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Hospital totalmente equipado há 12 anos nunca foi inaugurado em Barra do Ribeiro

11639603Frente Parlamentar quer que hospital atenda pacientes da Região

Barra do Ribeiro, localizada há cerca de 80 km de Porto Alegre, abriga um hospital com 50 leitos, ambiente climatizado, gerador de energia, sala cirúrgica, laboratório de análises clínicas, maternidade, raio X e diversos outros equipamentos que poderiam permitir o atendimento do município de 23 mil habitantes e região.

Presidente da Frente Parlamentar Pró-abertura do Hospital de Barra do Ribeiro no Legislativo gaúcho, o deputado Jurandir Maciel busca a viabilização da abertura e uso efetivo da instituição, que há 12 anos permanece fechada. Segundo o parlamentar o Hospital de Bara do Ribeiro vêm de encontro com a necessidade que o Estado possui em descentralizar a saúde de Porto Alegre para o interior, diminuindo o enorme tráfego de ambulâncias pelas estradas. Maciel enfatiza que “Está mais do que na hora de começarmos a pensar em saúde para as pessoas”.

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Deputados pedem aumento de 100% para os 100 procedimentos de média complexidade mais executados em hospitais Filantrópicos e Santas Casas

Em 20 de março o RS será sede do 3º encontro de Frentes Parlamentares de Hospitais Filantrópicos e Santas Casas da região Sul

RS, SC e PR irão debater financiamentos da saúde e soluções para o endividamento de hospitais.

saude[1]No RS as Santas Casas e entidades sem fins lucrativos estão presentes em 245 unidades hospitalares, elas representam mais de 15,5 mil leitos do Sistema ùnico de Saúde (SUS) e empregam mais de 58 mil profissionais.

Em busca de melhores condições para os hospitais filantrópicos o deputado Jurandir Maciel esteve representando a Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas na Área da Saúde do RS em uma reunião em São Paulo, nesta segunda feira 25.

Na ocasião foi elaborado um pedido a ser encaminhado ao Ministro da Saúde solicitando que sejam aumentados em 100% os 100 procedimentos de média complexidade mais executados em hospitais Filantrópicos e Santas Casas.

No dia seguinte, terça feira 26, o deputado seguiu à Brasília com uma comitiva representado todas as Frentes Parlamentares dos Estado para entregar este documento, em mãos ao Ministro da Saúde Alexandre Padilha, ao presidente do Senado Renan Calheiros e ao presidente da Câmara dos Deputados Luis Eduardo Alves.

A Frente parlamentar de apoio às Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas na Area da Saúde quer garantir o funcionamento de entidades no RS e encontrar soluções para o endividamento adquirido por elas ao longo dos anos “neste momento é preciso promover um refinanciamento para estas casas” afirmou o parlamentar.

Na parte da tarde, Jurandir Maciel participou de encontro das Frentes Parlamentares dos Estado e  das Federações das Santas Casas de Misericórdis de todo Brasil promovido pela Frente Parlamentar Federal de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas na área de saúde.

fonte: Assembléia Legislativa

DESTINO DO #LIXO: PROBLEMA QUE CRESCE MAIS QUE AS SOLUÇÕES NO #BRASIL

Pesquisa aponta 1% no aumento de municípios com coleta seletiva de 2010 até 2011
Considerando que 40% da coleta seletiva no país é feita nas regiões sul e sudeste e apenas 10% nas demais regiões, o aumento na geração de lixo em São Paulo ainda é um dos menores problemas. Por outro lado, o menor dos problemas é um problema gigantesco e absurdamente mal resolvido. As políticas públicas de destinação de lixo ainda são retrógradas para o desenvolvimento do país.
O avanço da destinação de resíduos no Brasil foi de 9,7% em 8 anos (de 2000 a 2008). O problema a ser superado, como trata o texto ao lado, deverá levar mais de 80 anos se o avanço continuar neste ritmo.
Podemos ver diáriamente na novela da tv Globo “Avenida Brasil” como é a vida nos lixões (apesar de que a realidade não é tão bonita quanto a novela). Milhares de pessoas vivem do lixo, e isso não é trabalho escravo na visão do governo.
Inumeros são os problemas causados pela destinação incorreta do lixo, como é o caso da dengue, em que milhares de reais são gastos por ano em campanhas publicitárias de combate ao mosquito, enquanto milhões de larvas estão se criando em lixões e esgotos a céu aberto.
Quem sabe daqui a 80 anos todos estes problemas serão sanados…

60% dos municípios brasileiros não dão destino adequado aos resíduos sólidos

O Brasil avançou pouco no que se refere à gestão dos resíduos sólidos urbanos em 2011. Esta é uma das conclusões da nova edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, estudo da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais apresentado nesta semana, em São Paulo. A destinação final ainda aparece como o principal problema a ser superado.

De acordo com a publicação, no ano passado, 3.371 municípios brasileiros, 60,5% do total, deram destino inadequado a mais de 74 mil toneladas de resíduos por dia, que seguiram para lixões e aterros controlados, sem a devida proteção ambiental. “Com a quantidade de resíduos que tiveram destino inadequado no País seria possível encher 56 piscinas olímpicas em cada dia do ano. Outras 6,4 milhões de toneladas sequer foram coletadas, o que equivale a 45 estádios do Maracanã repletos de lixo. Os dados mostram que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) ainda não começou a produzir efeitos e resultados concretos nos vários sistemas e nem no cenário atualmente implementado”, comenta o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho.

Segundo o estudo, quase 62 milhões de toneladas de resíduos sólidos foram geradas em 2011, 1,8% a mais que em 2010, percentual duas vezes maior que a taxa de crescimento da população no mesmo período. “Esse dado é importante, pois revela que o volume de geração cresceu em uma proporção menor do que nos anos anteriores, mas continua numa curva ascendente”, observa Silva Filho. A edição anterior do Panorama apontou um aumento de 6,8% na geração.

“Das 55,5 milhões de toneladas de resíduos coletadas em 2011, 58,1% foram dispostos em aterros sanitários”, acrescenta Silva Filho, ao destacar que o índice evoluiu apenas 0,5% em relação a 2010. A geração per capita média do País foi de 381,6 kg por ano, valor 0,8% superior ao do ano anterior.

Outro dado da publicação diz respeito aos recursos aplicados pelos municípios para custear os serviços de limpeza urbana. Em 2011, a média mensal por habitante foi de R$ 10,37, o que equivale a um aumento de 4% se comparado a 2010. “É ainda um valor muito inferior ao mínimo necessário para garantir a universalização dos serviços, tendo em vista uma gestão baseada na hierarquia dos resíduos, conforme preconiza a PNRS”, alerta o diretor da associação.

Dos 5.565 municípios brasileiros, 58,6% afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva, o que significa um aumento de 1% em relação a 2010.

Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

#PRESIDENTE DILMA É VAIADA PELOS PREFEITOS

CLIQUE AQUI E VEJA OS PREFEITOS VAIANDO A PRESIDENTE DILMA HOJE EM BRASÍLIA.

A responsabilidade fiscal gera uma grande pressão sobre os prefeitos. O único lado negativo é que essa pressão se aplica somente aos prefeitos que recebem uma pequena parcela do FPM (Fundo de Participaçãos dos Municípios), pagam mais do que poderiam para a saúde e o magistério, imploram por emendas parlamentares para a realização de obras nos municípios, enquanto dos governos estaduais e federal pouco se sabe sobre prestações de contas.
A vaia dos prefeitos para a presidente hoje, muito tem a ver com a insatisfação dos gestores públicos municipais com a atual gestão do governo federal. Muitas são as cobranças e pequeno é o retorno dos impostos dos contribuintes para que possam investir e cumprir com suas responsabilidades legais.

Prefeitos estão em Brasília para discussão da crise fiscal

Cerca de 5 mil pessoas particpam hoje em Brasília para o início da XV edição da marcha dos prefeitos.
Durante a participação da presidente Dilma Rousseff na abertura oficial, prefeitos vaiaram seu discurso.

Na tarde de ontem, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, apresentou uma prévia das principais pautas em debate até a próxima quinta-feira e não poupou críticas ao governo federal pela “crise fiscal das prefeituras”.

Na ocasião, Ziulkoski afirmou que, caso a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) seja cumprida à risca, mais da metade dos 5.253 prefeitos do País, cerca de 3 mil, terá as contas contestadas e pode até mesmo se tornar inelegível nos próximos dois anos. O motivo, segundo ele, é a crise fiscal instaurada pelo aumento das atribuições e o baixo crescimento das receitas.

O assunto não é novidade, mas a entidade projeta cenários ainda piores no último ano de mandato de uma parcela significativa dos gestores municipais. Mais de 1,4 mil cidades brasileiras devem chegar ao dia 31 de dezembro com os saldos de 61 mil obras empenhadas, em 32 ministérios, sem ressarcimento integral.

De acordo com o levantamento divulgado pela CNM, o rombo do reajuste dos salários mínimos, do piso nacional do magistério e dos restos a pagar devidos pela União, além dos programas federais subfinanciados e a dívida previdenciária, gera um impacto negativo calculado em R$ 61,9 bilhões nos cofres municipais. Por outro lado, o acréscimo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) foi de apenas R$ 8,2 bilhões em 2012.

“Temos várias situações que levam a um estrangulamento financeiro. A metade dos prefeitos irá transgredir as leis de responsabilidade fiscal. Isso nos preocupa muito, pois há uma diferença entre aqueles que cometeram algum tipo de dolo e os que vão ser punidos em consequência do que o governo federal e o Congresso Nacional vêm praticando”, contesta.

Ziulkoski ainda destaca que os municípios dispõem de apenas 15% do montante arrecadado em tributos, enquanto mais de 60% são destinados à União. Mesmo assim, as prefeituras são responsáveis por boa parte dos investimentos em saúde, educação, segurança e saneamento.

Segundo o dirigente municipalista, um relatório que detalha a situação deve ser entregue à presidente Dilma Rousseff e a busca por uma solução para a falta de repasses federais será o ponto central da marcha dos prefeitos neste ano.
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=93420

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MAPA DO #SANEAMENTO NO #BRASIL: OBRAS PARALISADAS, OBRAS NEM INICIADAS

foto: arquivososriosdobrasil.blogspot.com.br

Auditoria do Saneamento básico aponta diversas irregularidades

A análise do relatório anual de contas da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades apontou diversas irregularidades. Os exames deste processo foram realizados no período de 07/04/2011 a 10/06/2011, por meio de testes, análises e consolidação de informações coletadas ao longo do exercício a partir da apresentação do processo de contas pela Unidade Auditada.

Paralisia

Foram identificadas inúmeras obras paralisadas, e elevado o número de contratos com obras ainda não iniciadas, sobretudo os firmados em exercícios anteriores a 2010, cerca de 3.969 contratos de repasse.

O percentual de obras Paralisadas é de 6,85% com repasses do OGU da ordem de R$ 1,894 bilhões. Também, verifica-se a elevada quantidade de 3.929 contratos firmados em anos anteriores a 2010 (36,62%) e que continuam com as obras não iniciadas comprometendo repasses da ordem de R$ 3,627 bilhões inscritos em Restos a Pagar. A SNSA não opera diretamente transferências de recursos. Estas transferências são operacionalizadas por terceiros como é o caso da Caixa Econômica Federal, que se encarregam das liberações de recursos, fiscalização das aplicações e das prestações de contas.

A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental não dispõe, em sua estrutura organizacional, de unidade própria de controle interno. Órgãos de governo como estes demandam de auditorias específicas e mais rigorosas e focadas no controle de gestão. A equipe que realizou a auditoria, mesmo com dificuldade de acesso,  coletou informações sobre o controle interno da SNSA demandados pelo TCU.

 Clique aqui ou no documento abaixo e confira o certificado da auditoria na original e na íntegra.

#RANKING DAS 100 MELHORES #CIDADES DO BRASIL PARA MORAR

(Charge: palavras.blog.br)

Neste ranking, 82 municípios possuem menos de 300 mil habitantes e exatamente a metade tem menos de 100 mil habitantes. Apenas duas cidades gaúchas estão entre as colocadas na pesquisa Firjan desenvolvimento municipal (IFDM). No grupo das 100 melhores, 87 são municípios do estado de São Paulo. Os 13 restantes se encontram no Paraná (Maringá, Londrina e Curitiba), Santa Catarina (Brusque, Videira e Jaraguá do Sul), Rio de Janeiro (Macaé e Niterói), Rio Grande do Sul (Marau e Lajeado), Goiás (Catalão), Espírito Santo (Vitória) e Minas Gerais (Nova Lima).

A comparação absoluta de cada município permite medir se a efetividade das políticas públicas resulta em melhores condições sócio-econômicas da população. É um trabalho de fôlego, desenvolvido pelo corpo técnico do Sistema Firjan, com consulta a especialistas externos. Foram mapeados indicadores para todos os 5.564 municípios brasileiros, que retratam as três principais áreas desenvolvimento humano:
Educação, saúde e emprego e renda.

Estudo da Firjan aponta que 83% dos municípios não se sustentam

O dado faz parte de uma Pesquisa inédita sobre a gestão fiscal municipal, de 2006 a 2010

Apenas 95 prefeituras têm gestão excelente das finanças
Pesquisa inédita da Firjan mede a qualidade da gestão fiscal de 5.266 municípios brasileiros e constata quadro de dificuldades em 65% deles, afetando 81 milhões de pessoas. O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) é composto por cinco indicadores, que medem os principais aspectos da gestão fiscal dos municípios. As notas variam entre 0 e 1.

Entenda as notas: 0 – 0.4: gestão crítica           0.4 – 0.6: gestão em dificuldades

0.6 – 0.8: boa gestão          0.8 – 1: gestão de excelência

As cidades brasileiras não se sustentam. A maioria — 83% de 5.266 municípios, do total de 5.565 existentes hoje no país — não consegue gerar nem 20% da receita de seu orçamento. O dado faz parte de um estudo inédito da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) sobre a gestão fiscal municipal, de 2006 a 2010. Nesse estudo, só 2% das cidades tiveram nota geral máxima — apenas 95 prefeituras têm gestão excelente das finanças, enquanto mais da metade do total, ou 64%, está em situação difícil ou crítica ao gerir o orçamento. A nota geral do país também pouco melhorou: subiu só 1,9%.

A Firjan criou um Índice de Gestão Fiscal que mede cinco itens: capacidade que o município tem de gerar receita (arrecadação); gastos com pessoal; capacidade de fazer investimentos; custo da dívida (o peso do pagamento de juros e amortizações); e uso de restos a pagar (a capacidade de pagar dívidas do ano anterior). Esse índice foi medido de 2006 a 2010, em 5.266 municípios (há 297 que não entregaram dados fiscais ao Tesouro, e, por isso, não entraram na pesquisa) — e um dos principais resultados foi a má administração municipal no item geração de receita. Nos 4.372 (83%) municípios que não geravam nem 20% das receitas, moravam 35,2% da população.
— São municípios que não se sustentam. Se fossem uma empresa, seriam como uma filial falida de uma matriz. Só 83 prefeituras, 1,6% do total, conseguem pagar a folha de pessoal com dinheiro próprio. As outras 98,4% precisam de transferências da União e dos estados — afirma Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.
— Cidades com frágil sistema de gestão e que vivem só das transferências federais caminham eventualmente para a falência — diz José Matias-Pereira, professor de Administração Pública da UnB.
Além da incapacidade de gerar receita própria, outra deficiência foi o aumento do gasto com pessoal, item que teve a nota que mais piorou de 2006 a 2010. Caiu 15,2%. Significa, diz a Firjan, que os gastos com pessoal passaram de 45% das receitas correntes líquidas das prefeituras para 50% — aumento de R$ 37,6 bilhões de 2006 a 2010, atualizados pela inflação. Enquanto isso, o gasto das prefeituras com investimento é baixo: metade delas está em situação difícil ou crítica nesse quesito, tendo aplicado em 2010, em média, 7% da receita. É no item investimentos que entrariam, por exemplo, projetos de infraestrutura em transporte e habitação.
Boa parte da explicação sobre a incapacidade dos municípios de gerar receita recai sobre a falta de desenvolvimento da economia local das regiões. Segundo a Associação Brasileira de Municípios (ABM), apesar de a maioria da população brasileira ser urbana, cerca de 50% das cidades do país têm base econômica agrícola, com atividades produtivas e renda da população que geram arrecadação de baixo valor.
— De toda a receita arrecadada no Brasil hoje, de 60% a 65% são da União; de 20% a 25%, dos estados; e apenas de 17% a 19%, dos municípios — sublinha José Carlos Rassier, secretário-geral da ABM. — A saída é estimular as economias locais e o desenvolvimento regional de forma integrada. Há má distribuição de recursos, principalmente levando-se em conta que, após a Constituição de 88, os municípios ganharam mais responsabilidades em Saúde e Educação, e até por isso houve mais gastos com pessoal. Mas a cooperação federativa precisa melhorar. No Uruguai, toda a educação é federal. Em outros países, há muitas obrigações para unidades regionais, equivalentes aos estados. Aqui, Borá (SP), com menos de mil habitantes, tem as mesmas obrigações de São Paulo.
Mesmo cidades com boas notas em gestão fiscal nem sempre oferecem à população serviços de qualidade ou boa infraestrutura urbana. Ourilândia do Norte (PA) é a sétima melhor do país, mas mais da metade de seus domicílios não tem saneamento, segundo o IBGE, e 12,6% de sua população com 15 anos ou mais são analfabetos.
— A boa gestão de hoje não tem efeito imediato no desenvolvimento do município — diz Gabriel Pinto, especialista em Desenvolvimento Econômico da Firjan. — Santa Isabel (GO), a melhor hoje, em 2006 estava na 4.510 posição. Hoje, ela pode ainda não ter bons indicadores sociais porque o reflexo da boa gestão nos serviços sociais é um processo de médio a longo prazo.
— Isso demonstra que boa gestão não necessariamente traz boa política social. Maior gasto com pessoal, mesmo com Educação, não necessariamente significa qualidade: pode ter havido mais contratações de professores, mas por baixos salários — diz Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. — Tem de se ver a qualidade do gasto, não só sua gestão.

fonte: http://oglobo.globo.com/pais/estudo-da-firjan-aponta-que-83-dos-municipios-nao-se-sustentam-4341519

Veja agora o Ranking com as 100 melhores cidades do Brasil para se morar:

1º São Caetano do Sul SP
2º São José do Rio Preto SP
3º Indaiatuba SP
4º Araraquara SP
5º Jaguariúna SP
6º Barueri SP
7º Sertãozinho SP
8º Marília SP
9º Santana de Parnaíba SP
10º Louveira SP
11º Vinhedo SP
12º Guaíra SP
13º Bauru SP
14º Itatiba SP
15º São Carlos SP
16º Boituva SP
17º Sorocaba SP
18º Ribeirão Preto SP
19º Paulínia SP
20º Iracemápolis SP
21º Hortolândia SP
22º Valinhos SP
23º Americana SP
24º Gavião Peixoto SP
25º Sud Mennucci SP
26º Atibaia SP
27º Santa Bárbara d’Oeste SP
28º Jaraguá do Sul SC
29º Vista Alegre do Alto SP
30º Limeira SP
31º Campinas SP
32º Itapecerica da Serra SP
33º Onda Verde SP
34º Jundiaí SP
35º Araçatuba SP
36º Itu SP
37º Araras SP
38º Catiguá SP
39º Santo André SP
40º Monte Alto SP
41º Orindiúva SP
42º Lins SP
43º Catanduva SP
44º Nova Odessa SP
45º Brusque SC
46º São José dos Campos SP
47º São João da Boa Vista SP
48º Vitória ES
49º Santos SP
50º Mogi Guaçu SP
51º Londrina PR
52º Tarumã SP
53º Sumaré SP
54º Maringá PR
55º Tietê SP
56º Tubarão SC
57º Macaé RJ
58º Aracruz ES
59º Piracicaba SP
60º Votuporanga SP
61º Cotia SP
62º Barretos SP
63º São Bernardo do Campo SP
64º Pinhais PR
65º Niterói RJ
66º Jaú SP
67º Diadema SP
68º Matão SP
69º Rio Claro SP
70º Bragança Paulista SP
71º São Paulo SP
72º Pindamonhangaba SP
73º Itabira MG
74º Itupeva SP
75º Curitiba PR
76º Maracaí SP
77º Olímpia SP
78º Blumenau SC
79º Presidente Prudente SP
80º Lençóis Paulista SP
81º Botucatu SP
82º Jandira SP
83º Morro Agudo SP
84º Promissão SP
85º Alumínio SP
86º Pereira Barreto SP
87º Mogi das Cruzes SP
88º Itajaí SC
89º Concórdia SC
90º Caieiras SP
91º Nova Lima MG
92º Marapoama SP
93º Amparo SP
94º São Vicente SP
95º Sebastianópolis do Sul SP
96º Poá SP
97º Ouro Branco MG
98º Videira SC
99º Cerquilho SP
100º Belo Horizonte MG

fonte: Firjan

 

OS MAIORES LIXÕES DO #BRASIL: #CIDADES QUE LIDERAM O RANKING NA PRODUÇÃO DE #LIXO

Sugestões para o país dos maiores e pior aproveitados lixões do mundo:
1) Seja mudado o chamado "padrão de consumo". Faz muita diferença se os consumidores passem a comprar produtos que tenham menos embalagem, com menos materiais e que sejam mais facilmente reaproveitadas, reutilizadas e recicladas. Mas, para isto, os consumidores também precisam de opções.
2) Seja mudada a legislação que regulmenta a produção de distribuição de embalagens. Os consumidores brasileiros muitas vezes não tem opção por embalagens mais sustentáveis. Um dos casos mais claros é o leite. O custo de produção e de reciclagem da embalagem do leite é maior para economia e o meio ambiente que o custo de produção do próprio leite.
3) Aqueles que produzem e distribuem embalagens para seus produtos sejam responsáveis pelo recolhimento e reutilização ou reciclagem destas embalagens.
4) Se fomente a formação de um mercado de materiais reciclados que de conta de um percentual mais significativo do lixo produzido no Brasil. Muito pouco do lixo reciclável acaba sendo reciclado, na faixa de 1 a 2% de todo o lixo consegue ser reciclado pelas usinas no Brasil.
5) Se fomente a produção e implementação de tecnologias voltada para soluções que dêem conta do lixo produzido no Brasil. Existem soluções tecnológicas para transformar o lixo em materias de construção, energia, tecidos e biomassa, mas estas tecnologias não estão implementada e adapatada as diversas situações brasileiras de produção do lixo.
6) Os catadores sejam respeitados como profissão e se lhes dê condições de trabalho com dignidade, material de segurança e condições de saúde. Muito diferente do regime de informalidade escravocrata que domina este mercado e que deixa os catadores na mais completa degradação profissional e humana, sem regulamentação ou reconhecimento de sua profissão essencial para o saúde e sustentabilidade das comunidades. (Foto: http://www.ciclovivo.com.br

No Brasil 228 toneladas de lixo urbano são produzidas diariamente, a maioria das cidades deposita seu lixo em aterros sanitários, e apenas 17,8% delas realizam coleta seletiva do lixo.
Dentre as principais capitais brasileiras, que mais produzem lixo, destacamos 10, as cidades do sudeste lideram o ranking.

  1. São Paulo vem em primeiro lugar produzindo 20 mil toneladas de lixo por dia;
  2. Rio de Janeiro, logo em seguida com uma produção diária de 8,3 t/dia;
  3.  Belo Horizonte vem em terceiro lugar com uma produção diária de 4,9 mil toneladas;
  4. Goiânia em quarto lugar com 3,2t;
  5. Brasília é a quinta colocada deste ranking, a capital Federal, produz 2,5t dia;
  6. Salvador, veM logo após com 2,49t;
  7.  Manaus, produz com 2,4t/dia e ocupa a sétima posição;
  8. Fortaleza em oitavo lugar com uma produção diária de 2,37 toneladas;
  9.  Belém produz 2 toneladas;
  10. Porto Alegre em último lugar no ranking das cidades mais sujas com 1,6 toneladas ao dia.

Em São Paulo o destino do lixo são os aterros sanitários destinando 15,4 toneladas. 4,2 toneladas vão para estações de compostagens e 0,3 para estação de triagem e apenas 0,1 toneladas é incinerada.

O Rio de Janeiro destina a maioria de 6,01 do lixo para aterros sanitários o mesmo faz Belo Horizonte com 4,2 t. Goiânia também destina 100% do lixo produzido para aterros sanitários. Brasília destina 2t do seu lixo para aterros controlados o mesmo faz Salvador destina quase a totalidade do lixo para aterros sanitários.

Manaus, a sétima colocada, destina todo o seu lixo para aterros controlados. A oitava do ranking, Fortaleza, destina toda a coleta para aterros sanitários. Belém distribui entre vazadouros a céu aberto e aterros sanitários. E Porto Alegre destina 1t do lixo produzido a aterros sanitários.

Fonte IBGE:  www.ibge.gov.br

IBGE: 17,8% das cidades fazem coleta seletiva do lixo
Do total de 5.564 municípios brasileiros, apenas 994 faziam coleta seletiva de seu lixo em 2008, ou apenas 17,86% do total. A informação é da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), referente ao ano de 2008, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O gerente da pesquisa, Antonio Tadeu de Oliveira, admitiu que o porcentual é pequeno, se comparado com o que é realizado neste sentido em outros países. “Mas podemos notar que, na pesquisa anterior, realizada em 2000, detectamos que apenas 451 municípios realizavam coleta seletiva”, disse, acrescentando que, em oito anos, o Brasil apresentou uma melhora expressiva.
A localidade que apresentou o maior número de municípios que realizavam coleta seletiva em 2008 foi a região Sul, com 454 cidades, seguida de perto pela região Sudeste (408 municípios); Nordeste (80 municípios) e Centro-Oeste (31 municípios). Em último lugar ficou a região Norte, com 21 municípios que realizavam coleta seletiva.

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,ibge-178-das-cidades-fazem-coleta-seletiva-do-lixo,597892,0.htm

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o #primeiro socorro à vítima é o mais importante nos #acidentes

Excelente a iniciativa do HPS (Hospital Pronto Socorro), juntamente com a Secretaria de Saúde e prefeitura de Porto Alegre. Preparar a população para situações de urgência e emergência, afinal, não é o SAMU o primeiro a chegar em casos de acidentes. Os civis que fazem os primeiros contatos com as vítimas, normalmente não sabem como agir e em muitos casos acabam prejudicando a vítima na intenção de ajudar. O que estou me perguntando é por que a prefeitura irá cobrar esta taxa de 50,00 reais se poderia popularizar este projeto e fazer melhor.

HPS oferece curso de primeiros socorros à população

Estão abertas as inscrições para mais um Curso Básico de Primeiros Socorros promovido pelo Hospital de Pronto Socorro (HPS). São 50 vagas, e os interessados podem comparecer na Direção Científica, 6º andar, das 9h às 11h30 e das 14h às 16h. O valor da taxa é R$ 50.

O curso tem como objetivo capacitar o maior número de pessoas a prestar atendimento básico a vítimas de traumas e outras situações de urgência. Os temas a serem abordados são avaliação e manejo da vítima de trauma, choque elétrico/queimaduras, ferimentos, intoxicações, acidentes com animais peçonhentos, desmaios/convulsões, acidente vascular cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio (IAM) e parada cardiorrespiratória.

A aula será no dia 24 de março, das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 15h30, no auditório do HPS, no 3º andar. Os instrutores são profissionais do hospital, e a coordenação do curso é do médico João Carlos Guaragna. Para mais informações, entre em contato pelo telefone 3289-7709.

fonte:http://www2.portoalegre.rs.gov.br/portal_pmpa_novo/default.php?p_noticia=150254&HPS+OFERECE+CURSO+DE+PRIMEIROS+SOCORROS+A+POPULACAO

imagem:http://2.bp.blogspot.com/_8tuGmAdZaIE/TGDKXrdtBuI/AAAAAAAAAIU/ATn5Vcw6FSQ/s1600/primeiros_socorros.png

Rio Grande do Sul é o terceiro melhor desempenho em saúde no País

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A conquista é dos municípios - As conquistas no atendimento à saúde no estado se deve à aqueles que investem mais que o percentual conferido a eles, são os municípios. O Estado deveria investir 12% do orçamento anual em saúde, e no entanto, vem investindo cerca de 6,7% deste percentual, enquanto os municípios investem o restante da soma completando os 27% mínimo de investimento exigidos por lei. Emenda 29: O não cumprimento da lei pelo Estado obriga os municípios a investir cada vez mais de seu orçamento em saúde Aprovada pelo Congresso Nacional a Emenda 29 completa, neste mês de março, 11 anos e meio de tramitação, e no entanto, não vem sendo cumprida pelos Estados, este fato pressiona os municípios a investir cada vez mais de seu orçamento em saúde. Atualmente, 20 Estados brasileiros não aplicam o percentual em saúde previsto pela emenda 29, o Rio Grande do Sul está entre eles, onde, apenas 6,7% do orçamento anual é investido em saúde, conforme afirmou o secretário estadual de saúde Ciro Simon. Dessa forma, segundo o TCE (Tribunal de Contas do Estado) os municípios estão investindo em média, 22% do seu orçamento neste setor. A regulamentação e o cumprimento da emenda 29, irá propiciar uma melhora à atenção a saúde dos municípios gaúchos, além da possibilidade de redução dos percentuais aplicados pelos municípios neste setor. O que é a Emenda 29? É uma mudança na Constituição que determina que índices do orçamento devem ser aplicados pelos entes federados em saúde. Como é o financiamento proposto na Emenda 29? A emenda constitucional prevê um investimento de 12% da receita bruta corrente do Estado; 15% da receita bruta corrente dos municípios o valor empenhado no ano anterior, corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto do governo Federal. Esta lei aprovada no ano 2000, deveria estar vigorando integralmente desde o ano de 2004. Este período de 4 anos, desde a aprovação, foi dado para que fossem feitas as adaptações, gradativamente. Qual é a polêmica em torno da Emenda 29? A mudança da fórmula de definição do valor da contribuição do governo do Estado para a saúde, é o que está em debate. A emenda 29 é lei, a contestação é sobre a sua aplicação que não vem sendo cumprida.

Estado tem o 3º melhor desempenho do SUS no País

O Rio Grande do Sul foi classificado como o Estado de terceiro melhor desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS) no País. A avaliação foi divulgada nessa quinta-feira (1º) pelo Ministério da Saúde. O RS obteve a nota 5,9 no Índice de Desempenho do SUS (IDSUS), que avalia a infraestrutura do atendimento básico, especializado, ambulatorial e hospitalar de urgência e emergência da rede pública. A nota do Estado é maior que a média brasileira, de 5,47.
A avaliação englobou os anos de 2008 até 2010. O secretário estadual da Saúde, Ciro Simoni, destacou que a expectativa é de que o Rio Grande do Sul receba nota superior na próxima edição do IDSUS, realizado a cada três anos. “O Estado pode mais e estamos trabalhando para isso”, afirmou.
Entre alguns dos avanços do RS na área da saúde está o aumento das bases do Samu (de 85 para 151) e a implementação da Política de Incentivo Estadual à Qualificação da Atenção Básica, que ampliou em 166% o valor repassado aos municípios para investimento no setor (de R$ 15 milhões pagos em 2010 para R$ 40 milhões).
O índice avalia com pontuação de 0 a 10 municípios, regiões, estados e ao País com base em informações de acesso, que mostram como está a oferta de ações e serviços de saúde, e de efetividade. Isto mede o desempenho do sistema, ou seja, o grau com que os serviços e ações de saúde estão atingindo os resultados esperados.

fonte: Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul

Link da fonte: http://www.saude.rs.gov.br/wsa/portal/index.jsp?menu=noticias&cod=27742