Arquivo da categoria: redes sociais

Band-aids gigantes são espalhados pelas ruas das capitais para evidenciar #buracos nas calçadas

Isso é o que podemos chamar de verdadeira política. Protestos saudáveis que apontam os problemas que deve ser resolvido, pessoas que vão às ruas nas mais variadas formas de manifestação de direito e tentativa de que algo melhore!!

Já viu um desses por aí nas calçadas que você costuma frequentar? Os band-aids gigantes do projeto Curativos Urbanos andam roubando a cena nas principais ruas das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Quem os colocou ali? Um grupo de jovens indignado com os buracos cada vez mais frequentes nas ruas dos municípios brasileiros.

Para chamar a atenção para os “machucados” das nossas calçadas – que podem acabar machucando, de verdade, muita gente por aí –, os publicitários e designers do Curativos Urbanos decidiram abusar das cores, da criatividade e do bom humor e sair pelas ruas “tratando” os buracos do asfalto com band-aids gigantes e chamativos.

A intervenção já aconteceu em vários locais movimentados das duas capitais – como a Avenida Paulista e a São João, no centro de São Paulo, e o calçadão da Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro – e parece estar cumprindo seu objetivo: chamar a atenção dos cidadãos para a situação das calçadas. A ideia é que a população cobre melhorias do governo – sobretudo em época de eleição.

O sucesso da iniciativa deu gás à equipe do Curativos Urbanos. Agora, além de expandir a ação para outros bairros e cidades, como Porto Alegre, eles querem criar um aplicativo que aumente a participação dos cidadãos no projeto, permitindo que qualquer um ajude a mapear os buracos das ruas do Brasil.

Confira no vídeo abaixo uma parte da ação dos Curativos Urbanos nas ruas de São Paulo e aproveite para acompanhar o projeto no Facebook.

fonte: Planeta Sustentável

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#Internet grátis: acesso a #rede é um dos direitos humanos, afirma #ONU

Hoje a conexão com a internet pode medir o desenvolvimento de um país, a banda larga nacional é uma das prioridades do atual governo e que vem andando a passos lentos.
A ONU (Organização das Nações Unidas) assegura o acesso a internet como um direito básico do cidadão, isso quer dizer que além de ter direito de ir e vir, direito à educação e cidadania, você ainda tem direito a usar a internet como defesa da liberdade de expressão.
Enquanto isso, o Brasil possui a banda larga mais cara do mundo, com custo muito acima do praticado em países emergentes e até mesmo com economias menos desenvolvidas, revela estudo da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento).
De acordo com estudo, divulgado no país pelo Comitê Gestor da Internet, o custo do mbps móvel está em US$ 51, enquanto no Quênia fica em US$ 4 e na Turquia, US$3. Na banda larga fixa brasileira, o custo do megabit está estimado em US$ 61 http://migre.me/8rEMy
O acesso a internet ainda é bastante limitado no Brasil, mas muitas cidades do país que são bons exemplos, já oferecem internet grátis para toda a população como é o exemplo do município de Alvorada, na região metropolitana de Porto Alegre/RS.

*por Nerlene Beras, Jornalista

Internet social para os alvoradenses

Com o objetivo de ampliar o conhecimento, a cultura e a integração com o mundo, tendo como ferramenta as redes sociais, a prefeitura de Alvorada estará disponibilizando, a partir de meados de abril, internet gratuita para toda a cidade.
Especialmente dirigida às comunidades menos favorecidas, onde crianças e jovens só têm contato com o computador em escolas ou locais públicos, a ação busca corrigir distorções como a que foi mostrada no levantamento divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que revela o baixo percentual de alvoradenses, apenas 6,84 dos quase 200 mil habitantes, conta com acesso à web, índice que é quase três vezes menor a média nacional.
O projeto Internet Social totalizará investimentos na ordem de R$ 1,1 milhão, incluindo recursos do ministério da Educação. 18 antenas, instaladas em prédios públicos, com alcance de 300 metros cada, vão transmitir o sinal que poderá suportar até 35 mil acessos ao mesmo tempo, com uma velocidade de 300 kbps.
Para acessar de forma permanente o contribuinte deverá entrar no site da prefeitura, se cadastrar e receber uma senha que possibilitará o acesso em qualquer local onde o sinal esteja disponível.

*Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura de Alvorada

#Twitter nas eleições 2012: Liberdade de expressão é crime eleitoral?

*Por Eugênio Bucci

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Participar de uma rede social é um direito do cidadão, da mesma forma que o direito de ir e vir. Tudo muda quanto à sua forma de utilização. imagem: http://migre.me/8nXlH

Dura lex, obsoleta lex

Há uma semana o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou uma decisão, data venia, desconcertante: proibiu que candidatos a cargos eletivos digam no Twitter que são candidatos. A proibição estende-se aos partidos políticos. Assim, acabou valendo para a famosa rede social dos 140 caracteres a regra que já é aplicada ao rádio e à televisão: propaganda de candidatos, só depois do início oficial do período de campanha eleitoral. Os políticos e seus partidos só poderão falar de suas candidaturas no Twitter depois do dia 5 de julho. O veredicto gerou mal-estar.

A egrégia Corte registrou um escore deveras apertado: quatro ministros favoráveis ao veto derrotaram outros três que não viam razão para adotá-lo. Foi algo inesperado. Aqui, poderíamos dizer do Poder Judiciário o que frequentemente falam do futebol: de vez em quando ele se revela uma caixinha de surpresas. É verdade que ainda não nos encontramos diante daquele cenário irrecorrível a que dão o nome de trânsito em julgado. Ainda existe margem para que a decisão seja revista. Com base nisso, um partido político, o PPS, tenta obter uma reconsideração da matéria, recorrendo ao Supremo Tribunal Federal. Veremos no que vai dar.

Ninguém aqui, neste espaço, pretende ensinar a razoabilidade a jurisconsultos. Lembremos que, fora esse incidente, o TSE vem conquistando visibilidade mundial, claramente positiva, como um tribunal em que a justiça é ágil e avançada. Que fique bem claro: não é o caso de criticar nominalmente nenhum dos ministros da Corte. Não há dúvida de que o princípio que os move é a proteção do eleitor diante dos eventuais abusos do poder econômico, que tem condições de mobilizar suas máquinas de propaganda e, com isso, desequilibrar a disputa. O que cabe a um artigo de jornal, nesse caso, é apenas uma tentativa de compreender e debater o fundamento da posição que prevaleceu. Em que tipo de raciocínio essa decisão se apoia? Quais são suas bases lógicas?

Não há muita polêmica em relação aos parâmetros que regem a campanha política nas emissoras de rádio e de televisão. Essas regras se tornaram um consenso nacional. Na TV e no rádio a campanha só pode ir ao ar dentro de um período determinado – o período eleitoral, esse mesmo que será aberto agora, no dia 5 de julho, e que se estende até a data em que o eleitor vai às urnas. A Justiça Eleitoral também distribui a exposição dos candidatos nas emissoras de acordo com a representatividade das coligações partidárias. Nada mais justo. Se um único partido, ou um candidato, pudesse fazer mais propaganda que todos os demais só porque tem mais dinheiro, poderia viciar a eleição. Claro que em outros países, como nos Estados Unidos, onde o sistema se baseia no bipartidarismo, os efeitos da propaganda paga são menos perversos. No Brasil, porém, com essas dezenas de siglas cujas identidades se confundem, um único partideco endinheirado pode promover a maior confusão e melar o jogo.

Em nosso país, em suma, o equilíbrio da disputa depende de uma repartição racional do tempo de TV e de rádio entre os vários candidatos. Isso é a expressão da justiça. Para o bem do eleitor e da democracia, a exposição das diversas candidaturas nos meios de comunicação de massa – rádio e TV – precisa ser disciplinada por lei.

Se isso é válido para a TV, por que não seria válido para o Twitter? Aqui provavelmente repousa a armadilha em que caiu a decisão do TSE. A analogia, nesse caso, carece de fundamento lógico. Pior ainda: se artificialmente aplicada, produz injustiça. Não é tão difícil entender por quê.

As emissoras de rádio e televisão são feitas de espaços e tempos finitos, uma característica que as diferencia total e radicalmente das redes sociais da era digital. Numa cidade cabem apenas algumas estações de rádio e TV – e, dentro delas, o dia tem apenas 24 horas. Não mais. Daí que, no caso das eleições brasileiras, com as particularidades do nosso sistema partidário, assegurar por lei que os partidos tenham lugar proporcional dentro delas é indispensável para o equilíbrio da campanha. Sem isso os partidos mais ricos acabariam comprando os espaços que poderiam ir para os partidos mais pobres e teríamos assimetrias insanáveis.

Isto posto, muita atenção: com o Twitter, o espaço e o tempo não são finitos. Simples assim: não são finitos. Todo mundo pode postar o que quiser, por quantas horas quiser, quantas vezes quiser. É o cidadão que vai decidir, depois, o que quer ler e quando, mais ou menos como numa grande biblioteca virtual: os conteúdos estão todos lá, à espera de quem os queira, e o leitor é que vai escolher o que ler. Mais ainda: se ele quiser deixar para ler mais tarde, a mensagem continuará lá, não vai fugir pelos ares.

Quando um candidato diz alguma coisa no Twitter, ele não se está apropriando de um tempo ou de um espaço que poderiam ser de outro candidato. Não há distorção, não há iniquidades. Além disso, não é necessário dinheiro para que alguém coloque qualquer mensagem no Twitter. Trata-se de um canal aberto a todos os que nele se queiram manifestar. Portanto, as redes sociais não podem nem devem ser equiparadas ao rádio e à televisão para efeitos de campanha eleitoral. Nelas, franquear a todos o direito de voz é o melhor caminho para se alcançar o equilíbrio.

Fora o que, há o critério protojurídico do ridículo, que, se bem observado, previne a tentação das decisões ineficazes. Como se pode impedir alguém de se declarar candidato se esse alguém vive repetindo isso nos jornais, nas palestras, nos seus telefonemas, nos seus e-mails? O Twitter não é propaganda paga, mas um fato da vida, como as notícias, as salas de aula, as conversas entre amigos (ainda que entabuladas em público).

Proibir um sujeito de falar de si mesmo numa rede social é um pouco ridículo.

*Jornalista, professor da ECA-USP e da ESPM
fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,dura-lex-obsoleta-lex-,851730,0.htm

Os hippies de 2012 querem se deslocar de bicicleta nas cidades.

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Jovens protestam por mais mobilidade urbana. Os hippies de 2012 querem se deslocar de bicicleta nas cidades. Nos anos 50 e 60, o objetivo dos jovens era acabar com a caretice do mundo. Eles queriam mais liberdade. Nos anos 70, o inimigo era a ditadura. A meta: fazer a revolução. Nos anos 80 e 90, o sonho ficou mais individualista: carreira, dinheiro, sucesso. E o que quer para o futuro o jovem de hoje? Hoje temos liberdade e tão poucos sabem como usar. Muitos ficaram perplexos com a manifestação de Florianópolis, mas os cidadãos cederam ao protesto em sinal de apoio. Os manifestantes desejaram afirmar com a sua nudez que a indecência está no trânsito da cidade.

A revolução chega à Florianópolis II

Florianópolis adere a edição do World Naked Bike Ride a partir de 2012. Encara mais esse desafio, pedala como veio a terra sem roupas e sem vaidades.

Carros enfileiraram-se atônitos, as pessoas perplexas pelo caminho onde passávamos despiam suas consciências de cidadão e se manifestavam em gritos de apoio ou brados da decência. Com as orelhas pegando fogo, viajou-se de uma panacéia á esquizofrenia coletiva, pelo desrespeito instigado por falta de novas ciclovias, calçadas e de mais decência e respeito no trânsito das cidades.
Este fenômeno, é inútil para alguns, enquanto apenas, nos atrevermos a passar-lhes os olhos com indiferença, uma injustiça inexplicável que talvez purifique nosso senso amorfo, ainda distorcido, sobre a utilização correta dos veículos movidos à combustível fóssil.

Sob luzes de mercúrio, sob a lua cheia, sob a penumbra da noite, descortinava-se também a beleza desta cidade e suas árvores suas alamedas. E a cada quilômetro percorrido, a certeza de todos no sentido e direção corretos em que estava indo.

Bicicletas são como um poema declamado com os pés. Purifica o sangue e a alma, atravessam os poros, tercetos e quartetos, no som do pedalar que faz consonância as batidas do coração.

Ao mesmo tempo, é incontida a delicadeza que é vê-las deslizar, as bicicletas também, são achincalhadas em sua essência, sem a visão necessária da atual de sua utilização como herança de um auto-transporte socialmente correto
É ainda estranho – não para os ciclistas – que um protesto organizado, tenha tido tanta difusão e, divulgação prévia e deslocamento de equipes de reportagem. É talvez senão um termômetro da idade mental em que a sociedade se encontre. Com dignidade ainda ferida, para outros manifestantes fazerem – se ouvir, sem uso da violência, atos de vandalismo ou destruição da coisa pública.

Sentiu-se por onde passou, o aroma de damas da noite, dos jasmins. Esta vez e novamente a liberdade de expressão, fruto do amadurecimento de um povo que ainda dá suas primeiras pedaladas de democracia, para ganhar alguns quilômetros de sabedoria e auto-suficiência.

da redação do Floripa Quer Mais – humanização no trânsito
foto: Márcio Papa

http://floripaquermais.com.br/?p=2882

O perfil da nova geração

Uma pesquisa feita em 4 capitais brasileiras, apontou que os jovens ainda querem mudar o mundo, mas hoje eles tem um perfil mais imediatista, organizam pequenas revoluções, silenciosas, nas redes sociais.
Porto Alegre esteve entre uma das cidades pesquisadas, nela foram encontrados dois grupos que merecem destaque, a Massa Crítica, um grupo de ciclistas que deseja mudar a mobilidade urbana na capital dos Gaúchos e o grupo Restinga Crew, que através do Hip Hop valoriza os jovens e incentiva a educação.
veja o video:
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos/t/todos-os-videos/v/pesquisa-revela-que-os-jovens-de-hoje-ainda-querem-mudar-o-mundo/1852209/

#PAZ pela #WEB: Como um chefe Africano usa o Twitter para manter a paz e sua cidade. #soluções #simples

O envolvimento do Twitter com a política não se restringe só a organizar protestos pela liberdade, ou para fazer tuitaços em favor da "Lei do Ficha Limpa". No interior do Quênia, na África um chefe de polícia usa o Twitter para promover a paz e a ordem.

PAZ pela WEB: Como um chefe Africano usa o Twitter para manter a paz e sua cidade. #soluções #simples

Um chefe de polícia Africano usa o Twitter para ajudar a resolver problemas e a manter a ordem na sua aldeia queniana. Um bom exemplo de como a mídia social tem evoluído para além de metrópoles para chegar até os cantos mais distantes do mundo.

Chefe de polícia Francis Kariuki resolve problemas, evita roubos e organiza os residentes de uma cidade pequena no interior do Quênia, na África.

O chefe de polícia Francis Kariuki – ou, @ Chiefkariuki, como é conhecido online – tuita para derrotar bandidos e ladrões, localizar crianças desaparecidas e animais de fazenda, e organizar questões logísticas da aldeia, de acordo com a Associated Press (AP).

Em um exemplo relatado pela AP, os criminosos estavam invadindo casa de um professor da escola às 4 da manhã até Kariuki intervir através do Twitter. Depois de receber uma denúncia pelo telefone, Kariuki enviou um tweet que mobilizou moradores da aldeia para se reunirem no lado de fora da casa do professor e, assim, afugentar os ladrões. Em outro exemplo, Kariuki usou o Twitter para organizar uma operação de resgate depois que um homem caiu em um buraco de latrina.

“Há uma ovelha marrom e branco, que desapareceu com uma corda de nylon no pescoço e que pertence ao pai do Mwangi,” tuitou Kariuki recentemente, em língua suaíli, para ajudar a localizar uma ovelha rebelde, citou a AP como exemplo.

O Chefe Kariuki mora na cidade de Lanet Umoja, cerca de 160 quilômetros a oeste da capital do Quênia, Nairobi. Kariuki disse a AP que, embora tenha pouco mais de 400 seguidores, suas mensagens são capazes de chegar a milhares dos 28.000 residentes de sua região. Muitos desses cidadãos são agricultores de subsistência que acessam seus tweets através de mensagens de texto enviadas para celulares ou em smartphones de terceiros, disse Kariuki.

“O Twitter ajudou a economizar tempo e dinheiro. Eu não tenho mais a escrever cartas ou cartazes impressão que levam tempo para distribuir e são caros “, disse o Sr. Kariuki a AP.

Ele diz que sua atividade Twitter tem ajudado a diminuir o índice de criminalidade praticamente a zero nas últimas semanas, em comparação com os relatos prévios de arrombamentos quase todos os dias.

Aqui estão alguns exemplos de tweets do Chefe Kariuki de:

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

UTRAVETIS empresa vai realizar um seminário sobre aves em 13/2/2012 em PCEA TABUGA IGREJA as 9h 30min. informar todos os agricultores.

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

Sr. Weru de Ndege relatou roubo última noite de 4bags de milho, de feijão e 4fardos e 1fardo de trigo foram roubados. por favor entre em contato.

Kariuki também usa o Twitter para espalhar mensagens  otimistas e inspiradoras como esta:

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

Nós todos temos contratempos em nossos ontens. Mas seu passado não define seu futuro. Hoje é um novo dia.

Com o uso inteligente e eficaz Kariuki de Twitter, parece ser um novo dia de fato em Lanet Umoja.

Quais são os exemplos mais interessantes ou inesperadas de uso de mídia social que você ouviu falar? Nos conte através dos comentários a esta reportagem.

Fonte: http://mashable.com/2012/02/19/african-twitter-peace/

Foto: http://str8talkchronicle.com/?p=20752