Arquivo da categoria: saúde

Hospital totalmente equipado há 12 anos nunca foi inaugurado em Barra do Ribeiro

11639603Frente Parlamentar quer que hospital atenda pacientes da Região

Barra do Ribeiro, localizada há cerca de 80 km de Porto Alegre, abriga um hospital com 50 leitos, ambiente climatizado, gerador de energia, sala cirúrgica, laboratório de análises clínicas, maternidade, raio X e diversos outros equipamentos que poderiam permitir o atendimento do município de 23 mil habitantes e região.

Presidente da Frente Parlamentar Pró-abertura do Hospital de Barra do Ribeiro no Legislativo gaúcho, o deputado Jurandir Maciel busca a viabilização da abertura e uso efetivo da instituição, que há 12 anos permanece fechada. Segundo o parlamentar o Hospital de Bara do Ribeiro vêm de encontro com a necessidade que o Estado possui em descentralizar a saúde de Porto Alegre para o interior, diminuindo o enorme tráfego de ambulâncias pelas estradas. Maciel enfatiza que “Está mais do que na hora de começarmos a pensar em saúde para as pessoas”.

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#Saúde: Interior do Estado precisa de mais investimentos

ambulancioterapia“Ambulancioterapia” é o termo que serve para descrever o método adotado pelas prefeituras do interior do Estado que mandam pacientes para tratamentos especializados em Porto Alegre (POA)

A falta de investimentos na saúde nos municípios do interior faz com que as prefeituras busquem, cada vez mais, atendimento na capital. Desta forma as filas dos hospitais em Porto Alegre aumentam a cada dia.

Para 2013, o Governo do estado anunciou que 12% do orçamento será destinado para a saúde. O que está faltando é maior investimento na implantação de melhores sistemas de saúde no interior do estado em macrorregiões. Isso evitará o deslocamento de pacientes por dezenas e centenas de quilômetros até Porto Alegre. Este movimento envolve uma série de outros problemas como os frequentes acidentes nas estradas envolvendo ambulâncias, morte de pacientes durante o tempo de transporte, investimentos nestas conduções e tantos outros casos como é o caso das superlotações dos hospitais da capital e baixa qualidade nos atendimentos.

Jurandir Maciel

Ato de instalação de Comissões para legislatura 2013 na Assembléia Legislativa/RS

O deputado gaúcho, Jurandir Maciel (PTB/RS), conhecido como o deputado da Saúde na Assembléia Legislativa vem lutando para a implantação de um novo Plano Estadual de Saúde que irá contemplar os municípios descentralizando os atendimentos da capital. Na tarde de ontem (14/02) foram definidos os nomes titulares das comissões que irão atuar em cada área na legislação de 2013. Jurandir Maciel foi titulado como membro da Comissão de Saúde, que segundo o parlamentar “será o viés para a concretização de seus planos para melhoria do atendimento da saúde”.

 

#ESGOTOS A CÉU ABERTO ALCANÇAM 44,5% DAS RESIDÊNCIAS DAS MAIORES #CIDADES DO BRASIL

Belém encabeça ranking de esgoto a céu aberto das grandes cidades
Dados do IBGE se referem a características do entorno dos domicílios.
Cerca de 44,5% das casas estão expostas ao problema, segundo estudo.

Esgoto a céu aberto está presente em cerca de 44,5% do entorno dos domicílios de Belém, segundo IBGE (Foto: Ingrid Bico/G1 PA)
O índice médio de coleta de esgoto nas 81 maiores cidades do Brasil é de 57% do que é produzido pela população.
Apenas 44,5% da população brasileira está conectada a uma rede de esgotos. Do esgoto coletado, somente cerca de 37,9% é tratado (Fonte: SNIS 2009 – Ministério das Cidades).
Cada R$ 1 investido em saneamento gera economia de R$ 4 na área de saúde (Fonte: Organização Mundial da Saúde, 2004).
O Brasil é o 9º colocado no ranking mundial “da vergonha” com 13 milhões de habitantes sem acesso a banheiro (Fonte: Estudo Progress on Sanitation and Drinking Water – OMS/UNICEF, 2010).

Belém encabeça o ranking de municípios com maior percentual de esgoto a céu aberto entre 15 cidades com mais de 1 milhão de habitantes, de acordo com estudo divulgado nesta sexta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo foi realizado em 96,9% dos domicílios urbanos durante a pré-coleta do Censo 2010, com o objetivo de conhecer a infraestrutura urbana brasileira.

Segundo o IBGE, 44,5% dos domicílios de Belém possuem algum ponto de esgoto a céu aberto em local próximo. Os dados também mostram que a capital paraense é a cidade, entre as 15 citadas, com mais lixo acumulado em vias públicas: 10,4% dos domicílios apresentam o problema ao seu redor.

O percentual encontrado em Belém está bem acima do total do país. De acordo com o estudo, o esgoto a céu aberto é um problema encontrado em 11% do entorno dos municípios brasileiros, e 5% das vias públicas tem áreas de depósito de lixo. A região Norte é a que mais sofre com o problema do esgoto a céu aberto, encontrado em 32,2% das vias públicas, enquanto o acúmulo de lixo atinge 7,8%.

fonte: http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2012/05/belem-encabeca-ranking-de-esgoto-ceu-aberto-das-grandes-cidades.html

#RANKING DO SANEAMENTO: QUAIS SÃO AS MELHORES E PIORES CIDADES DO #BRASIL

FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO É CAUSA DE DOENÇAS
A coleta de dados de mais uma pesquisa comprova novamente que o Brasil está ficando para traz no desenvolvimento. O saneamento básico é peça chave no que tange o crescimento de um país. Segundo o Instituto de pesquisas Trata Brasil o país cresceu apenas 3 pontos percentuais em 9 anos (de 2000 até 2008) em coleta de esgoto, subindo de 52% para 55%.
Em todo território nacional há 5.565 municípios, destes, 2.495 não possuem nenhum tipo de rede coletora de esgoto, quase 45% do total. Somente 29% dos municípios brasileiros (1.587 cidades) têm algum sistema de tratamento de esgoto instalado.
Junto com resíduos agrotóxicos e destinação inadequada do lixo, o não tratamento do esgoto sanitário responde por 72% das incidências de poluição e contaminação das águas de mananciais, 60% dos poços rasos e 54% dos poços profundos. E atualmente 30,5% dos municípios lançam o esgoto não tratado em rios, lagos ou lagoas e utilizam as águas destes mesmos escoadouros para outros fins.
Enquanto não são tomadas medidas rápidas para melhorar o saneamento no Brasil, o mosquito do aedes aegypti encontra seus criadouros se prolifera, causando mais epidemias que custam milhares de reais aos cofres públicos.
Outras doenças são registradas devido a incidência da falta de saneamento. O estudo “Esgotamento Sanitário Inadequado e Impactos na Saúde da População”, desenvolvido pelo Instituto Trata Brasil, revela que as diarréias respondem por mais de 50% das doenças relacionadas ao saneamento básico inadequado, sendo responsáveis também por mais da metade dos gastos com esse tipo de enfermidade.
90% das cidades afirmaram não ter, hoje, como controlar as águas das chuvas.

Melhores X Piores cidades no ranking do Saneamento

Ranking do saneamento revela lentidão nos avanços do atendimento voltado à água e esgotos. O estudo feito pelo Instituto Trata Brasil avaliou os serviços nas 81 maiores cidades do País, e mostra o que ocorre com esgoto gerado por mais de 72 milhões de brasileiros.

O título das 10 piores cidades acima de 300 mil habitantes ficou com:
1ª Nova Iguaçu (RJ): população: 855 mil habitantes e sem coleta de esgoto;
2ª Belém (PA): com 1,4 milhão de habitantes e 6% de atendimento com serviço de esgoto;
3ª Canoas (RS): abastece com água 94% da população de cerca de 329 mil habitantes e atende apenas 13% com coleta de esgoto;
4ª Rio Branco (AC): com 301 mil habitantes e com tratamento de esgoto de apenas 3%;
5ª Jaboatão do Guararapes (PE): com apenas 8% de atendimento de esgoto a uma população de 678 mil pessoas;
6ª Ananindeua (PA): com 495 mil habitantes e nenhum tratamento de esgoto;
7ª São João do Meriti (RJ): com 0% de cobertura de esgoto e uma população de 468 mil pessoas;
8ª Belford Roxo (RJ): com mais de 495 mil habitantes e 1% de atendimento com serviço de esgoto;
9ª Duque de Caxias (RJ): população de 864 mil habitantes sem tratamento de esgoto;
10ª Porto Velho (RO): com 0% de esgoto tratado para uma população de 379 mil habitantes, que ocupam a última posição.

Por outro lado o ranking mostra ainda que, no conjunto dos indicadores avaliados, estão entre as melhores cidades do País:
1ª Santos (SP): primeiro colocado, com operação estadual;
2ª Uberlândia (MG): com operação municipal;
3ª Franca (SP): com operação estadual;
4ª Jundiaí (SP): com operação municipal em parceria com o setor privado;
5ª Curitiba (PR): com operação estadual;
6ª Ribeirão Preto(SP): com operação municipal em parceria com o setor privado;
7ª Maringá (PR): com operação estadual;
8ª Sorocaba (SP): com operação municipal;
9ª Niterói (RJ): operação privada
10ª Londrina (PR): com operação estadual na prestação dos serviços.

Atendimento ao esgoto:
O índice médio de coleta de esgoto nas 81 maiores cidades do Brasil é de 57% do que é produzido pela população, conforme a pesquisa do Instituto Trata Brasil.  Das cidades pesquisadas, 28 informaram ter índice de coleta de esgoto superior a 80% da população, sendo que, deste total, 3 informaram ter 100% de coleta: Belo Horizonte, Porto Alegre e Montes Claros.
Por outro lado, 53 cidades apresentaram índices de coleta inferiores a 80%.  No que se refere ao tratamento, o índice selecionado pelo Trata Brasil informa o volume médio de esgoto tratado em função da água consumida e nas cidades classificadas, a média ficou em 39%.  16 cidades informaram ter índices superiores a 70% e 44 municípios informaram ter índice de tratamento abaixo do percentual médio de 39%, incluindo as capitais Rio Branco, Aracaju, Natal, Cuiabá, Porto Alegre, São Luís, Teresina, Macapá e Belém.

Fonte: http://www.tratabrasil.org.br/

IJUÍ QUE FOI EXEMPLO NO COMBATE À #DENGUE, VOLTA A ENFRENTAR A EPIDEMIA

Ijuí volta a registrar caso de dengue, o município que no ano passado deu exemplo no combate ao mosquito da dengue contabilizando apenas 02 casos da doença o que foi uma grande vitória por que em 2010 registrou 2.958 casos.
A diminuição da incidência de casos de dengue no município se deu em decorrência de uma batalha constante. No dia 18 de novembro de 2011 a Secretaria Estadual de Saúde do Estado do RS premiou o município em reconhecimento ao trabalho investido e pelo êxito no controle da dengue, o prêmio foi de R$ 50 mil. Segundo o Secretário municipal de saúde Claudiomiro Pezzotto “foram realizadas mais de 93 mil visitas domiciliares, pelos agentes comunitários da dengue do município, além de inúmeras atividades de recolhimento de entulhos e campanhas na imprensa local” afirmou. Ijuí criou o Comitê Municipal de Combate a Dengue acrescentou o secretário, “uma equipe está trabalhando especificamente em ações de prevenção e combate à epidemia” finalizou.
Apesar do percentual investido pelo Estado para a saúde dos municípios ainda ser muito baixo e insuficiente, os municípios estão tomando iniciativas, em ijuí uma nova política foi criada para o recolhimento de pneus, grandes responsáveis pelo acúmulo de água, com base em uma nova lei municipal, elaborada especificamente para essa função, o município fica responsável pelo recolhimento e armazenamento de pneus, após, o material é recolhido pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) que por sua vez, se responsabiliza pelos custos do recolhimento e envia para o destino final que é a confecção de produtos como tapetes e solados.
Imagem: http://cicerolajes.blogspot.com.br/2012_01_01_archive.html

Confirmado caso importado de dengue em Ijuí

Na manhã desta terça-feira, 8, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) confirmou um caso de dengue em Ijuí. Trata-se de um morador do Centro que passa por um quadro de dengue importada, ou seja, o vírus não foi contraído no município, e sim em uma cidade em que existe a circulação viral.
De acordo com a secretária da Saúde, Alexandra Lentz, assim que foi notificado o caso com sintomas característicos ao de dengue, há cerca de uma semana, os Agentes de Controle de Endemias realizaram uma Pesquisa Vetorial Especial (para analisar a existência de larvas), e posterior aplicação de larvicida, além de inseticida, para eliminar o mosquito. A medida foi realiza em um espaço que envolveu aproximadamente seis quarteirões ao redor da casa do paciente. “Foram tomadas as providências necessárias”, afirma.
Ações de controle – Por meio da Vigilância Ambiental são realizadas ações permanentes de controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Entre as atividades estão mutirões de limpeza e de conscientização da população, que envolve também a participação de entidades e instituições do município e pessoas da comunidade, aplicação de inseticida, bem como campanhas na imprensa.
No sábado, 5, acorreu novo mutirão de prevenção à dengue. Aproximadamente 120 pessoas se mobilizaram para a ação, entre eles Agentes Comunitários de Saúde, Agentes de Controle de Endemias, do Hospital de Caridade de Ijuí e do 27º GAC. A atividade foi desenvolvida junto aos locais onde estava sendo realizada a vacinação contra a Influeza, e em outros pontos de grande circulação de pessoas, como mercados. Na oportunidade foi entregue material informativo e feita orientação sobre o combate ao mosquito.
O que fazer para evitar – Para combater o mosquito é necessária a sensibilização da comunidade. Todo cidadão pode fazer sua parte eliminando matérias que podem se tornar criadouros do mosquito, como latas, garrafas, plástico, garrafas PET, potes de flores, pneus, vidros, embalagens descartáveis e potes plásticos, entre outros que possam acumular água.
Fonte: http://www.ijui.rs.gov.br/noticia/index/19440

CACHOEIRINHA RS: MUTIRÃO RECOLHEU 29 TONELADAS DE LIXO NO ARROIO PASSARINHO

foto: F. Planella - Jornal Diário de Cachoeirinha
É numerosa a lista de desafios para termos um planeta realmente sustentável, o primeiro deles é eliminar de forma correta o que consumimos. A educação de cada cidadão está diretamente ligada a essas atitudes.
A degradação constante do meio ambiente está ocasionando uma exaustão dos recursos naturais. Conforme o consumismo aumenta, aumenta com ele a produção de resíduos e os programas e campanhas educacionais em relação a este tema continuam estagnados.

* por Diléa Fronza – Jornalista

Trinta toneladas em mil metros
Projeto Aguapé realizou mutirão de limpeza do Arroio Passinhos na manhã de quinta-feira e retirou 29 toneladas de lixo do local.
Em maio, o projeto encerra suas atividades com a presença do coordenador inglês.

Na manhã desta quinta-feira, 26, o Projeto Aguapé realizou um mutirão de limpeza do Arroio Passinhos. A atividade contou com o apoio das secretarias de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Cachoeirinha e também de Alvorada e dos Anjos do Asfalto. O mutirão ocorreu na Avenida Capitão Garibaldi. Nos cerca de mil metros onde foi realizada a limpeza, 29 toneladas de material foram recolhidas.
– A sujeira é variada: material de construção, roupas, vasos sanitários, bicho morto e os tradicionais sofás – conta Sílvio José Ouriques, coordenador do Projeto Aguapé.
Foram três caminhões que saíram carregados do local. A comunidade ribeirinha, infelizmente, não se mobilizou com a campanha.
– Há aproximadamente três semanas, nos reunimos com os moradores que vivem nas proximidades do Arroio Passinhos e pedimos para que, pelo menos, um representante de cada família nos ajudasse. A ajuda não seria em vão. Além de limparem o local onde vivem, eles receberiam pelo apoio que nos deram uma cesta básica por família. Iremos embora levando todas as cestas que trouxemos – lamenta o coo ordenador.
Mesmo assim, com o esforço dos voluntários, que iniciaram o trabalho por volta das 9 horas da manhã e encerraram perto do meio dia, muita sujeira foi retirada.
– A gente espera, sinceramente, poder passar por aqui nos próximos dias e não ver que o arroio lotado de lixo novamente.

ÚLTIMOS PASSOS – O mutirão de limpeza do Passinhos foi uma das últimas atividades do Rotary Club à frente do Projeto Aguapé.
– Nosso projeto começou a surgir em 2006 quando fizemos as primeiras reuniões. Foi estabelecida uma parceria com o Rotary da Inglaterra que deu o apoio financeiro. Em maio de 2009 ele começou oficialmente. O projeto previa que o Aguapé teria duração de três anos e agora estamos em fase de encerramento – explica Sílvio.
Mas isso não significa o fim das ações.
– As prefeituras de Alvorada, Cachoeirinha e Gravataí têm agora os instrumentos para seguirem com as ações. O projeto deixou dois contêineres para recolhimento de entulhos em cada cidade além das patrulhas e de toda a infraestrutura e educação ambiental que o Aguapé proporcionou aos municípios. Agora basta que as prefeituras prossigam com as atividades. Eles sempre terão o nosso apoio – acrescenta.
No dia 31 de maio será realizada a última ação do Projeto Aguapé. O coordenador inglês do projeto, Dennis Meadus, virá para o Brasil e participará da Conferência do Distrito 4670, na Unisinos, onde será apresentado o relatório final do projeto.

Escolas se envolverão em atividades

Como parte dos últimos projetos do Aguapé, começa na próxima semana a distribuição de kits esportivos para dez escolas de cada município participante. Este kit contém 12 coletes esportivos, bola de vôlei e de futebol de salão.
– As escolas premiadas, são aquelas que mais se envolveram no projeto ao longo dos anos. Em Cachoeirinha, a entrega acontecerá no dia 8 de maio, às 15 horas, na Escola Carlos Wilkens.
CONCURSO – Para finalizar a participação das escolas no projeto, serão distribuídos os gibis dos Aguapowers nas 66 escolas dos três municípios. Junto delas, vai o regulamento para as crianças participarem do Concurso Cultural do Projeto Aguapé.
– Neste ano serão premiados a melhor redação que tem como tema o Rio Gravataí e o melhor desenho que pode ser sobre o rio ou então sobre os Aguapowers – explica Sílvio.
Os primeiros lugares de cada município receberão um tablet. A novidade deste ano é que haverá premiação para os professores participantes.
– O professor que tiver o maior número de alunos participando dos concursos em cada município também receberá um tablet. Serão quatro trablets por município.
A premiação será entregue no dia 15 de junho no CTG Aldeia dos Anjos de Gravataí, quando acontecerá o grande jantar de encerramento do Projeto Aguapé.

*Diléa Fronza – Repórter do Jornal Diário de Cachoeirinha – Fone: 3041-2301 Ramal 31

DEPUTADO CLASSMANN DECLARA: “SOU FERRENHO DEFENSOR DO MUNICIPALISMO”

O Municipalismo vem cada vez mais somando forças em torno de um debate que é o fundamento da democracia. È nas cidades que inicia toda a formação social, onde as comunidades estão mais próximas de seus representantes políticos. A própria constituição Federal de 1988 assegura que todo município brasileiro é ente federado.  O municipalismo é hoje uma nova forma de administrar de discutir os interesses sociais.

Para o Deputado Estadual (RS) Aloísio Classmann o municipalismo é de fundamental importância para o desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul: “Sou ferrenho defensor do municipalismo, ele é a ferramenta mais importante que a sociedade têm e que a liga diretamente com seus governantes. Já presidi a comissão de assuntos municipais, conseguindo dar o direito da emancipação político administrativa a vários municípios. O movimento municipalista é uma organização dos prefeitos e suas comunidades para estar cada vez mais próximo do poder público estadual e federal.

Em prol do desenvolvimento do municipalismo tenho trabalhado de forma honesta e tenho dado ênfase, principalmente para as pequenas comunidades, por que é lá que falta segurança, que falta mais saúde, aliás, a saúde está longe do cidadão. Nas pequenas comunidades falta maquinários e equipamentos para trabalhar, os jovens estão tem dificuldade de acessos a informação, a inclusão digital, são jovens inteligentes em busca de renda e bem estar social e por isso estes jovens acabam vindo buscar seu grande desafio nos grandes centros. Por estes e outros motivos eu tenho pautado em toda a minha vida as causas municipalistas”.

#FLAGRE O #LIXO DA SUA CIDADE

Mural do lixo

Este grupo do FACEBOOK teve a iniciativa de fazer o mural do lixo. http://www.facebook.com/groups/lixonasruasdobrasil/

Clique aqui e veja a apresentação de slides do Flickr.

foto de Felipe Beazutti

Muitas cidades têm lixo pelas ruas e recicla muito pouco do que as pessoas jogam fora, isto é um problema. Se você também está indignado com o que se faz do lixo na sua rua, no seu bairro e na sua cidade poste uma foto disto neste grupo. Vamos fazer um grande mural do lixo nas ruas do Brasil.

foto de Leticia Demoly de Mellos

Faça uma foto com o celular, com a máquina fotográfica, mas não deixe de registrar. Colaboradores de diversos lugares estão participando.

Essa iniciativa pode mudar a realidade de sua cidade, mas ela precisa crescer e para isso é nescessário reunir forças.

foto de Patrícia Zenatti

Bons exemplos também são muito bem vindos, compartilhe modelos de reciclagem, reutilização de materiais, visita a outros países que possam servir de espelho. Toda participação será replicada, participe desta discussão tão comum entre as cidades brasileiras e vamos fazer a diferença!

#RANKING DAS 100 MELHORES #CIDADES DO BRASIL PARA MORAR

(Charge: palavras.blog.br)

Neste ranking, 82 municípios possuem menos de 300 mil habitantes e exatamente a metade tem menos de 100 mil habitantes. Apenas duas cidades gaúchas estão entre as colocadas na pesquisa Firjan desenvolvimento municipal (IFDM). No grupo das 100 melhores, 87 são municípios do estado de São Paulo. Os 13 restantes se encontram no Paraná (Maringá, Londrina e Curitiba), Santa Catarina (Brusque, Videira e Jaraguá do Sul), Rio de Janeiro (Macaé e Niterói), Rio Grande do Sul (Marau e Lajeado), Goiás (Catalão), Espírito Santo (Vitória) e Minas Gerais (Nova Lima).

A comparação absoluta de cada município permite medir se a efetividade das políticas públicas resulta em melhores condições sócio-econômicas da população. É um trabalho de fôlego, desenvolvido pelo corpo técnico do Sistema Firjan, com consulta a especialistas externos. Foram mapeados indicadores para todos os 5.564 municípios brasileiros, que retratam as três principais áreas desenvolvimento humano:
Educação, saúde e emprego e renda.

Estudo da Firjan aponta que 83% dos municípios não se sustentam

O dado faz parte de uma Pesquisa inédita sobre a gestão fiscal municipal, de 2006 a 2010

Apenas 95 prefeituras têm gestão excelente das finanças
Pesquisa inédita da Firjan mede a qualidade da gestão fiscal de 5.266 municípios brasileiros e constata quadro de dificuldades em 65% deles, afetando 81 milhões de pessoas. O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) é composto por cinco indicadores, que medem os principais aspectos da gestão fiscal dos municípios. As notas variam entre 0 e 1.

Entenda as notas: 0 – 0.4: gestão crítica           0.4 – 0.6: gestão em dificuldades

0.6 – 0.8: boa gestão          0.8 – 1: gestão de excelência

As cidades brasileiras não se sustentam. A maioria — 83% de 5.266 municípios, do total de 5.565 existentes hoje no país — não consegue gerar nem 20% da receita de seu orçamento. O dado faz parte de um estudo inédito da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) sobre a gestão fiscal municipal, de 2006 a 2010. Nesse estudo, só 2% das cidades tiveram nota geral máxima — apenas 95 prefeituras têm gestão excelente das finanças, enquanto mais da metade do total, ou 64%, está em situação difícil ou crítica ao gerir o orçamento. A nota geral do país também pouco melhorou: subiu só 1,9%.

A Firjan criou um Índice de Gestão Fiscal que mede cinco itens: capacidade que o município tem de gerar receita (arrecadação); gastos com pessoal; capacidade de fazer investimentos; custo da dívida (o peso do pagamento de juros e amortizações); e uso de restos a pagar (a capacidade de pagar dívidas do ano anterior). Esse índice foi medido de 2006 a 2010, em 5.266 municípios (há 297 que não entregaram dados fiscais ao Tesouro, e, por isso, não entraram na pesquisa) — e um dos principais resultados foi a má administração municipal no item geração de receita. Nos 4.372 (83%) municípios que não geravam nem 20% das receitas, moravam 35,2% da população.
— São municípios que não se sustentam. Se fossem uma empresa, seriam como uma filial falida de uma matriz. Só 83 prefeituras, 1,6% do total, conseguem pagar a folha de pessoal com dinheiro próprio. As outras 98,4% precisam de transferências da União e dos estados — afirma Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.
— Cidades com frágil sistema de gestão e que vivem só das transferências federais caminham eventualmente para a falência — diz José Matias-Pereira, professor de Administração Pública da UnB.
Além da incapacidade de gerar receita própria, outra deficiência foi o aumento do gasto com pessoal, item que teve a nota que mais piorou de 2006 a 2010. Caiu 15,2%. Significa, diz a Firjan, que os gastos com pessoal passaram de 45% das receitas correntes líquidas das prefeituras para 50% — aumento de R$ 37,6 bilhões de 2006 a 2010, atualizados pela inflação. Enquanto isso, o gasto das prefeituras com investimento é baixo: metade delas está em situação difícil ou crítica nesse quesito, tendo aplicado em 2010, em média, 7% da receita. É no item investimentos que entrariam, por exemplo, projetos de infraestrutura em transporte e habitação.
Boa parte da explicação sobre a incapacidade dos municípios de gerar receita recai sobre a falta de desenvolvimento da economia local das regiões. Segundo a Associação Brasileira de Municípios (ABM), apesar de a maioria da população brasileira ser urbana, cerca de 50% das cidades do país têm base econômica agrícola, com atividades produtivas e renda da população que geram arrecadação de baixo valor.
— De toda a receita arrecadada no Brasil hoje, de 60% a 65% são da União; de 20% a 25%, dos estados; e apenas de 17% a 19%, dos municípios — sublinha José Carlos Rassier, secretário-geral da ABM. — A saída é estimular as economias locais e o desenvolvimento regional de forma integrada. Há má distribuição de recursos, principalmente levando-se em conta que, após a Constituição de 88, os municípios ganharam mais responsabilidades em Saúde e Educação, e até por isso houve mais gastos com pessoal. Mas a cooperação federativa precisa melhorar. No Uruguai, toda a educação é federal. Em outros países, há muitas obrigações para unidades regionais, equivalentes aos estados. Aqui, Borá (SP), com menos de mil habitantes, tem as mesmas obrigações de São Paulo.
Mesmo cidades com boas notas em gestão fiscal nem sempre oferecem à população serviços de qualidade ou boa infraestrutura urbana. Ourilândia do Norte (PA) é a sétima melhor do país, mas mais da metade de seus domicílios não tem saneamento, segundo o IBGE, e 12,6% de sua população com 15 anos ou mais são analfabetos.
— A boa gestão de hoje não tem efeito imediato no desenvolvimento do município — diz Gabriel Pinto, especialista em Desenvolvimento Econômico da Firjan. — Santa Isabel (GO), a melhor hoje, em 2006 estava na 4.510 posição. Hoje, ela pode ainda não ter bons indicadores sociais porque o reflexo da boa gestão nos serviços sociais é um processo de médio a longo prazo.
— Isso demonstra que boa gestão não necessariamente traz boa política social. Maior gasto com pessoal, mesmo com Educação, não necessariamente significa qualidade: pode ter havido mais contratações de professores, mas por baixos salários — diz Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. — Tem de se ver a qualidade do gasto, não só sua gestão.

fonte: http://oglobo.globo.com/pais/estudo-da-firjan-aponta-que-83-dos-municipios-nao-se-sustentam-4341519

Veja agora o Ranking com as 100 melhores cidades do Brasil para se morar:

1º São Caetano do Sul SP
2º São José do Rio Preto SP
3º Indaiatuba SP
4º Araraquara SP
5º Jaguariúna SP
6º Barueri SP
7º Sertãozinho SP
8º Marília SP
9º Santana de Parnaíba SP
10º Louveira SP
11º Vinhedo SP
12º Guaíra SP
13º Bauru SP
14º Itatiba SP
15º São Carlos SP
16º Boituva SP
17º Sorocaba SP
18º Ribeirão Preto SP
19º Paulínia SP
20º Iracemápolis SP
21º Hortolândia SP
22º Valinhos SP
23º Americana SP
24º Gavião Peixoto SP
25º Sud Mennucci SP
26º Atibaia SP
27º Santa Bárbara d’Oeste SP
28º Jaraguá do Sul SC
29º Vista Alegre do Alto SP
30º Limeira SP
31º Campinas SP
32º Itapecerica da Serra SP
33º Onda Verde SP
34º Jundiaí SP
35º Araçatuba SP
36º Itu SP
37º Araras SP
38º Catiguá SP
39º Santo André SP
40º Monte Alto SP
41º Orindiúva SP
42º Lins SP
43º Catanduva SP
44º Nova Odessa SP
45º Brusque SC
46º São José dos Campos SP
47º São João da Boa Vista SP
48º Vitória ES
49º Santos SP
50º Mogi Guaçu SP
51º Londrina PR
52º Tarumã SP
53º Sumaré SP
54º Maringá PR
55º Tietê SP
56º Tubarão SC
57º Macaé RJ
58º Aracruz ES
59º Piracicaba SP
60º Votuporanga SP
61º Cotia SP
62º Barretos SP
63º São Bernardo do Campo SP
64º Pinhais PR
65º Niterói RJ
66º Jaú SP
67º Diadema SP
68º Matão SP
69º Rio Claro SP
70º Bragança Paulista SP
71º São Paulo SP
72º Pindamonhangaba SP
73º Itabira MG
74º Itupeva SP
75º Curitiba PR
76º Maracaí SP
77º Olímpia SP
78º Blumenau SC
79º Presidente Prudente SP
80º Lençóis Paulista SP
81º Botucatu SP
82º Jandira SP
83º Morro Agudo SP
84º Promissão SP
85º Alumínio SP
86º Pereira Barreto SP
87º Mogi das Cruzes SP
88º Itajaí SC
89º Concórdia SC
90º Caieiras SP
91º Nova Lima MG
92º Marapoama SP
93º Amparo SP
94º São Vicente SP
95º Sebastianópolis do Sul SP
96º Poá SP
97º Ouro Branco MG
98º Videira SC
99º Cerquilho SP
100º Belo Horizonte MG

fonte: Firjan

 

O #Lixo em Pelotas: A #Polêmica do lixo clandestino

por Eduardo Ritter*
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O Canal São Gonçalo com as águas podres e o lixo nos arredores (Foto: Eduardo Ritter).

Vamos se mexer, Pelotas?

No dia 21 de outubro de 2010, coincidentemente no dia do meu 29° aniversário, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou o Campus Porto da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em solenidade às margens do canal São Gonçalo, no antigo Frigorífico Anglo. Quase dois anos se passaram, os prédios dentro da UFPEL seguem recebendo melhorias, assim como o campus, que cresce em ritmo acelerado, entretanto, as proximidades da universidade não estão acompanhando o desenvolvimento que um campus de uma universidade federal exige. E os problemas não são poucos.

Para quem se aventura a ir a pé para a universidade, chama a atenção a falta de calçadas nas quadras que antecedem o acesso ao Campus Porto. São pelo menos duas quadras em que você tem que escolher: ou o incômodo da grama alta (para não dizer matagal) ou o perigo do asfalto, onde você vai dividir espaço com os carros, que passam por ali a uma velocidade considerável. Se for dia de chuva, então, você está ferrado de qualquer jeito, pois fica tudo alagado e é preciso uma lancha para chegar ao campus (a maioria opta pelo ônibus ou pelo micro que a UFPEL disponibiliza gratuitamente para levar alunos e funcionários do campus até alguns pontos da cidade). Mas, para quem mora nas proximidades e vai a pé por necessidade, esse é um problema diário. Isso sem contar que não fica muito bem para uma cidade universitária ter as proximidades geográficas em tal estado, inclusive se pensarmos que eventos grandes já estão acontecendo por lá.

Outro problema visível são os terrenos baldios em que são colocados lixos clandestinos. Antes de chegar ao acesso, em um terreno com grama alta onde garotos se arriscam a jogar futebol, já tem dois visíveis focos de lixo. Mais pra frente, em um campo aberto bem em frente ao campus, o lixo está espalhado por toda a extensão do terreno. Para piorar o mau cheiro, o Canal São Gonçalo conta com suas águas absolutamente podres e fedorentas. Aliás, na beira do canal também são depositados lixos de todos os tipos. Inclusive, os moradores das proximidades dividem o problema com a UFPEL, pois não há os containers (citado em texto anterior) nas proximidades do Campus Porto.

Ou seja, são muitos problemas para o município de Pelotas resolver. E as sugestões são simples, sendo direcionadas principalmente para a Secretaria de Obras do município. Vejamos:

Há duas quadras do Campus Porto. Falta calçada e lixo incomoda transeuntes (ER)

1°) Deve-se fazer calçamento nas quadras próximas ao campus. É algo fácil, basta prever os gastos no orçamento e executar a obra. É inadmissível um município que tem grande parte da sua população estudando ou trabalhando em uma universidade federal não dar condições físicas de acesso ao trabalho ou ao estudo.

2°) Deve-se eliminar os focos de lixo clandestino. Entra aí a responsabilidade da vigilância ambiental. Deve-se mapear quem são os proprietários desses terrenos e notificá-los.  Algo também não muito difícil de se fazer, pois são terrenos grandes, e certamente o município sabe quem são esses proprietários.

Antes do acesso ao Campus Porto já tem um foco de lixo clandestino com restos de construção, garrafas e outros lixos (ER).

3°) Tratar o Canal São Gonçalo. Enfim, deve-se fazer um projeto de revitalização da área, incluindo aí o canal. O município pode ver exemplos do que foi feito em outros municípios e fora do país (Essa dica também vai para Porto Alegre, com o seu fedorento Arroio do Dilúvio).

4°) Trabalhar com a população dos arredores no sentido de educá-los a não depositar lixo nos respectivos terrenos. E dar condições para que eles tenham onde botar o seu lixo. Não acredito que fazem isso por serem porcos, mas sim, por falta de alternativa.

Viram? Não há nenhum mistério nisso. São atitudes e trabalhos simples, que abrangem o básico de uma administração municipal. Já cobri muitos setores de prefeituras no interior do Estado e sei que não é preciso nada de mágico para melhorar as proximidades do Campus Porto. Aliás, com a instalação e crescimento da UFPEL naquele lugar, a região só tem a crescer. Uma dica para os candidatos à prefeitura e ao legislativo pelotense: tenham visão e sejam ousados, mas sem esquecer o básico. E quando o assunto for interesse público, por favor, deixem as rixas partidárias de lado. Cresçam!

Não sei se tem algo a ver ou não, mas deixo a informação para o leitor: o prefeito de Pelotas é Adolfo Antonio Fetter Junior do PP (Partido Progressista) e a UFPEL, obviamente, é do governo federal (PT). Coincidência? Não sei, talvez sim, talvez não.

Enfim, resta agora só desejar bom trabalho aos responsáveis.

Hasta!

*Eduardo Ritter é Professor do curso de jornalismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e doutorando em Comunicação Social da PUCRS.