Arquivo da categoria: futuro

Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

Pelo menos 18% do #salariomínimo de cada trabalhador é investido em #transportepúblico em Porto Alegre

Agora, em Porto Alegre, as passagens de ônibus custam R$ 2,95, enquanto o salário mínimo alcança R$ 724,00. Na soma da ida e da volta do trabalho, o transporte custa para o trabalhador R$ 5,90.

Onibus-lotado_1

Essa imagem é rotina para os portoalegrenses que pagam R$ 2,95 pelo transporte público

Aqueles que trabalham 5 dias úteis no mês, gastam em média 22 passagens de ida e 22 de volta,  o que resulta na soma de R$ 129,80. Isso representa  18% do salário mínimo.

Considerando 22 dias úteis e 8 horas trabalhadas, cada pessoa investe mais de uma hora/dia somente para pagar o transporte, já que uma hora trabalhada equivale a R$ 4,11.

Ok! Mas em quais condições o trabalhador investe esses 18% de sua renda?

Ônibus lotados, sem segurança, pessoas em pé no corredor com motoristas que não respeitam o excesso de velocidade.

Aí eu faço duas perguntas:

1-      Por que o motorista de carro é obrigado a usar sinto de segurança para a sua proteção e para não ser multado?

2-      Por que quem utiliza o transporte público pode ficar em pé no corredor, sem a menor segurança?

Qual é a diferença?

Somente consigo visualizar um comum entre essas duas perguntas, que é a segurança das pessoas.

Fique atento!

Você que é eleitor, sabe o que o seu parlamentar está fazendo por você em relação ao transporte público?

O vereador Pedro Ruas (P-SOL) está coletando assinaturas para instalação de uma CPI, e até o momento somente 10 vereadores apoiaram a sua proposta. Veja matéria no Jornal do Comércio de hoje: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=158757

O legislativo da capital conta com 36 parlamentares.

Fique de olho, este ano, teremos novas eleições, muitos vereadores irão concorrer a vagas na Assembléia Legislativa. Acompanhe a política perto de você e ajude a mudar!

A #Gestão ideal para os #Resíduos #Sólidos

Cerca de 50% dos municípios brasileiros ainda não elaboraram seus planos de gestão em resíduos sólidos. Até o próximo dia 02 de agosto os municípios que não entregaram seus projetos ficarão sem receber recursos federais.

No Rio Grande do Sul a Comissão de Saúde e Meio Ambiente através da subcomissão de Resíduos Sólidos realizou diversas audiências públicas regionais de orientação e constituição dos trabalhos. À frente desta organização o coordenador e relator desta subcomissão, deputado Jurandir Maciel nos concedeu uma entrevista e detalhou o que é, na sua opinião, uma gestão ideal para os resíduos sólidos.

Movimento Municipalista- Deputado, como seria uma gestão ideal para o lixo?

Deputado Jurandir-  “O caminho ideal é que todo resíduo sólido  produzido pela população seja encaminhado somente à aterros sanitários licenciados e com o devido cuidado geológico definido por profissionais. Aterros que não estejam localizados próximos a mananciais, descartando o risco de contaminação da água”.

Dentro do plano nacional de resíduos sólidos estão contemplados encaminhamentos a materiais que até então na têm destinos corretos, como é o caso dos lixos eletrônicos, os quais já renderam ao Brasil o título de maior produtor do mundo. Para dar destino ao lixo eletrônico foi criada a “política reversa” do lixo, explica Jurandir, em que o produtor destes materiais é responsável pelo recolhimento do mesmo: Por exemplo, os fabricantes de geladeiras deverão realizar o recolhimento de geladeiras quando assim for solicitado. O mesmo deverá acontecer com pneus, lâmpadas, eletroeletrônicos, agrotóxicos, pilhas, baterias, óleos lubrificantes, computadores, entre outros.

Segundo o deputado Jurandir, a maior parte do lixo produzido, cerca de 95% em volume e peso, é o lixo produzido pela população, em residências, bares, restaurantes, mercados, hotéis, enfim, é o chamado lixo não contaminante e ele deve ser devidamente separado no local onde é produzido. Neste caso, é importante que a população colabore com a separação correta.

E em terceiro lugar, a gestão ideal para o lixo, segundo o deputado, inclui uma nova construção social com a inserção dos catadores. Neste processo, os catadores tem uma nova configuração, a verdadeira forma que é preconizada pelo plano nacional de resíduos sólidos, que determina que os municípios devem promover a inserção social desta classe. “Em nosso relatório está bem claro que isso deve ser feito no ponto de vista familiar em primeiro lugar, de identificação das condições educacionais, sociais e familiares. Promovendo esta identificação, passa-se para o resgate habitacional, para que eles tenham um local adequado de morar, de preferência perto às usinas de reciclagem, também para que sua casa não se torne um pátio de separação de lixo”.

Conforme explicou o deputado Jurandir Maciel: O item resgate educacional é contemplado desde a alfabetização até o aprimoramento desta aprendizagem que contempla a formação profissional destes trabalhadores. De forma que os catadores possam realmente interagir com os resíduos de tal sorte que eles tenham conhecimento de toda a cadeia e de toda forma de destinação e cuidados com o lixo e que eles possam ser agentes ambientais fornecedores de conhecimento cultural na sociedade.

E para completar, que os catadores recebam proteção previdenciária, assistência de governo através da formalização profissional. Inclusive, já foi encaminhado junto à câmara federal, já passou por todas as comissões faltando pouco para a sua aprovação. A partir daí, efetivamente os catadores irão possuir status profissional. A nomenclatura escolhida foi a de catador, escolhida por eles, é assim que querem ser chamados, explica.

O plano nacional de resíduos sólidos contempla também exigências às usinas de reciclagem. Os galpões das usinas deverão ter os padrões arquitetônicos apropriados, elaborados por especialistas, com equipamentos adequados, “não somente com aquelas prensas hidráulicas que já mutilaram diversas pessoas”. As usinas precisam de equipamentos com estrutura tecnológica adequados que não retirem mão de obra mas que tirem estas pessoas das condições sub-humanas de trabalho a que são submetidas atualmente, finaliza.

O #PROGRESSO É PRECISO, MAS TAMBÉM PRECISAMOS DO TAIM

Os recursos utilizados pela humanidade, são extraídos da natureza, explorados por empresas privadas e distribuídos à humanidade com alto valor econômico agregado. O responsávelpor preservar estes recursos é a humanidade, que os utiliza. Segundo a ONU, parte da solução está na chamada “dissociação do uso dos recursos naturais e o impacto ambiental do crescimento econômico”. Isto quer dizer que se quisermos conquistar a tão almejada “economia verde” é necessário baixar muito a emissão de carbono e respeitar muito mais o ambiente natural, reduzir o consumo, produzir e usar a energia de formas mais inteligentes. Conversamos sobre energia, consumismo e sustentabilidade com o professor Cássio Stein Moura, Doutor em física e coordenador do bacharelado na Faculdade de Física da PUCRS. (trecho da conversa) Professor Cássio- “Cada pessoa é um consumidor em potencial, que consome energia e suprimentos que a natureza fornece. Há alguns séculos a população era pequena e o consumo era pequeno, e esse problema não existia. Atualmente com a população passando dos 6 bilhões de pessoas, com economia de mercado capitalista, os indivíduos consomem mais. Por este motivo é que o principal problema passa pela mentalidade das pessoas. O Brasil possui muitos recursos naturais. É um dos países mais ricos do mundo neste âmbito. Cerca de 92% da energia é produzida em hidrelétricas, que são menos poluidoras do que outras formas de energia. As hidrelétricas poluem também, pois destroem grandes áreas de vegetação, fauna e flora da região, produzem muito gás metano mas de qualquer forma são menos impactantes que as termoelétricas. O Brasil usa muito carvão, que é muito poluente, apesar da industria carvoeira dizer que existem filtros que protegem cerca de 99% dos poluentes que passam na chaminé. Mas é aquele 1% que são partículas extremamente pequenas que os filtros não conseguem segurar, que atravessam membranas do corpo humano e que podem atingir regiões delicadas do corpo. Então aqueles 99% talvez não sejam tão nocivos quanto aqueles 1%. Existe um projeto do Governo Federal hoje, de trocar essas usinas a carvão por usinas a gás. O Brasil é um grande produtor de gás, inclusive, devemos louvar parcialmente a Petrobras, por que a cerca 5 anos atrás, 50% do gás que o Brasil extraia era simplesmente queimado nas plataformas, por que não havia forma de aproveitar. A Petrobras que é a maior empresa de combustíveis fósseis do pais conseguiu resolver parte do problema e hoje, menos de 10% do gás está sendo queimado.É um absurdo importar gás do país vizinho, por falta de tecnologia, sendo que a gente produz mais que o país vizinho. De qualquer forma, a grande matriz energética do Brasil ainda são os combustíveis fósseis, representados pela gasolina e pelo óleo diesel, do qual o Brasil já produz praticamente tudo que consome. Mas as usinas eólicas são um grande exemplo. Logo que foi lançado o preço do kWh era muito alto, mas agora ele já esta competindo com a energia hidrelétrica. Ainda não atinge 1% da matriz energética, mas está crescendo. O Ceará é o maior estado produtor.
Mas tanto a energia eólica quanto a hidrelétrica dependem do clima e quando a energia hidroelétrica não consegue suprir a demanda, a termoelétrica entra em funcionamento. Ela funciona como uma energia de reserva. Portanto no horário entre 18 e 20 horas é o período em que estamos poluindo mais. Existe ainda a energia nuclear que é produzida em Angra I e Angra II, e está em andamento a instalação de Angra III, no estado do Rio de Janeiro. Assim o estado produzirá quase toda a sua energia elétrica e ainda poderá exportar. Muitos chamam a energia nuclear de energia limpa por que não gera monóxido de carbono nem dióxido de carbono, portanto não contribui com o efeito estufa. Mas ela não deixa de ser um lixo radioativo que será uma herança para nossos filhos. Atualmente muito se fala em sustentabilidade, é uma palavra que está na moda, mas é uma palavra a ser definida. Quando falamos em sustentabilidade ambiental a pergunta é: será que o macro tem a ver com o micro? O grande problema ambiental que está havendo hoje em nosso planeta se deve principalmente ao micro, ao ser individual, à pessoa. Primeiro é preciso analisar se: “preciso ou não preciso desse bem que desejo adquirir”. Quando adquirimos um bem temos que ter consiência. Por exemplo, uma garrafinha de água mineral: a água veio de onde? O plástico que tem ali? O pigmento da tinta? O invólucro? A tampinha? O forro da tampinha? Todos estes vieram de uma indústria que usou recursos naturais, que usou energia pra transformar estes recursos e te trazer aquela água que tu vais tomar em 10 minutos e vais descartar a embalagem. É um consumo que é natural para nós: consome-se a água e põe-se a garrafinha no lixo. A pergunta é: será que eu tenho que tomar esta água realmente? Será que uma água de filtro não é tão boa como a água mineral? Devemos nos questionar sempre: será que tenho que ter um novo celular? Será que tenho que trocar de carro todo ano?
O macro tem a ver com o micro, a economia e sustentabilidade começa pelo que a gente faz em casa, desde separar o lixo, a desligar uma lâmpada. Acredito que a solução para todos os problemas é a educação, por que a criança não é educada a consumir conscientemente. Ela é educada a consumir.” foto: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1048221&page=3

Taim pode inviabilizar parques eólicos no Estado

A Metade Sul gaúcha, que pretende sediar diversos parques eólicos nos próximos anos em municípios como Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e Chuí, precisará reforçar sua estrutura de transmissão para que a energia gerada ingresse no sistema elétrico nacional. No entanto, um problema que será enfrentado é o fator ambiental, já que a região possui importantes ecossistemas como, por exemplo, a Reserva do Taim.

O sinal de alerta foi acionado quando, recentemente, a empresa EDP Renováveis do Brasil solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a revogação da autorização do seu projeto eólico em Santa Vitória do Palmar. A agência permitiu a desistência, que teve como justificativa a inviabilidade de construir uma linha de transmissão devido a questões ambientais. A estrutura teria cerca de 100 quilômetros de extensão e ligaria o parque eólico à subestação de energia Quinta, na cidade de Rio Grande. Em abril, o presidente da EDP Renováveis Brasil, Miguel Setas, havia afirmado que a meta era colocar o projeto de Santa Vitória do Palmar para concorrer em algum leilão promovido pelo governo federal, para comercializar sua energia e sair do papel até 2014. O parque teria cerca de 80 MW de capacidade (em torno de 2% da demanda média do Rio Grande do Sul).

Apesar das dificuldades que fizeram a EDP abandonar a intenção de realizar uma linha na região, a Aneel confirmou para o dia 6 de junho um leilão de transmissão que contempla entre outras obras, justamente, empreendimentos a serem construídos entre Santa Vitória do Palmar e Rio Grande, assim como uma conexão com Nova Santa Rita. No total, está prevista a implantação de 490 quilômetros em linhas dentro do Estado.

O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, adianta que a estatal participará dessa disputa em parceria com o Grupo CEEE. A Eletrosul será líder do consórcio, provavelmente com uma participação de 51%. Apesar da decisão de concorrer no certame, Custódio admite a preocupação quanto ao licenciamento ambiental para instalar uma linha de transmissão na Reserva do Taim. “É um risco real”, salienta. Ele relata que existe a possibilidade de o Ibama negar a licença para uma obra dessa espécie na região. Isso, possivelmente, inviabilizaria também a implementação dos parques eólicos em Santa Vitória do Palmar, porque, além do Taim, o município é rodeado pelo mar e pela lagoa Mirim.
Eletrosul possui projetos de geração na região

Em Santa Vitória do Palmar, a Eletrosul pretende construir o Complexo Eólico Geribatu, que terá 129 aerogeradores alcançando a capacidade instalada de 258 MW. Esse deverá ser o maior parque eólico da América Latina. Ainda na região, a companhia irá executar o Complexo Eólico Chuí, com capacidade de 144 MW. Cada MW eólico implementado representa um investimento superior a R$ 1 milhão.

A empresa já vendeu a energia dessas usinas em leilões e, por contrato, elas terão que entrar em operação até fevereiro de 2014. O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, comenta que, caso seja impossível realizar a linha de transmissão na Reserva do Taim e os parques eólicos, a companhia não deverá sofrer penalidades quanto a atrasos no prazo ou cancelamento dos projetos, pois se tratará de um motivo de força maior.

Mesmo considerando complicada a instalação da linha de transmissão na Reserva do Taim, o diretor ressalta que esse tipo de obra não representa grandes impactos e recorda que há uma estrada que atravessa o local. Ele acrescenta que o aproveitamento do enorme potencial eólico da Metade Sul gaúcha será muito importante para todo o País.

O coordenador do grupo temático de energia da Fiergs, Carlos Faria, defende que a situação da geração e transmissão de energia, de maneira geral dentro do setor elétrico, precisa ser melhor combinada. “Não adianta fazer uma usina afastada do ponto de consumo e sem condições de escoar essa energia”, argumenta.

Ele destaca que o cenário ambiental pode aumentar os custos de transmissão e, em algumas ocasiões, obrigar que os trajetos das linhas sejam maiores do que os previstos devido a alguns obstáculos naturais. Nesse sentindo, se os riscos ou os valores envolvidos com os empreendimentos no Estado (que serão ofertados no próximo leilão) forem altos, a disputa poderá atrair o interesse apenas de empresas estatais.

Fonte: Jornal do Comércio


A preservação do Taim tem sido a menor das preocupações, e quando a reserva acabar, quem vai contar como era?
foto: http://www.naestrada.fot.br/blog/?p=550

foto: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1048221&page=3

BRASIL NO #RANKING DOS PAÍSES QUE GERAM MAIOR QUANTIDADE DE #LIXO ELETRÔNICO

A multa para quem deposita lixo e entulho em locais impróprios pode variar de 150 salários mínimos a cinco anos de prisão.
O tão sonhado poder de compra foi conquistado pelos brasileiros, e agora?
Reduzir o consumo em prol do meio ambiente é uma pauta de difícil aceitação, mas a realidade é que os brasileiros não sabem como eliminar seu lixo.
São inúmeros os flagrantes de depósito de lixo, como se isso não bastasse a ONU divulgou um relatório, lançado no dia 22 de abril, onde diz que o Brasil é o país que mais toneladas de geladeira abandona por ano, além de estarmos no ranking dos países que geram maior volume de lixo eletrônico a cada ano. Isso mostra que o brasileiro além de não saber descartar o lixo, ainda não aprendeu a usar os equipamentos, o Brasil é o 6º no ranking de lixo eletrônico, segundo pesquisa realizada pelo instituto Sophos.
A justificativa para o aumento do acúmulo de lixo é um aumento do consumo doméstico apontou o estudo realizado pelo Programa da ONU para o meio ambiente – PNUMA. A Produção de lixo cresce seis vezes mais do que população no Brasil, divulgou a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil). O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, referente a 2010, apontou que a produção de lixo no país cresceu seis vezes mais do que a população. E mais: a quantidade de resíduos com destinação inadequada aumentou quase dois milhões de toneladas, em relação a 2009.
Computadores
Por ano, o Brasil abandona 96,8 mil toneladas métricas de PCs. O volume só é inferior ao da China, com 300 mil toneladas. Mas, per capita, o Brasil é o líder.
Geladeiras
O país é o líder entre os emergentes, ao lado da China. É 0,4 quilo por pessoa ao ano. Em números absolutos, seriam 115 mil toneladas no Brasil, contra 495 mil na China.
Celulares
O Brasil gera 2,2 mil toneladas por ano e está, novamente, abaixo apenas da China.
TVs
Entre as economias emergentes, o Brasil é ainda o terceiro maior responsável por lixo de aparelhos de TV. É 0,7 quilo por pessoa ao ano, mesma taxa da China.

Descarte correto de lixo eletrônico ainda é problema para o Brasil
O país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico por habitante, a cada ano

Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, programada para junho próximo, no Rio de Janeiro, o Brasil ainda enfrenta um grave problema: o descarte irregular de lixo eletrônico.
De acordo com relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado em 2010, o país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico per capita, isto é, por habitante, a cada ano. O relatório aponta que o lixo eletrônico descartado por pessoa, no Brasil, equivale a meio quilo (0,5 quilo) por ano. Em contrapartida, na China, que tem uma população muito maior, a taxa de lixo eletrônico por pessoa é 0,23 quilo e, na Índia, ainda mais baixa (0,1 quilo).
Os números são questionados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A gerente de Resíduos Perigosos do ministério, Zilda Veloso, considera os dados inconsistentes, porque a Organização das |Nações Unidas (ONU) utilizou uma metodologia europeia baseada na comercialização. “Se a gente não tem dados do mercado de comercialização, como é que eles chegaram àqueles números? Não tem sentido”. O MMA manifestou formalmente seu posicionamento contrário ao relatório da ONU, por meio do Itamaraty, disse.
O governo brasileiro não tem números sobre aquisição de produtos eletrônicos. Zilda Veloso informou que no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos, vai ser elaborado um estudo de viabilidade técnica e econômica, que deve apresentar informações sobre a geração de resíduos desse tipo. A previsão é que o estudo seja divulgado em quatro meses. O projeto é do Grupo Técnico Temático de Eletroeletrônicos, do Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa.
Esses sistemas se referem à responsabilidade compartilhada para eletroeletrônicos. “O estudo vai referendar se é possível fazer o recolhimento e destinação desse tipo de resíduo agora ou não”, disse. Na logística reversa, os fabricantes vão assumir a responsabilidade para a destinação do equipamento pós-uso. Zilda não descarta que parte dessa responsabilidade recairá sobre o consumidor. Ela destacou a importância da conscientização do cidadão nesse processo. “Nada vai funcionar se o consumidor não fizer o descarte adequado”.
A gerente esclareceu que o estudo é abrangente, porque vai captar as possibilidades de reciclagem de eletroeletrônicos. “O objetivo do estudo não é só fazer o retrato do setor, mas saber se o setor tem hoje condições de fazer a logística reversa”. O estudo vai dizer o comportamento do consumidor, o tipo de consumo que existe no Brasil e quais são os bens consumidos. Com base nesses dados, o governo terá condições de avaliar se é possível fazer a logística agora ou não. “Uma das coisas que ele vai levantar é uma estimativa de geração de resíduos atual”.
O comitê orientador é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e tem a participação dos ministérios da Saúde; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e da Fazenda. No ano passado, o comitê decidiu que a regulamentação das cinco primeiras logísticas será feita por meio de acordo setorial. São as logísticas de eletroeletrônicos; embalagens plásticas de óleos; lâmpadas; embalagens em geral; e medicamentos.
A logística que se acha mais adiantada é a de embalagens plásticas de óleos lubrificantes. A regulamentação está indo para consulta pública da proposta de acordo setorial em, no máximo, 30 dias. A regulamentação de eletroeletrônicos tem início previsto para 2013. “Porque é uma cadeia bem complexa. Pega desde celular até um aparelho hospitalar, como tomógrafo”, disse a gerente do MMA.
Ela ressaltou também a figura do catador na logística reversa. Adiantou, entretanto, que caso ele venha a ser incluído no processo, terá de ser treinado para poder separar os produtos eletroeletrônicos.
O professor de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Haroldo Mattos de Lemos, não vê motivos para ter melhorado a posição brasileira no ranking de lixo eletrônico gerado entre os países emergentes. Lemos preside o Instituto Brasil Pnuma, que é o Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
Ele avaliou que não foram “plantados” no país grandes programas para reduzir o volume de lixo eletrônico. “Existem algumas iniciativas de reciclagem, mas eu acredito que elas estão sendo suplantadas pelo crescimento do volume de aparelhos que é descartado”. Sua impressão é que o lixo eletrônico está aumentando no Brasil. As informações são da Agência Brasil.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/descarte-correto-de-lixo-eletronico-ainda-e-problema-para-o-brasil/

Links relacionados: http://www.blogdasaude.com.br/saude-ambiental/2010/02/22/e-lixo-%E2%80%93-brasil-lidera-ranking/

http://www.wtert.com.br/home2010/arquivo/noticias_eventos/Panorama2010.pdf

http://wp.clicrbs.com.br/anverde/2010/02/22/brasil-e-o-campeao-do-lixo-eletronico-entre-os-paises-emergentes/

DEPUTADO CLASSMANN DECLARA: “SOU FERRENHO DEFENSOR DO MUNICIPALISMO”

O Municipalismo vem cada vez mais somando forças em torno de um debate que é o fundamento da democracia. È nas cidades que inicia toda a formação social, onde as comunidades estão mais próximas de seus representantes políticos. A própria constituição Federal de 1988 assegura que todo município brasileiro é ente federado.  O municipalismo é hoje uma nova forma de administrar de discutir os interesses sociais.

Para o Deputado Estadual (RS) Aloísio Classmann o municipalismo é de fundamental importância para o desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul: “Sou ferrenho defensor do municipalismo, ele é a ferramenta mais importante que a sociedade têm e que a liga diretamente com seus governantes. Já presidi a comissão de assuntos municipais, conseguindo dar o direito da emancipação político administrativa a vários municípios. O movimento municipalista é uma organização dos prefeitos e suas comunidades para estar cada vez mais próximo do poder público estadual e federal.

Em prol do desenvolvimento do municipalismo tenho trabalhado de forma honesta e tenho dado ênfase, principalmente para as pequenas comunidades, por que é lá que falta segurança, que falta mais saúde, aliás, a saúde está longe do cidadão. Nas pequenas comunidades falta maquinários e equipamentos para trabalhar, os jovens estão tem dificuldade de acessos a informação, a inclusão digital, são jovens inteligentes em busca de renda e bem estar social e por isso estes jovens acabam vindo buscar seu grande desafio nos grandes centros. Por estes e outros motivos eu tenho pautado em toda a minha vida as causas municipalistas”.

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MAPA DO #SANEAMENTO NO #BRASIL: OBRAS PARALISADAS, OBRAS NEM INICIADAS

foto: arquivososriosdobrasil.blogspot.com.br

Auditoria do Saneamento básico aponta diversas irregularidades

A análise do relatório anual de contas da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades apontou diversas irregularidades. Os exames deste processo foram realizados no período de 07/04/2011 a 10/06/2011, por meio de testes, análises e consolidação de informações coletadas ao longo do exercício a partir da apresentação do processo de contas pela Unidade Auditada.

Paralisia

Foram identificadas inúmeras obras paralisadas, e elevado o número de contratos com obras ainda não iniciadas, sobretudo os firmados em exercícios anteriores a 2010, cerca de 3.969 contratos de repasse.

O percentual de obras Paralisadas é de 6,85% com repasses do OGU da ordem de R$ 1,894 bilhões. Também, verifica-se a elevada quantidade de 3.929 contratos firmados em anos anteriores a 2010 (36,62%) e que continuam com as obras não iniciadas comprometendo repasses da ordem de R$ 3,627 bilhões inscritos em Restos a Pagar. A SNSA não opera diretamente transferências de recursos. Estas transferências são operacionalizadas por terceiros como é o caso da Caixa Econômica Federal, que se encarregam das liberações de recursos, fiscalização das aplicações e das prestações de contas.

A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental não dispõe, em sua estrutura organizacional, de unidade própria de controle interno. Órgãos de governo como estes demandam de auditorias específicas e mais rigorosas e focadas no controle de gestão. A equipe que realizou a auditoria, mesmo com dificuldade de acesso,  coletou informações sobre o controle interno da SNSA demandados pelo TCU.

 Clique aqui ou no documento abaixo e confira o certificado da auditoria na original e na íntegra.

O INSUSTENTÁVEL CUSTO DA #ENERGIA NO BRASIL

Professor Cássio Stein Moura

Os recursos utilizados pela humanidade, são extraídos da natureza, explorados por empresas privadas e distribuídos à humanidade com alto valor econômico agregado. O responsávelpor preservar estes recursos é a humanidade, que os utiliza. Segundo a ONU, parte da solução está na chamada "dissociação do uso dos recursos naturais e o impacto ambiental do crescimento econômico". Isto quer dizer que se quisermos conquistar a tão almejada “economia verde” é necessário baixar muito a emissão de carbono e respeitar muito mais o ambiente natural, reduzir o consumo, produzir e usar a energia de formas mais inteligentes. Conversamos sobre energia, consumismo e sustentabilidade com o professor Cássio Stein Moura, Doutor em física e coordenador do bacharelado na Faculdade de Física da PUCRS. (trecho da conversa) Professor Cássio- "Cada pessoa é um consumidor em potencial, que consome energia e suprimentos que a natureza fornece. Há alguns séculos a população era pequena e o consumo era pequeno, e esse problema não existia. Atualmente com a população passando dos 6 bilhões de pessoas, com economia de mercado capitalista, os indivíduos consomem mais. Por este motivo é que o principal problema passa pela mentalidade das pessoas. O Brasil possui muitos recursos naturais. É um dos países mais ricos do mundo neste âmbito. Cerca de 92% da energia é produzida em hidrelétricas, que são menos poluidoras do que outras formas de energia. As hidrelétricas poluem também, pois destroem grandes áreas de vegetação, fauna e flora da região, produzem muito gás metano mas de qualquer forma são menos impactantes que as termoelétricas. O Brasil usa muito carvão, que é muito poluente, apesar da industria carvoeira dizer que existem filtros que protegem cerca de 99% dos poluentes que passam na chaminé. Mas é aquele 1% que são partículas extremamente pequenas que os filtros não conseguem segurar, que atravessam membranas do corpo humano e que podem atingir regiões delicadas do corpo. Então aqueles 99% talvez não sejam tão nocivos quanto aqueles 1%. Existe um projeto do Governo Federal hoje, de trocar essas usinas a carvão por usinas a gás. O Brasil é um grande produtor de gás, inclusive, devemos louvar parcialmente a Petrobras, por que a cerca 5 anos atrás, 50% do gás que o Brasil extraia era simplesmente queimado nas plataformas, por que não havia forma de aproveitar. A Petrobras que é a maior empresa de combustíveis fósseis do pais conseguiu resolver parte do problema e hoje, menos de 10% do gás está sendo queimado.É um absurdo importar gás do país vizinho, por falta de tecnologia, sendo que a gente produz mais que o país vizinho. De qualquer forma, a grande matriz energética do Brasil ainda são os combustíveis fósseis, representados pela gasolina e pelo óleo diesel, do qual o Brasil já produz praticamente tudo que consome. Mas as usinas eólicas são um grande exemplo. Logo que foi lançado o preço do kWh era muito alto, mas agora ele já esta competindo com a energia hidrelétrica. Ainda não atinge 1% da matriz energética, mas está crescendo. O Ceará é o maior estado produtor.
Mas tanto a energia eólica quanto a hidrelétrica dependem do clima e quando a energia hidroelétrica não consegue suprir a demanda, a termoelétrica entra em funcionamento. Ela funciona como uma energia de reserva. Portanto no horário entre 18 e 20 horas é o período em que estamos poluindo mais. Existe ainda a energia nuclear que é produzida em Angra I e Angra II, e está em andamento a instalação de Angra III, no estado do Rio de Janeiro. Assim o estado produzirá quase toda a sua energia elétrica e ainda poderá exportar. Muitos chamam a energia nuclear de energia limpa por que não gera monóxido de carbono nem dióxido de carbono, portanto não contribui com o efeito estufa. Mas ela não deixa de ser um lixo radioativo que será uma herança para nossos filhos. Atualmente muito se fala em sustentabilidade, é uma palavra que está na moda, mas é uma palavra a ser definida. Quando falamos em sustentabilidade ambiental a pergunta é: será que o macro tem a ver com o micro? O grande problema ambiental que está havendo hoje em nosso planeta se deve principalmente ao micro, ao ser individual, à pessoa. Primeiro é preciso analisar se: “preciso ou não preciso desse bem que desejo adquirir”. Quando adquirimos um bem temos que ter consiência. Por exemplo, uma garrafinha de água mineral: a água veio de onde? O plástico que tem ali? O pigmento da tinta? O invólucro? A tampinha? O forro da tampinha? Todos estes vieram de uma indústria que usou recursos naturais, que usou energia pra transformar estes recursos e te trazer aquela água que tu vais tomar em 10 minutos e vais descartar a embalagem. É um consumo que é natural para nós: consome-se a água e põe-se a garrafinha no lixo. A pergunta é: será que eu tenho que tomar esta água realmente? Será que uma água de filtro não é tão boa como a água mineral? Devemos nos questionar sempre: será que tenho que ter um novo celular? Será que tenho que trocar de carro todo ano?
O macro tem a ver com o micro, a economia e sustentabilidade começa pelo que a gente faz em casa, desde separar o lixo, a desligar uma lâmpada. Acredito que a solução para todos os problemas é a educação, por que a criança não é educada a consumir conscientemente. Ela é educada a consumir."

Quanto custa a #energia no Brasil?

Possuindo relação direta com o comportamento da economia, a energia elétrica é utilizada por todos os segmentos da sociedade e apresenta papel preponderante para o setor industrial. Neste contexto a Firjan realizou um estudo com base na análise de diversas tarifas de consumo de energia elétrica industrial das 64 distribuidoras nas 27 unidades da federação foi possível calcular a tarifa média de energia elétrica para a indústria no Brasil: 329,0 R$/MWh, com variação de até 63% entre os estados, trazendo à tona um aspecto fundamental: à excessiva oneração da energia elétrica.
A tarifa média de 329,0 R$/MWh para a indústria no Brasil é mais do que 50% superior à média de 215,5 R$/MWh encontrada para um conjunto de 27 países do mundo, para os quais há dados disponíveis na Agência Internacional de Energia.
A análise das causas da baixa competitividade brasileira traz informações reveladoras. A primeira delas é que, na partida, o Brasil já é pouco competitivo nesse insumo: apenas a parte da tarifa referente aos custos de Geração, Transmissão e Distribuição (conhecidos como “GTD”) já é superior à tarifa final de energia dos três principais parceiros do comércio exterior brasileiro: China, Estados Unidos e Argentina. Portanto, a grande vantagem hídrica do país não se reflete em preços módicos de GTD para a indústria.
A tarifa média de 329,0 R$/MWh para a indústria no Brasil é quase 50% superior à média de 215,5 R$/MWh encontrada para um conjunto de 27 países que possuem dados disponíveis na Agência Internacional de Energia. Desse total, apenas três – Itália, Turquia e República Tcheca – têm tarifas mais altas do que o Brasil.
Quando comparada a dos demais países dos BRICs (principais países da América Latina ou mesmo aos principais parceiros comerciais do Brasil), a tarifa de energia elétrica industrial no Brasil é 134% maior do que a média das tarifas de China, Índia e Rússia (140,7 R$/MWh), conforme tabela 1 a seguir. As indústrias instaladas no Brasil pagam, em média, 259% a mais do que na Rússia, 131% a mais do que na China e 75% a mais do que na Índia.
Em relação aos vizinhos latinos, o Brasil apresenta também menor competitividade com uma tarifa 67% superior à média da praticada por Argentina, Chile, Colômbia, El Salvador, Equador, México, Paraguai e Uruguai (197,5 R$/MWh).
A comparação com quatro de seus principais parceiros comerciais – EUA, Argentina,
Alemanha e China – mostra, novamente, que o país tem tarifa de energia elétrica para indústria muito acima do que o padrão internacional: a tarifa brasileira é superior à desses países em, respectivamente, 164%, 273%, 54% e 131%.
Considerando que o valor brasileiro é uma média e que, como demonstrado, há grande variação entre o valor dos estados, cabe analisar como a tarifa estadual se encontra quando comparada às tarifas internacionais, pois, a priori, seria possível que alguns estados fossem competitivos internacionalmente.
Fonte de pesquisa: Firjan

(Fonte: FIRJAN)

#SACOLAS PLÁSTICAS: EFEITOS E CONSEQUÊNCIAS

Reduzir e reutilizar - Não será tirando as sacolas plásticas de circulação que o problema do lixo irá acabar. Tamanha é a utilidade das "sacolihas" que segundo o diretor superintendente do Instituto Nacional do Plástico (INP), Paulo Dacolina, cerca de 71% das donas de casa brasileiras consideram os recipientes o meio ideal para transportarem as compras, mesmo que seu material leve 400 anos para decompor.
No entanto, mesmo com esta informação até o momento não há um sitema de reciclagem deste material. Se forem etiradas de circulação, será gerado um novo problema, ou dois novos problemas, teremos que pagar por embalagens para levar as compras do supermercado para casa e teremos que pagar por embalagens de descarte de lixo.
foto: http://migre.me/8CzIl

O desabafo da sacola

II Fórum Agas Ambiental vai debater efeitos das sacolas plásticas

A falta de informações definitivas sobre a melhor alternativa para embalar as compras dos clientes do varejo levou a Agas a projetar, para dia 26 de julho, em Porto Alegre, a segunda edição do Fórum Agas Ambiental.

No evento, que terá como tema central da discussão ’Sacolas plásticas: problema ou solução?’, a entidade reunirá especialistas para abordar os verdadeiros benefícios e prejuízos trazidos por cada tipo de embalagem (plástica, papel, algodão e lona, entre outras) ao meio ambiente.

Imaginem sem as sacolas.
Foto: http://migre.me/8CzKr

O presidente da Associação, Antônio Cesa Longo, explica que a posição da Agas é apoiar qualquer alternativa que seja comprovadamente eficiente em praticidade aos clientes e sustentabilidade. Para ele, no entanto, ainda é cedo para adotar qualquer medida. ‘O debate é muito complexo e precisa envolver sociedade, varejo e poder público. O problema vai muito além das sacolas, e já há estudos que mostram que outros materiais são mais prejudiciais ao meio ambiente, devido ao seu processo de fabricação’, pondera o dirigente.

A Segmento Pesquisas está em campo com estudo que mapeará a posição da população gaúcha sobre o assunto. Os resultados deverão ser conhecidos em cerca de 10 dias.

fonte: http://www.agas.com.br/site/default.asp?TroncoID=946152&SecaoID=934448&SubsecaoID=0&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=918494

O QUE VOCÊ FAZ COM O SEU #LIXO?

Segundo o site Clima tempo (http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/cidade/363/portoalegre-rs) existe previsão de chuva para Porto Alegre, o que deixa a população tensa.
O que virá desta vez? Alagamentos como sempre…
A cada precipitação chuvosa é o mesmo problema na capital gaúcha, falta de escoamento e ruas alagadas.
Hoje pela manhã, não menos tensa com a situação, me deparei com esta cena da foto ao lado, em uma rua de Porto Alegre.
Imaginei que esse lixo só poderia estar ali por duas razões:
1- A prefeitura não recolheu e deixou a disposição dos catadores para revirar.
2- A população sem educação, jogou lixo na rua e ele foi parar dentro do boeiro.
Que a capital gaúcha está virando um grande lixão e cenário de uma absurda violação dos direitos humanos e do ambiente urbano, a gente já falou neste blog, questionamos a responsabilidade do governo municipal, mas e a responsabilidade dos cidadãos?
Todos os dias cada um de nós produz grande quantidade de lixo, na cozinha, no banheiro, no escritório, no quintal… As lixeiras espalhadas pela casa sempre tem algo para descartar. Segundo informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), são gerados diariamente cerca de 230.000 toneladas de lixo.
Sem que você se quer perceba joga um papel de bala jogado no chão, este vai acumular com o restante do lixo da rua e o resultado é desastroso: vias imundas; terrenos e córregos transformados em depósito de lixo; boeiros entupidos; alagamentos. Esse cenário caótico é o combustível ideal para a proliferação de doenças e a poluição do solo, da água e do ar. Muito mais do que descartar o lixo no lugar adequado, todo cidadão deve assumir o compromisso de reduzir a quantidade de lixo que produz.

Veja a matéria veiculada no fantástico sobre a educação do lixo: