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#RIO+20: países emergentes, economia de mercado, valor agregado, lucratividade, quem irá sobreviver sem sustentabilidade?

United Nations Conference on Sustainable Development

por Luciano Medina Martins                                                                                                                         A necessidade de reorganizarmos a produção e o consumo, para que a atividade econômica seja ambientalmente sustentável, justifica-se pela noção de que de que sem sustentabilidade ambiental não sobreviveremos; e, se sobrevivermos, o legado por nós deixado não será muito promissor.Não ter rentabilidade e lucro, ou extinguir os recursos necessários para que as economias produzam renda e sobrevivam são pontas do mesmo fenômeno. A economia de ganhos em escala, das grandes plantas industriais e altamente impactantes para o meio ambiente, dos modelos econômicos intervencionistas e planificados ou dos conglomerados de oligopólios privados dependentes da boa relação com governos e órgãos reguladores, estão sendo questionados, pela realidade do desgaste do meio ambiente, quanto a sua eficiência, tanto sob o ponto de vista ambiental quanto econômico e social.O que se percebe no Brasil, onde os oligopólios dependentes do oxigênio fornecido por governos fortes, políticas intervencionistas e centralizadoras, é que ambos modelos; privado oligopolista ou estatal oligopolista, tem que ser profundamente repensados para que a sociedade consiga produzir alimentos, energia e habitação para todos nas próximas décadas e séculos.A realização de uma conferência sobre desenvolvimento sustentável no Brasil, a Rio+20, poderá ser o palco a nos revelar o que já sabemos virtualmente: o quanto difícil é debater sobre soluções simples, locais e sustentáveis em um país acostumado a centralização de decisões de administração pública e a centralização de recursos vindos de impostos; a não ouvir os agentes locais e suas realidades; e a desprezar modelos econômicos autônomos que não estejam ligados ao grande investimento governamental vindo da autoridade central.A entrevista de Marcelo Durão, abaixo transcrita, é um exemplo das dificuldades que se irá encontrar na RIO+20, e que podem engessar o debate. De um lado, esquerdistas que demonizam o lucro e o mercado, como se esses fossem seres de outro planeta que querem devorar os humanos; e do outro lado, ruralistas endividados por monoculturas centenárias que demonizam os ambientalistas e seus protestos. No meio do fogo cruzado das velhas esquerdas e direitas, teremos ambientalistas, economistas da sustentabilidade, pesquisadores sobre meio ambiente, entre outras matizes de movimentos verdes que vieram depois de Lutzemberger.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       Pacto Federativo e o desenvolvimento sustentável
O caso de amor e ódio do Brasil com a economia sustentável tem um viés tributário determinante. As soluções locais, microregionalizadas, municipalizadas, autônomas e menos dependentes de decisões centralizadas, ou centralizadoras, e de tecnologia muito cara, tem como principal obstáculo a inversão da pirâmide arrecadatória, que também se convencionou chamar de “quebra do pacto federativo”. Ou seja, os municípios brasileiros ficam com a menor parte dos impostos arrecadados, esta parcela é de menos de 10% , enquanto 60% fica com a União Federal, e por volta de 30% é retida pelos Estados federados. Sem recursos e com muitas obrigações quanto a saúde, educação infantil, urbanização e mobilidade os municípios, e as comunidades que formam as municipalidades, ficam sem recursos para investir e fomentar soluções locais e sustentáveis.É natural que os melhores especialistas sobre as culturas e realidades locais estejam junto a estas comunidades, mas, sem recursos, dependem da boa vontade de um governo central dominado por prerrogativas políticas que se sobrepõe a tudo e a todos, nenhuma discussão sobre soluções para o desenvolvimento sustentável da economia consegue dissipar a pesado aparelhamento partidário dos governos e ao muro intransponível da centralização de recursos.Uma das tarefas mais árduas do debate sobre o desenvolvimento sustentável recai sobre todos os movimentos municipalistas do Brasil. Estes movimentos precisam estar atentos a enorme oportunidade que surge com a Rio+20 de tornar o debate sobre a autonomia dos municípios uma parte do próprio debate sobre a economia sustentável no Brasil.Prefeitos, munícipes e ativistas dos movimentos municipalistas precisam se organizar em torno do debate sobre o desenvolvimento sustentável ou simplesmente o debate na Rio+20 será dominada por movimentos que tem pouca relação com os processos da economia real e com propostas factíveis de avanço nos modelos de produção e consumo que hoje dominam nossa economia. E isto seria no mínimo lamentável. 

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300 #PREFEITOS ELABORAM DOCUMENTO SOBRE A RIO+20, segundo revista #EXAME.

United Nations Conference on Sustainable Development

As prefeituras estão no centro do debate sobre desenvolvimento sustentável, será que elas sabem disso?

Cerca de 300 prefeitos deram um exelente exemplo ao participar da elaborção de um documento sobre sustentabilidade para a RIO+20, mas e os outros prefeitos?

Há cerca de 5 565 municípios no Brasil, mas somente por volta de 300 prefeitos participaram diretamente na eloboração da “Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável”. Desinteresse? Falta de recursos para participar do debate de forma mais direita? Uma coisa é certa, os municípios brasileiros estão no centro do debate sobre o desenvolvimento sustentável e mais prefeitos precisam estar envolvidos neste debate.

(da revista EXAME)

Prefeitos elaboram documento sobre a Rio+20

Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável reúne diversas sugestões dos governantes para a construção de cidades mais sustentáveis

São Paulo – Mais de 300 prefeitos, de todos os cantos do Brasil, se reuniram em Brasília para produzir a Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável.

O documento reúne diversas sugestões dos governantes para a construção de cidades mais sustentáveis e tem como principal reivindicação o aumento da participação dos líderes locais na formulação e implantação de políticas públicas relacionadas ao desenvolvimento sustentável – que, segundo eles, interferem diretamente no cotidiano dos municípios.

A carta foi produzida como resultado final do I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, organizado pela FNP – Federação Nacional dos Prefeitos, com a intenção de reforçar o posicionamento desta classe política na Rio+20 – Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável.

Entre outras sugestões feitas pelos prefeitos no documento para acelerar o processo brasileiro de transição para a economia verde, estão:

  • incentivo ao empreendedorismo local;
  • maior atenção às políticas de erradicação da miséria e
  • fortalecimento das micro e pequenas empresas.

Clique AQUI  e confira a Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável, na íntegra.

Autora Débora Spitzcovsky, do Planeta Sustentável
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/prefeitos-elaboram-documento-sobre-a-rio-20

SOLUÇÕES LOCAIS PARA PROBLEMAS GLOBAIS

Quase todas as cidades brasileiras vivem o grande desafio a sustentabilidade. Lixões gigantescos que são o cenário de degradação ambiental e humana, contaminação do solo, do ar e da água por atividades econômicas com pouca sustentabildade, gestão precária de recursos hídricos, problemas de saneamento e tratamento de afluentes poluídos, desmatamento descontrolado, falta de energia, entre outras situações comuns  que precisam de solução urgente, vão muito além de um problema de gestão do marketing.

(Foto: sierraclub.typepad.com)

Para agravar este contexto a maior parte (90% a 95%) dos impostos arrecadados não permanecem dentro dos municípios que geraram as riqueza e que precisam dar conta do impacto ambienta causado pela geração destas riquezas.

Os municípios e seus munícipes conhecem os problemas de perto, e dão os melhores exemplos, no Brasil e no mundo, de como solucioná-los. Na conferência da ONU, Rio+20, sobre desenvolvimento sustentável, que irá acontecer em junho,  a contribuição dos prefeitos, vereadores, líderes comunitários, pequenos produtores rurais, e pequenos empresários, para a solução de grandes problemas globais de meio ambiente e padrões de consumo é de alta relevância.

A atenção de todos os pesquisadores sobre sustentabilidade e desenvolvimento sustentável se volta para dentro das cidades e para os micro universos que, no caso do Brasil, clamam por mais recursos e mais autonomia.

O comentário do publicitário Nizan Guanaes, abaixo transcrito, confirma a tendência de necessidade de darmos mais poder e recursos para os municípios.

(publicado no Jornal do Comércio)

O debate municipal é global

O novo ciclo de desenvolvimento do Brasil tem tudo a ver com a cidade de São Paulo

por Nizan Guanaes

Este é o século das cidades. Das grandes cidades. E, portanto, a era dos prefeitos. Dos grandes prefeitos. O prefeito de uma metrópole como o Rio de Janeiro é uma personalidade global. É um estadista.

Já, já veremos nascer uma ONU das cidades. E os G-8 e G-20 das cidades terão tanto poder quanto os agrupamentos de países.

Alguns políticos brasileiros já perceberam isso. Se entrasse na política hoje, eu olharia a carreira de Eduardo Paes, o primeiro prefeito global do País. O
homem que colocou o sarrafo da administração municipal lá em cima. Até porque o sarrafo dele é olímpico.

Vejo isso no dia a dia, pois vivo entre Rio e São Paulo. E o que se discute no Rio é o que se discute em Londres, Nova Iorque e Melbourne. O Rio caminha a
passos largos para ser a metrópole do século XXI. As metas de sustentabilidade do Rio são ambiciosas, claras e factíveis.

São Paulo, que é a cidade maior do país, não pode e não deve ficar para trás, discutindo na próxima campanha eleitoral aquela lenga-lenga de sempre. É obvio  que os problemas são os “de sempre”. Só que as soluções mudaram, e novos problemas surgiram.

Qualidade de vida hoje em São Paulo é morar perto de onde você trabalha. Só que para isso os nossos candidatos a prefeito devem procurar ouvir a Marisa
Moreira Salles e o pessoal do Arq.Futuro, e não apenas as pesquisas de opinião, porque o eleitor não pode antecipar necessidades que não sabe que tem.

Porque não dá pra querer comandar São Paulo sem ouvir o Phillipe Starck. Que, aliás, trabalha uma semana por mês na cidade.

Está na hora de termos um plano urbano audacioso e à altura de São Paulo. Algo que traduza e produza a energia e a ambição desta cidade. Um Faria Lima 2.

Que tal chamar o Alexandre Hohagen, do Facebook, o Fabio Coelho, do Google, e usar a capacidade da internet para repensar os serviços públicos e a organização urbana?

A maior empresa americana de pensar fora da caixa, a Ideo, trabalha hoje em São Paulo, seu time é de munícipes do futuro prefeito e vive ajudando as maiores  empresas brasileiras a serem mundiais, pensarem de outra forma: inspiraria o debate municipal.

Não é bom ouvir a Cisco, a HP, a Microsoft e a Apple sobre como melhorar o trânsito? Porque a tecnologia pode tirar muito mais gente do trânsito do que a
velha engenharia de trânsito. Que tal construirmos um tecnoanel em paralelo ao Rodoanel? E se dermos isenção de impostos para as pessoas trabalharem à noite?  Por exemplo, não pagam IPTU. É claro que eu já comecei a falar bobagem. Mas falar bobagem é o primeiro passo para chegar a coisas diferentes e  revolucionárias.

Um dos grandes passos é mudarmos do marketing político para o marketing público. O marketing político pensa o eleitor, o marketing público vai além e pensa o  cidadão. O marketing político faz a campanha, o marketing público ajuda a pensar políticas públicas. Ou seja, o marketing tradicional pensa na venda, o  marketing moderno, na experiência de comprar, no problema, na fidelização.

São Paulo é a cidade mais energética do País. O novo ciclo de desenvolvimento do Brasil tem tudo a ver com a cidade. Seu “cluster” financeiro comanda nossa
integração crescente e lucrativa com os fluxos de capital globais. Seus serviços de alta qualidade atraem gente do Brasil todo e de muitos países para seus
hospitais, seus ativos culturais e muito mais.

Temos que tirar a arte dos museus e colocá-la nas ruas. Revigorar o nosso centro. Revolucionar a educação desta cidade e botá-la pra concorrer com Xangai e  Bangalore.

Enfim, tocar fogo no debate municipal. Para que os mais jovens assistam aos programas eleitorais.

Em outubro São Paulo vai eleger seu líder global: o prefeito de São Paulo, o homem que vai nos representar no planeta em plena era das cidades. Que vai
conversar com Michael Bloomberg e com o prefeito de Londres. Que vai decidir quantas horas da minha vida eu vou passar no trânsito, o síndico deste mega
prédio de 11 milhões de pessoas (um Portugal).

Não há nada de municipal neste debate municipal. Ele é global. É bom os eleitores não esquecerem isso. E os candidatos e seus homens de marketing também.

Autor: Nizan Guanaes
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=90284

Vida nos lixões: tema de #novela, assunto da conferência #RIO+20 e grave problema das grandes #cidades do Brasil

Rita, na novela Avenida Brasil é a própria encarnação televisiva de uma dos contextos mais desafiadores para quase todas as cidades brasileiras: a vida nos lixões. A personagem infantil da novela Avenida Brasil é o retrato da crueldade da “guerra do lixo” estabelecida dentro das grandes metrópoles do país.

Por Luciano Medina Martins

Mel Maia, a atriz mirim que interpreta Rita, na novela Avenida Brasil é a própria encarnação televisiva, devidamente novelizada e glamourizada, do maior desafio dos direitos humanos e da sustentabilildade para quase todas as cidades brasileiras, a vida nos lixões . Ela é o retrato da crueldade da “guerra do lixo” estabelecida dentro das grandes metrópoles do país.

A falta de recolhimento de lixo, a falta de separação de lixo, o baixo percentual de reciclagem de lixo e a forma fácil como pessoas podem se engajar informalmente nos batalhões de coletores, catadores e separadores de lixo que abastecem intermediários que vendem material reciclável que estão ganhando cada vez mais dinheiro são o scenario onde estão crescendo as crianças de rua, os sem teto e muitos dos retirantes do novo milênio.

Rita conta uma história de milhões de crianças brasileiras que trabalham nos maiores lixões do mundo, que são no Brasil. Vivendo em condições que violam os direitos humanos, o respeito as infância e as obrigações de educação da sociedade e do estado para com as crianças o personagem traz a tona o debate que é latente e muito diferente da novela de escândalos palacianos que lota as páginas de política dos jornais.

Em junho acontece uma das mais importantes conferências do mundo no Brasil, a RIO+20, e Rita é tranquilamente um dos ícones do debate que vai acontecer sobre desenvolvimento sustentável. Os diretores e produtores da novela estão de parabéns, provaram que novela é cultura e debate político, ambiental e social de relevância.

(abaixo a reportagem pulicada no portal da Rede Globo)

Mel Maia e Bernardo Simões serão Débora Falabella e Cauã Reymond

Atores mirins protagonizam amor de infância de Rita e Batata na primeira fase

Nada mais puro do que o amor infantil. É isso o que Mel Maia e Bernardo Simões vão mostrar com muito talento e graça em Avenida Brasil, que tem estreia prevista para 26/03. Na trama, eles interpretam Rita e Batata, personagens de Débora Falabella e Cauã Reymond na primeira fase. Ambos serão abandonados no lixão, onde se apaixonarão debaixo do teto da carinhosa mãe Lucinda.

Mel tem apenas sete anos e já vem dando um show de interpretação. Esta é a primeira novela da jovem atriz, que conta com a ajuda de Bernardo, que está em sua segunda novela, além de outras participações na TV. Os dois protagonizam cenas delicadas e de emoção que prometem balançar o público com o ar ingênuo e doce de crianças.

Espevitada que só ela, Mel Maia esbanja alegria pelos bastidores da novela. Mas sua personagem terá uma carga emotiva grande, que requer grande concentração. Mel classifica Rita como uma menina sofrida: “Sinto pena dela, enxergo nela uma menina muito sofrida e chateada. Mas, ao mesmo tempo, é corajosa.”

Bernardo também está entusiasmado com o papel e conta o que está achando de representar o personagem de Cauã Reymond quando jovem: “Muitas crianças gostariam de estar no meu lugar. Estou aproveitando bem, com o máximo de dedicação”.

Radiante com o trabalho, Mel garante que carreira de atriz já faz parte de sua vida. “É isso que quero para o resto da minha vida, até quando crescer”.

Acompanhe tudo o que acontece em Avenida Brasil e não deixe de conferir o trabalho dessa dupla!

Fonte: http://tvg.globo.com/novelas/avenida-brasil/Bastidores/noticia/2012/03/mel-maia-e-bernardo-simoes-serao-debora-falabella-e-caua-reymond.html

I Encontro dos #Municípios com o Desenvolvimento Sustentável

O I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria acontece na próxima semana em Brasília. O Portal do Desenvolvimento local, está promovendo o evento nos dias 27 a 29, para fomentar boas práticas municipais. O desenvolvimento através de experiências e boas práticas desenvolvidas deve ser compartilhados com toda a nação. Milhares de municípios de todo o Brasil têm projetos de excelente qualidade que devem ser divulgados, difundidos e copiados. As soluções locais, municipalizadas, são aquelas que com um orçamento reduzido conseguem resolver problemas que são recorrentes inclusive nas grandes cidades. A verdade é que os municípios exercem sua criatividade solutiva para desenvolver estratégias que possam cumprir tantas obrigações que são de sua responsabilidade. (Charge: palavras.blog.br)

Boas práticas municipais serão expostas na Rio +20

Experiências serão expostas no I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável
BRASÍLIA – As 28 experiências selecionadas e apresentadas no “I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria”, que acontece nos próximos dias 27 a 29 de março, serão expostas pela Frente Nacional de Prefeitos na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20, que ocorre de 13 a 22 de junho.
A entidade que terá um estande na conferência, apresentará ainda um documento que será elaborado durante o I Encontro, com a posição da FNP sobre o tema.
As inscrições encerraram no ultimo dia 20 de março. Cada município brasileiro pode concorrer com uma prática. O cadastramento foi feito, gratuitamente, pelo e-mail boaspraticas@fnp.org.br. Na seleção, foram considerados os seguintes critérios: a pertinência com os temas e sub-temas do I Encontro e a replicabilidade da experiência. Não considerados como critérios eliminatórios o ineditismo da apresentação nem o fato dela ter sido premiada anteriormente por outra instituição. Os municípios com boas práticas selecionadas serão comunicados por meio de correio eletrônico e as premiadas integrarão uma publicação a ser organizada, após a realização do evento, pelo Instituto Polis. O edital, com todas as informações, está disponível em http://www.fnp.org.br/Documentos/DocumentoTipo92.pdf.
fonte: http://www.portaldodesenvolvimento.org.br/?p=7091

#Reduzir #Reutilizar #Reciclar

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A lógica dos 3 R's está Sob o viés da responsabilidade social. Embora para a sociedade consumista isso possa parecer impossível, vamos recordar o que foi discutido no Fórum Mundial da Água que encerrou nesta semana em Marselha, na França: "800 MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO NÃO TÊM ACESSO À ÁGUA POTÁVEL: Escassez de água pode gerar conflitos no futuro, dizem especialistas", o que afirmou o professor Genebaldo Dias (no texto ao lado) é que “muitos países desenvolvidos já lidam hoje com conflitos por água, alimento, energia e até por espaço”. Na opinião do professor, é preciso concentrar esforços na gestão destes conflitos. Então, se não houver concientização urgente as guerras por recursos naturais serão inevitáveis.

Rio+20 terá que propor novos padrões de produção e consumo, avalia deputado

Duas décadas após a realização da Rio 92, o Brasil voltará a receber, entre os dias 13 e 22 de junho, chefes de Estado, lideranças políticas e empresariais, cientistas e ambientalistas interessados em discutir novos rumos para o desenvolvimento do planeta. A cidade escolhida é a mesma, o Rio de Janeiro, mas este ano a Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20 – deverá ir além da questão ambiental, avançando na direção de um modelo de economia verde.
“A Rio 92 mudou uma série de concepções a respeito da saúde do planeta e provou, por exemplo, que as mudanças climáticas são um sério problema mundial”, disse o presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, deputado Sarney Filho (PV-MA). Entretanto, segundo ele, muito pouco tem sido feito para controlar ou reverter essa situação. “O atual modelo econômico está falido e ameaça não só a vida do homem, mas também a vida do planeta tal como a conhecemos.”
Para Sarney Filho, que participou da Rio 92 como parlamentar, um dos principais desafios da conferência deste ano será produzir normas internacionais que sejam respeitadas e cumpridas por todos os países. “Só assim será possível promover alterações nos atuais padrões de produção e de consumo”, disse. “Por isso entendo que a Rio+20 vai focar muito na economia verde e na redução da pobreza”, completou.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), acredita que, ao reunir quase 200 chefes de Estado, a Rio+20 cria um espaço importante de debates sobre questões ambientais e, principalmente, sobre políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. “A Câmara está trabalhando, por meio de suas comissões, para auxiliar a atuação dos deputados na Rio+20”, disse ele, destacando a criação de duas subcomissões para tratar exclusivamente de temas ligados à conferência.
Maia disse ainda que o fato de o Congresso estar discutindo atualmente mudanças no Código Florestal pode contribuir para os debates. “Será uma oportunidade para darmos nossa contribuição a partir de experiências com a produção de alimentos de qualidade e com ferramentas de proteção do meio ambiente”, acrescentou.
Modelo de desenvolvimento
Segundo especialistas, não existe mais espaço para modelos de desenvolvimento que deixem de incluir na contabilidade empresarial a escassez de recursos naturais, as desigualdades sociais e outros fatores, como a poluição e o desmatamento. Após a Rio 92, que consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável, governos, empresas e organizações da sociedade civil já vêm dando os primeiros passos para estimular a proteção de ativos ambientais e sociais nas cadeias de negócios.
A conferência de 92, entre outros desdobramentos, deu origem a três convenções que tratam de biodiversidade, desertificação e mudanças climáticas e também aprovou a criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), além de ter inspirado muitos países a instituírem legislações nacionais de proteção ambiental. Mas, para muitos, o principal documento produzido foi o Agenda 21, em referência ao compromisso de cada um dos 179 países participantes com a adoção de métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica no século 21.
Apesar das metas propostas e de alguns avanços, para o professor de Planejamento e Gestão Ambiental da Universidade Católica de Brasília (UCB) Genebaldo Dias a aplicação prática do conceito de desenvolvimento sustentável continua sendo uma utopia desejada. “Se pegarmos a questão do clima, a única maneira de promover o desenvolvimento sustentável é reduzindo o consumo, o que em uma sociedade extremamente consumista é o mesmo que pedir a alguém para não respirar”, disse Dias.
Na opinião do professor, a única saída viável é concentrar esforços na gestão de conflitos. “Muitos países desenvolvidos já lidam hoje com conflitos por água, alimento, energia e até por espaço”, disse. Ele acredita que para atender a um aumento populacional mundial de cerca de 75 milhões de pessoas ao ano, o mundo deve repensar alguns hábitos da vida moderna.

fonte: http://correiodobrasil.com.br/rio20-tera-que-propor-novos-padroes-de-producao-e-consumo-avalia-deputado/409265/

imagem:http://2.bp.blogspot.com/_glyLfBk9Cic/TLo36g2nmDI/AAAAAAAATys/k5C_lLHnN6s/s1600/Charge_FALTA-DE-AGUA.jpg

Vídeo

#Direito de ir e vir será assegurado na #Rio+20

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Direito de ir e vir todos tem, isto está assegurado por lei na constituição Federal. Desenvolver a acessibilidade em um ambiente é promover condições de mobilidade com autonomia, eliminando as barreiras arquitetônicas e urbanísticas nas cidades e promover a saúde ao priorizar a Acessibilidade em seus projetos. Sensibilizar-se para o problema das pessoas com deficiência já significa um grande passo rumo à acessibilidade. Muitos espaços de nossas cidades, como ruas, passeios, edifícios públicos, comerciais e residenciais são locais freqüentados por uma grande diversidade de usuários. Em razão disso, eles devem atender ampla gama da população, considerando as variações de tamanho, sexo, peso e diferentes habilidades ou limitações que as pessoas possam ter.

Para associação, Brasil mostra vontade política de discutir acessibilidade

O presidente da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef), Guilherme Ramalho, disse que o Brasil está discutindo o tema acessibilidade “com mais seriedade e vontade política”. Ele se referiu aos preparativos da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorrerá no Rio entre os dias 20 e 22 de junho próximo.

Ramalho disse que é preciso acesso em áreas como transporte e estacionamento. “É uma questão até de lógica. Não precisa ser entendido no assunto, nem especialista, para ver que falta quase tudo. Faltam áreas para estacionamento, banheiros adaptados, tudo isso faz parte da questão da acessibilidade”, disse.

Ele colocou a Andef à disposição dos organizadores da Rio+20. A entidade tem engenheiros e arquitetos especializados que poderão colaborar no que for necessário para garantir acessibilidade aos participantes do evento.

Para o presidente da Andef, é uma missão quase impossível atingir o nível de Europa ou da América do Norte em termos de acessibilidade no Rio e garantir que a conferência da ONU seja cem por cento acessível. “Mas a gente tem que procurar melhorar, tem que evoluir, seguir o exemplo de outros países que estão mais evoluídos nesse item, para chegar perto”.

Ramalho lembrou que pessoas com deficiência virão de todas as partes do mundo para o evento e, por isso, o assunto tem que ser tratado com seriedade e empenho.

fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/03/15/interna_ciencia_saude,293391/para-associacao-brasil-mostra-vontade-politica-de-discutir-acessibilidade.shtml

 

Ir e vir é um direito de todos – assista o vídeo

 
links relacionados:
http://www.proservnet.com.br/colunistas/index.asp?secao=leartigo&VarIdArtigo=147&Colunista=16&Lateral=colunista

http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2010/03/19/senac-sao-paulo-faz-exposicao-de-fotos-feitas-por-deficientes-visuais/acessibilidade-todos-tem-o-direito-de-ir-e-vir-com-total-independendia-quis-mostrar-nesta-foto-o-caminhar-de-um-dv-sobre-o-piso-tatil/

 

#Rio+20 agregando temas para a #conferência de junho no #Brasil

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A Conferência Rio+20, que acontece de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, também quer tratar soluções para a água, problema emergente. A Rio+20 é um importante espaço para o Brasil participar ativamente de temas que vão tratar de soluões sustentáveis por duas décadas de ação. Levantar a discussão sobre o acesso à água e questões climáticas, assuntos latentes, poderá causar boa impressão ao país sede. Um grupo de 32 pesquisadores internacionais, apresentou nesta quinta feira (15/03) propostas que, segundo eles, devem ser consideradas no documento que vai nortear a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentáveis. Os cientistas pedem que a cúpula seja aproveitada pelos países como um momento de se criar uma nova “constituição para a sobrevivência do mundo, de forma sustentável”.

Rio+20: Brasil defenderá criação de Conselho de Desenvolvimento Sustentável

A criação de um Conselho de Desenvolvimento Sustentável, no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), para tratar, entre outros temas, da questão da água no mundo, deverá ser discutida durante a Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A ideia é debater a criação do conselho em vez do fortalecimento da Agência das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), como quer a União Europeia.

“Há uma insatisfação geral com os organismos da ONU e a proposta brasileira é uma resposta mais ampla do que fazer reformas pontuais. Aproveita-se o momento, de nível grande de insatisfação em relação a esses organismos, para propor uma coisa nova”, disse o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, que apresentou a iniciativa de criação do conselho durante o 6º Fórum Mundial da Água, em Marselha (França). “A proposta será levada à Rio+20 e a posição do Brasil é a da criação do conselho.”

O assunto será discutido juntamente com a proposta defendida pela União Europeia, de fortalecer o Pnuma. Atualmente, há dois entendimentos sobre o assunto: o de consolidar a atuação do Pnuma, órgão que já existe e reúne as principais demandas, discussões e ações do setor, e a transformação da agência em uma organização mundial do meio ambiente – que estaria no mesmo nível, por exemplo, de organismos como a Organização Mundial do Comércio (OMC), que trata das regras comércio internacional, ou a Organização Mundial da Saúde (OMS), autoridade que dirige e coordena a ação na área de saúde das Nações Unidas.

Segundo Vicente Andreu, o Fórum Mundial da Água é uma forma de trocar experiências com outros países. Por não ser um evento de governo, mas um fórum da sociedade, onde o governo participa junto com empresas e demais interessados no assunto, os painéis envolvem a discussão de problemas como infraestrutura para o acesso à água e questões climáticas. “É o acesso a experiências bem sucedidas de diversas partes do mundo”, comentou.

O fórum ocorre a cada três anos, sob organização do Conselho Mundial da Água, entidade internacional não governamental. A edição deste ano é coordenada pelo governo da França, pela prefeitura de Marselha e pelo Conselho Mundial da Água, formado por cerca de 400 integrantes de 70 países. Nas discussões, haverá, ainda, espaço para o Banco Mundial e o Banco Central Europeu falarem sobre o financiamento de projetos relativos à água.

fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/03/15/interna_ciencia_saude,293429/rio-20-brasil-defendera-criacao-de-conselho-de-desenvolvimento-sustentavel.shtml

links relacionados:

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/03/cientistas-apresentam-propostas-para-dar-peso-negociacao-da-rio20.html

http://mundoverde.com.br/blog/tag/sustentabilidade/page/2/

#SUSTENTABILIDADE: Rio+20 não será uma reedição da ECO92

O embaixador Ricupero parece estar preso a um modelo de conferência que foi importante no passado, a ECO92. A sustentabilidade é o conceito que sofre muita rejeição no meio rural, isto por quelida justamente com a maneira como as pessoas ganham dinheiro a partir de seu trabalho e sua terra. Entender que a sustentabilidade está diretamente ligada a agregar valor e assim gerar rentabilidade e  lucro demanda uma quebra de paradigma. Um bom exemplo é a microdestilaria de etanol na foto ao lado. A economia de escala da monocultura extensiva só é possível a custa de fortes subsídios aos grandes produtores; ela desaparece se contabilizadas as perdas de serviços ambientais e as “externalidades negativas” (custos do impacto ambiental dos agro-químicos aplicados na lavoura).Portanto soluções descentralizadas, que agridem menos o meio ambiente e a biodiversidade e que se adaptam a realidade de cada região são mais lucrativas e a longo prazo prezervam justamente o que dá o sustento ao agronegócio, um ambiente saudável. (LM)

 

Foto: Micro-destilaria de etanol em Guaraciaba (MG)
http://www.ufmg.br/boletim/bol1619/4.shtml

 

Ex-negociador na Eco-92, Ricupero vê dispersão na Rio +20

Um grupo coordenado pelo embaixador Rubens Ricupero deve encaminhar ao governo brasileiro um documento criticando a pauta da Rio +20, conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável que acontecerá em junho, no Rio.

De acordo com Ricupero, a organização da Rio +20 está marginalizando o tema ambiental e erra ao abordar vários assuntos relacionados ao desenvolvimento sustentável de maneira desfocada.

Isso significa, por exemplo, centrar a agenda da conferência no debate sobre a possível criação de uma agência da ONU para o desenvolvimento sustentável.

“O Brasil vive insistindo que temos de ver o lado econômico, o ambiental e o social do desenvolvimento sustentável. Mas qual é o foco? Ninguém sabe. O foco é tudo”, disse Ricupero durante uma reunião sobre a Rio +20 promovida pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

“Essa abordagem é incorreta. As pessoas não percebem que o ambiente é a condição de possibilidade dos pilares econômico e social. O foco da conferência Rio +20 deve ser ambiental”, disse.

Para o embaixador, a agenda da Rio +20 deixa de fora um alerta sobre problemas ambientais urgentes, como a extinção acelerada de espécies por causa de mudanças que afetam o clima.

ERA GLACIAL

“O que nos separa da última era glacial é uma diferença de 5 graus Celsius. Se nós tivermos mais 5 graus Celsius a partir de agora, não sabemos o que vai acontecer.”

A movimentação de Ricupero contra a pauta da conferência é simbólica. Ele foi um dos principais nomes da Eco-92, responsável pelo capítulo financeiro do documento resultante da reunião.

Ricupero também já foi secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e ministro da Amazônia e do Meio Ambiente de 1993 a 1994.

O texto contra a Rio +20, de acordo com Ricupero, está começando a ser preparado por ele e por colegas como o físico José Goldemberg, da USP, e o ex-deputado ambientalista Fábio Feldmann.

Antes de ser enviado ao governo, o documento será revisado por cientistas e pelo Fórum dos Ex-Ministros do Meio Ambiente, criado para discutir o Código Florestal.

A ideia é que o texto seja incluído na agenda do encontro no Rio. “Mas, se isso não acontecer, queremos que ele seja incluído no debate da sociedade civil”, disse.

Autoras: SABINE RIGHETTI e DENISE MENCHEN DE SÃO PAULO
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1058882-ex-negociador-na-eco-92-ricupero-ve-dispersao-na-rio-20.shtml

#RIO+20: Cidades estão no foco das soluções sustentáveis

Cidades estão no foco das soluções sustentáveis e da mobilidade

De 13 a 23 de junho acontece a Conferência Rio+20 no Rio de Janeiro. São esperadas milhares de pessoas, que vão se locomover diariamente até o Centro de Convenções Riocentro, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade.

O tema em questão será as cidades e como elas se posicionam na discussão sobre o desenvolvimento sustentável urbano. Um dos debates deste encontro será definir o que realmente é uma cidade sustentável dentro das realidades regionais.

Prefeitos do mundo inteiro estarão participando deste encontro, além de organizações e redes nacionais e globais de cidades sustentáveis.

Até agora sabemos que as cidades têm demonstrado capacidade de ação, estão buscando soluções locais, acreditando ser este o caminho para a mobilidade e superaçõa dos desafios do desenvolvimento sustentável.

Existem muitos exemplos de comunidades que cansam de esperar pelo apoio do governo e se unem em torno de uma causa. É o que chamamos de autonomia municipal, somente quem conhece as peculiaridades regionais pode dar a solução para problemas globais. O mesmo vale para a preservação do planeta, sem que soluções locais sejam apresentadas não se chegará a uma solução global: que tal começar no quintal de casa? Efeitos climáticos são sentidos em todos os lugares do mundo, mas a maioria das cidades brasileiras nem se quer dá um destino adequado ao lixo que produz. (KH)

Rio+20

É hora de agir, diz Secretário-Geral da Rio+20 em visita ao Brasil

O Secretário-Geral da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), Sha Zukang, está no Brasil para acertar os últimos detalhes logísticos sobre o evento que deve reunir cerca de 50 mil pessoas em junho. Além de segurança, transporte e acomodação, há detalhes, por exemplo, na área de tecnologia, para realizar uma conferência com uso inteligente de papel (paper smart). “Meus colegas brasileiros estão fazendo um trabalho excelente”, avaliou hoje (06/03), no Rio.

“Será uma conferência de grande significado não apenas para as novas gerações, como para as que ainda virão. É por isso que estou muito feliz que será realizada no Rio, no Brasil. O grande país do qual todos vocês têm motivo para se orgulhar”, declarou.

Ouça a coletiva de hoje na íntegra:

Para Sha, o maior desafio da Rio+20 é a implementação de ações para a economia verde e erradicação da pobreza. “O mundo está se tornando cada vez mais insustentável”, disse. O Secretário-Geral considera que os documentos elaborados em conferências anteriores são “maravilhosos”, mas que continuam só como documentos. “Nosso trabalho não é falar, mas agir. Não percamos mais tempo em conversas, em apenas produzir papéis. É claro que temos de produzir documentos, mas é preciso implementá-los”, afirmou.

A Rio+20 promoverá discussões em sete áreas prioritárias: energia, alimentação e agricultura, emprego e sociedade inclusiva, cidades sustentáveis, água, oceanos e desastres naturais. “São questões complexas que teremos de ver como lidar com cada uma delas”, afirmou.

Até 10 de março, Sha terá encontros no Rio eem Brasília. Estãoprevistas reuniões com o Ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e a do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O Secretário-Geral da Rio+20 também participará de audiência pública no Senado e discursará na abertura da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável.

Confira as fotos do evento no blog da Rio+20:  http://www.onu.org.br/rio20/br/blog

Fonte: http://www.onu.org.br/e-hora-de-agir-diz-secretario-geral-da-rio20-em-visita-ao-brasil/