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Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

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#ACESSIBILIDADE: MÃOS NA RODA PARA ULTRAPASSAR #OBSTÁCULOS NA CIDADE

Acessibilidade
Porto Alegre é a cidade com mais rampas de acesso a deficientes físicos (23,3%) e Fortaleza, a com o menor percentual (1,6%). Apesar de um percentual acima do nacional, a acessibilidade na capital gaúcha ainda é restrita.

Morador de Porto Alegre, com alto percentual de acessibilidade, enfrenta dificuldade para chegar ao trabalho (Foto: Felipe Truda/G1)

O Dia de um cadeirante:
O G1 acompanhou o dia de um cadeirante na quinta (24) do bairro Farrapos, um dos mais movimentados de Porto Alegre, até o Centro. “Quando precisamos ir aos bairros, enfrentamos os obstáculos. E posso dizer tranquilamente que em todos os bairros há problemas”, avalia Dilceu Flores Júnior, de 40 anos, 32 deles sobre uma cadeira de rodas.

Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/05/norte-e-nordeste-concentram-esgoto-ceu-aberto-no-pais-segundo-ibge.html

Rio tem só 8,9% das calçadas com rampas
Estudo mostra que cidades brasileiras não estão adaptadas para cadeirantes. Média nacional é 4,7%. Niterói é a mais bem colocada no ranking do estado, com 34,6%

As cidades brasileiras estão mais iluminadas, mas a anos-luz de garantir a cadeirantes o direito de ir e vir em segurança. No Rio de Janeiro, cidade que será sede da Rio+20, maior encontro ambiental do planeta mês que vem, somente 8,9% das calçadas possuem rampas de acesso para pessoas com deficiência, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base nos dados do Censo de 2010.

O estudo avaliou dez itens no entorno dos domicílios urbanos, como arborização, coleta de lixo, saneamento, pavimentação de vias e iluminação, entre outros. A preocupação com a acessibilidade é baixa em todo o País. A média nacional é 4,7%. Entre os 92 municípios fluminenses, Niterói ficou em primeiro lugar, com 34,6% de rampas.

fonte: http://odia.ig.com.br/portal/rio/rio-tem-s%C3%B3-8-9-das-cal%C3%A7adas-com-rampas-1.445567

MS tem 2º maior índice de entornos com rampa pra cadeirantes

O Instituto Brasileiro de Geografia e Esatatísticas divulgou hoje (28/05) mais uma etapa do Censo Demográfico 2010, desta vez sobre características urbanísticas do entorno dos domícílios.

O detalhamento aqui apresentado é inédito e cobre aspectos importantes da infraestrutura urbana, com destaque para duas importantes dimensões – a circulação e o meio ambiente. Assim, foram selecionadas as seguintes características urbanísticas: identificação dos logradouros, iluminação pública, pavimentação, arborização nos logradouros públicos, bueiro/boca de lobo, lixo acumulado em vias públicas, esgoto a céu aberto, meio-fio/guia, calçada e rampa para cadeirante.

MS TEM A 2ª MAIOR PROPORÇÃO DE DOMICÍLIOS QUE TEM NO SEU ENTORNO, RAMPA PARA CADEIRANTES

Segundo o Censo Demográfico 2010, MS tem o 2º maior percentual no ranking nacional com 14,6%

Rank. UF Total de domicílios Total de domicílios com existência no entorno de Rampa para cadeirante % DOMIC. RAMPA CADEIRANTE
1º DF 743.138 121.648 16,37
2º MS 643.373 90.488 14,06
3º PR 2.773.342 269.787 9,73
4º RS 3.005.977 229.591 7,64
5º RJ 4.755.924 269.712 5,67
6º SP 11.792.539 609.037 5,16
7º ES 884.316 44.638 5,05
8º SC 1.569.342 70.280 4,48
9º AC 139.509 5.967 4,28
10º SE 436.157 16.769 3,84
11º MG 5.123.781 184.056 3,59
12º GO 1.686.684 59.696 3,54
13º AL 627.762 20.528 3,27
14º MT 736.955 23.739 3,22
15º RR 91.947 2.484 2,7
16º RN 707.101 15.190 2,15
17º AM 646.615 12.766 1,97
18º AP 124.868 2.461 1,97
19º PI 565.713 9.072 1,6
20º TO 312.605 4.900 1,57
21º PB 824.144 10.976 1,33
22º PE 1.822.810 24.313 1,33
23º RO 331.072 4.267 1,29
24º BA 2.742.971 34.177 1,25
25º PA 1.320.336 15.195 1,15
26º CE 1.746.873 19.924 1,14
27º MA 1.108.354 12.278 1,11

fonte: http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=86772

#Inclusão digital como formação de cidadãos

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Destinar equipamentos apreendidos pela receita federal às escolas é certamente a melhor opção pra o destino destes materias. A inclusão digital é um caminho sem volta, as escolas brasileira nescessitam oferecer o ensino informatizado às crianças.

Plano de inclusão digital irá doar PCs apreendidos pela aduana para escolas

Lançado nesta sexta-feira (30/3), o Projeto de Inclusão Digital e Educação Fiscal (Pidefi) prevê a doação de computadores apreendidos pela aduana – órgão fiscalizador da Receita Federal que controla a entrada e saída de mercadorias – para os 22 municípios que formam a Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride/DF).

No evento, que contou com a participação de professores e estudantes de escolas do Entorno, foi assinado Termo de Parceria entre a Secretaria do Entorno e a Receita Federal para desenvolver a educação digital em escolas que não contam com programas de inclusão digital. O projeto prevê a distribuição de notebooks e material pedagógico para montar salas de informática em cada uma das cidades da Ride/DF.

O governador do DF, Agnelo Queiroz, e o superintendente Regional da Receita Federal da 1º Região Fiscal, José Oleskovicz, fizeram a entrega simbólica de computadores para escolas de Valparaíso de Goiás, Águas Lindas de Goiás e Planaltina de Goiás, que serão os primeiros municípios a receber os kits.

“Este é um projeto que tem como foco a juventude do nosso Entorno. A inclusão digital é absolutamente necessária no mundo de hoje. É essencial para a iniciação no mercado de trabalho e para a qualificação profissional”, destacou o governador. “Além disso, vamos tornar a escola mais agradável e atrativa, com equipamentos de informática e aulas de cidadania”, acrescentou Agnelo Queiroz.

O superintendente regional da Receita Federal destacou a importância da parceria com o GDF. “Os bens que serão destinados às escolas serão muito importantes para a formação de cidadãos mais éticos e solidários”, afirmou José Oleskovicz. “E é interessante ressaltar que os equipamentos a serem doados foram aprendidos de pessoas e empresas que se desviaram do papel de cidadão”, frisou.

O secretário do Entorno, Bispo Renato Andrade, destacou que esta parceria é apenas uma das ações que estão sendo realizadas em prol do Entorno. “Não temos limitado nossos esforços para atender os municípios do Entrono. As dificuldades foram enormes, mas estamos tentando fazer tudo que está ao nosso alcance para garantir melhorias à população”, afirmou.

Ferramenta de trabalho – Para Sandra Freitas, diretora da escola municipal Tancredo Neves, em Valparaíso de Goiás, o laboratório de informática atualizado será uma importante ferramenta de trabalho que auxiliará na parte pedagógica da escola. “Hoje em dia, nós não conseguimos desempenhar um bom trabalho sem esse tipo de equipamento”, enfatizou.

O professor da escola estadual Emília Ferreira Branco, de Águas Lindas de Goiás, Ciro César dos Reis, destacou que os alunos poderão interagir melhor com os professores e que isso influenciará diretamente no aprendizado. “O laboratório de informática representa um ganho muito importante porque os estudantes terão um melhor acesso a informações e pesquisas e poderão trabalhar em interação com os professores”, ressaltou.

Aluna do nono ano da escola de Águas Lindas, Tainara Almeida, 14 anos, elogiou o projeto de inclusão digital. “Os computadores vão nos trazer mais informações e nos ajudar a fazer nossos trabalhos escolares. Vai facilitar bastante”, observou a estudante.

Educação fiscal – Além da inclusão digital, o projeto inclui também um trabalho de educação fiscal com as escolas do Entorno. Entre as ações estão visitas dos estudantes à alfândega do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitscheck.

O secretário de Educação do DF, Denilson Bento da Costa, destacou a importância de abordar o assunto nas escolas. “Já temos em alguns locais a experiência de professores atuando dentro da sala de aula com a educação fiscal”, informou. “Nossa intenção é que isso seja implantado na totalidade das escolas brasilienses”, destacou.

fonte: http://migre.me/8ubrp

Imagem: http://migre.me/8uboc

#Acessibilidade para todos

Direito de ir e vir todos tem, isto está assegurado por lei na constituição Federal. Desenvolver a acessibilidade em um ambiente é promover condições de mobilidade com autonomia, eliminando as barreiras arquitetônicas e urbanísticas nas cidades e promover a saúde ao priorizar a Acessibilidade em seus projetos. Sensibilizar-se para o problema das pessoas com deficiência já significa um grande passo rumo à acessibilidade. Muitos espaços de nossas cidades, como ruas, passeios, edifícios públicos, comerciais e residenciais são locais freqüentados por uma grande diversidade de usuários. Em razão disso, eles devem atender ampla gama da população, considerando as variações de tamanho, sexo, peso e diferentes habilidades ou limitações que as pessoas possam ter.

Municípios apostam em acessibilidade

Apesar de 14,5% da população brasileira ter algum tipo de deficiência, a falta de acessibilidade nas cidades ainda é uma realidade em todo o país. São 25 milhões de pessoas que ainda não tem assegurado seu direito de ir e vir. Por isso Uberlândia (MG), Goiânia (GO) e Campinas (SP) estão servindo de modelo em áreas como transporte, acessibilidade e eliminação de barreiras, transporte público urbano e habitação.

O prefeito de Joinville, maior Município catarinense, com 500 mil habitantes, Carlito Merss, conta a experiência de tornar Joinville acessível. “Quando aceitamos o desafio de ser uma das primeiras cidades a ser considerada acessível, sabíamos que estávamos assumindo um compromisso e um desafio. Queremos ser uma referência para o Sul do país”, destacou.

A coordenadora do comitê de acessibilidade de Joinville, Rita de Cassia, explica à Agência CNM, que o primeiro passo foi montar um plano de ação e tornar acessivel os prédios públicos. “Os orgãos públicos já tem rampas e os imovéis com mais de 50 anos estão em processo de adequação”. Outro ponto interessante do plano de ação, é que o Município não emite alvará de funcionamento para estabelecimentos sem acessibilidade. “Temos mais de 90 mil deficientes e são pessoas que consomem, pagam impostos, então merecem ter seus direitos como qualquer outra”, enfatiza a coordenadora.
A prefeitura ainda criou uma facilidade que está transformando o Município: dependendo do tamanho da propriedade, o dono tem desconto no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Além disso, o parque da cidade que foi inaugurado ano passado está todo acessível e a praça Tirandentes outro ponto turistico do Município também oibserva o modelo. “A prefeitura segue a lei de acessibilidade e no final todo o Município ganha”, reitera a coordenadora.

Para o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, “O direito à escola, à educação inclusiva é fundamental. É importante que isso seja garantido. Quando foi ratificada a convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) das pessoas com deficiência, em 2008, o Brasil aderiu à convenção é uma das normas é a acessibilidade”, afirmou o lider municipalista.

Investimento em Uberlândia

Para a administração municipal de Uberlândia (MG), acessibilidade é coisa séria. Hoje o Município pode se orgulhar de estar entre as cidades de médio porte no país com o maior índice de acessibilidade, tais como: escolas, transporte acessível por ônibus ou vans, unidades de atendimento integral (UAIS) e um corredor de transportes.

A Prefeitura de Uberlândia promoveu uma seleção para elaborar a cartilha de acessibilidade, que é mais uma ferramenta de apoio técnico disponível para ajudar a sanar dificuldades e contribuir para que o Município continue se orgulhando do título de exemplo de boas práticas em acessibilidade.

Uberlândia tem 100% da frota de ônibus adaptada e acessível para deficientes. “Todos os veículos têm idade média menor que 1 ano e são adaptados com elevadores, para oferecer comodidade e segurança às pessoas com deficiência”, explicou o prefeito Odelmo Leão.

Campinas acredita que “acessibilidade, é respeito”

Entre as iniciativas de Campinas (SP) que destacaram o Município estão o elevador adaptado no Paço Municipal, a construção de 18 novas estações de transferências para usuários do transporte público e a construção de 2 mil rampas de acesso. A prefeitura também ampliou o Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI), que disponibiliza transporte exclusivo para deficientes, e atualmente conta com 1,2 mil usuários, e da frota de veículos adaptados.

A representante do Conselho Municipal de Campinas, Ida Célia Palermo, destacou que as atuais conquistas são mérito da luta das pessoas com deficiência. “O que o Poder Público está fazendo hoje é uma conquista da força do movimento da pessoa com deficiência. A gente faz parte de uma luta que não é apenas para as pessoas com deficiências, mas para toda sociedade”, salientou. O Município tem a Comissão Permanente de Acessibilidade através da qual o cidadão pode sugerir iniciativas e relatar dificuldades. Para Célia, somente quem vive a experiência sabe dos obstáculos diários. “Muitas vezes, os cadeirantes desistem de sair de casa pensando nas dificuldades. Acessbilidade, é respeito “, conclui a representante.

fonte: CNM
http://www.cnm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19594&catid=34&Itemid=182