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#Eleições2012: Quem cresce e quem diminui? A dança das cadeiras partidário.

Os 5.565 municípios brasileiros fazem das eleições municipais as maiores do país em número de candidados, criatividade nas coligações e apelos que vão do santinho ao churrasquinho, passando pelo velho rol de promessas de calçamento, emprego, sapato, bolsa e vaga na escola. Em eleições mais evoluídas é vetado aos candidatos prometerem aquilo que a lei lhes obriga a fazer como gestores (educação, saúde, segurança). Mas no Brasil dos impunes as pessoas querem acreditar que seus representantes eleitos irão pelo menos CUMPRIR AS LEIS. A pesquisa da CNM, que promete sobe e desce de partidos, nos anuncia que precisaremos de novidades para conquistar o eleitor. Mesmo com as restrições da legislação muitos candidatos já estão dando os "ares" de como prentendem se comportar nas eleições municipais de 2012. (Charge do caraubashotnews.com.br)

Realocação de forças

Pesquisa encomendada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que a maioria dos partidos brasileiros perdeu força para a disputa de 2012 em relação à eleição anterior. O PMDB elegeu, em 2008, 1.199 prefeitos e agora conta com 1.181; o PSDB tinha 789 e hoje conta com 736. O PT elegeu 553 e agora governa 564 prefeituras, sendo um dos poucos partidos que obteve crescimento no período. O PP ganhou em 549 municípios e hoje está com 514. O DEM dos 500 prefeitos eleitos está com 395. Já o recém-criado PSD, que não elegeu nenhum candidato, hoje em dia conta com 272 prefeitos pelo País.

Autor: Adão Oliveira

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=91511

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#FACEBOOK: JUSTIÇA BRASILEIRA TENTA #CENSURAR CONTEÚDO POLÍTICO NAS #MIDIASSOCIAIS

É possível censurar as mídias sociais e controlar o conteúdo político compartilhado nelas?

Censurar por si só já é um ato arbitrário, seja ele tomado pelo legislativo, executivo ou pela justiça. Entretanto, tentar censurar a mídias sociais mostra o completo desconhecimento, falta de familiarideade e tato com as redes sociais na internet e a maneira como as pessoas se comunicam através delas.

Tentar controlar o conteúdo que um político tem no seu Facebook, Twitter, YouTube ou WordPress é o mesmo que querer controlar o que este político fala ao encontrar seus amigos em um shopping, ou quando encontra eleitores a caminho da padaria.

Não existe legislação específica para as mídias sociais no Brasil, quere por “paralelismo jurídico”decidir sobre Twitter e Facebook na mesma base que se decide sobre um canal de TV ou de rádio é como comparar as regras da fórmula 1 com as regras de trânsito, afinal temos carros e uma via por onde passam estes carros, mas não é tão simples assim.

As redes sociais aproximam os políticos de seus eleitores, através delas é possível que políticos saibam mais sobre as necessidades de seus representados. Por outro lado também os políticos podem prestar mais rapidamente contas do que fazem nos seus cargos por suas comunidades.

A liberdade de expressão política nas mídias sociais não pode estar condicionada a uma época, como querem os tribunais eleitorias brasileiros.  Na verdade nem mesmo é possível realmente controlar com algum grau de eficiência o conteúdo político. Ditaduras ferrenhas, como a chinesa, não conseguem controlar as redes sociais na web, mas gastam milhões tentando. O mais assustador é a tentativa, é perceber que o poder institucional tradicional está assustado com a enorme capacidade de troca de informações possibilitada pelas redes sociais e que tenta reagir a isso, com a delicadeza usual: censurando, proibindo, multando, e, até ameaçando com prisão e cerceamento de direitos políticos.

(abaixo reportagem publicada no portal R7)

Justiça Eleitoral manda prefeito retirar “propaganda” do Facebook

Decisão é a primeira depois que o TSE vetou o Twitter durante a fase de pré-campanha

Intimado pela Justiça Eleitoral a retirar de seu perfil no Facebook informações sobre sua atuação à frente da Prefeitura de Queimados, na Baixada Fluminense, o prefeito Max Lemos (PMDB) anunciou por meio de assessores que cumprirá a decisão, mas manteve conteúdo semelhante no site do município.

Pré-candidato à reeleição, o peemedebista se reuniria com advogados nesta terça-feira (3) para decidir se recorreria ou não da decisão do juiz Jansen Amadeu do Carmo Madeira que atingiu sua página na rede social.

Inicialmente, Lemos pediu mais prazo, além das 48 horas determinadas pelo magistrado, para tirar do ar o material vetado pela decisão. A promotoria Márcia Araújo Pinto, autora do pedido acolhido pelo Judiciário, afirmou que vai checar a home page da prefeitura para verificar se também ali há propaganda eleitoral antecipada na internet.

A decisão foi a primeira posterior à determinação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que restringiu o uso do Twitter por pré-candidatos antes de 5 de julho, data em que começa oficialmente a campanha eleitoral.

O juiz Carmo Madeira atendeu a um pedido da promotora, da 138ª Promotoria de Justiça Eleitoral. Ela considerou que o conteúdo do perfil do prefeito no Facebook constituía propaganda eleitoral antecipada.

O magistrado determinou que Lemos retire do seu perfil na rede social comentários e notícias sobre sua administração e proibiu que volte a veiculá-los. A subsecretária de Comunicação de Queimados, Audrey Andrade, ressaltou que as postagens do prefeito na rede social “não são de hoje” e ocorrem “ao longo do ano”. Não teriam, portanto, segundo ela, caráter eleitoral.

Site oficial

A página de Lemos no Facebook, com 4.990 amigos, mantinha referências a iniciativas da administração municipal, escritas de maneira coloquial, com jeito de conversa. Havia até um post, com foto de Lemos, sobre a “entrega de mais 500 apartamentos no condomínio Valdariosa, com os deputados Rafael Picciani e Zaqueu Teixeira”, assinado pelo vereador Joilde Pirikito. Em comunicado no site, o prefeito afirmou sua disposição de cumprir a decisão.

“Como todos sabem, sou obediente à lei, à Justiça e tenho profundo respeito ao trabalho do Ministério Público. Por isso, como ainda há muitas dúvidas e interpretações diversas a respeito da decisão do TSE sobre uso das redes sociais em ano eleitoral, estarei, por medida de precaução, interrompendo temporariamente meus posts aqui no FB [Facebook] e no Twitter. Sei que esse tem sido um canal importante para a população falar comigo em tempo real, me alertar sobre problemas e eu resolvê-los com mais rapidez. Tenho fé que isso será por pouco tempo. Afinal, o mundo mudou. A forma de se comunicar também! Abraços a todos. Max”, escreveu o prefeito em sua página.

Para a promotora, no entanto, mesmo que o prefeito já fizesse as postagens anteriormente, as coisas mudam em ano eleitoral.

— Temos de preservar a igualdade das eleições. Os outros pretensos candidatos estão proibidos de fazer propaganda. A regra vale para todos.

Ela contou que agiu a partir de denúncia encaminhada à Ouvidoria do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e esclareceu que a decisão atinge apenas o perfil do prefeito no Facebook.

— Confesso que não vi a página da prefeitura.

A punição para descumprimento da decisão é pagamento de multa.

Autor: Agência Estado/AE
Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/justica-eleitoral-manda-prefeito-retirar-propaganda-do-facebook-20120403.html

#PAZ pela #WEB: Como um chefe Africano usa o Twitter para manter a paz e sua cidade. #soluções #simples

O envolvimento do Twitter com a política não se restringe só a organizar protestos pela liberdade, ou para fazer tuitaços em favor da "Lei do Ficha Limpa". No interior do Quênia, na África um chefe de polícia usa o Twitter para promover a paz e a ordem.

PAZ pela WEB: Como um chefe Africano usa o Twitter para manter a paz e sua cidade. #soluções #simples

Um chefe de polícia Africano usa o Twitter para ajudar a resolver problemas e a manter a ordem na sua aldeia queniana. Um bom exemplo de como a mídia social tem evoluído para além de metrópoles para chegar até os cantos mais distantes do mundo.

Chefe de polícia Francis Kariuki resolve problemas, evita roubos e organiza os residentes de uma cidade pequena no interior do Quênia, na África.

O chefe de polícia Francis Kariuki – ou, @ Chiefkariuki, como é conhecido online – tuita para derrotar bandidos e ladrões, localizar crianças desaparecidas e animais de fazenda, e organizar questões logísticas da aldeia, de acordo com a Associated Press (AP).

Em um exemplo relatado pela AP, os criminosos estavam invadindo casa de um professor da escola às 4 da manhã até Kariuki intervir através do Twitter. Depois de receber uma denúncia pelo telefone, Kariuki enviou um tweet que mobilizou moradores da aldeia para se reunirem no lado de fora da casa do professor e, assim, afugentar os ladrões. Em outro exemplo, Kariuki usou o Twitter para organizar uma operação de resgate depois que um homem caiu em um buraco de latrina.

“Há uma ovelha marrom e branco, que desapareceu com uma corda de nylon no pescoço e que pertence ao pai do Mwangi,” tuitou Kariuki recentemente, em língua suaíli, para ajudar a localizar uma ovelha rebelde, citou a AP como exemplo.

O Chefe Kariuki mora na cidade de Lanet Umoja, cerca de 160 quilômetros a oeste da capital do Quênia, Nairobi. Kariuki disse a AP que, embora tenha pouco mais de 400 seguidores, suas mensagens são capazes de chegar a milhares dos 28.000 residentes de sua região. Muitos desses cidadãos são agricultores de subsistência que acessam seus tweets através de mensagens de texto enviadas para celulares ou em smartphones de terceiros, disse Kariuki.

“O Twitter ajudou a economizar tempo e dinheiro. Eu não tenho mais a escrever cartas ou cartazes impressão que levam tempo para distribuir e são caros “, disse o Sr. Kariuki a AP.

Ele diz que sua atividade Twitter tem ajudado a diminuir o índice de criminalidade praticamente a zero nas últimas semanas, em comparação com os relatos prévios de arrombamentos quase todos os dias.

Aqui estão alguns exemplos de tweets do Chefe Kariuki de:

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

UTRAVETIS empresa vai realizar um seminário sobre aves em 13/2/2012 em PCEA TABUGA IGREJA as 9h 30min. informar todos os agricultores.

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

Sr. Weru de Ndege relatou roubo última noite de 4bags de milho, de feijão e 4fardos e 1fardo de trigo foram roubados. por favor entre em contato.

Kariuki também usa o Twitter para espalhar mensagens  otimistas e inspiradoras como esta:

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

Nós todos temos contratempos em nossos ontens. Mas seu passado não define seu futuro. Hoje é um novo dia.

Com o uso inteligente e eficaz Kariuki de Twitter, parece ser um novo dia de fato em Lanet Umoja.

Quais são os exemplos mais interessantes ou inesperadas de uso de mídia social que você ouviu falar? Nos conte através dos comentários a esta reportagem.

Fonte: http://mashable.com/2012/02/19/african-twitter-peace/

Foto: http://str8talkchronicle.com/?p=20752

Eleições 2012 ON LINE

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As redes sociais são hoje um espaço de todos, a democratização das novas tecnologias está expandindo a participação das pessoas na política e aproximando os políticos de seus eleitores. O acesso à internet não é mais uma prerrogativa da elite. Todas as classes sociais estão na rede, opinando, participando, criticando, é o espaço mais próximo dos cidadãos com seus governantes. Muitos políticos, hoje, já interagem com seus eleitores pelo twitter ou pelo facebook. Com as eleições municipais se aproximando, mais e mais candidatos estão reconhecendo às redes como ferramenta para aumentar sua popularidade. Pois bem, a interlocução através das redes sociais já é um caminho sem volta, uma “mania”, seria a ascensão de uma nova política? Uma política mais interativa? Uma política mais social? As redes sociais vieram para oferecer a possibilidade de um debate mais aberto e plural. A comunicação “nem tão interpessoal” é uma tendência em expansão, ganha àquele que interagir com ela.

2012: o fim da campanha offline

Começou mais um ano eleitoral.
2012 será um ano marcante para a história político-eleitoral brasileira. Viveremos as primeiras eleições após a democratização, de fato, do acesso à internet e a consolidação das redes sociais junto a todas as parcelas da sociedade.
É fato que em algumas cidades bem próximas a Campina Grande o efeito das mídias sociais e móveis ainda será limitado ao baixo grau de interesse e à impossibilidade da população para delas fazer bom uso, principalmente pela falta de conhecimento, de educação e de programas de inclusão digital.
Mas aqui, na Rainha da Borborema, as redes sociais deverão se transformar em um capítulo à parte da eleição, ou melhor, deverão se transformar em uma eleição à parte e com grandes chances de influir decisivamente na campanha do mundo real.
Quero crer que todos os prováveis candidatos a cargos majoritários já estejam plenamente conscientes disso, preparando suas estratégias e, principalmente, seus estrategistas e seus pelotões de soldados virtuais para a série de batalhas que ocorrerá na internet. E, lembro sempre, nem sempre aquele marqueteiro super criativo que lhe garantiu a vitória estrondosa ainda no primeiro turno sequer consegue perceber como se dá a dinâmica das redes sociais. Acha que ainda não vale a pena investir nesse campo… Quem aposta?
Obama: twiteiro sem nunca ter usado o twitter
O maior exemplo de rasteira dada pelas redes sociais foi a que sofreram os opositores de Barack Obama nos EUA. Não acreditaram na força das novas mídias e foram atropelados por um candidato que tinha como principal meio de comunicação direta com o eleitor o twitter e meses depois de eleito confessou jamais ter usado, pessoalmente, a ferramenta.
Se nas eleições passadas as metas eram colocar milhares nas ruas durante as passeatas, bater o recorde de pessoas em um comício ou conseguir quilômetros e quilômetros de carros e motos nas carreatas, agora os candidatos deverão buscar emplacar suas hashtags nos trending topics, viralizar seu vídeo do youtube para conseguir mais acessos que os concorrentes e gerar buzz permanente no facebook, na forma de compartilhamentos e “curtimentos”, seja com conteúdo “oficial”, seja com material produzido (ou que pareça ser…) pelos próprios internautas.
Não há ainda dados seguros que atestem que a quantidade de eleitores “online” será capaz de decidir diretamente a vitória nas urnas, mas a correta utilização das “batalhas virtuais” da campanha, principalmente com a repercussão nos meios tradicionais, será com absoluta certeza o fiel da balança na parte, digamos, regulamentar das eleições (a outra parte é aquela das madrugadas pré-eleições e do trabalho de cooptação de eleitores mediante pagamento, onde nem a mídia tradicional e nem, muito menos, a Justiça Eleitoral têm qualquer influência).
Será preciso muito cuidado. O eleitor online é, em sua maioria, bem diferente do tradicional componente de claque. Se alguns serão remunerados e se dedicarão integralmente ao embate virtual, outros – a maioria – precisarão ser conquistados a cada dia e só se empenharão de verdade na defesa e multiplicação dos programas de seus candidatos se perceberem que são tratados por esses candidatos como acham que merecem. O candidato deve estar sempre atento e acessível, responder a TODAS as solicitações de interação nas redes sociais e contribuir para as estratégias da campanha virtual, seja adaptando sua agenda de campanha com a inclusão de ferramentas de compartilhamento nos meios sociais, seja com a realização de eventos completamente direcionados para estas mídias.
Candidato bom será candidato online e full time.
O eleitor vai querer saber onde está o candidato a cada momento, pelo Foursquare, vai querer ver fotos de todas as suas atividades (inclusive as privativas, como reuniões estratégicas e encontros pessoais) no Flickr, vai querer acompanhar o diário atualizado da campanha no blog do candidato, vai querer ver vários vídeos da campanha por dia no Youtube e, sobretudo, vai querer que tudo isso lhe seja disponibilizado em tempo real nas timelines do twitter e facebook.
Pela primeira vez os candidatos terão à sua disposição uma importantíssima ferramenta de feedback para saber se esta ou aquela liderança atrai ou afasta eleitores, como as pessoas reagem às suas propostas de governo ou quais os assuntos que mais ajudam ou atrapalham sua penetração junto a determinadas parcelas do eleitorado. Aliás, a palavra de ordem dessa campanha virtual será SEGMENTAÇÃO, que, com as ferramentas apropriadas, possibilitará atingir cada target de maneira efetiva e segura, sem ruídos e sem desvios de foco e, principalmente, acompanhar minuto a minuto o desempenho de cada tema ou ideia junto ao público.
Posso afirmar com absoluta certeza que as redes sociais serão a segunda mais importante mídia dessa campanha, atrás apenas das inserções de TV e à frente do próprio horário eleitoral gratuito, que este ano será muito mais visto pela internet, sob demanda, do que em sua exibição tradicional. Eventos de rua precisarão passar por um processo de reformulação para que possam ecoar com rapidez e força nos perfis dos participantes (teremos comícios e passeatas com WiFi?), imagens marcantes precisarão ser minuciosamente previstas para que sejam viralizadas rapidamente, “memes” nascerão e poderão transformar-se em verdadeiros fenômenos, então será preciso muito cuidado para que eles trabalhem a favor do candidato e, sempre que possível, contra o oponente.
Embora já possa ser considerada uma mídia de massa, a internet precisará ser vista e tratada a partir de seus inúmeros nichos e trabalhada com estratégia capilarizada e estrutura multinível. Trabalho de formiguinha mesmo, ativo, passivo e interativo. E a parte mais importante de todas será a monitoração, para conseguir detectar desde o início as potenciais ameaças ou trunfos. Qualquer ato ou palavra impensada poderá dar início a um turbilhão de críticas capaz de destruir todo o trabalho de construção da marca e da imagem do candidato ou de suas propostas.
E para quem pensa em colocar aquele “sobrinho, conhecido ou assessor que mexe com internet” para cuidar das estratégias de mídias sociais, pode parar e pensar melhor, pois corre o risco, com esse descuido, de deixar escapar a vitória. Internet é Meio + Mensagem. É preciso dominar os dois. Adaptações devem ser feitas com muito cuidado e nem toda boa ideia é recebida como planejado. Algumas se transformam em verdadeiros fiascos e até contribuem para a oposição. É imprescindível ser rápido, tanto para identificar oportunidades de avanço quanto para reconhecer necessidades de recuo e mudança de rumo.
O bom humor deve estar presente, mas com responsabilidade e sem exageros. A crítica deve ser muito bem fundamentada e qualquer problema apontado deve sempre estar acompanhado de uma sugestão de solução.
O mais importante de tudo é saber com quem se estará lidando e qual a linguagem correta a ser utilizada. Os programas de TV não poderão simplesmente serem “postados”. Terão que ser adaptados, não apenas no conteúdo, mas, também, na linguagem, com som mais limpo (música mais baixa), imagens mais próximas e planos mais longos, que funcionam melhor nas telas menores. Novas linguagens também deverão ser buscadas, como os vlogs, as webséries, os curtas, os documentários e os pequenos comerciais criativos.
Aliás, CRIATIVIDADE será o diferencial dessa nova campanha. Uma criatividade diferente, online, instantânea e antenada com o que ocorre aqui e no mundo todo.

E que vença o melhor, ou melhor, o mais CONECTADO!

texto de: Emerson Saraiva

fonte: http://www.emersonsaraiva.com.br/2012/01/2012-o-fim-da-campanha-offline.html