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#Inclusão digital como formação de cidadãos

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Destinar equipamentos apreendidos pela receita federal às escolas é certamente a melhor opção pra o destino destes materias. A inclusão digital é um caminho sem volta, as escolas brasileira nescessitam oferecer o ensino informatizado às crianças.

Plano de inclusão digital irá doar PCs apreendidos pela aduana para escolas

Lançado nesta sexta-feira (30/3), o Projeto de Inclusão Digital e Educação Fiscal (Pidefi) prevê a doação de computadores apreendidos pela aduana – órgão fiscalizador da Receita Federal que controla a entrada e saída de mercadorias – para os 22 municípios que formam a Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride/DF).

No evento, que contou com a participação de professores e estudantes de escolas do Entorno, foi assinado Termo de Parceria entre a Secretaria do Entorno e a Receita Federal para desenvolver a educação digital em escolas que não contam com programas de inclusão digital. O projeto prevê a distribuição de notebooks e material pedagógico para montar salas de informática em cada uma das cidades da Ride/DF.

O governador do DF, Agnelo Queiroz, e o superintendente Regional da Receita Federal da 1º Região Fiscal, José Oleskovicz, fizeram a entrega simbólica de computadores para escolas de Valparaíso de Goiás, Águas Lindas de Goiás e Planaltina de Goiás, que serão os primeiros municípios a receber os kits.

“Este é um projeto que tem como foco a juventude do nosso Entorno. A inclusão digital é absolutamente necessária no mundo de hoje. É essencial para a iniciação no mercado de trabalho e para a qualificação profissional”, destacou o governador. “Além disso, vamos tornar a escola mais agradável e atrativa, com equipamentos de informática e aulas de cidadania”, acrescentou Agnelo Queiroz.

O superintendente regional da Receita Federal destacou a importância da parceria com o GDF. “Os bens que serão destinados às escolas serão muito importantes para a formação de cidadãos mais éticos e solidários”, afirmou José Oleskovicz. “E é interessante ressaltar que os equipamentos a serem doados foram aprendidos de pessoas e empresas que se desviaram do papel de cidadão”, frisou.

O secretário do Entorno, Bispo Renato Andrade, destacou que esta parceria é apenas uma das ações que estão sendo realizadas em prol do Entorno. “Não temos limitado nossos esforços para atender os municípios do Entrono. As dificuldades foram enormes, mas estamos tentando fazer tudo que está ao nosso alcance para garantir melhorias à população”, afirmou.

Ferramenta de trabalho – Para Sandra Freitas, diretora da escola municipal Tancredo Neves, em Valparaíso de Goiás, o laboratório de informática atualizado será uma importante ferramenta de trabalho que auxiliará na parte pedagógica da escola. “Hoje em dia, nós não conseguimos desempenhar um bom trabalho sem esse tipo de equipamento”, enfatizou.

O professor da escola estadual Emília Ferreira Branco, de Águas Lindas de Goiás, Ciro César dos Reis, destacou que os alunos poderão interagir melhor com os professores e que isso influenciará diretamente no aprendizado. “O laboratório de informática representa um ganho muito importante porque os estudantes terão um melhor acesso a informações e pesquisas e poderão trabalhar em interação com os professores”, ressaltou.

Aluna do nono ano da escola de Águas Lindas, Tainara Almeida, 14 anos, elogiou o projeto de inclusão digital. “Os computadores vão nos trazer mais informações e nos ajudar a fazer nossos trabalhos escolares. Vai facilitar bastante”, observou a estudante.

Educação fiscal – Além da inclusão digital, o projeto inclui também um trabalho de educação fiscal com as escolas do Entorno. Entre as ações estão visitas dos estudantes à alfândega do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitscheck.

O secretário de Educação do DF, Denilson Bento da Costa, destacou a importância de abordar o assunto nas escolas. “Já temos em alguns locais a experiência de professores atuando dentro da sala de aula com a educação fiscal”, informou. “Nossa intenção é que isso seja implantado na totalidade das escolas brasilienses”, destacou.

fonte: http://migre.me/8ubrp

Imagem: http://migre.me/8uboc

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#Mães, trabalho e vagas nas creches: Qualidade depende de planejamento

Não há vagas nas creches do Brasil

Dizem que a mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda! Como já disse Erasmo Carlos. A mulher é um ser forte e guerreiro por natureza, mas na atualidade, tantas batalhas atribuíram às mulheres maiores responsabilidades. Conciliar filhos com trabalho não é tarefa fácil, as creches particulares são caras e as públicas não tem estrutura. Nos Estado Unidos é recomendado um máximo de 10 crianças até os cinco anos de idade para cada professor. No Brasil, segundo estudo do Banco Mundial, as creches mantêm uma proporção aluno/professor constante de 26 na última década, enquanto as pré-escolas melhoraram, indo de 39 para 32. Com estes números é possível perceber que não há tempo para a realização de qualquer tipo de atividade pedagógica com as crianças. A situação é precária na maioria das creches em todo o país, a superlotação, falta de espaço e funcionários para atender tamanha demanda. As crianças necessitam de atenção e cuidados, e as mães precisam trabalhar. Mas nem tudo está tão ruim, existem bons exemplos, cidades que conseguem comportar as demandas, veja o caso de Florianópolis abaixo.

Florianópolis praticamente já atingiu a meta do governo federal para 2016, que é de zerar a falta de vagas na pré-escola.

De quatro a cinco anos, estão em creches ou núcleos de educação infantil 99,5% delas.
Entre zero e três anos, o município contabiliza 43, 8% dos pequenos tendo atendimento em alguma unidade. Para esta faixa etária, o objetivo nacional é atingir 50% das crianças em 2020, índice do qual a cidade não está muito longe. A informação é do Secretário de Educação da Capital Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.
Florianópolis está á frente também de uma série de capitais nos dois segmentos. De zero a três anos, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, apresentam, respectivamente, índices de atendimento de 43,6%, 36,8%, 32%, 29,3% e 24,4%.
As mesmas capitais perdem na faixa etária de quatro a cinco anos. Por ordem, estão atrás de Florianópolis, Rio de Janeiro (87,6%), Belo Horizonte (86,8%), São Paulo (85,8%), Porto Alegre (67,9%) e Curitiba (60,1%).
Somente na rede de ensino de educação infantil da prefeitura há 10 mil 860 crianças, distribuídas em 83 estabelecimentos. Do total de matriculados, 70% deles ficam na unidade em tempo integral, entrando pela manhã e saindo no fim de tarde. Além de educação, atenção e cuidado, são oferecidas aos pequenos refeições e lanches.

fonte: http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=11616