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Municipalismo em marcha

547511_408371029175524_1878938084_nComeçou no início da semana, em Brasília, a marcha anual dos prefeitos, até aqui sem resultados satisfatórios. O movimento tem levado ao centro do poder político as reivindicações de mais de 5 mil municípios, sobrecarregados de responsabilidades e esvaziados de recursos. Há muito tempo, eu vinha me manifestando pelo rádio e pela televisão sugerindo mais exigência e definição dos prefeitos, resignados com o comportamento voraz e autoritário da União.
A questão municipalista é bem conhecida, mas repetidamente restrita a debates muito tímidos. A vigente e sufocante centralização de recursos na União tem retirado a autonomia dos Estados e municípios, negando a construção de políticas públicas regionais, como a prestação dos serviços de saúde, educação e segurança adequados aos impostos que são pagos. Além disso, a maioria dos municípios já investe mais de 20% na área, alguns chegando a 32%, superando as determinações constitucionais.

É preciso trabalhar para inverter a pirâmide tributária, distribuindo mais recursos onde as responsabilidades estão concentradas, acabando com esta vigente matriz invertida, concentradora dos recursos em Brasília. É injusto que a União, quando resolve desonerar impostos, transfira o prejuízo aos municípios, como no IPI, minguando ainda mais a receita das cidades, sem a compensação no Fundo de Participação dos Municípios.

A centralização econômica é autoritária e antidemocrática. Põe os municípios à mercê da vontade política do centro do poder. Da distribuição de tratores e patrolas à inauguração de escolas, a maioria das obras e investimentos é do governo federal e o ganho político também. É o jogo. E os Estados e municípios nada podem sozinhos.

Neste ano eleitoral, a Marcha dos Prefeitos precisa mostrar sua força. O governo federal, cada vez mais rico e poderoso, e os municípios, cada vez mais pobres e subjugados. É preciso que o governo federal se sensibilize com esta situação injusta e estabeleça relação mais democrática. Precisamos de maior autonomia tributária e descentralização política, com o fim das imposições de cima para baixo. Que os prefeitos deixem de ser submissos. O municipalismo é uma das soluções para melhorar o Brasil.

LASIER MARTINS
Jornalista
http://www.lasiermartins.com.br

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Operação #tartaruga deixa transporte #público lento nesta quarta feira (15) na #capital

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Com passagens a R$ 2,80 o trabalhador ainda têm que enfrentar a greve de outros trabalhadores que trabalham muito e recebem pouco. Até onde vai a exploração do transporte público de POA?
Quem depende de ônibus para trabalhar enfrenta diáriamente um transporte ruim, com ônibus lotados e acreditem compartimentos que deveriam transportar cadeirantes que não funcionam.
O trânsito está cada vez mais caótico, com mais pessoas optando por se locomover com seus próprios veículos. Será que Porto Alegre têm estrutura para suportar grandes eventos mundiais quando mal consegue suportar o próprio crescimento urbano?

O transporte urbano de Porto Alegre entra mais uma vez em protesto por melhores salários através da operação tartaruga, já bastante conhecida na capital.

Na noite de ontem os rodoviários realizaram assembléia no ginásio tesourinha (av. Érico Verissimo – Cidade Baixa) para tratar sobre a questão. Os trabalhadores não aceitaram a proposta de reajuste salarial feita pelo Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa). A proposta das empresas era de reajuste salarial com base na inflação medida pelo INPC no período de 1 de fevereiro de 2013 até 31 de janeiro de 2014, cujo índice definitivo deverá ser publicado até meados do mês de fevereiro. A entidade patronal também propôs renovar as demais cláusulas da convenção coletiva vigente como vale-alimentação, passe livre gratuito, quinquênio e garantia da função de cobrador.

Em nota, o Seopa diz que a proposta é resultado de um “esforço das concessionárias para atender, ainda que parcialmente, às demandas dos seus trabalhadores”. “Em função do cenário de indefinições que envolvem a tarifa de ônibus da Capital, o Seopa considera estar sendo coerente com a realidade enfrentada, e diz ter agido com responsabilidade evitando prometer algo que não possa cumprir”, aponta o texto.

Conforme a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), a lentidão mais crítica era verificada, por volta das 9h, em locais como Túnel da Conceição, Osvaldo Aranha, Paulo Gama e no corredor da Farrapos.

Fonte: JC

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Deputado Schmidt irá entrar com recurso da #PEC da água na ALERGS

 Presidente da Assembleia recomenda recurso para o desarquivamento da PEC da Água

 por Ana Garske

Assessora de Imprensa

Deputado Luís Fernando Schmidt

Em reunião na manhã desta terça-feira (28) com deputados da bancada do Partido dos Trabalhadores e um conjunto de 40 entidades que defendem o controle público da água,  o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Postal (PMDB), admitiu a possibilidade de recurso junto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) visando ao desarquivamento da PEC 206/2011 e recomendou  o procedimento ao proponente da matéria, deputado Luís Fernando Schmidt (PT). “Faça o recurso, remeta à CCJ que, se os ritos forem cumpridos, não terei nada contra e problema algum em tocar para frente”, disse Postal, que recebeu um documento assinado pelas entidades formalizando o pedido.

A proposição teve seu arquivamento decretado por Postal após ter sido rejeitada pela Comissão de Segurança e Serviços Públicos, em 24 de maio. Antes disso, havia sido aprovada nas comissões de Constituição e Justiça e de Saúde e Meio Ambiente, esta última por unanimidade. Schmidt comemorou o resultado da reunião e a postura do presidente ao rever o que considera um equívoco jurídico extraordinário. “Estamos satisfeitos com a recomendação do presidente e tomaremos as medidas para o encaminhamento do recurso imediatamente. Queremos democraticamente votar esta PEC no plenário, apenas isso”, declarou.

A PEC da Água é importante principalmente para os pequenos municípios. Os problemas com relação ao acesso e tarifas não se refletem muito no perímetro urbano, que tem 98% da população com água em casa. O problema é para as pequenas cidades, que sofrem com a lógica de privatização da água.

O Sindiágua/RS, em conjunto com outros sindicatos signatários do documento que pede pelo desarquivamento da PEC da Água, expõe pontos importantes sobre os problemas enfrentados no interior do estado com relação às empresas de distribuição de água. “Devido às dificuldades de administração própria da água, as cidades menores ficam dependentes de empresas. Existe muita influência de empresas nacionais e internacionais nesse meio privado. Dentro dessa lógica, o município não tem como sobreviver”, afirma o presidente do órgão, Leandro Almeida.

Almeida é categórico: “A maioria absoluta estatal é o mínimo.” Ele refere-se à PEC da Água, que limita a participação do setor privado em até 49%, garantido ao Estado ou ao município o controle acionário e administrativo sobre os serviços de saneamento.

Além dos representantes das entidades, participaram da reunião os deputados Nelsinho Metalúrgico, Jéferson Fernandes e Valdeci Oliveira, da bancada do Partido dos Trabalhadores.

#POLÊMICA DO LIXO DE POA: PREFEITURA CONTRATA SEM LICITAÇÃO

Prefeitura de Porto Alegre faz um segundo contrato sem licitação pública para atender o lixo da capital

Em abril desse ano, o site Máfia do Lixo afirmou que a Prefeitura de Porto Alegre, governo do prefeito José Fortunati (PDT), iria assinar um contrato sem licitação pública com a empresa gaúcha TRANSPORTES R N FREITAS LTDA, que já é contratada pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) para realizar a coleta seletiva da capital gaúcha.

O leitor pode visitar o site Máfia do Lixo e ler a matéria que tem por título “Prefeitura de Porto Alegre faz mais um contrato sem licitação pública via DMLU”.

Nessa quinta-feira, 24 de maio de 2012, o Diário Oficial de Porto Alegre, em sua Edição No. 4267, publicou o EXTRATO DE CONTRATO EMERGENCIAL 3/2012, referente ao Processo Administrativo No.005.000910.12.0, que tem por contratante o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), da Prefeitura de Porto Alegre, e por contratada a empresa privada TRANSPORTES R N FREITAS LTDA, cujo objeto é a “prestação de serviços de coleta de resíduos recicláveis, no município de Porto Alegre”, pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da Ordem de Início de Serviço, com PREÇO de R$ 143.084,52 (cento e quarenta e três mil e oitenta e quatro reais e cinquenta e dois centavos), POR MÊS. Quem assina o EXTRATO DE CONTRATO EMERGENCIAL 3/2012 é o Diretor-Geral, em exercício, Carlos Vicente B. Gonçalves.

O coronel Carlos Vicente B. Gonçalves substitui o diretor-geral coronel Mário Monks, que está afastado da autarquia municipal, por motivos de saúde, conforme o Ato 014 de 31/01/2012, documento esse publicado no Diário Oficial de Porto Alegre, que informa o seu provável retorno para 30 de maio de 2012.

Somente com esse CONTRATO EMERGENCIAL 3/2012, sem licitação pública, a empresa TRANSPORTES R N FREITAS LTDA vai receber do DMLU de Porto Alegre o montante de R$ 858.507,12 (oitocentos e cinquenta e oito mil e quinhentos e sete reais e doze centavos).

Em pleno ano eleitoral, o DMLU de Porto Alegre assina assim o seu segundo contrato sem concorrência pública. A autarquia está em vistas de assinar de imediato um terceiro instrumento sem licitação pública.

O primeiro contrato sem licitação pública na área do lixo, assinado durante a gestão do prefeito Fortunati a frente da Prefeitura de Porto Alegre, ocorreu em 14 de dezembro de 2011.

O ato administrativo ocorreu quando o DMLU escolheu a empresa Revita Engenharia Ambiental S/A, do grupo Solví, para operar a coleta de lixo domiciliar, pelo sistema tradicional, via caminhões coletores com compactadores de resíduos, e uma equipe formada por um motorista e três garis, em cada veículo.

Recentemente a empresa Revita foi notificada pelo DMLU por descumprimento do contrato emergencial.

Ruas inteiras de um bairro na capital gaúcha não tiveram a coleta de lixo domiciliar. A empresa Revita Ambiental deixou de fazer a coleta de lixo noturna por “problemas de pessoal” (faltas de garis). O lixo somente foi coletado no dia seguinte.

A empresa argumentou “que o acúmulo de lixo (segunda e terça são os dias mais pesados) nas ruas de Porto Alegre e as dificuldades crescentes com o trânsito de veículos estão deixando os garis extenuados e que no dia seguinte eles faltam ao serviço”.

Ora, é inacreditável que tenha a empresa privada formulado uma resposta dessas para justificar o descumprimento de contrato, instrumento esse desconhecido do contribuinte da taxa do lixo de Porto Alegre e que origina um custo mensal para os cofres públicos em algo perto de R$ 1.800.000,00.

Essas explicações públicas, de falta de garis, já vêm ocorrendo desde a época da empresa Qualix Ambiental (depois mudou o nome para Sustentare) que teve seu contrato rescindido em dezembro do ano passado.

Cabe lembrar, que as sucessivas ocorrências de faltas de coleta de lixo domiciliar em ruas e avenidas de Porto Alegre, contribuíram para que o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul recomendasse ao DMLU a rescisão do contrato da Qualix-Sustentare firmado em 2007.

Fonte: http://www.mafiadolixo.com/categoria/denuncias/

Grupo de facebook retrata a realidade das ruas da capital

Fotos: facebook grupo FLAGRE O LIXO DA SUA CIDADE

Blog do Onyx

Gasolina a R$ 1,59 faz motoristas formarem fila na Capital

Ação tenta mostrar ao consumidor a alta carga tributária paga pelos brasileiros

Em busca de gasolina mais barata, cerca de 30 motoristas entraram na fila na manhã desta sexta-feira para abastecer. Com o combustível vendido a R$ 1,59 o litro, descontados 45% em tributos, percentual calculado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). O preço da gasolina com os impostos é de cerca de R$ 2,89.

A ação do Dia da Liberdade de Impostos organizada, em Porto Alegre, pela Instituto Liberdade (IL) e pela Associação da Classe Média (ACLAME), com o apoio do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), da Organização Ordem Livre e da CDL, tem como objetivo chamar a atenção da população para a alta carga tributária que incide em todos os produtos que consumimos.

Mesmo antes do início do abastecimento, às 10h da manhã, motoristas já formava fila…

Ver o post original 97 mais palavras

DESTINO DO #LIXO: PROBLEMA QUE CRESCE MAIS QUE AS SOLUÇÕES NO #BRASIL

Pesquisa aponta 1% no aumento de municípios com coleta seletiva de 2010 até 2011
Considerando que 40% da coleta seletiva no país é feita nas regiões sul e sudeste e apenas 10% nas demais regiões, o aumento na geração de lixo em São Paulo ainda é um dos menores problemas. Por outro lado, o menor dos problemas é um problema gigantesco e absurdamente mal resolvido. As políticas públicas de destinação de lixo ainda são retrógradas para o desenvolvimento do país.
O avanço da destinação de resíduos no Brasil foi de 9,7% em 8 anos (de 2000 a 2008). O problema a ser superado, como trata o texto ao lado, deverá levar mais de 80 anos se o avanço continuar neste ritmo.
Podemos ver diáriamente na novela da tv Globo “Avenida Brasil” como é a vida nos lixões (apesar de que a realidade não é tão bonita quanto a novela). Milhares de pessoas vivem do lixo, e isso não é trabalho escravo na visão do governo.
Inumeros são os problemas causados pela destinação incorreta do lixo, como é o caso da dengue, em que milhares de reais são gastos por ano em campanhas publicitárias de combate ao mosquito, enquanto milhões de larvas estão se criando em lixões e esgotos a céu aberto.
Quem sabe daqui a 80 anos todos estes problemas serão sanados…

60% dos municípios brasileiros não dão destino adequado aos resíduos sólidos

O Brasil avançou pouco no que se refere à gestão dos resíduos sólidos urbanos em 2011. Esta é uma das conclusões da nova edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, estudo da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais apresentado nesta semana, em São Paulo. A destinação final ainda aparece como o principal problema a ser superado.

De acordo com a publicação, no ano passado, 3.371 municípios brasileiros, 60,5% do total, deram destino inadequado a mais de 74 mil toneladas de resíduos por dia, que seguiram para lixões e aterros controlados, sem a devida proteção ambiental. “Com a quantidade de resíduos que tiveram destino inadequado no País seria possível encher 56 piscinas olímpicas em cada dia do ano. Outras 6,4 milhões de toneladas sequer foram coletadas, o que equivale a 45 estádios do Maracanã repletos de lixo. Os dados mostram que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) ainda não começou a produzir efeitos e resultados concretos nos vários sistemas e nem no cenário atualmente implementado”, comenta o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho.

Segundo o estudo, quase 62 milhões de toneladas de resíduos sólidos foram geradas em 2011, 1,8% a mais que em 2010, percentual duas vezes maior que a taxa de crescimento da população no mesmo período. “Esse dado é importante, pois revela que o volume de geração cresceu em uma proporção menor do que nos anos anteriores, mas continua numa curva ascendente”, observa Silva Filho. A edição anterior do Panorama apontou um aumento de 6,8% na geração.

“Das 55,5 milhões de toneladas de resíduos coletadas em 2011, 58,1% foram dispostos em aterros sanitários”, acrescenta Silva Filho, ao destacar que o índice evoluiu apenas 0,5% em relação a 2010. A geração per capita média do País foi de 381,6 kg por ano, valor 0,8% superior ao do ano anterior.

Outro dado da publicação diz respeito aos recursos aplicados pelos municípios para custear os serviços de limpeza urbana. Em 2011, a média mensal por habitante foi de R$ 10,37, o que equivale a um aumento de 4% se comparado a 2010. “É ainda um valor muito inferior ao mínimo necessário para garantir a universalização dos serviços, tendo em vista uma gestão baseada na hierarquia dos resíduos, conforme preconiza a PNRS”, alerta o diretor da associação.

Dos 5.565 municípios brasileiros, 58,6% afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva, o que significa um aumento de 1% em relação a 2010.

Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

#PRESIDENTE DILMA É VAIADA PELOS PREFEITOS

CLIQUE AQUI E VEJA OS PREFEITOS VAIANDO A PRESIDENTE DILMA HOJE EM BRASÍLIA.

A responsabilidade fiscal gera uma grande pressão sobre os prefeitos. O único lado negativo é que essa pressão se aplica somente aos prefeitos que recebem uma pequena parcela do FPM (Fundo de Participaçãos dos Municípios), pagam mais do que poderiam para a saúde e o magistério, imploram por emendas parlamentares para a realização de obras nos municípios, enquanto dos governos estaduais e federal pouco se sabe sobre prestações de contas.
A vaia dos prefeitos para a presidente hoje, muito tem a ver com a insatisfação dos gestores públicos municipais com a atual gestão do governo federal. Muitas são as cobranças e pequeno é o retorno dos impostos dos contribuintes para que possam investir e cumprir com suas responsabilidades legais.

Prefeitos estão em Brasília para discussão da crise fiscal

Cerca de 5 mil pessoas particpam hoje em Brasília para o início da XV edição da marcha dos prefeitos.
Durante a participação da presidente Dilma Rousseff na abertura oficial, prefeitos vaiaram seu discurso.

Na tarde de ontem, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, apresentou uma prévia das principais pautas em debate até a próxima quinta-feira e não poupou críticas ao governo federal pela “crise fiscal das prefeituras”.

Na ocasião, Ziulkoski afirmou que, caso a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) seja cumprida à risca, mais da metade dos 5.253 prefeitos do País, cerca de 3 mil, terá as contas contestadas e pode até mesmo se tornar inelegível nos próximos dois anos. O motivo, segundo ele, é a crise fiscal instaurada pelo aumento das atribuições e o baixo crescimento das receitas.

O assunto não é novidade, mas a entidade projeta cenários ainda piores no último ano de mandato de uma parcela significativa dos gestores municipais. Mais de 1,4 mil cidades brasileiras devem chegar ao dia 31 de dezembro com os saldos de 61 mil obras empenhadas, em 32 ministérios, sem ressarcimento integral.

De acordo com o levantamento divulgado pela CNM, o rombo do reajuste dos salários mínimos, do piso nacional do magistério e dos restos a pagar devidos pela União, além dos programas federais subfinanciados e a dívida previdenciária, gera um impacto negativo calculado em R$ 61,9 bilhões nos cofres municipais. Por outro lado, o acréscimo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) foi de apenas R$ 8,2 bilhões em 2012.

“Temos várias situações que levam a um estrangulamento financeiro. A metade dos prefeitos irá transgredir as leis de responsabilidade fiscal. Isso nos preocupa muito, pois há uma diferença entre aqueles que cometeram algum tipo de dolo e os que vão ser punidos em consequência do que o governo federal e o Congresso Nacional vêm praticando”, contesta.

Ziulkoski ainda destaca que os municípios dispõem de apenas 15% do montante arrecadado em tributos, enquanto mais de 60% são destinados à União. Mesmo assim, as prefeituras são responsáveis por boa parte dos investimentos em saúde, educação, segurança e saneamento.

Segundo o dirigente municipalista, um relatório que detalha a situação deve ser entregue à presidente Dilma Rousseff e a busca por uma solução para a falta de repasses federais será o ponto central da marcha dos prefeitos neste ano.
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=93420

IJUÍ QUE FOI EXEMPLO NO COMBATE À #DENGUE, VOLTA A ENFRENTAR A EPIDEMIA

Ijuí volta a registrar caso de dengue, o município que no ano passado deu exemplo no combate ao mosquito da dengue contabilizando apenas 02 casos da doença o que foi uma grande vitória por que em 2010 registrou 2.958 casos.
A diminuição da incidência de casos de dengue no município se deu em decorrência de uma batalha constante. No dia 18 de novembro de 2011 a Secretaria Estadual de Saúde do Estado do RS premiou o município em reconhecimento ao trabalho investido e pelo êxito no controle da dengue, o prêmio foi de R$ 50 mil. Segundo o Secretário municipal de saúde Claudiomiro Pezzotto “foram realizadas mais de 93 mil visitas domiciliares, pelos agentes comunitários da dengue do município, além de inúmeras atividades de recolhimento de entulhos e campanhas na imprensa local” afirmou. Ijuí criou o Comitê Municipal de Combate a Dengue acrescentou o secretário, “uma equipe está trabalhando especificamente em ações de prevenção e combate à epidemia” finalizou.
Apesar do percentual investido pelo Estado para a saúde dos municípios ainda ser muito baixo e insuficiente, os municípios estão tomando iniciativas, em ijuí uma nova política foi criada para o recolhimento de pneus, grandes responsáveis pelo acúmulo de água, com base em uma nova lei municipal, elaborada especificamente para essa função, o município fica responsável pelo recolhimento e armazenamento de pneus, após, o material é recolhido pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) que por sua vez, se responsabiliza pelos custos do recolhimento e envia para o destino final que é a confecção de produtos como tapetes e solados.
Imagem: http://cicerolajes.blogspot.com.br/2012_01_01_archive.html

Confirmado caso importado de dengue em Ijuí

Na manhã desta terça-feira, 8, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) confirmou um caso de dengue em Ijuí. Trata-se de um morador do Centro que passa por um quadro de dengue importada, ou seja, o vírus não foi contraído no município, e sim em uma cidade em que existe a circulação viral.
De acordo com a secretária da Saúde, Alexandra Lentz, assim que foi notificado o caso com sintomas característicos ao de dengue, há cerca de uma semana, os Agentes de Controle de Endemias realizaram uma Pesquisa Vetorial Especial (para analisar a existência de larvas), e posterior aplicação de larvicida, além de inseticida, para eliminar o mosquito. A medida foi realiza em um espaço que envolveu aproximadamente seis quarteirões ao redor da casa do paciente. “Foram tomadas as providências necessárias”, afirma.
Ações de controle – Por meio da Vigilância Ambiental são realizadas ações permanentes de controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Entre as atividades estão mutirões de limpeza e de conscientização da população, que envolve também a participação de entidades e instituições do município e pessoas da comunidade, aplicação de inseticida, bem como campanhas na imprensa.
No sábado, 5, acorreu novo mutirão de prevenção à dengue. Aproximadamente 120 pessoas se mobilizaram para a ação, entre eles Agentes Comunitários de Saúde, Agentes de Controle de Endemias, do Hospital de Caridade de Ijuí e do 27º GAC. A atividade foi desenvolvida junto aos locais onde estava sendo realizada a vacinação contra a Influeza, e em outros pontos de grande circulação de pessoas, como mercados. Na oportunidade foi entregue material informativo e feita orientação sobre o combate ao mosquito.
O que fazer para evitar – Para combater o mosquito é necessária a sensibilização da comunidade. Todo cidadão pode fazer sua parte eliminando matérias que podem se tornar criadouros do mosquito, como latas, garrafas, plástico, garrafas PET, potes de flores, pneus, vidros, embalagens descartáveis e potes plásticos, entre outros que possam acumular água.
Fonte: http://www.ijui.rs.gov.br/noticia/index/19440

PRÓXIMO AO ACONTECIMENTO DE DOIS GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS MUNDIAIS O #BRASIL AINDA NÃO TEM SOLUÇÕES

Solução simples, fácil e barata

Em Los Angeles, linhas de ônibus são interconectadas com o metrô. Isso facilita muito a vida de quem mora longe. A mobilidade urbana precisa de ideias como estas e o Brasil precisa melhorar o panorama da mobilidade urbana. Dois grandes eventos mundiais estão prestes a  acontecer no Brasil, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016,  durante estes dois acontecimentos, todos os olhares do planeta estarão voltados para o Brasil. A vitrine do país irá depender dos bons exemplos que existem aqui, ou os maus exemplos serão vitrine.  É por esse motivo que as ações  para promover melhorias melhorias se tornam cada vez mais urgentes. Esse tipo de acontecimento atrai espectadores de todo o mundo e aumenta ainda mais o número de pessoas na zona urbana o que, para um sistema de tráfego despreparado, pode acarretar em um grande colapso.

Imagens: http://www.flickriver.com/photos/raymondyue/sets/72157625083176648/ http://www.greenforwardblog.com/2011/02/la-bus-story.html