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#RIO+20: países emergentes, economia de mercado, valor agregado, lucratividade, quem irá sobreviver sem sustentabilidade?

United Nations Conference on Sustainable Development

por Luciano Medina Martins                                                                                                                         A necessidade de reorganizarmos a produção e o consumo, para que a atividade econômica seja ambientalmente sustentável, justifica-se pela noção de que de que sem sustentabilidade ambiental não sobreviveremos; e, se sobrevivermos, o legado por nós deixado não será muito promissor.Não ter rentabilidade e lucro, ou extinguir os recursos necessários para que as economias produzam renda e sobrevivam são pontas do mesmo fenômeno. A economia de ganhos em escala, das grandes plantas industriais e altamente impactantes para o meio ambiente, dos modelos econômicos intervencionistas e planificados ou dos conglomerados de oligopólios privados dependentes da boa relação com governos e órgãos reguladores, estão sendo questionados, pela realidade do desgaste do meio ambiente, quanto a sua eficiência, tanto sob o ponto de vista ambiental quanto econômico e social.O que se percebe no Brasil, onde os oligopólios dependentes do oxigênio fornecido por governos fortes, políticas intervencionistas e centralizadoras, é que ambos modelos; privado oligopolista ou estatal oligopolista, tem que ser profundamente repensados para que a sociedade consiga produzir alimentos, energia e habitação para todos nas próximas décadas e séculos.A realização de uma conferência sobre desenvolvimento sustentável no Brasil, a Rio+20, poderá ser o palco a nos revelar o que já sabemos virtualmente: o quanto difícil é debater sobre soluções simples, locais e sustentáveis em um país acostumado a centralização de decisões de administração pública e a centralização de recursos vindos de impostos; a não ouvir os agentes locais e suas realidades; e a desprezar modelos econômicos autônomos que não estejam ligados ao grande investimento governamental vindo da autoridade central.A entrevista de Marcelo Durão, abaixo transcrita, é um exemplo das dificuldades que se irá encontrar na RIO+20, e que podem engessar o debate. De um lado, esquerdistas que demonizam o lucro e o mercado, como se esses fossem seres de outro planeta que querem devorar os humanos; e do outro lado, ruralistas endividados por monoculturas centenárias que demonizam os ambientalistas e seus protestos. No meio do fogo cruzado das velhas esquerdas e direitas, teremos ambientalistas, economistas da sustentabilidade, pesquisadores sobre meio ambiente, entre outras matizes de movimentos verdes que vieram depois de Lutzemberger.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       Pacto Federativo e o desenvolvimento sustentável
O caso de amor e ódio do Brasil com a economia sustentável tem um viés tributário determinante. As soluções locais, microregionalizadas, municipalizadas, autônomas e menos dependentes de decisões centralizadas, ou centralizadoras, e de tecnologia muito cara, tem como principal obstáculo a inversão da pirâmide arrecadatória, que também se convencionou chamar de “quebra do pacto federativo”. Ou seja, os municípios brasileiros ficam com a menor parte dos impostos arrecadados, esta parcela é de menos de 10% , enquanto 60% fica com a União Federal, e por volta de 30% é retida pelos Estados federados. Sem recursos e com muitas obrigações quanto a saúde, educação infantil, urbanização e mobilidade os municípios, e as comunidades que formam as municipalidades, ficam sem recursos para investir e fomentar soluções locais e sustentáveis.É natural que os melhores especialistas sobre as culturas e realidades locais estejam junto a estas comunidades, mas, sem recursos, dependem da boa vontade de um governo central dominado por prerrogativas políticas que se sobrepõe a tudo e a todos, nenhuma discussão sobre soluções para o desenvolvimento sustentável da economia consegue dissipar a pesado aparelhamento partidário dos governos e ao muro intransponível da centralização de recursos.Uma das tarefas mais árduas do debate sobre o desenvolvimento sustentável recai sobre todos os movimentos municipalistas do Brasil. Estes movimentos precisam estar atentos a enorme oportunidade que surge com a Rio+20 de tornar o debate sobre a autonomia dos municípios uma parte do próprio debate sobre a economia sustentável no Brasil.Prefeitos, munícipes e ativistas dos movimentos municipalistas precisam se organizar em torno do debate sobre o desenvolvimento sustentável ou simplesmente o debate na Rio+20 será dominada por movimentos que tem pouca relação com os processos da economia real e com propostas factíveis de avanço nos modelos de produção e consumo que hoje dominam nossa economia. E isto seria no mínimo lamentável. 

#BRASIL: 5,4 BILHÕES DE LITROS DE ESGOTO SEM TRATAMENTO SÃO JOGADOS NO AMBIENTE TODOS OS DIAS

Há 10 anos dirigentes de 189 países reuniram-se na sede da ONU, em Nova Iorque, para elaborar a Declaração do Milênio que definiu os objetivos da humanidade. Houve um comprometimento, por parte desses dirigentes, de que, até 2015, o mundo faria avanços mensuráveis nas áreas mais críticas do desenvolvimento humano. No ano passado, a ONU lançou um novo Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio; segundo ele o saneamento básico, pelo menos no Brasil, tem mudado pouco. Estamos a passos lentos, ainda lançamos ao ambiente 5,4 bilhões de litros de esgoto sem tratamento. Um estudo do Instituto Trata Brasil revelou que houve um avanço de 14% no atendimento de esgoto nas 79 maiores cidades do país e de 5% no tratamento do esgoto produzido. Esse índice é baixíssimo quando consideramos o volume de esgoto que se joga diariamente no ambiente, sem tratamento algum. Esse esgoto todo gera contaminação do solo, rios, mananciais e praias, com impactos diretos à saúde da população. Fonte: http://www.tratabrasil.org.br

A Declaração e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: Um plano para o progresso

Em setembro de 2000, a Cúpula do Milênio reuniu na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o maior número de dirigentes mundiais da história da humanidade. Nessa data de importância crucial, representantes de 189 países-membros das Nações Unidas juntaram-se para refletir a propósito do destino comum da humanidade. Todos os países estavam interconectados de maneira mais ampla e profunda do que em qualquer outra época da história, e o aceleramento do processo de globalização prometia um crescimento mais rápido, assim como o aumento do nível de vida e novas oportunidades.
No entanto, a vida nessas nações era bastante desigual. Enquanto alguns países podiam esperar do futuro a prosperidade e a cooperação mundial, outros quase careciam de futuro, já que seus habitantes se encontravam atolados em condições miseráveis, intermináveis, de pobreza, de conflitos e em meio a um ambiente cada vez mais degradado. Cerca de 1,1 bilhão de pessoas estavam – e ainda estão – obrigadas a sobreviver com menos de US$ 1 por dia, sendo que 30% delas são crianças. Mesmo nos países mais ricos, uma em cada seis crianças ainda encontra-se abaixo do nível de pobreza.
Outros desafios confrontam a humanidade: quase 11 milhões de crianças morrem anualmente antes de completar 5 anos. Isso equivale a mais de 29 mil mortes por dia, na sua maioria por causas que poderiam ter sido evitadas. Aqueles que sobrevivem sofrem as conseqüências de outras graves carências, como a desnutrição, a falta de acesso à atenção à saúde e à educação, e têm maior probabilidade de ser vítimas da exploração, da violência e do HIV/aids.
Um estudo da Universidade de Bristol e do London School of Economics, que teve apoio do UNICEF, concluiu que mais de 1 milhão de crianças – mais da metade da população infantil dos países em desenvolvimento – sofrem pelo menos uma forma grave de privação. Por exemplo:

* Uma a cada três crianças no mundo em desenvolvimento – ou mais de 500 milhões de meninas e meninos – carece de qualquer forma de acesso a saneamento básico, e uma em cada cinco não tem acesso à água potável.

*Mais de 140 milhões de crianças nos países em desenvolvimento – dos quais 13% têm entre 7 e 18 anos de idade – nunca foram à escola.

*A aids já causou a morte de um ou ambos os pais de cerca de 15 milhões de crianças em todo o mundo. Desses, 12 milhões vivem na África ao sul do Saara. Estima-se que, até o final desta década, o número de órfãos em decorrência da aids superará os 25 milhões (UNAIDS, julho de 2004).

Para começar a dar uma resposta a essas crises, os dirigentes reunidos em Nova Iorque em 2002 elaboraram a Declaração do Milênio, que consiste em uma série de prioridades coletivas para paz e segurança, luta contra a pobreza, meio ambiente e direitos humanos. São medidas imprescindíveis para o progresso da humanidade, bem como para a sobrevivência imediata de parte importante dos seres humanos. Os líderes mundiais também concordaram que o desenvolvimento humano é fundamental para o progresso social e econômicos sustentáveis em todos os países, e que, por isso, contribuem para a segurança global.
Mas como a comunidade internacional poderia tornar realidade tais prioridades? Após reuniões com representantes de diversos organismos internacionais, a delegação elaborou um plano para um futuro melhor: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Houve um comprometimento, por parte desses dirigentes, de que, até 2015, o mundo faria avanços mensuráveis nas áreas mais críticas do desenvolvimento humano. Esses objetivos estabelecem parâmetros para medir os resultados, e não somente para os países em desenvolvimento, mas também para aqueles que aportam recursos para programas de desenvolvimento e para instituições multilaterais, como o Banco Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que ajudam os países a implementarem tais programas.

OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

ODM 1: Erradicar a extrema pobreza e a fome

ODM 2: Atingir o ensino básico universal

ODM 3: Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

ODM 4: Reduzir a mortalidade infantil

ODM 5: Melhorar a saúde materna

ODM 6: Combater o HIV/aids, a malária e outras doenças

ODM 7: Garantir a sustentabilidade ambiental

ODM 8: Estabelecer uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento

fonte: http://www.unicef.org/brazil/pt/overview_9540.htm

458 anos de #Salvador: Onde a história do #Brasil começa

Parabéns Salvador, 458 anos

A História da colonização e da missigenação brasileira começou a ser contada na região norte. Salvador é uma parte dela e hoje, 29 de março completa 458 anos de emanciapação política/administrativa. Parabéns ao povo de Salvador!

por: Marta Erhardt e Thiago Fernandes

Uma cidade de personagens

Tipos populares sempre marcaram a vida pacata de Salvador. Pessoas excêntricas desfilavam suas singularidades pelas ruas da capital baiana e se tornaram símbolos de uma época. Quando a cidade alta ainda era centro comercial, financeiro e administrativo da capital, o Guarda Pelé se transformou em personagem principal da história da região. Ele controlava o trânsito na Praça Municipal e aproveitava para fazer coreografias entre os carros. Em meio aos apitos e movimentos de braços, surgia um aceno ali, outro acolá. Era a receptividade do soteropolitano, caindo nas graças de mais uma peculiaridade de sua cidade.

O Guarda Pelé não é caso isolado. O famoso Jacaré chamava a atenção dos transeuntes na mesma região, quando subia em um caixote para fazer discursos políticos. E quem já não ouviu falar do repórter do povo? No início do século passado, Cuíca de Santo Amaro cantarolava seus cordéis para relatar os “causos” da sociedade baiana da primeira metade do século. Suas histórias provocavam temor entre os integrantes da alta sociedade. Se estivesse vivo, completaria cem anos em 2007. Ele morreu aos 56 anos, em 1964. Dentre os fatos contados em praça pública, entraram para a história “o crente que passou a mãe para trás” e “a mulher que casou com outra”.

O antropólogo e professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Roberto Albergaria, explica o fascínio que estas fguras exerceram ao longo do tempo. “Os tipos populares são aqueles cuja singularidade está no limite entre a loucura e a excentricidade A cidade representava um grande teatro, onde as pessoas viviam suas diferenças publicamente”, explica.

Na medida em que Salvador cresceu e ultrapassou a marca de 1 milhão de habitantes, deixou de ser propícia a estes tipos. “A nova Bahia de massas começa a substituir a velha Bahia da comunidade e as pessoas, como atores sociais, passam a representar um novo papel. Tornam-se mais introspectivas. Assim, os contatos foram se distanciando e a experiência da rua passa a ser a do anonimato”, destaca Albergaria.

Apesar do desaparecimento gradativo dos tipos populares a partir da segunda metade do século XX, uma mulher ainda atraía os olhares dos moradores da Cidade Alta na década de 70. Quem freqüentava a região conta que perambulava por ali uma moça toda vestida de roxo. OS boatos davam conta de que ela teria sido abandonada no altar pelo noivo. Com o trauma, apresentou um quadro de depressão e problemas psicológicos, passando a perambular pelas ruas do centro de véu e grinalda. Alguns anos depois, adotou o roxo e o preto, em sinal de luto.

Hoje, estas figuras ainda podem ser encontradas em cidades do interior e nos bairros periféricos da capital baiana, onde ainda há uma densa vida de rua, de acordo com o antropólogo. “Houve uma mudança na expressão dessa natureza. Hoje o que se tem é uma massa de anônimos onde a singularidade não é mais possível”, afirma.

fonte: http://www3.atarde.com.br/especiais/aniversario_salvador/uma_cidade_de_personagens.htm

Bons exemplos municipais: #ovinocultura como alternativa de bons #rendimentos

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Ovinocultura - A criação de ovelhas vem ganhando espaço no mercado, segundo a Associação Paulista de Criadores de Ovinos, no ano passado o Brasil contabilizou um abate anual de 270 mil cordeiros, conquistando o 18º lugar no mundo na criação de ovinos, ainda longe de ser auto-suficiente, mas avançando consideravelmente. Imagem: http://migre.me/8n9SZ

Projeto de ovinocultura em Júlio de Castilhos

O município de Júlio de Castilhos está investindo em um projeto de pesquisa com a parceria da Associação de Municípios da Região Centro e grupo de pesquisas em agronegócios da Universidade Federal de Santa Maria, que visa analisar a cadeia produtiva de ovinos na região central do Estado.

A coordenadora do projeto, Andrea Cristina Dorr, disse que é através deste projeto, que será possível diagnosticar os entraves e as potencialidades do setor com o intuito de fortalecer toda cadeia produtiva de ovinos na região. Segundo Andrea, foram visitadas quatro propriedades e dois abatedouros em Júlio de Castilhos, a partir daí, ocorreu levantamento de dados e elaboração de um diagnóstico com base nestes dados.
O material foi apresentado para produtores do município, nesta quarta-feira, 21, durante um encontro que discutiu sobre socioeconômia, contábilidade e de manejo do projeto.

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Reunião de produtores de Julio de Castilhos nesta quarta,21 - foto: Sonaira Canterle

O diagnóstico identificou que os pontos fracos do município estão relacionados à organização e comercialização da cadeia produtiva de ovinos. “Que seria vender de forma clandestina e também seria a questão de não ter para quem vender”, explicou Andrea. Por outro lado, foi identificado grande potencial e grande interesse por parte dos produtores.

fonte: Assessoria de Imprensa da prefeitura de Julio de Castilhos

#Fumo: Enquanto uns morrem, outros sobrevivem dele

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PREFEITOS GAÚCHOS NÃO CONCORDAM COM a proibição da venda de cigarros com sabor visa diminuir o consumo do tabaco, o que pode afetar diretamente a indústria do fumo, a economia de municípios calcados na pequena propriedade rural e na economia familiar. Pelo menos 2,5 milhões de brasileiros trabalham na cadeia produtiva do fumo. Além disto, o setor injeta anualmente R$ 148 bilhões na economia. Só de impostos, são recolhidos anualmente a quantia de R$ 75 bilhões. A AMVARP - Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo vem reivindicando, há tempos, a defesa da cadeia produtiva de tabaco, uma das principais fontes de geração de renda da região. Os prefeitos da AMVARP entendem sofrer preconceito pela sua forma de geração de renda ser a produção de tabaco. A região criou uma Comissão Permanente em Defesa da Cadeia produtiva do Fumo que está trabalhando para disseminar a importância da atividade para os municípios. Segundo dados levantados pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) na safra de 2009, 304 municípios gaúchos tiveram incremento na arrecadação do ICMS com a produção de fumo. O presidente da AMVARP, prefeito Mario Rabuske salienta que “apenas no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) direto, os municípios da AMVARP recebem um retorno em torno de R$ 60 milhões, seja com a produção de tabaco ou a de cigarros”. O prefeito salienta ainda que “devem ser levados em conta todos os outros negócios que funcionam em função da produção”, diz. “A cadeia produtiva do fumo é a atividade essencial da região. É importante que se pense em diversificação, mas o tabaco hoje representa fonte de renda garantida aos nossos produtores e o combustível dos nossos municípios”, finaliza Rabuske.

Anvisa proíbe cigarros aromatizados e com sabor no país
Fica vetada a adição de substâncias que dão sabor e aroma aos cigarros e produtos derivados do tabaco, como os
mentolados e os de sabor cravo, chocolate e morango

Brasília – Depois de mais de três horas de debate, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baniu os cigarros aromatizados e com sabor no país. Em reunião hoje (13), os  quatro diretores da agência reguladora decidiram proibir a adição de substâncias que dão sabor e aroma aos cigarros e a outros produtos derivados do tabaco, como os mentolados e os de sabor cravo, chocolate e morango. Os cigarros com sabor vão sair das prateleiras somente daqui um ano e meio.
No caso do açúcar, a Anvisa cedeu aos apelos da indústria do fumo e manteve a adição, porém limitada à reposição do açúcar perdido na secagem da folha de tabaco. Segundo os fabricantes, o tipo de fumo mais usado no país perde açúcar no processo de produção e, por isso, é necessária a reposição. O açúcar foi motivo de impasse entre os diretores na reunião passada, em fevereiro, o que acabou adiando a decisão para hoje (13). A medida vale para os produtos nacionais e importados. Estão isentos os destinados à exportação.

A indústria nacional e as importadoras terão um ano para adaptar o processo de fabricação do cigarro e seis meses para retirar de circulação os aromatizados. Para outros produtos, como charuto e cigarrilha, o prazo foi ampliado. São 18 meses de adequação e seis meses para recolhimento do mercado.

Fica permitido o uso de algumas substâncias nos derivados do tabaco: açúcar, adesivo, aglutinante, agentes de combustão, pigmento ou corante (usado para branquear papel ou na impressão do logotipo da marca), glicerol e propilenoglicol e sorbato de potássio. A proposta aprovada prevê ainda que novos ingredientes precisam passar pelo aval da agência reguladora para serem usados no futuro.

fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/saude/noticias/anvisa-proibe-cigarros-aromatizados-e-com-sabor-no-pais

link relacionado:
http://wp.clicrbs.com.br/santacruz/2011/05/21/area-de-plantio-de-tabaco-deve-ser-reduzida/