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BRASIL NO #RANKING DOS PAÍSES QUE GERAM MAIOR QUANTIDADE DE #LIXO ELETRÔNICO

A multa para quem deposita lixo e entulho em locais impróprios pode variar de 150 salários mínimos a cinco anos de prisão.
O tão sonhado poder de compra foi conquistado pelos brasileiros, e agora?
Reduzir o consumo em prol do meio ambiente é uma pauta de difícil aceitação, mas a realidade é que os brasileiros não sabem como eliminar seu lixo.
São inúmeros os flagrantes de depósito de lixo, como se isso não bastasse a ONU divulgou um relatório, lançado no dia 22 de abril, onde diz que o Brasil é o país que mais toneladas de geladeira abandona por ano, além de estarmos no ranking dos países que geram maior volume de lixo eletrônico a cada ano. Isso mostra que o brasileiro além de não saber descartar o lixo, ainda não aprendeu a usar os equipamentos, o Brasil é o 6º no ranking de lixo eletrônico, segundo pesquisa realizada pelo instituto Sophos.
A justificativa para o aumento do acúmulo de lixo é um aumento do consumo doméstico apontou o estudo realizado pelo Programa da ONU para o meio ambiente – PNUMA. A Produção de lixo cresce seis vezes mais do que população no Brasil, divulgou a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil). O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, referente a 2010, apontou que a produção de lixo no país cresceu seis vezes mais do que a população. E mais: a quantidade de resíduos com destinação inadequada aumentou quase dois milhões de toneladas, em relação a 2009.
Computadores
Por ano, o Brasil abandona 96,8 mil toneladas métricas de PCs. O volume só é inferior ao da China, com 300 mil toneladas. Mas, per capita, o Brasil é o líder.
Geladeiras
O país é o líder entre os emergentes, ao lado da China. É 0,4 quilo por pessoa ao ano. Em números absolutos, seriam 115 mil toneladas no Brasil, contra 495 mil na China.
Celulares
O Brasil gera 2,2 mil toneladas por ano e está, novamente, abaixo apenas da China.
TVs
Entre as economias emergentes, o Brasil é ainda o terceiro maior responsável por lixo de aparelhos de TV. É 0,7 quilo por pessoa ao ano, mesma taxa da China.

Descarte correto de lixo eletrônico ainda é problema para o Brasil
O país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico por habitante, a cada ano

Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, programada para junho próximo, no Rio de Janeiro, o Brasil ainda enfrenta um grave problema: o descarte irregular de lixo eletrônico.
De acordo com relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado em 2010, o país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico per capita, isto é, por habitante, a cada ano. O relatório aponta que o lixo eletrônico descartado por pessoa, no Brasil, equivale a meio quilo (0,5 quilo) por ano. Em contrapartida, na China, que tem uma população muito maior, a taxa de lixo eletrônico por pessoa é 0,23 quilo e, na Índia, ainda mais baixa (0,1 quilo).
Os números são questionados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A gerente de Resíduos Perigosos do ministério, Zilda Veloso, considera os dados inconsistentes, porque a Organização das |Nações Unidas (ONU) utilizou uma metodologia europeia baseada na comercialização. “Se a gente não tem dados do mercado de comercialização, como é que eles chegaram àqueles números? Não tem sentido”. O MMA manifestou formalmente seu posicionamento contrário ao relatório da ONU, por meio do Itamaraty, disse.
O governo brasileiro não tem números sobre aquisição de produtos eletrônicos. Zilda Veloso informou que no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos, vai ser elaborado um estudo de viabilidade técnica e econômica, que deve apresentar informações sobre a geração de resíduos desse tipo. A previsão é que o estudo seja divulgado em quatro meses. O projeto é do Grupo Técnico Temático de Eletroeletrônicos, do Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa.
Esses sistemas se referem à responsabilidade compartilhada para eletroeletrônicos. “O estudo vai referendar se é possível fazer o recolhimento e destinação desse tipo de resíduo agora ou não”, disse. Na logística reversa, os fabricantes vão assumir a responsabilidade para a destinação do equipamento pós-uso. Zilda não descarta que parte dessa responsabilidade recairá sobre o consumidor. Ela destacou a importância da conscientização do cidadão nesse processo. “Nada vai funcionar se o consumidor não fizer o descarte adequado”.
A gerente esclareceu que o estudo é abrangente, porque vai captar as possibilidades de reciclagem de eletroeletrônicos. “O objetivo do estudo não é só fazer o retrato do setor, mas saber se o setor tem hoje condições de fazer a logística reversa”. O estudo vai dizer o comportamento do consumidor, o tipo de consumo que existe no Brasil e quais são os bens consumidos. Com base nesses dados, o governo terá condições de avaliar se é possível fazer a logística agora ou não. “Uma das coisas que ele vai levantar é uma estimativa de geração de resíduos atual”.
O comitê orientador é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e tem a participação dos ministérios da Saúde; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e da Fazenda. No ano passado, o comitê decidiu que a regulamentação das cinco primeiras logísticas será feita por meio de acordo setorial. São as logísticas de eletroeletrônicos; embalagens plásticas de óleos; lâmpadas; embalagens em geral; e medicamentos.
A logística que se acha mais adiantada é a de embalagens plásticas de óleos lubrificantes. A regulamentação está indo para consulta pública da proposta de acordo setorial em, no máximo, 30 dias. A regulamentação de eletroeletrônicos tem início previsto para 2013. “Porque é uma cadeia bem complexa. Pega desde celular até um aparelho hospitalar, como tomógrafo”, disse a gerente do MMA.
Ela ressaltou também a figura do catador na logística reversa. Adiantou, entretanto, que caso ele venha a ser incluído no processo, terá de ser treinado para poder separar os produtos eletroeletrônicos.
O professor de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Haroldo Mattos de Lemos, não vê motivos para ter melhorado a posição brasileira no ranking de lixo eletrônico gerado entre os países emergentes. Lemos preside o Instituto Brasil Pnuma, que é o Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
Ele avaliou que não foram “plantados” no país grandes programas para reduzir o volume de lixo eletrônico. “Existem algumas iniciativas de reciclagem, mas eu acredito que elas estão sendo suplantadas pelo crescimento do volume de aparelhos que é descartado”. Sua impressão é que o lixo eletrônico está aumentando no Brasil. As informações são da Agência Brasil.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/descarte-correto-de-lixo-eletronico-ainda-e-problema-para-o-brasil/

Links relacionados: http://www.blogdasaude.com.br/saude-ambiental/2010/02/22/e-lixo-%E2%80%93-brasil-lidera-ranking/

http://www.wtert.com.br/home2010/arquivo/noticias_eventos/Panorama2010.pdf

http://wp.clicrbs.com.br/anverde/2010/02/22/brasil-e-o-campeao-do-lixo-eletronico-entre-os-paises-emergentes/

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#Inclusão digital como formação de cidadãos

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Destinar equipamentos apreendidos pela receita federal às escolas é certamente a melhor opção pra o destino destes materias. A inclusão digital é um caminho sem volta, as escolas brasileira nescessitam oferecer o ensino informatizado às crianças.

Plano de inclusão digital irá doar PCs apreendidos pela aduana para escolas

Lançado nesta sexta-feira (30/3), o Projeto de Inclusão Digital e Educação Fiscal (Pidefi) prevê a doação de computadores apreendidos pela aduana – órgão fiscalizador da Receita Federal que controla a entrada e saída de mercadorias – para os 22 municípios que formam a Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride/DF).

No evento, que contou com a participação de professores e estudantes de escolas do Entorno, foi assinado Termo de Parceria entre a Secretaria do Entorno e a Receita Federal para desenvolver a educação digital em escolas que não contam com programas de inclusão digital. O projeto prevê a distribuição de notebooks e material pedagógico para montar salas de informática em cada uma das cidades da Ride/DF.

O governador do DF, Agnelo Queiroz, e o superintendente Regional da Receita Federal da 1º Região Fiscal, José Oleskovicz, fizeram a entrega simbólica de computadores para escolas de Valparaíso de Goiás, Águas Lindas de Goiás e Planaltina de Goiás, que serão os primeiros municípios a receber os kits.

“Este é um projeto que tem como foco a juventude do nosso Entorno. A inclusão digital é absolutamente necessária no mundo de hoje. É essencial para a iniciação no mercado de trabalho e para a qualificação profissional”, destacou o governador. “Além disso, vamos tornar a escola mais agradável e atrativa, com equipamentos de informática e aulas de cidadania”, acrescentou Agnelo Queiroz.

O superintendente regional da Receita Federal destacou a importância da parceria com o GDF. “Os bens que serão destinados às escolas serão muito importantes para a formação de cidadãos mais éticos e solidários”, afirmou José Oleskovicz. “E é interessante ressaltar que os equipamentos a serem doados foram aprendidos de pessoas e empresas que se desviaram do papel de cidadão”, frisou.

O secretário do Entorno, Bispo Renato Andrade, destacou que esta parceria é apenas uma das ações que estão sendo realizadas em prol do Entorno. “Não temos limitado nossos esforços para atender os municípios do Entrono. As dificuldades foram enormes, mas estamos tentando fazer tudo que está ao nosso alcance para garantir melhorias à população”, afirmou.

Ferramenta de trabalho – Para Sandra Freitas, diretora da escola municipal Tancredo Neves, em Valparaíso de Goiás, o laboratório de informática atualizado será uma importante ferramenta de trabalho que auxiliará na parte pedagógica da escola. “Hoje em dia, nós não conseguimos desempenhar um bom trabalho sem esse tipo de equipamento”, enfatizou.

O professor da escola estadual Emília Ferreira Branco, de Águas Lindas de Goiás, Ciro César dos Reis, destacou que os alunos poderão interagir melhor com os professores e que isso influenciará diretamente no aprendizado. “O laboratório de informática representa um ganho muito importante porque os estudantes terão um melhor acesso a informações e pesquisas e poderão trabalhar em interação com os professores”, ressaltou.

Aluna do nono ano da escola de Águas Lindas, Tainara Almeida, 14 anos, elogiou o projeto de inclusão digital. “Os computadores vão nos trazer mais informações e nos ajudar a fazer nossos trabalhos escolares. Vai facilitar bastante”, observou a estudante.

Educação fiscal – Além da inclusão digital, o projeto inclui também um trabalho de educação fiscal com as escolas do Entorno. Entre as ações estão visitas dos estudantes à alfândega do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitscheck.

O secretário de Educação do DF, Denilson Bento da Costa, destacou a importância de abordar o assunto nas escolas. “Já temos em alguns locais a experiência de professores atuando dentro da sala de aula com a educação fiscal”, informou. “Nossa intenção é que isso seja implantado na totalidade das escolas brasilienses”, destacou.

fonte: http://migre.me/8ubrp

Imagem: http://migre.me/8uboc