tem aqueles onde a vida se resolve, fácil, só na sola do sapato

Autora: Vanessa Barbosa para revista EXAME

O transporte mais ecológico
São Paulo – Motoristas distraídos, ônibus lotados, calçadas pequenas e insuficientes, ruas mal iluminadas à noite…A lista de “pedras” no meio do caminho de quem vive nos grandes centros urbanos costuma desanimar até os mais entusiastas do estilo de vida ecofriendly. Quantas vezes você já não pensou em como seria bom ir e vir a pé do trabalho, do cursinho de língua, ou do shopping no final de semana? Há cidades onde isso é possível, com ruas que convidam à realização das mais variadas atividades do cotidiano, tudo usando apenas os pés – uma super máquina de transporte ecológica que não emite um grama sequer de CO2.

Prova disso é a lista do guia Frommer´s das Melhores Cidades do Mundo Para Caminhar (no inglês, “The World´s Most Walkable Cities”). Em comum, elas conservam paisagens belíssimas, recheadas de áreas verdes, ar limpo, parques estoenteantes e acredite, moradores mais alegres – segundo estudos do centro americano Walk Score, cidades que propiciam um bom trânsito público deixam as pessoas mais felizes. Então que tal dar uma voltinha? Clique nos slides a seguir e confira a seleção dos paraisos para pedestres.

Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/sustentabilidade/noticias/as-10-melhores-cidades-do-mundo-para-caminhar

Link relacionado:
http://www.frommers.com/slideshow/index.cfm?group=391&p=1

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#BIKE: integração bicicleta e metrô. #Soluções #simples

Bicicletas “passeam” de trem na Europa e na Asia

A partir de fevereiro metrôs de Taipei, capital de Taiwan, terão espaços dentro de seus vagões para ciclistas acompanhados de suas bikes. Já era permitido o acesso de bicicletas dobráveis dentro de mochilas, mas agora podem ostentar suas duas rodas montadas. Isto já acontece desde 2010 na Dinamarca, onde a Danish State Railways criou espaço nos metrôs que atendem a grande Copenhagen. No Brasil algumas medidas como bicicletas compartilhadas e áreas de estacionamento em áreas centrais da cidade começam a se tornar mais comuns.

Espaço para ciclistas no metrô de Copenhagen.

Identificação do vagão onde há espaços para bicicletas no metrô de Copenhagen. Este tipo de transporte é gratuitamente oferecido pela Danish State Railway, empresa de metrô da capital da Dinamarca. O usuário com uma bicicleta não paga a mais do que a tarifa normal, assim como carrinhos de bebê e cadeiras de rodas.

Primeiro foi no Rio. Agora, em fevereiro de 2012, São Paulo também terá seu sistema de empréstimo de bicicletas. Serão 3.000 magrelas, distribuídas em 300 estações espalhadas por diversos bairros da cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, a disposição dos pontos de empréstimo deve ser feita de tal forma que garanta a integração do sistema com a rede de trens, metrô e ônibus.O termo de cooperação entre o Itaú e a prefeitura vai durar três anos, com possibilidade de renovação. A cada ano, uma média de cem estações deve ser instalada. (Fonte: http://memoria802.blogspot.com/2012/02/sao-paulo-vai-ganhar-300-estacoes-de.html)

Em Taipei bicicletas dobráveis, que podem ser guardadas em mochilas, são tratados como uma bagagem de mão do passageiro, portanto não há restrições de acesso para passageiros com esses tipos de bicicletas em estações. Bicicletas elétricas, motos movidos a gasolina, e as bicicletas de dois ciclistas não são permitidos no MRT, sigla que dá nome ao sistema de trens urbanos de Taipei. Neste sistama de metrô de Taipei o usuário com a bicicleta paga uma tarifa maior e os lugares são restritos ao primeiro e últimos vagões.

Recentemente Curitiba criou espaço para as bicletas estacionarem em áreas centrais da cidade. São Paulo tem cilco rotas mas me muitas grandes aveindas, como a Av. Paulista, elas são proibidas.

Ciclistas acompanhados de suas magrelas dividem espaço com os usuários de metrô a pé. O metro de Copenhagen disponibiliza racks especiais, integrados aos assentos, eles dão segurança evitando que a bicicleta caia durante o trajeto.