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Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

Caxias do Sul testa novo sistema de coleta de lixo

ImageEstão sendo instaladas na cidade gaúcha, ainda em fase de teste, lixeiras subterâneas.

Caxias dá o exemplo mais uma vez por ser a primeira cidade latina a testar o sistema. Além de limpa e organizada a cidade investe em tecnologias.

Fonte: Jornal do Comércio

Maior autonomia dos municípios pode favorecer cidades gaúchas nos casos de seca, afirma deputada Zilá

Deputada Zilá (PSDB/RS) fala sobre municipalismo, autonomia municipal e bons exemplos.

Conversamos com a Deputada Zilá Breitenbach (PSDB – RS) sobre municipalismo, soluções locais e autonomia dos municípios.  Ela já foi prefeita do município de Três Passos e nos fala sobre como buscou e implementou bons exemplos de outros municípios. A deputada é uma entusiasta pela formação de uma Frente Parlamentar do Municipalismo na ALERGS, que pode ajudar os municípios a focarem mais em suas necessidades e realidades.

MM – Como a Autonomia Municipal pode ajudar no avanço e no desenvolvimento do Estado?

Deputada Zilá – As regiões do estado do Rio Grande do Sul, juntamente com seus Coredes (Conselhos Regionais de Desenvolvimento) possuem planos para o desenvolvimento municipal, e estes planejamentos de gestão têm um foco regionalizado de ações e de prioridades de governo. O que está faltando é uma ligação entre estes planejamentos. Os governos federal e estadual fazem os seus planos e os municípios são obrigados a se adaptar, independente de suas peculiaridades regionais.

Vemos tantos projetos que não têm nada a ver com algumas realidades municipais sendo implantados nos municípios por que o prefeito também se vê em uma ”saia justa”, pois se ele não buscar aquele dinheiro que ele foi desafiado a buscar, seja via emendas, ou sejam através de outras ações. Este prefeito não faze nada. Então ele vai desenvolvendo, muitas vezes ações que não fazem parte do seu planejamento.

A falta de autonomia municipal, na minha opinião, vem impedindo uma construção mais forte do municipalismo. Além dos municípios não terem autonomia financeira eles não tem autonomia administrativa. Por exemplo, se o município não tiver ações estratégicas para o programa saúde da família ele não recebe aquele recurso. Os prefeitos não têm a liberdade de escolher quais os programas querem realizar em seus municípios, eles têm que seguir o que é imposto à eles.

Maior Autonomia Municipal poderia favorecer municípios e o Estado em casos de seca, atualmente somente 13% está sendo investido. Nestes casos não existe planejamento a curto, médio ou a longo prazo. É sempre no “afogadilho” que resolvemos as coisas, quando acontecem as secas começam as distribuições de suplementos, mas nada tem planejamento, se os municípios tivessem mais autonomia suas verbas e seus orçamentos não ficariam tão engessados.

Os prefeitos recebem os recursos do Estado e da União já com destino certo, e é obrigação cumprir o que o Estado determina. Com isso os prefeitos muitas vezes deixam de aplicar um plano estratégico que realmente pudesse atender suas prioridades.

Deveria ser avaliado as condições de população, área territorial, situações sócio econômicas, para a partir daí, tomar-se a decisão sobre quais os projetos são compatíveis para aquele município. Acredito que dessa forma avançaríamos muito mais e teríamos um trabalho mais forte. Aqui no Estado, nós temos organizações atuantes, temos a Famurs e temos as associações regionais. Essas associações regionais se fortaleceram muito, elas têm metas e objetivos bem definidos, são associações regionais fortes, mas ainda está faltando haver uma integração de todas estas entidades. Aqui mesmo na Assembléia a gente vê claramente isso, quando acontecem votações de projetos de interesse do municipalismo as organizações não comparecem, nem mesmo os prefeitos comparecem. Deveria haver maior mobilização das entidades organizadas.

Ontem mesmo tivemos uma grande conquista aqui na assembleia que foi a criação da Microregião Celeiro . Bem no início do governo Tarso encaminhamos este projeto e ele foi rejeitado pelo governo na íntegra, mas não desanimei. Com o apoio do secretário estadual de planejamento João Motta, a Famurs e nossa associação regional a Amuceleiro, elaboramos um novo projeto e agora recebemos esta aprovação.

MM – Uma Frente Parlamentar pode fortalecer o municipalismo?

Deputada Zilá – Uma Frente Parlamentar Municipalista, unida às forças que já existem, que são as associações regionais, a Famurs, poderá impulsionar ainda mais a luta dos municípios.

Uma frente não é regimental, não tem apoio institucional da Assembleia Legislativa, ela é uma ação que o deputado faz. Esta ação bem trabalhada, bem divulgada e construída poderá alavancar e muito o trabalho que já vem sendo realizado e com uma maior participação envolvimento da Assembléia Legislativa. Muitos avanços vem sendo alcançados na Comissão de Assuntos Municipais, mas eu percebo que ainda falta maior integração, por que os projetos de interesse municipal e regional devem ser melhor debatidos e melhor organizados, tanto o debate sobre saúde, educação, meio ambiente agricultura, enfim, uma frente parlamentar poderá envolver mais aqueles que irão obter os reflexos das leis. Se estas discussões não forem organizadas elas não avançam.

A Frente Parlamentar, inicialmente, precisa fazer um diagnóstico com o seguinte questionamento: De que forma os prefeitos estão vendo a presença e as ações do Estado e da União na construção do desenvolvimento de cada um dos municípios e suas regiões?

Tenho a certeza que estamos no caminho certo, somente precisamos descobrir o caminho para melhorar e a gente sabe que tem que melhorar. Principalmente no que diz respeito a União. Veja o exemplo das grandes marchas dos prefeitos à Brasília. Muitas vezes os prefeitos não ficam no foco, cada um vai atrás das suas emendas e acabam se dispersando. Os mais de 5 mil prefeitos do Brasil não conseguem reformas por que não trabalham como uma única força. Nós somente iremos obter os resultados desejados quando fizermos uma grande pressão. Enquanto essas reformas não acontecem, os municípios cada vez mais são penalizados, por que o pedacinho do bolo da distribuição das receitas é cada vez menor. E em um Estado endividado como o nosso ficamos apenas no cumprimento do que é obrigação e dessa forma não tem como fazer uma ação propositiva. Eu acredito que uma Frente Parlamentar, além de fazer um bom diagnóstico e levantar todas as questões que estão no gargalo, poderá avançar muito no desenvolvimento dos municípios. Afinal, são 5.565 municípios em todo o país trabalhando e elegendo deputados e não estão conseguindo reformas. Todos não estamos sabendo usar a força que temos, precisamos de uma política mais focada.

Neste momento de eleições municipais uma Frente Parlamentar Municipalista é muito oportuna ,ela poderá levar para o próximo governo as necessidades e os gargalos da sociedade gaúcha.

Os governos criam programas e quem tem que executar são os municípios. Quando o programa é implantado é uma festa, vai ter dinheiro, vai ser uma maravilha! Depois que a comunidade recebeu os programas e se acostumou com ele, aí a verba começa a diminuir e na maioria das vezes a responsabilidade fica para o município. Um exemplo bem clássico é a área da saúde em que os procedimentos estão cada vez mais caros, o SUS está cada vez mais defasado nas suas tabelas e a dificuldade de conseguir profissionais é cada vez maior em função dos baixos recursos.

MM- Soluções locais e bons exemplos municipais tem sido valorizados?

Deputada Zilá – Todo projeto deve ser avaliado e reorganizado para que ele não se perca no meio ando caminho. Na minha região, noroeste do Estado, tínhamos um grande projeto, que já serviu de modelo para todo o Brasil, que era o tratamento de resíduos sólidos.

Quando fui prefeita de Três Passos levei este projeto para diversas capitais do Brasil, mostrando como municípios pequenos podem encontrar soluções. Este é um exemplo de que bons projetos precisam de continuidade.

Na prefeitura de Três Passos valorizei experiências de outros municípios. Fomos buscar novas experiências no Brasil todo, fui para o Estado do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, entre outros, para ver de perto suas boas ideias. Mesmo que em algumas ocasiões percebesse que aquela ideia não se adaptava ao meu município. Mesmo assim sempre podemos aproveitar algo e trouxemos muitos bons exemplos.

A partir de experiências exitosas, e alguns aperfeiçoamentos e adaptações necessárias, é possível obter resultados ainda melhores. Esta é uma questão fundamental que a Frente Parlamentar deve abordar.

Outro problema é quando bons exemplos de projetos terminam ao findar o mandato. Uma Frente Parlamentar pode fazer este trabalho de incentivo para que haja continuidade, proferindo grandes debates ela poderá se inserir nas reuniões regionais de prefeitos e os projetos que nos Coredes possuem para elevar o desenvolvimento das regiões.

Fonte: regiaoceleiro.com.br

O PLC (Projeto de Lei Complementar) que cria a Microregião Celeiro foi aprovado, na última terça-feira (12) e segue para sanção do governador.  Com a criação da Microrregião serão implementadas ações articuladas entre Estado, prefeituras e diferentes entidades da comunidade, dos 21 municípios da região visando o desenvolvimento econômico, social e ambiental.
Veja mais detalhes no site da deputada Zilá: http://deputadazila.com.br/blog/?p=2918

#ACESSIBILIDADE: MÃOS NA RODA PARA ULTRAPASSAR #OBSTÁCULOS NA CIDADE

Acessibilidade
Porto Alegre é a cidade com mais rampas de acesso a deficientes físicos (23,3%) e Fortaleza, a com o menor percentual (1,6%). Apesar de um percentual acima do nacional, a acessibilidade na capital gaúcha ainda é restrita.

Morador de Porto Alegre, com alto percentual de acessibilidade, enfrenta dificuldade para chegar ao trabalho (Foto: Felipe Truda/G1)

O Dia de um cadeirante:
O G1 acompanhou o dia de um cadeirante na quinta (24) do bairro Farrapos, um dos mais movimentados de Porto Alegre, até o Centro. “Quando precisamos ir aos bairros, enfrentamos os obstáculos. E posso dizer tranquilamente que em todos os bairros há problemas”, avalia Dilceu Flores Júnior, de 40 anos, 32 deles sobre uma cadeira de rodas.

Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/05/norte-e-nordeste-concentram-esgoto-ceu-aberto-no-pais-segundo-ibge.html

Rio tem só 8,9% das calçadas com rampas
Estudo mostra que cidades brasileiras não estão adaptadas para cadeirantes. Média nacional é 4,7%. Niterói é a mais bem colocada no ranking do estado, com 34,6%

As cidades brasileiras estão mais iluminadas, mas a anos-luz de garantir a cadeirantes o direito de ir e vir em segurança. No Rio de Janeiro, cidade que será sede da Rio+20, maior encontro ambiental do planeta mês que vem, somente 8,9% das calçadas possuem rampas de acesso para pessoas com deficiência, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base nos dados do Censo de 2010.

O estudo avaliou dez itens no entorno dos domicílios urbanos, como arborização, coleta de lixo, saneamento, pavimentação de vias e iluminação, entre outros. A preocupação com a acessibilidade é baixa em todo o País. A média nacional é 4,7%. Entre os 92 municípios fluminenses, Niterói ficou em primeiro lugar, com 34,6% de rampas.

fonte: http://odia.ig.com.br/portal/rio/rio-tem-s%C3%B3-8-9-das-cal%C3%A7adas-com-rampas-1.445567

MS tem 2º maior índice de entornos com rampa pra cadeirantes

O Instituto Brasileiro de Geografia e Esatatísticas divulgou hoje (28/05) mais uma etapa do Censo Demográfico 2010, desta vez sobre características urbanísticas do entorno dos domícílios.

O detalhamento aqui apresentado é inédito e cobre aspectos importantes da infraestrutura urbana, com destaque para duas importantes dimensões – a circulação e o meio ambiente. Assim, foram selecionadas as seguintes características urbanísticas: identificação dos logradouros, iluminação pública, pavimentação, arborização nos logradouros públicos, bueiro/boca de lobo, lixo acumulado em vias públicas, esgoto a céu aberto, meio-fio/guia, calçada e rampa para cadeirante.

MS TEM A 2ª MAIOR PROPORÇÃO DE DOMICÍLIOS QUE TEM NO SEU ENTORNO, RAMPA PARA CADEIRANTES

Segundo o Censo Demográfico 2010, MS tem o 2º maior percentual no ranking nacional com 14,6%

Rank. UF Total de domicílios Total de domicílios com existência no entorno de Rampa para cadeirante % DOMIC. RAMPA CADEIRANTE
1º DF 743.138 121.648 16,37
2º MS 643.373 90.488 14,06
3º PR 2.773.342 269.787 9,73
4º RS 3.005.977 229.591 7,64
5º RJ 4.755.924 269.712 5,67
6º SP 11.792.539 609.037 5,16
7º ES 884.316 44.638 5,05
8º SC 1.569.342 70.280 4,48
9º AC 139.509 5.967 4,28
10º SE 436.157 16.769 3,84
11º MG 5.123.781 184.056 3,59
12º GO 1.686.684 59.696 3,54
13º AL 627.762 20.528 3,27
14º MT 736.955 23.739 3,22
15º RR 91.947 2.484 2,7
16º RN 707.101 15.190 2,15
17º AM 646.615 12.766 1,97
18º AP 124.868 2.461 1,97
19º PI 565.713 9.072 1,6
20º TO 312.605 4.900 1,57
21º PB 824.144 10.976 1,33
22º PE 1.822.810 24.313 1,33
23º RO 331.072 4.267 1,29
24º BA 2.742.971 34.177 1,25
25º PA 1.320.336 15.195 1,15
26º CE 1.746.873 19.924 1,14
27º MA 1.108.354 12.278 1,11

fonte: http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=86772

PRÓXIMO AO ACONTECIMENTO DE DOIS GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS MUNDIAIS O #BRASIL AINDA NÃO TEM SOLUÇÕES

Solução simples, fácil e barata

Em Los Angeles, linhas de ônibus são interconectadas com o metrô. Isso facilita muito a vida de quem mora longe. A mobilidade urbana precisa de ideias como estas e o Brasil precisa melhorar o panorama da mobilidade urbana. Dois grandes eventos mundiais estão prestes a  acontecer no Brasil, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016,  durante estes dois acontecimentos, todos os olhares do planeta estarão voltados para o Brasil. A vitrine do país irá depender dos bons exemplos que existem aqui, ou os maus exemplos serão vitrine.  É por esse motivo que as ações  para promover melhorias melhorias se tornam cada vez mais urgentes. Esse tipo de acontecimento atrai espectadores de todo o mundo e aumenta ainda mais o número de pessoas na zona urbana o que, para um sistema de tráfego despreparado, pode acarretar em um grande colapso.

Imagens: http://www.flickriver.com/photos/raymondyue/sets/72157625083176648/ http://www.greenforwardblog.com/2011/02/la-bus-story.html

CACHOEIRINHA RS: MUTIRÃO RECOLHEU 29 TONELADAS DE LIXO NO ARROIO PASSARINHO

foto: F. Planella - Jornal Diário de Cachoeirinha
É numerosa a lista de desafios para termos um planeta realmente sustentável, o primeiro deles é eliminar de forma correta o que consumimos. A educação de cada cidadão está diretamente ligada a essas atitudes.
A degradação constante do meio ambiente está ocasionando uma exaustão dos recursos naturais. Conforme o consumismo aumenta, aumenta com ele a produção de resíduos e os programas e campanhas educacionais em relação a este tema continuam estagnados.

* por Diléa Fronza – Jornalista

Trinta toneladas em mil metros
Projeto Aguapé realizou mutirão de limpeza do Arroio Passinhos na manhã de quinta-feira e retirou 29 toneladas de lixo do local.
Em maio, o projeto encerra suas atividades com a presença do coordenador inglês.

Na manhã desta quinta-feira, 26, o Projeto Aguapé realizou um mutirão de limpeza do Arroio Passinhos. A atividade contou com o apoio das secretarias de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Cachoeirinha e também de Alvorada e dos Anjos do Asfalto. O mutirão ocorreu na Avenida Capitão Garibaldi. Nos cerca de mil metros onde foi realizada a limpeza, 29 toneladas de material foram recolhidas.
– A sujeira é variada: material de construção, roupas, vasos sanitários, bicho morto e os tradicionais sofás – conta Sílvio José Ouriques, coordenador do Projeto Aguapé.
Foram três caminhões que saíram carregados do local. A comunidade ribeirinha, infelizmente, não se mobilizou com a campanha.
– Há aproximadamente três semanas, nos reunimos com os moradores que vivem nas proximidades do Arroio Passinhos e pedimos para que, pelo menos, um representante de cada família nos ajudasse. A ajuda não seria em vão. Além de limparem o local onde vivem, eles receberiam pelo apoio que nos deram uma cesta básica por família. Iremos embora levando todas as cestas que trouxemos – lamenta o coo ordenador.
Mesmo assim, com o esforço dos voluntários, que iniciaram o trabalho por volta das 9 horas da manhã e encerraram perto do meio dia, muita sujeira foi retirada.
– A gente espera, sinceramente, poder passar por aqui nos próximos dias e não ver que o arroio lotado de lixo novamente.

ÚLTIMOS PASSOS – O mutirão de limpeza do Passinhos foi uma das últimas atividades do Rotary Club à frente do Projeto Aguapé.
– Nosso projeto começou a surgir em 2006 quando fizemos as primeiras reuniões. Foi estabelecida uma parceria com o Rotary da Inglaterra que deu o apoio financeiro. Em maio de 2009 ele começou oficialmente. O projeto previa que o Aguapé teria duração de três anos e agora estamos em fase de encerramento – explica Sílvio.
Mas isso não significa o fim das ações.
– As prefeituras de Alvorada, Cachoeirinha e Gravataí têm agora os instrumentos para seguirem com as ações. O projeto deixou dois contêineres para recolhimento de entulhos em cada cidade além das patrulhas e de toda a infraestrutura e educação ambiental que o Aguapé proporcionou aos municípios. Agora basta que as prefeituras prossigam com as atividades. Eles sempre terão o nosso apoio – acrescenta.
No dia 31 de maio será realizada a última ação do Projeto Aguapé. O coordenador inglês do projeto, Dennis Meadus, virá para o Brasil e participará da Conferência do Distrito 4670, na Unisinos, onde será apresentado o relatório final do projeto.

Escolas se envolverão em atividades

Como parte dos últimos projetos do Aguapé, começa na próxima semana a distribuição de kits esportivos para dez escolas de cada município participante. Este kit contém 12 coletes esportivos, bola de vôlei e de futebol de salão.
– As escolas premiadas, são aquelas que mais se envolveram no projeto ao longo dos anos. Em Cachoeirinha, a entrega acontecerá no dia 8 de maio, às 15 horas, na Escola Carlos Wilkens.
CONCURSO – Para finalizar a participação das escolas no projeto, serão distribuídos os gibis dos Aguapowers nas 66 escolas dos três municípios. Junto delas, vai o regulamento para as crianças participarem do Concurso Cultural do Projeto Aguapé.
– Neste ano serão premiados a melhor redação que tem como tema o Rio Gravataí e o melhor desenho que pode ser sobre o rio ou então sobre os Aguapowers – explica Sílvio.
Os primeiros lugares de cada município receberão um tablet. A novidade deste ano é que haverá premiação para os professores participantes.
– O professor que tiver o maior número de alunos participando dos concursos em cada município também receberá um tablet. Serão quatro trablets por município.
A premiação será entregue no dia 15 de junho no CTG Aldeia dos Anjos de Gravataí, quando acontecerá o grande jantar de encerramento do Projeto Aguapé.

*Diléa Fronza – Repórter do Jornal Diário de Cachoeirinha – Fone: 3041-2301 Ramal 31

#MOBILIDADE URBANA: Nossas cidades não comportam mais tantos carros

Nossas cidades não comportam mais tantos carros, basta sair de casa dirigindo um para entender que não há estacionamento suficiente, não há vias úteis suficientes (me refiro a vias de duas mãos). A "imobilidade" urbana vem sendo tão discutida, este é o momento de refletir sobre questões que envolvem até mesmo o meio ambiente, evitando veículos poluentes e utilizando meios de transporte mais alternativos.
A locomoção por meio de bicicleta evita a emissão e gases, ajuda a descongestionar o trânsito e facilita a mobilidade, ajuda a manter a forma física, e ainda dá prêmios sem que o ciclistas tenha gastos extras.Esse tipo de estímulo realmente deve incentivar a população. A bicicleta pode ser solução para a mobiliade urbana no Brasil, se integrada a outros sistemas de transporte, mas primeiro é preciso que haja uma mudança cultural e de de infraestrutura para conectar a bicicleta ao transporte de massa. A mudança do paradigma do automóvel surgiu há 20 anos na Europa – e está dando certo.

Municípios: legislação de mobilidade urbana entrou em vigor nesta sexta-feira, 13

Entrou em vigor nesta sexta-feira, 13 de abril, a Lei 12.587/2012, que visa a melhorar a acessibilidade e a mobilidade das pessoas e cargas nos Municípios, além de integrar os diferentes modos de transporte. A legislação, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, foi sancionada em janeiro e dá prioridade a meios de transporte não motorizados e ao serviço público coletivo, além da integração entre os modos e serviços de transporte urbano.

A nova lei demanda que os Municípios com mais de 20 mil habitantes elaborem Planos de Mobilidade Urbana em até três anos, que devem ser integrados aos planos diretores. Atualmente, essa obrigação é imposta aos Municípios com mais de 500 mil habitantes. Os Municípios que não cumprirem essa determinação podem ter os repasses federais destinados a políticas de mobilidade urbana suspensos.

O documento prevê a melhoria da mobilidade urbana nos grandes centros urbanos como a restrição da circulação em horários predeterminados. Também permite a cobrança de tarifas para a utilização de infraestrutura urbana, espaços exclusivos para o transporte público coletivo e para meios de transporte não motorizados, além de estabelecer políticas para estacionamentos públicos e privados.

Direitos
O texto esclarece os direitos dos usuários, como o de ser informado sobre itinerários, horários e tarifas dos serviços nos pontos de embarque e desembarque. E prioriza veículos não motorizados e a calçadas, ciclovias, ao transporte público e a integração do automovel a um sistema de mobilidade sustentável.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca alguns pontos importantes da Política Nacional de Mobilidade Urbananos Municípios:

* prioridade dos modos de transporte não motorizados e dos serviços públicos coletivos sobre o transporte individual motorizado;
* restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados;
* estabelecimento de padrões de emissão de poluentes para locais e horários determinados, podendo condicionar o acesso e a circulação aos espaços urbanos sob controle;
* possibilidade de cobrança pela utilização da infraestrutura urbana, para desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade. A receita deverá ser aplicada exclusivamente em infraestrutura urbana destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público;
* dedicação de espaço exclusivo nas vias públicas ao transporte público coletivo e a modos de transporte não motorizados; e
* direito dos usuários participar do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana

fonte: http://www.cnm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19839:municipios-legislacao-de-mobilidade-urbana-entra-em-vigor-nesta-sexta-feira-13&catid=70:destaques

#LIXO: MUNICÍPIOS TEM ATÉ AGOSTO PARA DEFINIR DESTINO ADEQUADO PARA O LIXO

O programa jornalístico SP TV está promovendo a campanha "São Paulo mais limpa" que estréia na próxima segunda feira (16/04) com reportagens especiais, diárias sobre o lixo. A capital paulista produz por dia 13 mil toneladas de resíduos e recicla somente 1,5% de todo este montante.
Dentre as ações deste projeto está "o mapa do lixo em São Paulo" onde o telespectador poderá participar enviando fotos de flagrantes realizados.
assista o video: http://globotv.globo.com/rede-globo/sptv-1a-edicao/t/quadros/v/novo-projeto-vai-mostrar-o-problema-do-lixo-em-sao-paulo/1891962/
No facebook, o movimento monicipalista também está promovendo campanha semelhante, faça a sua parte e envie suas fotos, do lugar que você estiver, da cidade onde morar, participe deste debate:
http://www.facebook.com/groups/lixonasruasdobrasil/

 

 

 

Mais de 40% do lixo coletado não tem destinação adequada, mostra relatório

Os estados e os municípios brasileiros têm até agosto de 2012 para entregar ao Ministério do Meio Ambiente um plano que dê destino correto ao lixo sólido. O objetivo dessa exigência é acabar com os lixões no nosso país. Nessa semana, o Jornal Nacional teve acesso com exclusividade a um estudo que mostra como o lixo é descartado atualmente no Brasil.

Economia crescendo, brasileiro comprando mais e produzindo mais lixo: esse ciclo levou à geração de quase 62 milhões de toneladas de lixo em 2011, 1,8% a mais do que em 2010.

Em média, cada brasileiro produziu um quilo e 223 gramas de lixo por dia em 2011. De todo o lixo produzido, 10% não foram coletados; 6,4 milhões de toneladas.

As informações foram levantadas com os municípios pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

O relatório mostra que quase 42% do lixo coletado não tem destinação adequada. Praticamente o mesmo percentual de 2010. Esse lixo vai parar em lixões ou aterros controlados.

“Não tem praticamente nenhuma diferença do lixão. Lixão é a pior forma de destinação, em que o lixo é abandonado sobre um terreno sem nenhum cuidado. O aterro controlado tem algum cuidado só para dar uma disfarçada”, diz Carlos Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe.

As regiões Sudeste e Nordeste são as que mais produzem lixo no Brasil. O Sudeste é o que dá melhor destinação aos resíduos. O Centro-Oeste, a pior destinação.

“Se compararmos os dados hoje disponibilizados no Brasil com a realidade de outros países, de outras cidades, mesmo que do mesmo porte, percebemos que o Brasil está bem distante de investir os volumes de recursos adequados ou necessários para avançar nessa questão”, avalia Carlos Silva Filho.

fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=18132

O #DESCARTE CORRETO DO #LIXO DEPENDE DE QUEM O PRODUZ

Ter atitude, pode ser uma tarefa muito difícil. Mas é a única solução para o descarte apropriado do lixo. A prefeitura é responsável? Com certeza! Mas todos temos parte nisso. O lixo é gerado dentro de casa, a obrigação de cada um é dar o destino correto ao eliminá-lo. Separar adequadamente é o primeiro passo, ter o conhecimento de que determinados materiais precisam de destino específico é o segundo.

No caso dos medicamentos, as substancias químicas podem contaminar a água e o solo, portanto, não podem ser descartados juntamente com o lixo comum e nem pelo vaso sanitário.
Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Bioquímicas Oswaldo Cruz comprova que apenas 2,7% têm alguma orientação sobre o assunto. 75,32% descartam em lixo comum e 6,34% descartam pelo vaso sanitário.
A dica é: levar os remédios para o setor de vigilância sanitária da sua cidade. Lá, o material recolhido é incinerado de maneira correta. Além disso, algumas farmácias recolhem os remédios e encaminham elas mesmas para a vigilância.
Bons Exemplos: Algumas cidades já acharam outras alternativas. Em Curitiba, existem postos de coleta de medicamentos nos terminais de ônibus. Já São Paulo recolhe os materiais na UBS (Unidades Básicas de Saúde). O grupo Pão de Açúcar também tem postos de coleta em suas filiais do país.
Remédios são jogados em avenida no Cristal

*por Letícia Mellos

Moradores encontraram uma grande quantidade de medicamentos que foram jogados fora, em frente a uma casa abandonada, na calçada de uma avenida no Bairro Cristal. Foram encontradas ampolas de injeção e comprimidos, todos vencidos, dentro de cinco sacolas pretas.

A denúncia de que estes materiais haviam sido descartados em plena via pública partiu de um motorista de transporte escolar. Ele se disse preocupado com a facilidade que as crianças tinham de acesso às sacolas, já que uma escola particular funciona próximo ao local de descarte.
Um dos medicamentos, utilizado para o tratamento de sequelas de acidentes vasculares e cerebrais, tinha prazo de validade para maio de 2003. De acordo com o DMLU, o material será retirado do local ainda hoje.

Os perigos do descarte de medicamentos
O descarte incorreto de medicamentos, além de causar danos ambientais, é também perigoso para a saúde humana. Neste caso o que chamou a atenção é que a quantidade de medicamentos era grande e foi jogada em um só lugar, mas todos os dias toneladas de medicamentos são colocados de forma inapropriada nos lixos. A farmacêutica industrial Clarissa Wolff Benso de Medeiros, especialista em gestão e tecnologia farmacêutica, lembra que somos nós mesmos, muitas vezes, os grandes responsáveis por esse descarte incorreto. “Acabamos guardando em uma caixa de sapato, em uma gaveta, no banheiro e, quando percebemos, já temos uma farmácia completa de medicamentos vencidos em casa”, explica. E, na hora de se desfazer deste material, muitas vezes não sabemos como fazê-lo.
A farmacêutica salienta ainda que um dos problemas mais comuns é a falta de orientação sobre como ele deve ser feito. Segundo ela, uma recente pesquisa realizada em São Paulo verificou que apenas 2,7% dos entrevistados já haviam recebido alguma orientação sobre descarte de medicamentos vencidos. “Também foi constatado que 75,32% descarta em lixo doméstico e 6,34% na pia e/ou sanitário”, salienta.
Enquanto os projetos de lei sobre o descarte adequado de medicamentos não são aprovados, o correto é procurar empresas que se responsabilizem por este serviço. “Podemos contar com algumas empresas (farmácias, de manipulação e drogarias) que possuem plano de gerenciamento de resíduos que serão recolhidos por uma empresa habilitada pelo órgão sanitário competente para inutiliza-los mediante incineração”, conclui.

* Letícia Mellos, Jornalista – Editora chefe do jornal Meu Bairro – A revista da zona sul de Porto Alegre
http://meubairropoa.com/

#CAMPANHA: CIDADE LIMPA

A campanha Limpa Brasil Let’s Do It! tem por princípio conscientizar os cidadãos sobre a destinação correta do lixo e organizar mutirões de limpeza em cidades brasileiras. O primeiro passo é atingir o interesse das pessoas e das organizações sobre como é possível modificar a realidade das cidades sobre o lixo apenas com a ação individual. Conquistar as instituições e o povo por meio de um objetivo comum: limpar as cidades e mudar a atitude da população.

Esta é a razão pela qual a Atitude Brasil, em parceira com a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e o programa Let’s do it World, trouxe a campanha para o Brasil. O sucesso da Estônia está percorrendo o mundo. São mais de 70 países que adotaram o movimento e querem ver suas cidades mais limpas.

Acesse o site: http://www.limpabrasil.com/site/sua-cidade/

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foto: 1º - Calgary, Canadá.
Como seria gratificante encontrar o Brasil entre estas 10 cidades mais limpas do mundo. No entanto o país não se encaixanem no ranking das 50.

(abaixo o publicado na portal da Revista EXAME)

AS 10 CIDADES MAIS LIMPAS DO MUNDO

Da qualidade do ar à conservação de ruas e praças, conheça os 10 centros menos poluídos segundo ranking da Mercer com 50 cidades publicado na CNBC; Brasil fica de fora

Autora: Vanessa Barbosa para revista EXAME

1º – Calgary, Canadá
Centro financeiro e comercial, onde estão localizadas as sedes das principais empresas petrolíferas do Canadá, Calgary ocupa a primeira posição desta lista.
Diante de uma rápida expansão econômica e populacional, a cidade reformulou seu sistema de saneamento nos últimos dois anos com o programa chamado “Too Good to Waste”, que visa diminuir a quantidade de resíduos enviados para aterros.
Esforços adicionais estão sendo feitos para reduzir os resíduos de construção civil e demolição, através do aumento da reciclagem de materiais (como madeira, asfalto, gesso, telhas e concreto), bem como incentivo financeiro e programas de educação ambiental.
2º – Honolulu, Havaí
Reduto escolhido pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para as férias de natal, a paradisíaca Honolulu é a segunda cidade mais limpa do mundo, segundo ranking da Mercer.
A capital do Havaí e principal porto das ilhas havaianas possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos EUA. E mais. Em Honolulu, a água é filtrada através de rochas vulcânicas, sendo conhecida por ser livre do gosto de cloro comum em abastecimentos de outras cidades.
3º – Ottawa, Canadá
Ottawa não é apenas a capital do Canadá, mas um dinâmico centro cosmopolita de cultura e inovação tecnológica, com uma inigualável qualidade de vida.
O sistema de transporte público é totalmente integrado, dispondo de uma eficiente malha de rotas de ônibus e um sistema de metrô de superfície. Muitas vias públicas estão dedicadas exclusivamente ao tráfego de ônibus, bicicletas e pedestres.
A sede do governo canadense conta ainda com uma qualidade da água notável. Em 2009, todas as fontes de água potável da cidade obtiveram classificação máxima.
4º – Helsinque, Finlândia
Capital da Finlândia e maior cidade do país, Helsinque leva em conta as condições e as oportunidades do ambiente natural em seu planejamento e incentiva a conservação da natureza, com ações de educação ambiental. Apesar das pressões por novas construções residenciais e comerciais, a cidade consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer.
Em seu site, Helsinque disponibiliza relatórios que apontam um redução das emissões de gases estufa por estações de energia, indústria e sistemas de aquecimento de residências, graças ao uso de tecnologias eficiente e combustíveis mais limpos, o que melhora o ar da cidade.
5º – Wellington, Nova Zelândia
Moderna e bem estruturada, Wellington ergue-se entre encostas de morros com vistas para a exuberante Baía de Port Nicholson, de águas tranparentes, apesar do grande volume de navios que ancoram por ali.
O Ministério de Meio Ambiente da Nova Zelândia atribui o bom ar local ao isolamento da cidade, baixa densidade populacional e à proximidade do mar. A poluição veicular também é controlada. Para se ter uma ideia, em 2009, as concentrações de monóxido de carbono foram em sua maioria classificadas como “excelente”, devido à melhoria das tecnologias automotivas.
6º – Mineápolis, EUA
A qualidade do ar em Mineápolis está entre as melhores dos Estados Unidos e do mundo quando comparada com a de outras grandes cidades.
O bom desempenho atmosférico foi conseguido graças a um monitoramento constante de poluentes ao longo dos anos.
A cidade também aposta na iluminação pública mais eficiente com a adoção de lâmpadas fluorescentes, que duram mais tempo que as convencionais e garantem uma economia de energia e dinheiro.
7º – Adelaide, Austrália
Adelaide pode ser considerada um exemplo de desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Localizada ao sul da Austrália, a cidade é sede de plantas industriais da General Motors Holden e Mitsubishi – praticamente metade dos carros produzidos na Austrália vêm de Adelaide -, além de fábricas de equipamentos hospitalares e componentes eletrônicos.
Parte da receita auferida com as intensas atividades industriais e comerciais é aplicada no desenvolvimento sustentável da cidade.
Segundo o estudo, a região tem se afastado da dependência de aterros sanitários como parte do seu Plano Estratégico 2007, e não mede esforços para reduzir a geração de resíduos e incentivar a reciclagem.
8º – Copenhague, Dinamarca
Copenhague tem sido repetidamente reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Não é por menos.
A capital da Dinamarca foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente entre idas e vindas de casa ao trabalho, da escola para o cinema, e em outros deslocamentos cotidianos.
Mas os sistema alternativo de transporte é apenas uma parte do planejamento urbano sustentável da cidade. Anfitriã de convenções internacionais, Copenhague é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas de seu porto limpas e seguras – tão seguras que é possível até nadar nelas.
9º – Kobe, Japão
Localizada junto a um dos maiores portos comerciais do mundo, a cidade japonesa de Kobe é conhecida pela beleza de seu meio-ambiente e pela variedade de entretenimento na área urbana da cidade, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko.
Quando o assunto é qualidade de vida, Kobe apresenta desempenho invejável, com elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%. Em termos de limpeza, a cidade se orgulha do seu sistema de drenagem de águas residuais, separadas de modo que as fortes chuvas não afetam o tratamento de resíduos.
Outro ponto a favor da atmosfera “clean” são os sistemas viários projetados para manter o tráfego em movimento constante, garantindo menor emissão de poluentes ocasionados por congestionamentos.
10º – Oslo, Noruega
Nada das tradicionais indústrias, avenidas congestionadas, barulho ou ar poluído. O que se vê na capital e maior cidade da Noruega é uma paisagem rodeada de colinas e florestas densas, repleta de lagos, parques naturais e casas coloridas.
Sem grandes fábricas em seu território (de apenas 454 quilômetros quadrados), Oslo garante aos seus moradores uma boa qualidade de ar, apesar dos veículos, e reduzidas emissões de gases efeito estufa.
Afim de seguir uma sólida estratégia de gestão de resíduos sólidos, os restos orgânicos produzidos no centro urbano são desviados para tratamento em uma unidade de biogás, sendo transformado em combustível para os ônibus locais. Além disso, o gás metano proveniente do aterro sanitário é coletado e convertido em eletricidade.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/as-10-cidades-mais-limpas-do-mundo?p=1#link