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#SACOLAS PLÁSTICAS: EFEITOS E CONSEQUÊNCIAS

Reduzir e reutilizar - Não será tirando as sacolas plásticas de circulação que o problema do lixo irá acabar. Tamanha é a utilidade das "sacolihas" que segundo o diretor superintendente do Instituto Nacional do Plástico (INP), Paulo Dacolina, cerca de 71% das donas de casa brasileiras consideram os recipientes o meio ideal para transportarem as compras, mesmo que seu material leve 400 anos para decompor.
No entanto, mesmo com esta informação até o momento não há um sitema de reciclagem deste material. Se forem etiradas de circulação, será gerado um novo problema, ou dois novos problemas, teremos que pagar por embalagens para levar as compras do supermercado para casa e teremos que pagar por embalagens de descarte de lixo.
foto: http://migre.me/8CzIl

O desabafo da sacola

II Fórum Agas Ambiental vai debater efeitos das sacolas plásticas

A falta de informações definitivas sobre a melhor alternativa para embalar as compras dos clientes do varejo levou a Agas a projetar, para dia 26 de julho, em Porto Alegre, a segunda edição do Fórum Agas Ambiental.

No evento, que terá como tema central da discussão ’Sacolas plásticas: problema ou solução?’, a entidade reunirá especialistas para abordar os verdadeiros benefícios e prejuízos trazidos por cada tipo de embalagem (plástica, papel, algodão e lona, entre outras) ao meio ambiente.

Imaginem sem as sacolas.
Foto: http://migre.me/8CzKr

O presidente da Associação, Antônio Cesa Longo, explica que a posição da Agas é apoiar qualquer alternativa que seja comprovadamente eficiente em praticidade aos clientes e sustentabilidade. Para ele, no entanto, ainda é cedo para adotar qualquer medida. ‘O debate é muito complexo e precisa envolver sociedade, varejo e poder público. O problema vai muito além das sacolas, e já há estudos que mostram que outros materiais são mais prejudiciais ao meio ambiente, devido ao seu processo de fabricação’, pondera o dirigente.

A Segmento Pesquisas está em campo com estudo que mapeará a posição da população gaúcha sobre o assunto. Os resultados deverão ser conhecidos em cerca de 10 dias.

fonte: http://www.agas.com.br/site/default.asp?TroncoID=946152&SecaoID=934448&SubsecaoID=0&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=918494

O QUE VOCÊ FAZ COM O SEU #LIXO?

Segundo o site Clima tempo (http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/cidade/363/portoalegre-rs) existe previsão de chuva para Porto Alegre, o que deixa a população tensa.
O que virá desta vez? Alagamentos como sempre…
A cada precipitação chuvosa é o mesmo problema na capital gaúcha, falta de escoamento e ruas alagadas.
Hoje pela manhã, não menos tensa com a situação, me deparei com esta cena da foto ao lado, em uma rua de Porto Alegre.
Imaginei que esse lixo só poderia estar ali por duas razões:
1- A prefeitura não recolheu e deixou a disposição dos catadores para revirar.
2- A população sem educação, jogou lixo na rua e ele foi parar dentro do boeiro.
Que a capital gaúcha está virando um grande lixão e cenário de uma absurda violação dos direitos humanos e do ambiente urbano, a gente já falou neste blog, questionamos a responsabilidade do governo municipal, mas e a responsabilidade dos cidadãos?
Todos os dias cada um de nós produz grande quantidade de lixo, na cozinha, no banheiro, no escritório, no quintal… As lixeiras espalhadas pela casa sempre tem algo para descartar. Segundo informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), são gerados diariamente cerca de 230.000 toneladas de lixo.
Sem que você se quer perceba joga um papel de bala jogado no chão, este vai acumular com o restante do lixo da rua e o resultado é desastroso: vias imundas; terrenos e córregos transformados em depósito de lixo; boeiros entupidos; alagamentos. Esse cenário caótico é o combustível ideal para a proliferação de doenças e a poluição do solo, da água e do ar. Muito mais do que descartar o lixo no lugar adequado, todo cidadão deve assumir o compromisso de reduzir a quantidade de lixo que produz.

Veja a matéria veiculada no fantástico sobre a educação do lixo: