Arquivo da categoria: pequenas cidades

#RANKING DAS 100 MELHORES #CIDADES DO BRASIL PARA MORAR

(Charge: palavras.blog.br)

Neste ranking, 82 municípios possuem menos de 300 mil habitantes e exatamente a metade tem menos de 100 mil habitantes. Apenas duas cidades gaúchas estão entre as colocadas na pesquisa Firjan desenvolvimento municipal (IFDM). No grupo das 100 melhores, 87 são municípios do estado de São Paulo. Os 13 restantes se encontram no Paraná (Maringá, Londrina e Curitiba), Santa Catarina (Brusque, Videira e Jaraguá do Sul), Rio de Janeiro (Macaé e Niterói), Rio Grande do Sul (Marau e Lajeado), Goiás (Catalão), Espírito Santo (Vitória) e Minas Gerais (Nova Lima).

A comparação absoluta de cada município permite medir se a efetividade das políticas públicas resulta em melhores condições sócio-econômicas da população. É um trabalho de fôlego, desenvolvido pelo corpo técnico do Sistema Firjan, com consulta a especialistas externos. Foram mapeados indicadores para todos os 5.564 municípios brasileiros, que retratam as três principais áreas desenvolvimento humano:
Educação, saúde e emprego e renda.

Estudo da Firjan aponta que 83% dos municípios não se sustentam

O dado faz parte de uma Pesquisa inédita sobre a gestão fiscal municipal, de 2006 a 2010

Apenas 95 prefeituras têm gestão excelente das finanças
Pesquisa inédita da Firjan mede a qualidade da gestão fiscal de 5.266 municípios brasileiros e constata quadro de dificuldades em 65% deles, afetando 81 milhões de pessoas. O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) é composto por cinco indicadores, que medem os principais aspectos da gestão fiscal dos municípios. As notas variam entre 0 e 1.

Entenda as notas: 0 – 0.4: gestão crítica           0.4 – 0.6: gestão em dificuldades

0.6 – 0.8: boa gestão          0.8 – 1: gestão de excelência

As cidades brasileiras não se sustentam. A maioria — 83% de 5.266 municípios, do total de 5.565 existentes hoje no país — não consegue gerar nem 20% da receita de seu orçamento. O dado faz parte de um estudo inédito da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) sobre a gestão fiscal municipal, de 2006 a 2010. Nesse estudo, só 2% das cidades tiveram nota geral máxima — apenas 95 prefeituras têm gestão excelente das finanças, enquanto mais da metade do total, ou 64%, está em situação difícil ou crítica ao gerir o orçamento. A nota geral do país também pouco melhorou: subiu só 1,9%.

A Firjan criou um Índice de Gestão Fiscal que mede cinco itens: capacidade que o município tem de gerar receita (arrecadação); gastos com pessoal; capacidade de fazer investimentos; custo da dívida (o peso do pagamento de juros e amortizações); e uso de restos a pagar (a capacidade de pagar dívidas do ano anterior). Esse índice foi medido de 2006 a 2010, em 5.266 municípios (há 297 que não entregaram dados fiscais ao Tesouro, e, por isso, não entraram na pesquisa) — e um dos principais resultados foi a má administração municipal no item geração de receita. Nos 4.372 (83%) municípios que não geravam nem 20% das receitas, moravam 35,2% da população.
— São municípios que não se sustentam. Se fossem uma empresa, seriam como uma filial falida de uma matriz. Só 83 prefeituras, 1,6% do total, conseguem pagar a folha de pessoal com dinheiro próprio. As outras 98,4% precisam de transferências da União e dos estados — afirma Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.
— Cidades com frágil sistema de gestão e que vivem só das transferências federais caminham eventualmente para a falência — diz José Matias-Pereira, professor de Administração Pública da UnB.
Além da incapacidade de gerar receita própria, outra deficiência foi o aumento do gasto com pessoal, item que teve a nota que mais piorou de 2006 a 2010. Caiu 15,2%. Significa, diz a Firjan, que os gastos com pessoal passaram de 45% das receitas correntes líquidas das prefeituras para 50% — aumento de R$ 37,6 bilhões de 2006 a 2010, atualizados pela inflação. Enquanto isso, o gasto das prefeituras com investimento é baixo: metade delas está em situação difícil ou crítica nesse quesito, tendo aplicado em 2010, em média, 7% da receita. É no item investimentos que entrariam, por exemplo, projetos de infraestrutura em transporte e habitação.
Boa parte da explicação sobre a incapacidade dos municípios de gerar receita recai sobre a falta de desenvolvimento da economia local das regiões. Segundo a Associação Brasileira de Municípios (ABM), apesar de a maioria da população brasileira ser urbana, cerca de 50% das cidades do país têm base econômica agrícola, com atividades produtivas e renda da população que geram arrecadação de baixo valor.
— De toda a receita arrecadada no Brasil hoje, de 60% a 65% são da União; de 20% a 25%, dos estados; e apenas de 17% a 19%, dos municípios — sublinha José Carlos Rassier, secretário-geral da ABM. — A saída é estimular as economias locais e o desenvolvimento regional de forma integrada. Há má distribuição de recursos, principalmente levando-se em conta que, após a Constituição de 88, os municípios ganharam mais responsabilidades em Saúde e Educação, e até por isso houve mais gastos com pessoal. Mas a cooperação federativa precisa melhorar. No Uruguai, toda a educação é federal. Em outros países, há muitas obrigações para unidades regionais, equivalentes aos estados. Aqui, Borá (SP), com menos de mil habitantes, tem as mesmas obrigações de São Paulo.
Mesmo cidades com boas notas em gestão fiscal nem sempre oferecem à população serviços de qualidade ou boa infraestrutura urbana. Ourilândia do Norte (PA) é a sétima melhor do país, mas mais da metade de seus domicílios não tem saneamento, segundo o IBGE, e 12,6% de sua população com 15 anos ou mais são analfabetos.
— A boa gestão de hoje não tem efeito imediato no desenvolvimento do município — diz Gabriel Pinto, especialista em Desenvolvimento Econômico da Firjan. — Santa Isabel (GO), a melhor hoje, em 2006 estava na 4.510 posição. Hoje, ela pode ainda não ter bons indicadores sociais porque o reflexo da boa gestão nos serviços sociais é um processo de médio a longo prazo.
— Isso demonstra que boa gestão não necessariamente traz boa política social. Maior gasto com pessoal, mesmo com Educação, não necessariamente significa qualidade: pode ter havido mais contratações de professores, mas por baixos salários — diz Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. — Tem de se ver a qualidade do gasto, não só sua gestão.

fonte: http://oglobo.globo.com/pais/estudo-da-firjan-aponta-que-83-dos-municipios-nao-se-sustentam-4341519

Veja agora o Ranking com as 100 melhores cidades do Brasil para se morar:

1º São Caetano do Sul SP
2º São José do Rio Preto SP
3º Indaiatuba SP
4º Araraquara SP
5º Jaguariúna SP
6º Barueri SP
7º Sertãozinho SP
8º Marília SP
9º Santana de Parnaíba SP
10º Louveira SP
11º Vinhedo SP
12º Guaíra SP
13º Bauru SP
14º Itatiba SP
15º São Carlos SP
16º Boituva SP
17º Sorocaba SP
18º Ribeirão Preto SP
19º Paulínia SP
20º Iracemápolis SP
21º Hortolândia SP
22º Valinhos SP
23º Americana SP
24º Gavião Peixoto SP
25º Sud Mennucci SP
26º Atibaia SP
27º Santa Bárbara d’Oeste SP
28º Jaraguá do Sul SC
29º Vista Alegre do Alto SP
30º Limeira SP
31º Campinas SP
32º Itapecerica da Serra SP
33º Onda Verde SP
34º Jundiaí SP
35º Araçatuba SP
36º Itu SP
37º Araras SP
38º Catiguá SP
39º Santo André SP
40º Monte Alto SP
41º Orindiúva SP
42º Lins SP
43º Catanduva SP
44º Nova Odessa SP
45º Brusque SC
46º São José dos Campos SP
47º São João da Boa Vista SP
48º Vitória ES
49º Santos SP
50º Mogi Guaçu SP
51º Londrina PR
52º Tarumã SP
53º Sumaré SP
54º Maringá PR
55º Tietê SP
56º Tubarão SC
57º Macaé RJ
58º Aracruz ES
59º Piracicaba SP
60º Votuporanga SP
61º Cotia SP
62º Barretos SP
63º São Bernardo do Campo SP
64º Pinhais PR
65º Niterói RJ
66º Jaú SP
67º Diadema SP
68º Matão SP
69º Rio Claro SP
70º Bragança Paulista SP
71º São Paulo SP
72º Pindamonhangaba SP
73º Itabira MG
74º Itupeva SP
75º Curitiba PR
76º Maracaí SP
77º Olímpia SP
78º Blumenau SC
79º Presidente Prudente SP
80º Lençóis Paulista SP
81º Botucatu SP
82º Jandira SP
83º Morro Agudo SP
84º Promissão SP
85º Alumínio SP
86º Pereira Barreto SP
87º Mogi das Cruzes SP
88º Itajaí SC
89º Concórdia SC
90º Caieiras SP
91º Nova Lima MG
92º Marapoama SP
93º Amparo SP
94º São Vicente SP
95º Sebastianópolis do Sul SP
96º Poá SP
97º Ouro Branco MG
98º Videira SC
99º Cerquilho SP
100º Belo Horizonte MG

fonte: Firjan

 

300 #PREFEITOS ELABORAM DOCUMENTO SOBRE A RIO+20, segundo revista #EXAME.

United Nations Conference on Sustainable Development

As prefeituras estão no centro do debate sobre desenvolvimento sustentável, será que elas sabem disso?

Cerca de 300 prefeitos deram um exelente exemplo ao participar da elaborção de um documento sobre sustentabilidade para a RIO+20, mas e os outros prefeitos?

Há cerca de 5 565 municípios no Brasil, mas somente por volta de 300 prefeitos participaram diretamente na eloboração da “Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável”. Desinteresse? Falta de recursos para participar do debate de forma mais direita? Uma coisa é certa, os municípios brasileiros estão no centro do debate sobre o desenvolvimento sustentável e mais prefeitos precisam estar envolvidos neste debate.

(da revista EXAME)

Prefeitos elaboram documento sobre a Rio+20

Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável reúne diversas sugestões dos governantes para a construção de cidades mais sustentáveis

São Paulo – Mais de 300 prefeitos, de todos os cantos do Brasil, se reuniram em Brasília para produzir a Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável.

O documento reúne diversas sugestões dos governantes para a construção de cidades mais sustentáveis e tem como principal reivindicação o aumento da participação dos líderes locais na formulação e implantação de políticas públicas relacionadas ao desenvolvimento sustentável – que, segundo eles, interferem diretamente no cotidiano dos municípios.

A carta foi produzida como resultado final do I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, organizado pela FNP – Federação Nacional dos Prefeitos, com a intenção de reforçar o posicionamento desta classe política na Rio+20 – Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável.

Entre outras sugestões feitas pelos prefeitos no documento para acelerar o processo brasileiro de transição para a economia verde, estão:

  • incentivo ao empreendedorismo local;
  • maior atenção às políticas de erradicação da miséria e
  • fortalecimento das micro e pequenas empresas.

Clique AQUI  e confira a Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável, na íntegra.

Autora Débora Spitzcovsky, do Planeta Sustentável
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/prefeitos-elaboram-documento-sobre-a-rio-20

#Universidade promove sustentabilidade e solidariedade econômica em Ijuí/RS

*por Estela Maria Hoffmann, jornalista.

Integrantes da ACATA - Reciclagem como fonte de renda. Foto: Estela Hoffmann

Economia Solidária: uma alternativa que dá certo

Solidariedade, união e democracia são valores que garantem o bem coletivo. Utopia? Nem sempre. Em 2005, uma parte do que poderia parecer utopia, virou realidade no interior do estado do Rio Grande Sul na Incubadora de Economia Solidária, Desenvolvimento e Tecnologia Social (Itecsol), através de um Projeto de Extensão da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijui), que possui campi nas cidades de Ijuí, Santa Rosa, Panambi e Três Passos.

Nesta incubadora é prestada assessoria para o desenvolvimento de ações que fortalecem as cooperativas e associações organizadas de maneira autogestionária e solidária. No Itecsol a economia solidária é compreendida como uma nova forma de organização econômica que funciona a partir do trabalho coletivo.

Integrantes da ACATA participam de curso de Segurança no Trabalho (EH)

A Associação dos Catadores de Material Reciclável de Ijuí – ACATA, é um exemplo deste formato de trabalho feito a partir de um projeto do Itecsol. A associação possui atualmente 32 membros; 19 homens e 13 mulheres, que coletam material reciclado em Ijuí (cidade que fica a400 kmde Porto Alegre). Os associados são remunerados pela produtividade dos postos de coleta.

Outros exemplos que surgiram no Itecsol. A Cooperativa dos Pequenos Produtores de Leite Linha Gramado – Copeq. Nela se industrializa leite produzido por 207 famílias de pequenos agricultores no município de Panambi, que são seus associados. Já a Natuagro – Cooperativa de Agricultores Agro-Ecológicos do Noroeste do Estado – trabalha com a produção de alimentos agro-ecológicos. Os membros dessa cooperativa são pequenos agricultores familiares que possuem trajetória de associativismo e cooperação.

Feconsol - Feira de Economia Solidária, que acontece periodicamente no campus da UNIJUÍ (EH)

É comum também a realização das Feiras de Economia Solidária, organizadas pelo Fórum Municipal de Economia Solidária de Ijuí, com o apoio da Incubadora de Economia Solidária da UNIJUÍ. Nestes espaços acontece a comercialização e divulgação dos produtos e serviços elaborados por estes parceiros. Os produtos comercializados geralmente são: cucas, bolachas, sucos, doces, produtos coloniais – oriundos da agricultura familiar e agroecológica. Artesanato, roupas de algodão orgânico, panos de prato, telas, pratos decorados, cadernos e caixas confeccionados com papel reciclado, artigos de crochês, tricôs, capas de térmicas, bolsas, tapetes, produtos indígenas, enfim, uma diversidade de produtos e serviços.

Graças ao envolvimento da comunidade externa, dos professores da Unijui, dos técnicos e dos estudantes, hoje a Incubadora é reconhecida e respeitada em toda a região. Para conhecer mais sobre este trabalho acesse o site: www.projetos.unijui.edu.br/itecsol

I Encontro dos #Municípios com o Desenvolvimento Sustentável

O I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria acontece na próxima semana em Brasília. O Portal do Desenvolvimento local, está promovendo o evento nos dias 27 a 29, para fomentar boas práticas municipais. O desenvolvimento através de experiências e boas práticas desenvolvidas deve ser compartilhados com toda a nação. Milhares de municípios de todo o Brasil têm projetos de excelente qualidade que devem ser divulgados, difundidos e copiados. As soluções locais, municipalizadas, são aquelas que com um orçamento reduzido conseguem resolver problemas que são recorrentes inclusive nas grandes cidades. A verdade é que os municípios exercem sua criatividade solutiva para desenvolver estratégias que possam cumprir tantas obrigações que são de sua responsabilidade. (Charge: palavras.blog.br)

Boas práticas municipais serão expostas na Rio +20

Experiências serão expostas no I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável
BRASÍLIA – As 28 experiências selecionadas e apresentadas no “I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria”, que acontece nos próximos dias 27 a 29 de março, serão expostas pela Frente Nacional de Prefeitos na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20, que ocorre de 13 a 22 de junho.
A entidade que terá um estande na conferência, apresentará ainda um documento que será elaborado durante o I Encontro, com a posição da FNP sobre o tema.
As inscrições encerraram no ultimo dia 20 de março. Cada município brasileiro pode concorrer com uma prática. O cadastramento foi feito, gratuitamente, pelo e-mail boaspraticas@fnp.org.br. Na seleção, foram considerados os seguintes critérios: a pertinência com os temas e sub-temas do I Encontro e a replicabilidade da experiência. Não considerados como critérios eliminatórios o ineditismo da apresentação nem o fato dela ter sido premiada anteriormente por outra instituição. Os municípios com boas práticas selecionadas serão comunicados por meio de correio eletrônico e as premiadas integrarão uma publicação a ser organizada, após a realização do evento, pelo Instituto Polis. O edital, com todas as informações, está disponível em http://www.fnp.org.br/Documentos/DocumentoTipo92.pdf.
fonte: http://www.portaldodesenvolvimento.org.br/?p=7091

Números apontam: educação infantil é o maior desafio no Estado para a rede municipal de ensino.

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A educação infantil é a base de formação que garante o sucesso nos estudos para os alunos do ensino fundamental e ensino médio. De acordo com o estudo prêmio nobel James Heckman prova que a educação infatil previne de forma mais eficiente o consumo de drogas, a gravidês na menoridade e promove da renda na fase adulta do que tiveram boa educação infantil. No Rio Grande do Sul 68% das crianças estão fora das creches e pré-ecolas. O mais alarmante é que de acordo com recente estudo do Banco Mundial, a educação infantil no Brasil não tem qualidade nem currículo adequados, sendo que nenhuma creche ou pré-escola estudadas pela entidade foi apontada como excelente.

Governo fecha 1º ano sem concluir nenhuma creche
Para cumprir uma promessa de campanha feita pela presidente Dilma Rousseff, o Ministério da Educação terá que inaugurar pelo menos 178 creches por mês, ou cinco por dia, até o fim de 2014. Na disputa presidencial de 2010, Dilma afirmou que iria construir 6.427 creches até o fim de seu mandato, mas a promessa está longe de se concretizar.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pelo ProInfância – que cuida da construção dessas creches – pagou até agora R$ 383 milhões dos R$ 2,3 bilhões empenhados. No primeiro ano de governo, a execução do ProInfância ficou em 16%. Nenhuma obra foi concluída.

Principal aposta do PT nas eleições de 2012, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad deixou o ministério para se candidatar à Prefeitura de São Paulo sem entregar nenhuma das creches prometidas pela presidente. Nas últimas campanhas em São Paulo, as creches têm sido destaque. Seu sucessor, Aloizio Mercadante, tomou posse na última terça-feira prometendo atender à promessa de Dilma. “Vamos cumprir a meta de criar mais de 6 mil creches e dar às crianças brasileiras em fase pré-escolar acolhimento afetivo, nutrição adequada e material didático que as preparem para a alfabetização”, disse.

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-fecha-1-ano-sem-concluir-nenhuma-creche,828747,0.htm

Link Relacionado

Estudo sobre eficiência econômica no investimento estatal em Educação Infantil premiada com o Nobel de 2007

http://jenni.uchicago.edu/human-inequality/papers/Heckman_final_all_wp_2007-03-22c_jsb.pdf

 

#PAZ pela #WEB: Como um chefe Africano usa o Twitter para manter a paz e sua cidade. #soluções #simples

O envolvimento do Twitter com a política não se restringe só a organizar protestos pela liberdade, ou para fazer tuitaços em favor da "Lei do Ficha Limpa". No interior do Quênia, na África um chefe de polícia usa o Twitter para promover a paz e a ordem.

PAZ pela WEB: Como um chefe Africano usa o Twitter para manter a paz e sua cidade. #soluções #simples

Um chefe de polícia Africano usa o Twitter para ajudar a resolver problemas e a manter a ordem na sua aldeia queniana. Um bom exemplo de como a mídia social tem evoluído para além de metrópoles para chegar até os cantos mais distantes do mundo.

Chefe de polícia Francis Kariuki resolve problemas, evita roubos e organiza os residentes de uma cidade pequena no interior do Quênia, na África.

O chefe de polícia Francis Kariuki – ou, @ Chiefkariuki, como é conhecido online – tuita para derrotar bandidos e ladrões, localizar crianças desaparecidas e animais de fazenda, e organizar questões logísticas da aldeia, de acordo com a Associated Press (AP).

Em um exemplo relatado pela AP, os criminosos estavam invadindo casa de um professor da escola às 4 da manhã até Kariuki intervir através do Twitter. Depois de receber uma denúncia pelo telefone, Kariuki enviou um tweet que mobilizou moradores da aldeia para se reunirem no lado de fora da casa do professor e, assim, afugentar os ladrões. Em outro exemplo, Kariuki usou o Twitter para organizar uma operação de resgate depois que um homem caiu em um buraco de latrina.

“Há uma ovelha marrom e branco, que desapareceu com uma corda de nylon no pescoço e que pertence ao pai do Mwangi,” tuitou Kariuki recentemente, em língua suaíli, para ajudar a localizar uma ovelha rebelde, citou a AP como exemplo.

O Chefe Kariuki mora na cidade de Lanet Umoja, cerca de 160 quilômetros a oeste da capital do Quênia, Nairobi. Kariuki disse a AP que, embora tenha pouco mais de 400 seguidores, suas mensagens são capazes de chegar a milhares dos 28.000 residentes de sua região. Muitos desses cidadãos são agricultores de subsistência que acessam seus tweets através de mensagens de texto enviadas para celulares ou em smartphones de terceiros, disse Kariuki.

“O Twitter ajudou a economizar tempo e dinheiro. Eu não tenho mais a escrever cartas ou cartazes impressão que levam tempo para distribuir e são caros “, disse o Sr. Kariuki a AP.

Ele diz que sua atividade Twitter tem ajudado a diminuir o índice de criminalidade praticamente a zero nas últimas semanas, em comparação com os relatos prévios de arrombamentos quase todos os dias.

Aqui estão alguns exemplos de tweets do Chefe Kariuki de:

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

UTRAVETIS empresa vai realizar um seminário sobre aves em 13/2/2012 em PCEA TABUGA IGREJA as 9h 30min. informar todos os agricultores.

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

Sr. Weru de Ndege relatou roubo última noite de 4bags de milho, de feijão e 4fardos e 1fardo de trigo foram roubados. por favor entre em contato.

Kariuki também usa o Twitter para espalhar mensagens  otimistas e inspiradoras como esta:

ChiefFrancis Kariuki @ Chiefkariuki

Nós todos temos contratempos em nossos ontens. Mas seu passado não define seu futuro. Hoje é um novo dia.

Com o uso inteligente e eficaz Kariuki de Twitter, parece ser um novo dia de fato em Lanet Umoja.

Quais são os exemplos mais interessantes ou inesperadas de uso de mídia social que você ouviu falar? Nos conte através dos comentários a esta reportagem.

Fonte: http://mashable.com/2012/02/19/african-twitter-peace/

Foto: http://str8talkchronicle.com/?p=20752