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Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

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Multas para quem joga lixo no chão, em Porto Alegre, começam a valer em abril

lixoCódigo de #Limpeza Urbana entra em vigor quarta sem aplicação de #regras que pesarão no #bolso

Se você costuma comer um lanche e descartar a embalagem no chão, ou depositar a caliça da obra em um terreno baldio, além de demonstrar falta de educação, estará cometendo infrações passíveis de multa. É o que prevê o novo Código Municipal de Limpeza Urbana, que será sancionado hoje pelo prefeito de Porto Alegre José Fortunati. A lei só começará a ser aplicada a partir de 7 de abril.

No primeiro trimestre, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) trabalhará no planejamento das ações. A lei deverá ser implementada por regiões da cidade — ainda não foi definida onde a fiscalização terá início. Os detalhes sobre o código serão divulgados à população a partir do dia 3 de fevereiro. De acordo com o diretor-geral do DMLU, André Carús, não está prevista a distribuição de cartilhas informativas impressas justamente para evitar que o material seja descartado em via pública.

— A lei tem de ter efeito educativo. A população tem de se sentir inibida a descartar o resíduo — afirma.

No Rio, projeto diminuiu em 60% o lixo nas ruas

As infrações são divididas em categorias, conforme a gravidade: leve, média, grave e gravíssima (veja ao lado). Hoje, 35 fiscais realizam, mediante denúncia, a fiscalização e autuação do depósito irregular de lixo na Capital. Com a nova legislação, as multas ficam mais caras. Se o infrator não pagar, ficará com o nome sujo na praça.

— Sempre houve multa, mas além de ser irrisória, não tinha mecanismo legal que amparasse o DMLU a cobrar. Essa lei deve mudar a crença na fiscalização — diz Flávia Bernardes, coordenadora em exercício do departamento de fiscalização da entidade.

Após cinco meses, o Projeto Lixo Zero foi capaz de diminuir em quase 60% a quantidade de resíduos nas ruas em algumas regiões do Rio de Janeiro. Vinicius Roriz, presidente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana, atribui os bons resultados à atuação intensiva do grupo de fiscalização junto à Guarda Municipal.

Para autuar estrangeiros, a solução foi firmar convênio com a Polícia Federal para impedir a saída na alfândega. Para brasileiros, quem não paga a multa tem o nome inscrito no Serasa.

*Colaborou Lara Ely

Valores previstos por descarte irregular de lixo, conforme a gravidade da infração

LEVE
R$ 263,82
— Jogar no chão papéis, invólucros, embalagens ou assemelhados.
— Fazer triagem ou catação no lixo disposto na rua.
— Acondicionar resíduos orgânicos em sacos plásticos com capacidade superior a cem litros.
— Veículos que vendem alimentos de consumo imediato sem recipientes de resíduos orgânicos e recicláveis, com capacidade para comportar sacos de no mínimo 40 litros.

MÉDIA
R$ 527,65
— Não acondicionar resíduos em sacolas plásticas antes da coleta.
— Não separar o lixo domiciliar em resíduos orgânico e recicláveis.
— Falta de recipientes que garantam a separação do lixo para clientes em estabelecimentos comerciais.
— Deixar de manter limpa a área de atuação — no caso de feirantes, artesãos, agricultores ou expositores —, acondicionando os resíduos em sacos plásticos.

GRAVE
R$ 2.110,60
— Desrespeitar os dias e turnos estabelecidos pelo DMLU para a coleta dos lixos orgânico e reciclável.
— Depositar resíduos sólidos recicláveis no interior dos contêineres destinados exclusivamente à coleta automatizada de lixo orgânico.
— Jogar em qualquer área pública ou terreno resíduos sólidos de qualquer natureza (até cem litros).
— Varrer a sujeira de dentro do prédio, de terrenos ou calçadas para a rua.

GRAVÍSSIMA
R$ 4.221,21
— Descarte de materiais cortantes ou pontiagudos em embalagem inadequada (o objetivo é evitar ferimentos aos garis).
— Descarte em logradouros públicos de resíduos decorrentes de decapagens, desmatamentos ou obras.
— Depositar em riachos, arroios, córregos, lagos e rios resíduos que causem prejuízo à limpeza ou ao ambiente.
— Danificar equipamentos de coleta automatizada.

O CALENDÁRIO
Fase de planejamento: de 9 de janeiro a 2 de fevereiro
Fase de divulgação da lei e sensibilização da população: de 3 de fevereiro a 6 de abril
Aplicação da lei: a partir de 7 de abril

COMO SERÁ A FISCALIZAÇÃO?
Serão montadas blitze em pontos específicos da cidade. Os agentes devem se aproximar do infrator, informar da multa e pedir que ele se identifique com documentos e e-mail. Na hora, o cidadão recebe o tíquete manual e, depois, será enviado um e-mail com o valor a ser pago. A prefeitura não tem verbas para comprar equipamentos eletrônicos para imprimir a multa na hora, como no Rio. O apoio da Brigada Militar poderá ser solicitado.

O QUE ACONTECE SE A MULTA NÃO FOR PAGA?
É transformada em dívida ativa. O infrator fica impedido de retirar documentos na prefeitura, como certidões negativas, exigidas na compra de um apartamento, por exemplo.

SE O MEU CÃO FIZER COCÔ NA CALÇADA?
O dono do mascote pode ser multado em R$ 263,82. É bom sempre lembrar de sair de casa com uma sacola na mão para os passeios com os pets.

Fonte: ZH

#POLÊMICA DO LIXO DE POA: PREFEITURA CONTRATA SEM LICITAÇÃO

Prefeitura de Porto Alegre faz um segundo contrato sem licitação pública para atender o lixo da capital

Em abril desse ano, o site Máfia do Lixo afirmou que a Prefeitura de Porto Alegre, governo do prefeito José Fortunati (PDT), iria assinar um contrato sem licitação pública com a empresa gaúcha TRANSPORTES R N FREITAS LTDA, que já é contratada pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) para realizar a coleta seletiva da capital gaúcha.

O leitor pode visitar o site Máfia do Lixo e ler a matéria que tem por título “Prefeitura de Porto Alegre faz mais um contrato sem licitação pública via DMLU”.

Nessa quinta-feira, 24 de maio de 2012, o Diário Oficial de Porto Alegre, em sua Edição No. 4267, publicou o EXTRATO DE CONTRATO EMERGENCIAL 3/2012, referente ao Processo Administrativo No.005.000910.12.0, que tem por contratante o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), da Prefeitura de Porto Alegre, e por contratada a empresa privada TRANSPORTES R N FREITAS LTDA, cujo objeto é a “prestação de serviços de coleta de resíduos recicláveis, no município de Porto Alegre”, pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da Ordem de Início de Serviço, com PREÇO de R$ 143.084,52 (cento e quarenta e três mil e oitenta e quatro reais e cinquenta e dois centavos), POR MÊS. Quem assina o EXTRATO DE CONTRATO EMERGENCIAL 3/2012 é o Diretor-Geral, em exercício, Carlos Vicente B. Gonçalves.

O coronel Carlos Vicente B. Gonçalves substitui o diretor-geral coronel Mário Monks, que está afastado da autarquia municipal, por motivos de saúde, conforme o Ato 014 de 31/01/2012, documento esse publicado no Diário Oficial de Porto Alegre, que informa o seu provável retorno para 30 de maio de 2012.

Somente com esse CONTRATO EMERGENCIAL 3/2012, sem licitação pública, a empresa TRANSPORTES R N FREITAS LTDA vai receber do DMLU de Porto Alegre o montante de R$ 858.507,12 (oitocentos e cinquenta e oito mil e quinhentos e sete reais e doze centavos).

Em pleno ano eleitoral, o DMLU de Porto Alegre assina assim o seu segundo contrato sem concorrência pública. A autarquia está em vistas de assinar de imediato um terceiro instrumento sem licitação pública.

O primeiro contrato sem licitação pública na área do lixo, assinado durante a gestão do prefeito Fortunati a frente da Prefeitura de Porto Alegre, ocorreu em 14 de dezembro de 2011.

O ato administrativo ocorreu quando o DMLU escolheu a empresa Revita Engenharia Ambiental S/A, do grupo Solví, para operar a coleta de lixo domiciliar, pelo sistema tradicional, via caminhões coletores com compactadores de resíduos, e uma equipe formada por um motorista e três garis, em cada veículo.

Recentemente a empresa Revita foi notificada pelo DMLU por descumprimento do contrato emergencial.

Ruas inteiras de um bairro na capital gaúcha não tiveram a coleta de lixo domiciliar. A empresa Revita Ambiental deixou de fazer a coleta de lixo noturna por “problemas de pessoal” (faltas de garis). O lixo somente foi coletado no dia seguinte.

A empresa argumentou “que o acúmulo de lixo (segunda e terça são os dias mais pesados) nas ruas de Porto Alegre e as dificuldades crescentes com o trânsito de veículos estão deixando os garis extenuados e que no dia seguinte eles faltam ao serviço”.

Ora, é inacreditável que tenha a empresa privada formulado uma resposta dessas para justificar o descumprimento de contrato, instrumento esse desconhecido do contribuinte da taxa do lixo de Porto Alegre e que origina um custo mensal para os cofres públicos em algo perto de R$ 1.800.000,00.

Essas explicações públicas, de falta de garis, já vêm ocorrendo desde a época da empresa Qualix Ambiental (depois mudou o nome para Sustentare) que teve seu contrato rescindido em dezembro do ano passado.

Cabe lembrar, que as sucessivas ocorrências de faltas de coleta de lixo domiciliar em ruas e avenidas de Porto Alegre, contribuíram para que o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul recomendasse ao DMLU a rescisão do contrato da Qualix-Sustentare firmado em 2007.

Fonte: http://www.mafiadolixo.com/categoria/denuncias/

Grupo de facebook retrata a realidade das ruas da capital

Fotos: facebook grupo FLAGRE O LIXO DA SUA CIDADE

#BRASIL: 5,4 BILHÕES DE LITROS DE ESGOTO SEM TRATAMENTO SÃO JOGADOS NO AMBIENTE TODOS OS DIAS

Há 10 anos dirigentes de 189 países reuniram-se na sede da ONU, em Nova Iorque, para elaborar a Declaração do Milênio que definiu os objetivos da humanidade. Houve um comprometimento, por parte desses dirigentes, de que, até 2015, o mundo faria avanços mensuráveis nas áreas mais críticas do desenvolvimento humano. No ano passado, a ONU lançou um novo Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio; segundo ele o saneamento básico, pelo menos no Brasil, tem mudado pouco. Estamos a passos lentos, ainda lançamos ao ambiente 5,4 bilhões de litros de esgoto sem tratamento. Um estudo do Instituto Trata Brasil revelou que houve um avanço de 14% no atendimento de esgoto nas 79 maiores cidades do país e de 5% no tratamento do esgoto produzido. Esse índice é baixíssimo quando consideramos o volume de esgoto que se joga diariamente no ambiente, sem tratamento algum. Esse esgoto todo gera contaminação do solo, rios, mananciais e praias, com impactos diretos à saúde da população. Fonte: http://www.tratabrasil.org.br

A Declaração e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: Um plano para o progresso

Em setembro de 2000, a Cúpula do Milênio reuniu na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o maior número de dirigentes mundiais da história da humanidade. Nessa data de importância crucial, representantes de 189 países-membros das Nações Unidas juntaram-se para refletir a propósito do destino comum da humanidade. Todos os países estavam interconectados de maneira mais ampla e profunda do que em qualquer outra época da história, e o aceleramento do processo de globalização prometia um crescimento mais rápido, assim como o aumento do nível de vida e novas oportunidades.
No entanto, a vida nessas nações era bastante desigual. Enquanto alguns países podiam esperar do futuro a prosperidade e a cooperação mundial, outros quase careciam de futuro, já que seus habitantes se encontravam atolados em condições miseráveis, intermináveis, de pobreza, de conflitos e em meio a um ambiente cada vez mais degradado. Cerca de 1,1 bilhão de pessoas estavam – e ainda estão – obrigadas a sobreviver com menos de US$ 1 por dia, sendo que 30% delas são crianças. Mesmo nos países mais ricos, uma em cada seis crianças ainda encontra-se abaixo do nível de pobreza.
Outros desafios confrontam a humanidade: quase 11 milhões de crianças morrem anualmente antes de completar 5 anos. Isso equivale a mais de 29 mil mortes por dia, na sua maioria por causas que poderiam ter sido evitadas. Aqueles que sobrevivem sofrem as conseqüências de outras graves carências, como a desnutrição, a falta de acesso à atenção à saúde e à educação, e têm maior probabilidade de ser vítimas da exploração, da violência e do HIV/aids.
Um estudo da Universidade de Bristol e do London School of Economics, que teve apoio do UNICEF, concluiu que mais de 1 milhão de crianças – mais da metade da população infantil dos países em desenvolvimento – sofrem pelo menos uma forma grave de privação. Por exemplo:

* Uma a cada três crianças no mundo em desenvolvimento – ou mais de 500 milhões de meninas e meninos – carece de qualquer forma de acesso a saneamento básico, e uma em cada cinco não tem acesso à água potável.

*Mais de 140 milhões de crianças nos países em desenvolvimento – dos quais 13% têm entre 7 e 18 anos de idade – nunca foram à escola.

*A aids já causou a morte de um ou ambos os pais de cerca de 15 milhões de crianças em todo o mundo. Desses, 12 milhões vivem na África ao sul do Saara. Estima-se que, até o final desta década, o número de órfãos em decorrência da aids superará os 25 milhões (UNAIDS, julho de 2004).

Para começar a dar uma resposta a essas crises, os dirigentes reunidos em Nova Iorque em 2002 elaboraram a Declaração do Milênio, que consiste em uma série de prioridades coletivas para paz e segurança, luta contra a pobreza, meio ambiente e direitos humanos. São medidas imprescindíveis para o progresso da humanidade, bem como para a sobrevivência imediata de parte importante dos seres humanos. Os líderes mundiais também concordaram que o desenvolvimento humano é fundamental para o progresso social e econômicos sustentáveis em todos os países, e que, por isso, contribuem para a segurança global.
Mas como a comunidade internacional poderia tornar realidade tais prioridades? Após reuniões com representantes de diversos organismos internacionais, a delegação elaborou um plano para um futuro melhor: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Houve um comprometimento, por parte desses dirigentes, de que, até 2015, o mundo faria avanços mensuráveis nas áreas mais críticas do desenvolvimento humano. Esses objetivos estabelecem parâmetros para medir os resultados, e não somente para os países em desenvolvimento, mas também para aqueles que aportam recursos para programas de desenvolvimento e para instituições multilaterais, como o Banco Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que ajudam os países a implementarem tais programas.

OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

ODM 1: Erradicar a extrema pobreza e a fome

ODM 2: Atingir o ensino básico universal

ODM 3: Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

ODM 4: Reduzir a mortalidade infantil

ODM 5: Melhorar a saúde materna

ODM 6: Combater o HIV/aids, a malária e outras doenças

ODM 7: Garantir a sustentabilidade ambiental

ODM 8: Estabelecer uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento

fonte: http://www.unicef.org/brazil/pt/overview_9540.htm

CACHOEIRINHA RS: MUTIRÃO RECOLHEU 29 TONELADAS DE LIXO NO ARROIO PASSARINHO

foto: F. Planella - Jornal Diário de Cachoeirinha
É numerosa a lista de desafios para termos um planeta realmente sustentável, o primeiro deles é eliminar de forma correta o que consumimos. A educação de cada cidadão está diretamente ligada a essas atitudes.
A degradação constante do meio ambiente está ocasionando uma exaustão dos recursos naturais. Conforme o consumismo aumenta, aumenta com ele a produção de resíduos e os programas e campanhas educacionais em relação a este tema continuam estagnados.

* por Diléa Fronza – Jornalista

Trinta toneladas em mil metros
Projeto Aguapé realizou mutirão de limpeza do Arroio Passinhos na manhã de quinta-feira e retirou 29 toneladas de lixo do local.
Em maio, o projeto encerra suas atividades com a presença do coordenador inglês.

Na manhã desta quinta-feira, 26, o Projeto Aguapé realizou um mutirão de limpeza do Arroio Passinhos. A atividade contou com o apoio das secretarias de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Cachoeirinha e também de Alvorada e dos Anjos do Asfalto. O mutirão ocorreu na Avenida Capitão Garibaldi. Nos cerca de mil metros onde foi realizada a limpeza, 29 toneladas de material foram recolhidas.
– A sujeira é variada: material de construção, roupas, vasos sanitários, bicho morto e os tradicionais sofás – conta Sílvio José Ouriques, coordenador do Projeto Aguapé.
Foram três caminhões que saíram carregados do local. A comunidade ribeirinha, infelizmente, não se mobilizou com a campanha.
– Há aproximadamente três semanas, nos reunimos com os moradores que vivem nas proximidades do Arroio Passinhos e pedimos para que, pelo menos, um representante de cada família nos ajudasse. A ajuda não seria em vão. Além de limparem o local onde vivem, eles receberiam pelo apoio que nos deram uma cesta básica por família. Iremos embora levando todas as cestas que trouxemos – lamenta o coo ordenador.
Mesmo assim, com o esforço dos voluntários, que iniciaram o trabalho por volta das 9 horas da manhã e encerraram perto do meio dia, muita sujeira foi retirada.
– A gente espera, sinceramente, poder passar por aqui nos próximos dias e não ver que o arroio lotado de lixo novamente.

ÚLTIMOS PASSOS – O mutirão de limpeza do Passinhos foi uma das últimas atividades do Rotary Club à frente do Projeto Aguapé.
– Nosso projeto começou a surgir em 2006 quando fizemos as primeiras reuniões. Foi estabelecida uma parceria com o Rotary da Inglaterra que deu o apoio financeiro. Em maio de 2009 ele começou oficialmente. O projeto previa que o Aguapé teria duração de três anos e agora estamos em fase de encerramento – explica Sílvio.
Mas isso não significa o fim das ações.
– As prefeituras de Alvorada, Cachoeirinha e Gravataí têm agora os instrumentos para seguirem com as ações. O projeto deixou dois contêineres para recolhimento de entulhos em cada cidade além das patrulhas e de toda a infraestrutura e educação ambiental que o Aguapé proporcionou aos municípios. Agora basta que as prefeituras prossigam com as atividades. Eles sempre terão o nosso apoio – acrescenta.
No dia 31 de maio será realizada a última ação do Projeto Aguapé. O coordenador inglês do projeto, Dennis Meadus, virá para o Brasil e participará da Conferência do Distrito 4670, na Unisinos, onde será apresentado o relatório final do projeto.

Escolas se envolverão em atividades

Como parte dos últimos projetos do Aguapé, começa na próxima semana a distribuição de kits esportivos para dez escolas de cada município participante. Este kit contém 12 coletes esportivos, bola de vôlei e de futebol de salão.
– As escolas premiadas, são aquelas que mais se envolveram no projeto ao longo dos anos. Em Cachoeirinha, a entrega acontecerá no dia 8 de maio, às 15 horas, na Escola Carlos Wilkens.
CONCURSO – Para finalizar a participação das escolas no projeto, serão distribuídos os gibis dos Aguapowers nas 66 escolas dos três municípios. Junto delas, vai o regulamento para as crianças participarem do Concurso Cultural do Projeto Aguapé.
– Neste ano serão premiados a melhor redação que tem como tema o Rio Gravataí e o melhor desenho que pode ser sobre o rio ou então sobre os Aguapowers – explica Sílvio.
Os primeiros lugares de cada município receberão um tablet. A novidade deste ano é que haverá premiação para os professores participantes.
– O professor que tiver o maior número de alunos participando dos concursos em cada município também receberá um tablet. Serão quatro trablets por município.
A premiação será entregue no dia 15 de junho no CTG Aldeia dos Anjos de Gravataí, quando acontecerá o grande jantar de encerramento do Projeto Aguapé.

*Diléa Fronza – Repórter do Jornal Diário de Cachoeirinha – Fone: 3041-2301 Ramal 31

O QUE VOCÊ FAZ COM O SEU #LIXO?

Segundo o site Clima tempo (http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/cidade/363/portoalegre-rs) existe previsão de chuva para Porto Alegre, o que deixa a população tensa.
O que virá desta vez? Alagamentos como sempre…
A cada precipitação chuvosa é o mesmo problema na capital gaúcha, falta de escoamento e ruas alagadas.
Hoje pela manhã, não menos tensa com a situação, me deparei com esta cena da foto ao lado, em uma rua de Porto Alegre.
Imaginei que esse lixo só poderia estar ali por duas razões:
1- A prefeitura não recolheu e deixou a disposição dos catadores para revirar.
2- A população sem educação, jogou lixo na rua e ele foi parar dentro do boeiro.
Que a capital gaúcha está virando um grande lixão e cenário de uma absurda violação dos direitos humanos e do ambiente urbano, a gente já falou neste blog, questionamos a responsabilidade do governo municipal, mas e a responsabilidade dos cidadãos?
Todos os dias cada um de nós produz grande quantidade de lixo, na cozinha, no banheiro, no escritório, no quintal… As lixeiras espalhadas pela casa sempre tem algo para descartar. Segundo informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), são gerados diariamente cerca de 230.000 toneladas de lixo.
Sem que você se quer perceba joga um papel de bala jogado no chão, este vai acumular com o restante do lixo da rua e o resultado é desastroso: vias imundas; terrenos e córregos transformados em depósito de lixo; boeiros entupidos; alagamentos. Esse cenário caótico é o combustível ideal para a proliferação de doenças e a poluição do solo, da água e do ar. Muito mais do que descartar o lixo no lugar adequado, todo cidadão deve assumir o compromisso de reduzir a quantidade de lixo que produz.

Veja a matéria veiculada no fantástico sobre a educação do lixo:

O #DESCARTE CORRETO DO #LIXO DEPENDE DE QUEM O PRODUZ

Ter atitude, pode ser uma tarefa muito difícil. Mas é a única solução para o descarte apropriado do lixo. A prefeitura é responsável? Com certeza! Mas todos temos parte nisso. O lixo é gerado dentro de casa, a obrigação de cada um é dar o destino correto ao eliminá-lo. Separar adequadamente é o primeiro passo, ter o conhecimento de que determinados materiais precisam de destino específico é o segundo.

No caso dos medicamentos, as substancias químicas podem contaminar a água e o solo, portanto, não podem ser descartados juntamente com o lixo comum e nem pelo vaso sanitário.
Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Bioquímicas Oswaldo Cruz comprova que apenas 2,7% têm alguma orientação sobre o assunto. 75,32% descartam em lixo comum e 6,34% descartam pelo vaso sanitário.
A dica é: levar os remédios para o setor de vigilância sanitária da sua cidade. Lá, o material recolhido é incinerado de maneira correta. Além disso, algumas farmácias recolhem os remédios e encaminham elas mesmas para a vigilância.
Bons Exemplos: Algumas cidades já acharam outras alternativas. Em Curitiba, existem postos de coleta de medicamentos nos terminais de ônibus. Já São Paulo recolhe os materiais na UBS (Unidades Básicas de Saúde). O grupo Pão de Açúcar também tem postos de coleta em suas filiais do país.
Remédios são jogados em avenida no Cristal

*por Letícia Mellos

Moradores encontraram uma grande quantidade de medicamentos que foram jogados fora, em frente a uma casa abandonada, na calçada de uma avenida no Bairro Cristal. Foram encontradas ampolas de injeção e comprimidos, todos vencidos, dentro de cinco sacolas pretas.

A denúncia de que estes materiais haviam sido descartados em plena via pública partiu de um motorista de transporte escolar. Ele se disse preocupado com a facilidade que as crianças tinham de acesso às sacolas, já que uma escola particular funciona próximo ao local de descarte.
Um dos medicamentos, utilizado para o tratamento de sequelas de acidentes vasculares e cerebrais, tinha prazo de validade para maio de 2003. De acordo com o DMLU, o material será retirado do local ainda hoje.

Os perigos do descarte de medicamentos
O descarte incorreto de medicamentos, além de causar danos ambientais, é também perigoso para a saúde humana. Neste caso o que chamou a atenção é que a quantidade de medicamentos era grande e foi jogada em um só lugar, mas todos os dias toneladas de medicamentos são colocados de forma inapropriada nos lixos. A farmacêutica industrial Clarissa Wolff Benso de Medeiros, especialista em gestão e tecnologia farmacêutica, lembra que somos nós mesmos, muitas vezes, os grandes responsáveis por esse descarte incorreto. “Acabamos guardando em uma caixa de sapato, em uma gaveta, no banheiro e, quando percebemos, já temos uma farmácia completa de medicamentos vencidos em casa”, explica. E, na hora de se desfazer deste material, muitas vezes não sabemos como fazê-lo.
A farmacêutica salienta ainda que um dos problemas mais comuns é a falta de orientação sobre como ele deve ser feito. Segundo ela, uma recente pesquisa realizada em São Paulo verificou que apenas 2,7% dos entrevistados já haviam recebido alguma orientação sobre descarte de medicamentos vencidos. “Também foi constatado que 75,32% descarta em lixo doméstico e 6,34% na pia e/ou sanitário”, salienta.
Enquanto os projetos de lei sobre o descarte adequado de medicamentos não são aprovados, o correto é procurar empresas que se responsabilizem por este serviço. “Podemos contar com algumas empresas (farmácias, de manipulação e drogarias) que possuem plano de gerenciamento de resíduos que serão recolhidos por uma empresa habilitada pelo órgão sanitário competente para inutiliza-los mediante incineração”, conclui.

* Letícia Mellos, Jornalista – Editora chefe do jornal Meu Bairro – A revista da zona sul de Porto Alegre
http://meubairropoa.com/

#CAMPANHA: CIDADE LIMPA

A campanha Limpa Brasil Let’s Do It! tem por princípio conscientizar os cidadãos sobre a destinação correta do lixo e organizar mutirões de limpeza em cidades brasileiras. O primeiro passo é atingir o interesse das pessoas e das organizações sobre como é possível modificar a realidade das cidades sobre o lixo apenas com a ação individual. Conquistar as instituições e o povo por meio de um objetivo comum: limpar as cidades e mudar a atitude da população.

Esta é a razão pela qual a Atitude Brasil, em parceira com a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e o programa Let’s do it World, trouxe a campanha para o Brasil. O sucesso da Estônia está percorrendo o mundo. São mais de 70 países que adotaram o movimento e querem ver suas cidades mais limpas.

Acesse o site: http://www.limpabrasil.com/site/sua-cidade/

Image

foto: 1º - Calgary, Canadá.
Como seria gratificante encontrar o Brasil entre estas 10 cidades mais limpas do mundo. No entanto o país não se encaixanem no ranking das 50.

(abaixo o publicado na portal da Revista EXAME)

AS 10 CIDADES MAIS LIMPAS DO MUNDO

Da qualidade do ar à conservação de ruas e praças, conheça os 10 centros menos poluídos segundo ranking da Mercer com 50 cidades publicado na CNBC; Brasil fica de fora

Autora: Vanessa Barbosa para revista EXAME

1º – Calgary, Canadá
Centro financeiro e comercial, onde estão localizadas as sedes das principais empresas petrolíferas do Canadá, Calgary ocupa a primeira posição desta lista.
Diante de uma rápida expansão econômica e populacional, a cidade reformulou seu sistema de saneamento nos últimos dois anos com o programa chamado “Too Good to Waste”, que visa diminuir a quantidade de resíduos enviados para aterros.
Esforços adicionais estão sendo feitos para reduzir os resíduos de construção civil e demolição, através do aumento da reciclagem de materiais (como madeira, asfalto, gesso, telhas e concreto), bem como incentivo financeiro e programas de educação ambiental.
2º – Honolulu, Havaí
Reduto escolhido pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para as férias de natal, a paradisíaca Honolulu é a segunda cidade mais limpa do mundo, segundo ranking da Mercer.
A capital do Havaí e principal porto das ilhas havaianas possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos EUA. E mais. Em Honolulu, a água é filtrada através de rochas vulcânicas, sendo conhecida por ser livre do gosto de cloro comum em abastecimentos de outras cidades.
3º – Ottawa, Canadá
Ottawa não é apenas a capital do Canadá, mas um dinâmico centro cosmopolita de cultura e inovação tecnológica, com uma inigualável qualidade de vida.
O sistema de transporte público é totalmente integrado, dispondo de uma eficiente malha de rotas de ônibus e um sistema de metrô de superfície. Muitas vias públicas estão dedicadas exclusivamente ao tráfego de ônibus, bicicletas e pedestres.
A sede do governo canadense conta ainda com uma qualidade da água notável. Em 2009, todas as fontes de água potável da cidade obtiveram classificação máxima.
4º – Helsinque, Finlândia
Capital da Finlândia e maior cidade do país, Helsinque leva em conta as condições e as oportunidades do ambiente natural em seu planejamento e incentiva a conservação da natureza, com ações de educação ambiental. Apesar das pressões por novas construções residenciais e comerciais, a cidade consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer.
Em seu site, Helsinque disponibiliza relatórios que apontam um redução das emissões de gases estufa por estações de energia, indústria e sistemas de aquecimento de residências, graças ao uso de tecnologias eficiente e combustíveis mais limpos, o que melhora o ar da cidade.
5º – Wellington, Nova Zelândia
Moderna e bem estruturada, Wellington ergue-se entre encostas de morros com vistas para a exuberante Baía de Port Nicholson, de águas tranparentes, apesar do grande volume de navios que ancoram por ali.
O Ministério de Meio Ambiente da Nova Zelândia atribui o bom ar local ao isolamento da cidade, baixa densidade populacional e à proximidade do mar. A poluição veicular também é controlada. Para se ter uma ideia, em 2009, as concentrações de monóxido de carbono foram em sua maioria classificadas como “excelente”, devido à melhoria das tecnologias automotivas.
6º – Mineápolis, EUA
A qualidade do ar em Mineápolis está entre as melhores dos Estados Unidos e do mundo quando comparada com a de outras grandes cidades.
O bom desempenho atmosférico foi conseguido graças a um monitoramento constante de poluentes ao longo dos anos.
A cidade também aposta na iluminação pública mais eficiente com a adoção de lâmpadas fluorescentes, que duram mais tempo que as convencionais e garantem uma economia de energia e dinheiro.
7º – Adelaide, Austrália
Adelaide pode ser considerada um exemplo de desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Localizada ao sul da Austrália, a cidade é sede de plantas industriais da General Motors Holden e Mitsubishi – praticamente metade dos carros produzidos na Austrália vêm de Adelaide -, além de fábricas de equipamentos hospitalares e componentes eletrônicos.
Parte da receita auferida com as intensas atividades industriais e comerciais é aplicada no desenvolvimento sustentável da cidade.
Segundo o estudo, a região tem se afastado da dependência de aterros sanitários como parte do seu Plano Estratégico 2007, e não mede esforços para reduzir a geração de resíduos e incentivar a reciclagem.
8º – Copenhague, Dinamarca
Copenhague tem sido repetidamente reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Não é por menos.
A capital da Dinamarca foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente entre idas e vindas de casa ao trabalho, da escola para o cinema, e em outros deslocamentos cotidianos.
Mas os sistema alternativo de transporte é apenas uma parte do planejamento urbano sustentável da cidade. Anfitriã de convenções internacionais, Copenhague é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas de seu porto limpas e seguras – tão seguras que é possível até nadar nelas.
9º – Kobe, Japão
Localizada junto a um dos maiores portos comerciais do mundo, a cidade japonesa de Kobe é conhecida pela beleza de seu meio-ambiente e pela variedade de entretenimento na área urbana da cidade, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko.
Quando o assunto é qualidade de vida, Kobe apresenta desempenho invejável, com elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%. Em termos de limpeza, a cidade se orgulha do seu sistema de drenagem de águas residuais, separadas de modo que as fortes chuvas não afetam o tratamento de resíduos.
Outro ponto a favor da atmosfera “clean” são os sistemas viários projetados para manter o tráfego em movimento constante, garantindo menor emissão de poluentes ocasionados por congestionamentos.
10º – Oslo, Noruega
Nada das tradicionais indústrias, avenidas congestionadas, barulho ou ar poluído. O que se vê na capital e maior cidade da Noruega é uma paisagem rodeada de colinas e florestas densas, repleta de lagos, parques naturais e casas coloridas.
Sem grandes fábricas em seu território (de apenas 454 quilômetros quadrados), Oslo garante aos seus moradores uma boa qualidade de ar, apesar dos veículos, e reduzidas emissões de gases efeito estufa.
Afim de seguir uma sólida estratégia de gestão de resíduos sólidos, os restos orgânicos produzidos no centro urbano são desviados para tratamento em uma unidade de biogás, sendo transformado em combustível para os ônibus locais. Além disso, o gás metano proveniente do aterro sanitário é coletado e convertido em eletricidade.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/as-10-cidades-mais-limpas-do-mundo?p=1#link

I Encontro dos #Municípios com o Desenvolvimento Sustentável

O I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria acontece na próxima semana em Brasília. O Portal do Desenvolvimento local, está promovendo o evento nos dias 27 a 29, para fomentar boas práticas municipais. O desenvolvimento através de experiências e boas práticas desenvolvidas deve ser compartilhados com toda a nação. Milhares de municípios de todo o Brasil têm projetos de excelente qualidade que devem ser divulgados, difundidos e copiados. As soluções locais, municipalizadas, são aquelas que com um orçamento reduzido conseguem resolver problemas que são recorrentes inclusive nas grandes cidades. A verdade é que os municípios exercem sua criatividade solutiva para desenvolver estratégias que possam cumprir tantas obrigações que são de sua responsabilidade. (Charge: palavras.blog.br)

Boas práticas municipais serão expostas na Rio +20

Experiências serão expostas no I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável
BRASÍLIA – As 28 experiências selecionadas e apresentadas no “I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria”, que acontece nos próximos dias 27 a 29 de março, serão expostas pela Frente Nacional de Prefeitos na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20, que ocorre de 13 a 22 de junho.
A entidade que terá um estande na conferência, apresentará ainda um documento que será elaborado durante o I Encontro, com a posição da FNP sobre o tema.
As inscrições encerraram no ultimo dia 20 de março. Cada município brasileiro pode concorrer com uma prática. O cadastramento foi feito, gratuitamente, pelo e-mail boaspraticas@fnp.org.br. Na seleção, foram considerados os seguintes critérios: a pertinência com os temas e sub-temas do I Encontro e a replicabilidade da experiência. Não considerados como critérios eliminatórios o ineditismo da apresentação nem o fato dela ter sido premiada anteriormente por outra instituição. Os municípios com boas práticas selecionadas serão comunicados por meio de correio eletrônico e as premiadas integrarão uma publicação a ser organizada, após a realização do evento, pelo Instituto Polis. O edital, com todas as informações, está disponível em http://www.fnp.org.br/Documentos/DocumentoTipo92.pdf.
fonte: http://www.portaldodesenvolvimento.org.br/?p=7091