Arquivo da tag: cidades

Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

#MOBILIDADE URBANA: A #TROCA DO CARRO PELA #BICICLETA É EXEMPLO DE PAÍSES DE PRIMEIRO #MUNDO

Iniciativas convencem europeus e americanos a trocarem o carro pela bicicleta

Veja as ideias que beneficiaram ciclistas e motoristas em várias partes do mundo

Amsterdã: Estacionamento à vontade

A população da Holanda não passa de 17 milhões de pessoa, dois milhões a menos do que a região metropolitana de São Paulo e é modelo na integração do transporte no mundo todo.

Hipergaragem: Estação central de trem de Amsterdã, com 10 mil vagas para bicicleta
A Holanda é o país ocidental que mais usa a bicicleta no dia a dia. Uma das explicações para essa popularidade é a integração promovida, desde a década de 1970, entre o uso de bikes e o de transporte público. Cerca de 40% dos usuários de trem vão até as estações pedalando, pegam o trem, desembarcam e pedalam de novo até o trabalho. Estima-se que em 2020 metade dos passageiros faça o mesmo. Para isso, haja estacionamento. Os arredores da estação central de Amsterdã têm garagens com cerca de 10 mil vagas. Na principal, a Fietsflat, cabem 2.500. Tudo é dividido em seções, linhas e 3 andares. Afinal, na volta do trabalho é preciso encontrar a bike, certo?
Políticas e Resultados
• Desde os anos 70, a cidade reduz vagas e aumenta o preço de estacionamento para carros no centro
• Viagens de bike eram 25% do total em 1970. Em 2005, 37%
• 77% dos cidadãos com mais de 20 anos têm ao menos uma bicicleta, e metade pedala diariamente
• Acidentes com ciclistas diminuíram em 40% entre as décadas de 1980 e de 2000

Portland: Segurança no cruzamento

Portland é uma metrópole em pequena escala e tem construído uma reputação internacional por suas realizações no desenvolvimento de um sistema de transporte urbano mais sustentável.

Prioridade: Espaço para bikes nos cruzamentos de Portland reduziu acidentes em 31%
Em 2008, dois ciclistas morreram em Portland, nos EUA, atropelados na ciclofaixa por um carro que virava à direita. Cerca de 70% dos acidentes de bike na cidade acontecem em cruzamentos. Por causa disso, a cidade, campeã do pedal no país dos carros, criou 14 bike boxes iguais aos da foto. Ao sinal vermelho, os motoristas param atrás da área verde, exclusiva de bikes, ou ganham multa de US$ 242 (como o carro preto da foto). Em dois anos, a presença de ciclistas nesses cruzamentos subiu 32%, e o índice de conflitos com motoristas caiu 31%.
Políticas e Resultados
• Cidade tem projetos de incentivo ao uso de bicicletas detalhados até 2030
• 80% das crianças na escola recebem educação sobre segurança para pedalar
• Construiu 200 km de ciclovias entre 1996 e 2006. Hoje, são 466 km
• Uso de bikes para ir ao trabalho dobrou entre 1990 e 2000

Copenhague: Sinalização especial

Copenhague, a capital real da Dinamarca, tem mais de 1,1 milhões de habitantes. A Roda de Copenhague é um novo emblema para a mobilidade urbana sustentável. Inteligente, sensível e elegante, ela se transforma bicicletas comuns rapidamente em híbridos e-bikes que permitem aos ciclistas para capturar a energia dissipada durante o ciclismo.

Tudo azul: Em Copenhague, a cor azul chama a atenção para a rota dos ciclistas
Uma marca registrada dos cruzamentos de Copenhague, capital da Dinamarca, são as faixas azuis usadas para demarcar a rota de quem pedala. Mesmo com ciclovias e ciclofaixas à vontade, não há como evitar o encontro de carros e bicicletas nesses trechos. Então, a cidade usa a cor vibrante para chamar a atenção de motoristas para os ciclistas e evitar acidentes. Outra medida de segurança usada nos cruzamentos é dar sinal verde para os ciclistas antes — outro modo de priorizar os ciclistas, em relação aos automóveis.
Políticas e Resultados
• Um terço do orçamento municipal de transportes é voltado para o ciclismo
• De 1995 a 2006, a quilometragem pedalada subiu 44% e os acidentes graves caíram 60%
• 20% do total de viagens são feitas de bike. No dia a dia para o trabalho, elas são 32%
• Uso de bikes entre pessoas com mais de 40 anos aumentou de 25% para 38% entre 1998 e 2005

Odense: Campanhas pró-bike

Apesar de seus poucos mais de 160 mil habitantes, Odense é a terceira maiorcidade do país. Odense também ocupa uma posição de destaque entre as cidades propícias para o ciclismo no mundo.

Mochila e capacete: Campanhas incentivam crianças de Odense, na Dinamarca, a ir pedalando para a escola
A experiência de países europeus mostra que campanhas de incentivo ao uso de bicicletas são parte fundamental das políticas de estímulo às pedaladas. Na Dinamarca, por exemplo, a ONG Federação dos Ciclistas criou uma gincana nacional, que acontece uma vez por ano durante duas semanas, para incentivar crianças a irem de bicicleta para a escola, distribuindo prêmios para as que têm mais alunos pedalando. Em Odense, 26% do total de viagens são feitas de bicicleta. Entre os alunos do ensino fundamental, esse índice sobe para 43%.
Políticas e Resultados
• Não é possível atravessar o centro de carro. Nas adjacências, estacionar automóveis é caro, bicicletas, grátis
• A cidade subsidia equipamentos de segurança e distribui frutas e doces para ciclistas
• De 1984 a 2002, o uso de bikes na cidade cresceu 80%
• Elas são usadas em um quarto do total de viagens

Berlim: Aluguel simples e barato

Berlim, capital da Alemanha, Com os seus 3.4 milhões de habitantes é a cidade com a maior população do país. Uma das capitais europeias mais planas, Berlim tem ciclovias e leis exclusivas para os usuários de bicicleta há duas décadas.

Call Bike: Aluguel quintuplicou em Berlim, com sistema moderno nas estações
Sistemas de compartilhamento de bicicletas — que permitem alugá-las num ponto para deixá-las em outro — são mais uma ferramenta importante para popularizar as pedaladas como transporte urbano. A cidade de Berlim, uma das metrópoles que mais investe em bikes no mundo, tem uma das versões mais modernas desse sistema. A Deutsche Bahn, empresa de trens alemã, instalou 3.000 magrelas como as da foto nas estações da capital. O cidadão desbloqueia a bike por celular e paga com cartão de crédito. Para complementar, dá para planejar a rota por ciclovias, no celular, com dados sobre conexões com transportes, velocidade média e tempo de viagem.
Políticas e Resultados
• Em 72% das ruas da cidade a velocidade máxima é de 30 km/h
• Verbas para incentivar uso de bikes aumentaram 4 vezes de 2000 a 2009
• Viagens de bicicleta subiram de 7% para 10% do total entre 1992 e 1998
• Acidentes fatais com ciclistas caíram 30% entre 1998 e 2004.

fonte: http://www.mobilize.org.br/noticias/2229/iniciativas-convencem-europeus-e-americanos-a-trocarem-o-carro-pela-bicicleta.html

BRASIL NO #RANKING DOS PAÍSES QUE GERAM MAIOR QUANTIDADE DE #LIXO ELETRÔNICO

A multa para quem deposita lixo e entulho em locais impróprios pode variar de 150 salários mínimos a cinco anos de prisão.
O tão sonhado poder de compra foi conquistado pelos brasileiros, e agora?
Reduzir o consumo em prol do meio ambiente é uma pauta de difícil aceitação, mas a realidade é que os brasileiros não sabem como eliminar seu lixo.
São inúmeros os flagrantes de depósito de lixo, como se isso não bastasse a ONU divulgou um relatório, lançado no dia 22 de abril, onde diz que o Brasil é o país que mais toneladas de geladeira abandona por ano, além de estarmos no ranking dos países que geram maior volume de lixo eletrônico a cada ano. Isso mostra que o brasileiro além de não saber descartar o lixo, ainda não aprendeu a usar os equipamentos, o Brasil é o 6º no ranking de lixo eletrônico, segundo pesquisa realizada pelo instituto Sophos.
A justificativa para o aumento do acúmulo de lixo é um aumento do consumo doméstico apontou o estudo realizado pelo Programa da ONU para o meio ambiente – PNUMA. A Produção de lixo cresce seis vezes mais do que população no Brasil, divulgou a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil). O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, referente a 2010, apontou que a produção de lixo no país cresceu seis vezes mais do que a população. E mais: a quantidade de resíduos com destinação inadequada aumentou quase dois milhões de toneladas, em relação a 2009.
Computadores
Por ano, o Brasil abandona 96,8 mil toneladas métricas de PCs. O volume só é inferior ao da China, com 300 mil toneladas. Mas, per capita, o Brasil é o líder.
Geladeiras
O país é o líder entre os emergentes, ao lado da China. É 0,4 quilo por pessoa ao ano. Em números absolutos, seriam 115 mil toneladas no Brasil, contra 495 mil na China.
Celulares
O Brasil gera 2,2 mil toneladas por ano e está, novamente, abaixo apenas da China.
TVs
Entre as economias emergentes, o Brasil é ainda o terceiro maior responsável por lixo de aparelhos de TV. É 0,7 quilo por pessoa ao ano, mesma taxa da China.

Descarte correto de lixo eletrônico ainda é problema para o Brasil
O país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico por habitante, a cada ano

Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, programada para junho próximo, no Rio de Janeiro, o Brasil ainda enfrenta um grave problema: o descarte irregular de lixo eletrônico.
De acordo com relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado em 2010, o país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico per capita, isto é, por habitante, a cada ano. O relatório aponta que o lixo eletrônico descartado por pessoa, no Brasil, equivale a meio quilo (0,5 quilo) por ano. Em contrapartida, na China, que tem uma população muito maior, a taxa de lixo eletrônico por pessoa é 0,23 quilo e, na Índia, ainda mais baixa (0,1 quilo).
Os números são questionados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A gerente de Resíduos Perigosos do ministério, Zilda Veloso, considera os dados inconsistentes, porque a Organização das |Nações Unidas (ONU) utilizou uma metodologia europeia baseada na comercialização. “Se a gente não tem dados do mercado de comercialização, como é que eles chegaram àqueles números? Não tem sentido”. O MMA manifestou formalmente seu posicionamento contrário ao relatório da ONU, por meio do Itamaraty, disse.
O governo brasileiro não tem números sobre aquisição de produtos eletrônicos. Zilda Veloso informou que no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos, vai ser elaborado um estudo de viabilidade técnica e econômica, que deve apresentar informações sobre a geração de resíduos desse tipo. A previsão é que o estudo seja divulgado em quatro meses. O projeto é do Grupo Técnico Temático de Eletroeletrônicos, do Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa.
Esses sistemas se referem à responsabilidade compartilhada para eletroeletrônicos. “O estudo vai referendar se é possível fazer o recolhimento e destinação desse tipo de resíduo agora ou não”, disse. Na logística reversa, os fabricantes vão assumir a responsabilidade para a destinação do equipamento pós-uso. Zilda não descarta que parte dessa responsabilidade recairá sobre o consumidor. Ela destacou a importância da conscientização do cidadão nesse processo. “Nada vai funcionar se o consumidor não fizer o descarte adequado”.
A gerente esclareceu que o estudo é abrangente, porque vai captar as possibilidades de reciclagem de eletroeletrônicos. “O objetivo do estudo não é só fazer o retrato do setor, mas saber se o setor tem hoje condições de fazer a logística reversa”. O estudo vai dizer o comportamento do consumidor, o tipo de consumo que existe no Brasil e quais são os bens consumidos. Com base nesses dados, o governo terá condições de avaliar se é possível fazer a logística agora ou não. “Uma das coisas que ele vai levantar é uma estimativa de geração de resíduos atual”.
O comitê orientador é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e tem a participação dos ministérios da Saúde; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e da Fazenda. No ano passado, o comitê decidiu que a regulamentação das cinco primeiras logísticas será feita por meio de acordo setorial. São as logísticas de eletroeletrônicos; embalagens plásticas de óleos; lâmpadas; embalagens em geral; e medicamentos.
A logística que se acha mais adiantada é a de embalagens plásticas de óleos lubrificantes. A regulamentação está indo para consulta pública da proposta de acordo setorial em, no máximo, 30 dias. A regulamentação de eletroeletrônicos tem início previsto para 2013. “Porque é uma cadeia bem complexa. Pega desde celular até um aparelho hospitalar, como tomógrafo”, disse a gerente do MMA.
Ela ressaltou também a figura do catador na logística reversa. Adiantou, entretanto, que caso ele venha a ser incluído no processo, terá de ser treinado para poder separar os produtos eletroeletrônicos.
O professor de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Haroldo Mattos de Lemos, não vê motivos para ter melhorado a posição brasileira no ranking de lixo eletrônico gerado entre os países emergentes. Lemos preside o Instituto Brasil Pnuma, que é o Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
Ele avaliou que não foram “plantados” no país grandes programas para reduzir o volume de lixo eletrônico. “Existem algumas iniciativas de reciclagem, mas eu acredito que elas estão sendo suplantadas pelo crescimento do volume de aparelhos que é descartado”. Sua impressão é que o lixo eletrônico está aumentando no Brasil. As informações são da Agência Brasil.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/descarte-correto-de-lixo-eletronico-ainda-e-problema-para-o-brasil/

Links relacionados: http://www.blogdasaude.com.br/saude-ambiental/2010/02/22/e-lixo-%E2%80%93-brasil-lidera-ranking/

http://www.wtert.com.br/home2010/arquivo/noticias_eventos/Panorama2010.pdf

http://wp.clicrbs.com.br/anverde/2010/02/22/brasil-e-o-campeao-do-lixo-eletronico-entre-os-paises-emergentes/

#LIXO: MUNICÍPIOS TEM ATÉ AGOSTO PARA DEFINIR DESTINO ADEQUADO PARA O LIXO

O programa jornalístico SP TV está promovendo a campanha "São Paulo mais limpa" que estréia na próxima segunda feira (16/04) com reportagens especiais, diárias sobre o lixo. A capital paulista produz por dia 13 mil toneladas de resíduos e recicla somente 1,5% de todo este montante.
Dentre as ações deste projeto está "o mapa do lixo em São Paulo" onde o telespectador poderá participar enviando fotos de flagrantes realizados.
assista o video: http://globotv.globo.com/rede-globo/sptv-1a-edicao/t/quadros/v/novo-projeto-vai-mostrar-o-problema-do-lixo-em-sao-paulo/1891962/
No facebook, o movimento monicipalista também está promovendo campanha semelhante, faça a sua parte e envie suas fotos, do lugar que você estiver, da cidade onde morar, participe deste debate:
http://www.facebook.com/groups/lixonasruasdobrasil/

 

 

 

Mais de 40% do lixo coletado não tem destinação adequada, mostra relatório

Os estados e os municípios brasileiros têm até agosto de 2012 para entregar ao Ministério do Meio Ambiente um plano que dê destino correto ao lixo sólido. O objetivo dessa exigência é acabar com os lixões no nosso país. Nessa semana, o Jornal Nacional teve acesso com exclusividade a um estudo que mostra como o lixo é descartado atualmente no Brasil.

Economia crescendo, brasileiro comprando mais e produzindo mais lixo: esse ciclo levou à geração de quase 62 milhões de toneladas de lixo em 2011, 1,8% a mais do que em 2010.

Em média, cada brasileiro produziu um quilo e 223 gramas de lixo por dia em 2011. De todo o lixo produzido, 10% não foram coletados; 6,4 milhões de toneladas.

As informações foram levantadas com os municípios pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

O relatório mostra que quase 42% do lixo coletado não tem destinação adequada. Praticamente o mesmo percentual de 2010. Esse lixo vai parar em lixões ou aterros controlados.

“Não tem praticamente nenhuma diferença do lixão. Lixão é a pior forma de destinação, em que o lixo é abandonado sobre um terreno sem nenhum cuidado. O aterro controlado tem algum cuidado só para dar uma disfarçada”, diz Carlos Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe.

As regiões Sudeste e Nordeste são as que mais produzem lixo no Brasil. O Sudeste é o que dá melhor destinação aos resíduos. O Centro-Oeste, a pior destinação.

“Se compararmos os dados hoje disponibilizados no Brasil com a realidade de outros países, de outras cidades, mesmo que do mesmo porte, percebemos que o Brasil está bem distante de investir os volumes de recursos adequados ou necessários para avançar nessa questão”, avalia Carlos Silva Filho.

fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=18132

#Animais abandonados: Um problema para as #cidades

Image

(Foto: Juliana Lobato/Agência Bom Dia) Como adotar? Em Porto Alegre, o projeto Bicho de Rua está realizando um trabalho bem interessante: http://migre.me/8jW2C Além disso há várias opções na internet, a VIVASTREET.com.br classificados por exemplo, oferece diversar opções de animais sem um lar para diversas cidades do país http://migre.me/8jVS9 João Pessoa, está realizando hoje uma feira de animais http://migre.me/8jVyz O mesmo acontece em São Paulo hoje http://migre.me/8jVCk Em Curitiba O Cão Panheiro http://migre.me/8jXWI ajuda a adotar e divulgar animais para adoção. Em Salvador, O blog Bahia Patinhashttp://migre.me/8jZDG também ajuda você, é só querer...

Cuidados no resgate
Veterinária, protetores e Zoonoses dão dicas sobre o que fazer quando encontrar bichos abandonados

Animais abandonados em Bauru são um problema comum de encontrar em qualquer esquina. Enquanto o poder público afirma que bichos soltos na rua e sem tutor são responsabilidade e posse do munícipe, protetores reclamam da falta de apoio e estrutura, além de olharem desconfiados para a famigerada carrocinha.

De toda forma, aqueles que se preocupam com o bem-estar dos animais, mesmo que não sejam seus, ficam com dúvidas quando, por exemplo, um cachorro perdido aparece pela frente.

No CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Bauru, a questão é única. Se você perceber que o animal realmente não tem tutor, chame o centro. “É bom antes verificar se ele realmente não tem tutor”, reitera o agente de saneamento Dorival Tessari. Na sequência, o certo é tentar conter o animal com segurança e sem machucá-lo. Dorival aconselha usar algum petisco como isca para atrair o bicho e levá-lo a um lugar onde possa ficar até a equipe do CCZ chegar. “Sempre que o animal está abandonado, nós trazemos para cá”, afirma Cláudia Bomieri, veterinária do CCZ.

A protetora Leandra Marquezin – que ficou bastante conhecida depois de ter resgatado a cadela Vida, símbolo na luta contra os maus-tratos na cidade – pede cautela. “Normalmente, o animal está assustado, perdido e com fome. Não pode chegar ‘chegando’. Tem de ir com jeitinho para que o bichinho não saia correndo [risco de ser atropelado] e também para que não morda ou arranhe”, avisa. Leandra também sugere o uso de comida e de uma coleira de contenção, no caso de cachorros, como ferramentas do resgate.

Com o animal contido, você pode alimentá-lo e hidratá-lo. Muitos deles estão há dias na rua, sem nenhuma atenção. Feito isso, se a sua opção for a de não ligar para o CCZ, parta a para a divulgação. “Tem de divulgar em todos os lugares possíveis: jornais, sites, Facebook…”, sugere a veterinária Ana Lúcia Geraldi, que costuma abrigar os perdidos em sua clínica. “Muitos cães também são abandonados de propósito, então a pessoa que resgatou tem de se comprometer a cuidar do animal até achar um lar adotivo ou ficar com ele”, diz.

“Não temos abrigos em Bauru e sim pessoas de bom coração e que estão atolados. O CCZ deveria ficar com esses cães, mas eles resgatam muitos animais doentes e misturar fica difícil”, analisa.

“Todo animal que resgato levo direto para minha casa. Monto uma caminha pra ele, boto água, comida. Se vejo que está dodói, passo antes no veterinário pra dar uma geral. Em seguida, anuncio em rádio, jornal, internet, faço cartazes. Tudo pra ver se acho o tutor dele. Caso ninguém apareça, mando castrar [se ainda não for], vacinar e o coloco pra adoção”, ensina a jornalista Eliane Calixto, que abriga animais. Às vezes, o tutor do animal aparece. “Particularmente, quando resgato, acho o tutor em apenas 30% dos casos”, lamenta Ana Lúcia.

fonte: http://www.anda.jor.br/03/03/2012/veterinaria-protetores-e-zoonoses-dao-dicas-sobre-o-que-fazer-quando-encontrar-bichos-abandonados

#RIO+20: Cidades estão no foco das soluções sustentáveis

Cidades estão no foco das soluções sustentáveis e da mobilidade

De 13 a 23 de junho acontece a Conferência Rio+20 no Rio de Janeiro. São esperadas milhares de pessoas, que vão se locomover diariamente até o Centro de Convenções Riocentro, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade.

O tema em questão será as cidades e como elas se posicionam na discussão sobre o desenvolvimento sustentável urbano. Um dos debates deste encontro será definir o que realmente é uma cidade sustentável dentro das realidades regionais.

Prefeitos do mundo inteiro estarão participando deste encontro, além de organizações e redes nacionais e globais de cidades sustentáveis.

Até agora sabemos que as cidades têm demonstrado capacidade de ação, estão buscando soluções locais, acreditando ser este o caminho para a mobilidade e superaçõa dos desafios do desenvolvimento sustentável.

Existem muitos exemplos de comunidades que cansam de esperar pelo apoio do governo e se unem em torno de uma causa. É o que chamamos de autonomia municipal, somente quem conhece as peculiaridades regionais pode dar a solução para problemas globais. O mesmo vale para a preservação do planeta, sem que soluções locais sejam apresentadas não se chegará a uma solução global: que tal começar no quintal de casa? Efeitos climáticos são sentidos em todos os lugares do mundo, mas a maioria das cidades brasileiras nem se quer dá um destino adequado ao lixo que produz. (KH)

Rio+20

É hora de agir, diz Secretário-Geral da Rio+20 em visita ao Brasil

O Secretário-Geral da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), Sha Zukang, está no Brasil para acertar os últimos detalhes logísticos sobre o evento que deve reunir cerca de 50 mil pessoas em junho. Além de segurança, transporte e acomodação, há detalhes, por exemplo, na área de tecnologia, para realizar uma conferência com uso inteligente de papel (paper smart). “Meus colegas brasileiros estão fazendo um trabalho excelente”, avaliou hoje (06/03), no Rio.

“Será uma conferência de grande significado não apenas para as novas gerações, como para as que ainda virão. É por isso que estou muito feliz que será realizada no Rio, no Brasil. O grande país do qual todos vocês têm motivo para se orgulhar”, declarou.

Ouça a coletiva de hoje na íntegra:

Para Sha, o maior desafio da Rio+20 é a implementação de ações para a economia verde e erradicação da pobreza. “O mundo está se tornando cada vez mais insustentável”, disse. O Secretário-Geral considera que os documentos elaborados em conferências anteriores são “maravilhosos”, mas que continuam só como documentos. “Nosso trabalho não é falar, mas agir. Não percamos mais tempo em conversas, em apenas produzir papéis. É claro que temos de produzir documentos, mas é preciso implementá-los”, afirmou.

A Rio+20 promoverá discussões em sete áreas prioritárias: energia, alimentação e agricultura, emprego e sociedade inclusiva, cidades sustentáveis, água, oceanos e desastres naturais. “São questões complexas que teremos de ver como lidar com cada uma delas”, afirmou.

Até 10 de março, Sha terá encontros no Rio eem Brasília. Estãoprevistas reuniões com o Ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e a do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O Secretário-Geral da Rio+20 também participará de audiência pública no Senado e discursará na abertura da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável.

Confira as fotos do evento no blog da Rio+20:  http://www.onu.org.br/rio20/br/blog

Fonte: http://www.onu.org.br/e-hora-de-agir-diz-secretario-geral-da-rio20-em-visita-ao-brasil/