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Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

#DIA DO MEIO AMBIENTE: QUAL A QUALIDADE DA #ÁGUA QUE BEBEMOS?

Conheça o caminho da água que bebemos a partir do Gravataí, um dos rios que deságuam no Guaíba

Confira o video no site:  zerohora.clicrbs.com.br/rs/

#RANKING DO SANEAMENTO: QUAIS SÃO AS MELHORES E PIORES CIDADES DO #BRASIL

FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO É CAUSA DE DOENÇAS
A coleta de dados de mais uma pesquisa comprova novamente que o Brasil está ficando para traz no desenvolvimento. O saneamento básico é peça chave no que tange o crescimento de um país. Segundo o Instituto de pesquisas Trata Brasil o país cresceu apenas 3 pontos percentuais em 9 anos (de 2000 até 2008) em coleta de esgoto, subindo de 52% para 55%.
Em todo território nacional há 5.565 municípios, destes, 2.495 não possuem nenhum tipo de rede coletora de esgoto, quase 45% do total. Somente 29% dos municípios brasileiros (1.587 cidades) têm algum sistema de tratamento de esgoto instalado.
Junto com resíduos agrotóxicos e destinação inadequada do lixo, o não tratamento do esgoto sanitário responde por 72% das incidências de poluição e contaminação das águas de mananciais, 60% dos poços rasos e 54% dos poços profundos. E atualmente 30,5% dos municípios lançam o esgoto não tratado em rios, lagos ou lagoas e utilizam as águas destes mesmos escoadouros para outros fins.
Enquanto não são tomadas medidas rápidas para melhorar o saneamento no Brasil, o mosquito do aedes aegypti encontra seus criadouros se prolifera, causando mais epidemias que custam milhares de reais aos cofres públicos.
Outras doenças são registradas devido a incidência da falta de saneamento. O estudo “Esgotamento Sanitário Inadequado e Impactos na Saúde da População”, desenvolvido pelo Instituto Trata Brasil, revela que as diarréias respondem por mais de 50% das doenças relacionadas ao saneamento básico inadequado, sendo responsáveis também por mais da metade dos gastos com esse tipo de enfermidade.
90% das cidades afirmaram não ter, hoje, como controlar as águas das chuvas.

Melhores X Piores cidades no ranking do Saneamento

Ranking do saneamento revela lentidão nos avanços do atendimento voltado à água e esgotos. O estudo feito pelo Instituto Trata Brasil avaliou os serviços nas 81 maiores cidades do País, e mostra o que ocorre com esgoto gerado por mais de 72 milhões de brasileiros.

O título das 10 piores cidades acima de 300 mil habitantes ficou com:
1ª Nova Iguaçu (RJ): população: 855 mil habitantes e sem coleta de esgoto;
2ª Belém (PA): com 1,4 milhão de habitantes e 6% de atendimento com serviço de esgoto;
3ª Canoas (RS): abastece com água 94% da população de cerca de 329 mil habitantes e atende apenas 13% com coleta de esgoto;
4ª Rio Branco (AC): com 301 mil habitantes e com tratamento de esgoto de apenas 3%;
5ª Jaboatão do Guararapes (PE): com apenas 8% de atendimento de esgoto a uma população de 678 mil pessoas;
6ª Ananindeua (PA): com 495 mil habitantes e nenhum tratamento de esgoto;
7ª São João do Meriti (RJ): com 0% de cobertura de esgoto e uma população de 468 mil pessoas;
8ª Belford Roxo (RJ): com mais de 495 mil habitantes e 1% de atendimento com serviço de esgoto;
9ª Duque de Caxias (RJ): população de 864 mil habitantes sem tratamento de esgoto;
10ª Porto Velho (RO): com 0% de esgoto tratado para uma população de 379 mil habitantes, que ocupam a última posição.

Por outro lado o ranking mostra ainda que, no conjunto dos indicadores avaliados, estão entre as melhores cidades do País:
1ª Santos (SP): primeiro colocado, com operação estadual;
2ª Uberlândia (MG): com operação municipal;
3ª Franca (SP): com operação estadual;
4ª Jundiaí (SP): com operação municipal em parceria com o setor privado;
5ª Curitiba (PR): com operação estadual;
6ª Ribeirão Preto(SP): com operação municipal em parceria com o setor privado;
7ª Maringá (PR): com operação estadual;
8ª Sorocaba (SP): com operação municipal;
9ª Niterói (RJ): operação privada
10ª Londrina (PR): com operação estadual na prestação dos serviços.

Atendimento ao esgoto:
O índice médio de coleta de esgoto nas 81 maiores cidades do Brasil é de 57% do que é produzido pela população, conforme a pesquisa do Instituto Trata Brasil.  Das cidades pesquisadas, 28 informaram ter índice de coleta de esgoto superior a 80% da população, sendo que, deste total, 3 informaram ter 100% de coleta: Belo Horizonte, Porto Alegre e Montes Claros.
Por outro lado, 53 cidades apresentaram índices de coleta inferiores a 80%.  No que se refere ao tratamento, o índice selecionado pelo Trata Brasil informa o volume médio de esgoto tratado em função da água consumida e nas cidades classificadas, a média ficou em 39%.  16 cidades informaram ter índices superiores a 70% e 44 municípios informaram ter índice de tratamento abaixo do percentual médio de 39%, incluindo as capitais Rio Branco, Aracaju, Natal, Cuiabá, Porto Alegre, São Luís, Teresina, Macapá e Belém.

Fonte: http://www.tratabrasil.org.br/

O #ciclo do esgotamento sanitário teve solução inovadora proposta em #Marselha

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É fato que a falta de um sistema de esgotamento sanitário adequado pode causar graves prejuízos à saúde humana. A maior insidência por internações hospitalares por diarréia são em decorrência da ausência deste serviço público. Regiões pobres e periferias de grandes cidades são as mais críticas em coleta de esgoto, taxas e custos de internação por diarréias. As diarreias respondem por mais de 50% das doenças relacionadas a saneamento básico inadequado. o Brasil ainda está longe de alcançar a universalização dos serviços de esgotamento sanitário, sendo que o melhoramento deste setor tem o poder de alterar o panorama das internações por diarreias no país, e diminuir gastos para a saúde pública, algo muito relevante. Agora imagine você, com um esgoto a céu aberto embaixo de sua janela, se tiver uma. Imagine não ter um banheiro adequado para suas nescessidades básicas, imagine que estes resíduos vão direto a um canal que irá se misturar com a água que você deverá tomar depois. Isso seria um pouco desagradável, não e mesmo? A Solução sugerida em Marselha (França) durante o fórum Mundial da água (no texto ao lado) realmente não é muito confortável, mas é simples, barata e resolve um problemas público, que está a "anos luz" de ser sanado.

Crise da água incentiva soluções criativas e inovadoras em Fórum Mundial

Marselha – No canto de um casebre escuro de um bairro marginal que poderia estar no Rio de Janeiro, no México ou em Mumbai, mas que foi levantado no Fórum Mundial da Água de Marselha, encontra-se um pequeno sanitário descartável que está mudando a vida de uma favela na África. Batizado de Peepoo, o banheiro, que não precisa de água, foi desenhado por um arquiteto sueco, Anders Wilhemson, que teve a ideia de percorrer os bairros pobres de México e São Paulo, onde as pessoas fazem suas necessidades em latrinas ou no esgoto e a situação sanitária é grave.

O Peepoo é composto de um pequeno assento plástico e de uma sacola plástica biodegradável que contém em seu interior grânulos de ureia, um produto que decompõe a matéria fecal e a urina e as transforma em nutrientes. Uma vez utilizado, o dispositivo, que foi criado pela pequena empresa sueca Peepoople AB, pode ser transformado em uma fonte de adubo, o que também ajuda a aliviar a crescente pressão sobre a água na agricultura, provocada pelo galopante aumento da população mundial. A bolsa biodegradável, que custa cerca de três centavos de dólar, já transformou, ao menos em alguns aspectos, a vida diária dos habitantes de Kibela, um bairro marginal de Nairóbi, Quênia, que a utilizam há um ano.

Neste bairro, as bolsas utilizadas são recolhidas em grandes sacolas e utilizadas depois como fertilizantes para a agricultura. Por cada bolsa que serve de fertilizante, a família recebe um centavo. Além disso, foi organizada no bairro uma rede de vendedoras locais das bolsas biodegradáveis, e essas mulheres criaram posteriormente microempresas, que prosperam. O dispositivo será testado no Haiti, devastado em 2010 por um terremoto. E seu criador, que quer ampliar o uso do banheiro ecológico por todo o mundo, manteve contado com vários países, entre eles Bolívia, Paquistão e Bangladesh.

Outro dos 60 projetos apresentados na “Aldeia das Soluções”, situada no coração do Fórum Mundial da Água de Marselha, que será concluído no sábado, é uma vasilha de cerâmica para filtrar a água, de muito baixo custo, que se baseia em práticas pré-coloniais da Mesoamérica, que foram melhoradas pelo guatemalteco Fernando Mazariego. Chamada de “Filtrón”, esta vasilha, que tem em seu coração um elemento filtrador que pode ser fabricado por ceramistas locais com materiais locais, sem necessidade de eletricidade, nem de tecnologias de alto nível, torna potável a água contaminada. Graças a um banho de prata coloidal em seu elemento filtrante, o Filtrón elimina as bactérias, o que reduz as doenças.

Este projeto é apresentado no Fórum de Marselha por Ceramistas pela Paz, uma organização não governamental que capacita artesãos dos países em desenvolvimento, e que elaborou um processo de produção do filtro em grande escala, diminuindo seu custo. O Filtrón, que custa entre 10 e 20 dólares, pode ajudar a facilitar o acesso à água potável, num momento em que mais de 800 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a ela. A ONG indicou que havia, por isso, tomado “a decisão política” de não patentear sua tecnologia, que pode ser encontrada na internet, no site da Rede de Ceramistas pela Paz.

por: France Presse

fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/03/15/interna_ciencia_saude,293439/crise-da-agua-incentiva-solucoes-criativas-e-inovadoras-em-forum-mundial.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

links relacionados:
http://petambientalunivasf.blogspot.com/
http://cmdss2011.org/site/wp-content/uploads/2012/01/esgotamento.pdf