Arquivo da tag: doenças

Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

#ESGOTOS A CÉU ABERTO ALCANÇAM 44,5% DAS RESIDÊNCIAS DAS MAIORES #CIDADES DO BRASIL

Belém encabeça ranking de esgoto a céu aberto das grandes cidades
Dados do IBGE se referem a características do entorno dos domicílios.
Cerca de 44,5% das casas estão expostas ao problema, segundo estudo.

Esgoto a céu aberto está presente em cerca de 44,5% do entorno dos domicílios de Belém, segundo IBGE (Foto: Ingrid Bico/G1 PA)
O índice médio de coleta de esgoto nas 81 maiores cidades do Brasil é de 57% do que é produzido pela população.
Apenas 44,5% da população brasileira está conectada a uma rede de esgotos. Do esgoto coletado, somente cerca de 37,9% é tratado (Fonte: SNIS 2009 – Ministério das Cidades).
Cada R$ 1 investido em saneamento gera economia de R$ 4 na área de saúde (Fonte: Organização Mundial da Saúde, 2004).
O Brasil é o 9º colocado no ranking mundial “da vergonha” com 13 milhões de habitantes sem acesso a banheiro (Fonte: Estudo Progress on Sanitation and Drinking Water – OMS/UNICEF, 2010).

Belém encabeça o ranking de municípios com maior percentual de esgoto a céu aberto entre 15 cidades com mais de 1 milhão de habitantes, de acordo com estudo divulgado nesta sexta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo foi realizado em 96,9% dos domicílios urbanos durante a pré-coleta do Censo 2010, com o objetivo de conhecer a infraestrutura urbana brasileira.

Segundo o IBGE, 44,5% dos domicílios de Belém possuem algum ponto de esgoto a céu aberto em local próximo. Os dados também mostram que a capital paraense é a cidade, entre as 15 citadas, com mais lixo acumulado em vias públicas: 10,4% dos domicílios apresentam o problema ao seu redor.

O percentual encontrado em Belém está bem acima do total do país. De acordo com o estudo, o esgoto a céu aberto é um problema encontrado em 11% do entorno dos municípios brasileiros, e 5% das vias públicas tem áreas de depósito de lixo. A região Norte é a que mais sofre com o problema do esgoto a céu aberto, encontrado em 32,2% das vias públicas, enquanto o acúmulo de lixo atinge 7,8%.

fonte: http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2012/05/belem-encabeca-ranking-de-esgoto-ceu-aberto-das-grandes-cidades.html

DESTINO DO #LIXO: PROBLEMA QUE CRESCE MAIS QUE AS SOLUÇÕES NO #BRASIL

Pesquisa aponta 1% no aumento de municípios com coleta seletiva de 2010 até 2011
Considerando que 40% da coleta seletiva no país é feita nas regiões sul e sudeste e apenas 10% nas demais regiões, o aumento na geração de lixo em São Paulo ainda é um dos menores problemas. Por outro lado, o menor dos problemas é um problema gigantesco e absurdamente mal resolvido. As políticas públicas de destinação de lixo ainda são retrógradas para o desenvolvimento do país.
O avanço da destinação de resíduos no Brasil foi de 9,7% em 8 anos (de 2000 a 2008). O problema a ser superado, como trata o texto ao lado, deverá levar mais de 80 anos se o avanço continuar neste ritmo.
Podemos ver diáriamente na novela da tv Globo “Avenida Brasil” como é a vida nos lixões (apesar de que a realidade não é tão bonita quanto a novela). Milhares de pessoas vivem do lixo, e isso não é trabalho escravo na visão do governo.
Inumeros são os problemas causados pela destinação incorreta do lixo, como é o caso da dengue, em que milhares de reais são gastos por ano em campanhas publicitárias de combate ao mosquito, enquanto milhões de larvas estão se criando em lixões e esgotos a céu aberto.
Quem sabe daqui a 80 anos todos estes problemas serão sanados…

60% dos municípios brasileiros não dão destino adequado aos resíduos sólidos

O Brasil avançou pouco no que se refere à gestão dos resíduos sólidos urbanos em 2011. Esta é uma das conclusões da nova edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, estudo da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais apresentado nesta semana, em São Paulo. A destinação final ainda aparece como o principal problema a ser superado.

De acordo com a publicação, no ano passado, 3.371 municípios brasileiros, 60,5% do total, deram destino inadequado a mais de 74 mil toneladas de resíduos por dia, que seguiram para lixões e aterros controlados, sem a devida proteção ambiental. “Com a quantidade de resíduos que tiveram destino inadequado no País seria possível encher 56 piscinas olímpicas em cada dia do ano. Outras 6,4 milhões de toneladas sequer foram coletadas, o que equivale a 45 estádios do Maracanã repletos de lixo. Os dados mostram que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) ainda não começou a produzir efeitos e resultados concretos nos vários sistemas e nem no cenário atualmente implementado”, comenta o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho.

Segundo o estudo, quase 62 milhões de toneladas de resíduos sólidos foram geradas em 2011, 1,8% a mais que em 2010, percentual duas vezes maior que a taxa de crescimento da população no mesmo período. “Esse dado é importante, pois revela que o volume de geração cresceu em uma proporção menor do que nos anos anteriores, mas continua numa curva ascendente”, observa Silva Filho. A edição anterior do Panorama apontou um aumento de 6,8% na geração.

“Das 55,5 milhões de toneladas de resíduos coletadas em 2011, 58,1% foram dispostos em aterros sanitários”, acrescenta Silva Filho, ao destacar que o índice evoluiu apenas 0,5% em relação a 2010. A geração per capita média do País foi de 381,6 kg por ano, valor 0,8% superior ao do ano anterior.

Outro dado da publicação diz respeito aos recursos aplicados pelos municípios para custear os serviços de limpeza urbana. Em 2011, a média mensal por habitante foi de R$ 10,37, o que equivale a um aumento de 4% se comparado a 2010. “É ainda um valor muito inferior ao mínimo necessário para garantir a universalização dos serviços, tendo em vista uma gestão baseada na hierarquia dos resíduos, conforme preconiza a PNRS”, alerta o diretor da associação.

Dos 5.565 municípios brasileiros, 58,6% afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva, o que significa um aumento de 1% em relação a 2010.

Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

#Abandono de animais é crime

Image

É preciso ter em mente que os bichos não são objetos que podem ser descartados. (Foto: Priscila Fernandes) Animais abandonados nas ruas são um grande risco de doenças, este drama atinge inúmeras cidades. Dados da OMS-Organização Mundial da Saúde indicam que em grandes centros urbanos há 1 cão para cada 5 habitantes. Os animais de rua são sujos e maltratados, vagam sem rumo, bembem água suja e reviram o lixo em busca de comida, isso causa forte comoção para quem gosta de animais. Por outro lado, eles representam um grande problema para as cidades, por que além de transmitir doenças, eles espalham lixo, avançam nas pessoas, invadem propriedades. Normalmente eles andam em grupos, é muito engraçado ver quando esperam o farol fechar para atravessar a rua. Esses bichinhos aprenderam a sobreviver quando só precisavam de carinho e adoção. Difícil é entender como que eles foram parar nas ruas, certamente alguém os abandonou, o que representa uma grande falta de responsabilidade e de humanidade. Abandono de animais é crime.

Descaso: O destino dos animais abandonados nas ruas de Sorocaba (SP)

CZ não realiza o resgate de animais saudáveis, feridos ou doentes, com possibilidade de recuperação.
Em Sorocaba, diversas Ongs e protetores retiram cães e gatos das ruas, dando-lhes abrigo e cuidados médicos. Além disso, a Seção de Controle de Zoonoses de Sorocaba (CZS) , mantém cerca de cinquenta bichos no canil municipal.

Castração, vermifugação, doação de animais e conscientização são alguns dos trabalhos desenvolvidos pela equipe do local.

A lembrança da temida e conhecida “carrocinha” ainda faz com que parte da população acredite que o CZS seja responsável por retirar todo e qualquer animal das vias públicas, e posteriormente, realizar a eutanásia nos bichos que não são adotados. A veterinária Daniela Camargo Mesquita de Oliveira, que trabalha na CZS, explica que a realidade mudou em 2007, quando em decorrência de uma lei, ficou proibida a eutanásia de animais saudáveis.

Embora essa medida tenha salvado a vida de muitos animais, também definiu regras diferentes para o resgate de animais abandonados. Hoje em dia, o CZS só atende ao chamado para recolher animais nas seguintes situações: bichos mordedores (que tenham atacado alguma pessoa), violentos, cães da raça pit bull, cadelas no cio que estejam causando brigas e tumultos entre outros cães, além de cavalos em vias públicas. Se algum animal estiver doente ou ferido em estado agonizante, a veterinária vai até o local para fazer a eutanásia.

O CCZ não realiza mais o resgate de animais saudáveis e feridos ou doentes com possibilidade de recuperação. De acordo com Daniela, o local não teria estrutura para realizar atendimento veterinário para esse tipo de caso, nem para abrigar todos os bichos que estão abandonados. “Não é possível aceitar todos esse animais aqui, porque existe uma lotação máxima. Eu não posso lotar de cães aqui, isso provoca brigas, disputas de território e disseminação de doenças”, conta.

Na primeira tentativa de realizarmos a entrevista, Daniela precisou sair às pressas para realizar a eutanásia em um cavalo que foi atropelado por um caminhão. O atropelamento é apenas um dos riscos a que estão submetidos os equinos que ficam nas ruas. O número de equinos aumentou ainda mais com a chegada de uma égua que ficava solta e foi vítima de maus-tratos e seu filhote. O local não tem capacidade para muitos animais e contava com cerca de dez cavalos retirados das ruas. “Se o tutor do animal não aparecer em um período de dez dias e pagar uma multa, o cavalo é colocado para adoção”, informa Daniela. Embora os fiscais da CZS verifiquem denúncias de maus-tratos e irregularidades, o 7º Distrito Policial de Brigadeiro Tobias, em Sorocaba, é o responsável por registrar esse tipo de queixa.

Sem destino

Após receber denúncias de que cães circulavam pelos terminais urbanos de ônibus do município, o Cruzeiro do Sul flagrou a presença de dois no Terminal Santo Antônio. Vagando pelo local, comendo restos do chão e abrigando-se embaixo de bancos, os cães pareciam dóceis. Em Sorocaba, diversas Ongs e protetores retiram cães e gatos das ruas, dando-lhes abrigo e cuidados médicos. Além disso, a Seção de Controle de Zoonoses de Sorocaba (CZS) , mantém cerca de cinquenta bichos no canil municipal. Castração, vermifugação, doação de animais e conscientização são alguns dos trabalhos desenvolvidos pela equipe do local.

Uma das pessoas que entrou em contato com o jornal relatou o desejo de ficar com um dos animais, e que teria pedido permissão para embarcar com o cão no ônibus, porém seu pedido teria sido negado. A Urbes informou que o transporte de animais em ônibus é proibido, exceção feita apenas para cães-guia. De acordo com a empresa, os terminais urbanos são locais abertos e, portanto, sujeito a entrada de cachorros que circulam pela cidade. A empresa, na medida do possível, prometeu evitar que esses animais acessem o local através dos agentes de portaria ou de plataforma. A empresa informou que sempre que necessário, solicita a presença da Zoonoses para avaliação e eventual retirada dos animais agressivos ou doentes dos terminais, para preservar a segurança dos usuários. Segundo Daniela, o cão que mordeu a passageira foi colocado em observação de dez dias, após esse período, se ele não demonstrar o desenvolvimento de doenças contagiosas será vermifugado, vacinado, castrado e colocado para a adoção. O outro cão também foi disponibilizado para quem quiser adotá-lo.

Image

foto: Erick Pinheiro

Adoção

A Zoonoses também abriga filhotes de cães e gatos menores de 90 dias, fruto da guarda irresponsável de pessoas que não zelam por seu cães, deixando-os soltos pelas ruas, permitindo crias indesejadas. Esse animais podem ser adotados na própria CZS ou nas feiras de doação promovidas mensalmente.

Os animais resgatados pela CZS são vermifugados, vacinados e castrados antes de serem colocados para a adoção. Os filhotes também têm direito a castração gratuita no local. Uma campanha permanente de castração, principalmente para os bairros com maior número de animais abandonados também ajuda a diminuir o problema, que está longe de terminar. Para a veterinária, a castração é essencial, pois diminui a quantidade de animais nas ruas. Ela ressalta que todas as pessoas que adotam precisam assinar um termo de responsabilidade pelo animal e lembra que antes de abrigar um bicho é preciso levar em conta alguns fatores como os gastos que o animal irá gerar com alimentação e cuidados veterinários; ter em mente que o animal viverá muitos anos, e que precisará de atenção especial na velhice; compreender o comportamento e incômodos que os animais eventualmente podem causar; e acima de tudo, ter muito amor para compartilhar. “Já aconteceu de um senhora trazer aqui um cão para ser sacrificado simplesmente porque ele estava velho. Quando nos recusamos, ela abandonou o animal aqui em frente”, relembra.

Para Daniela, é preciso ter em mente que os bichos não são objetos que podem se descartados quando “perdem a utilidade”. A veterinária enfatiza que não só os filhotes são capazes de trazer alegria para um lar. Alguns adultos são tão brincalhões quanto filhotes, com tamanho final e os mais calmos podem ser uma boa opção para quem busca uma tranquila companhia.

fonte: http://www.apipa10.org/noticias/publicacoes-da-apipa/no-brasil/2338-descaso-o-destino-dos-animais-abandonados-nas-ruas-de-sorocaba-sp.html#jacommentid:226