Arquivo da categoria: democracia

O #gigante existe

452758-970x600-1A democracia brasileira não está satisfeita com o pleito eleitoral que aconteceu há alguns dias. Os resultados foram um índice de rejeição muito alto do atual governo reeleito em 26 de outubro. 48,36% dos eleitores votaram no candidato de oposição.

Agora, os movimentos populares novamente tomam as ruas. Desta vez querendo repetir o feito de 92, com o movimento “caras pintadas” que derrubou o Presidente Fernando Collor de Melo com um IMPEACHMENT.

De forma passífica, os brasileiros recomeçam às cenas vistas pelo mundo todo em junho de 2013, sem vandalismo, com respeito e cordialidade como o brasileiro realmente é.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/11/1542047-ato-em-sao-paulo-pede-impeachment-de-dilma-e-intervencao-militar.shtml

Pelo menos 18% do #salariomínimo de cada trabalhador é investido em #transportepúblico em Porto Alegre

Agora, em Porto Alegre, as passagens de ônibus custam R$ 2,95, enquanto o salário mínimo alcança R$ 724,00. Na soma da ida e da volta do trabalho, o transporte custa para o trabalhador R$ 5,90.

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Essa imagem é rotina para os portoalegrenses que pagam R$ 2,95 pelo transporte público

Aqueles que trabalham 5 dias úteis no mês, gastam em média 22 passagens de ida e 22 de volta,  o que resulta na soma de R$ 129,80. Isso representa  18% do salário mínimo.

Considerando 22 dias úteis e 8 horas trabalhadas, cada pessoa investe mais de uma hora/dia somente para pagar o transporte, já que uma hora trabalhada equivale a R$ 4,11.

Ok! Mas em quais condições o trabalhador investe esses 18% de sua renda?

Ônibus lotados, sem segurança, pessoas em pé no corredor com motoristas que não respeitam o excesso de velocidade.

Aí eu faço duas perguntas:

1-      Por que o motorista de carro é obrigado a usar sinto de segurança para a sua proteção e para não ser multado?

2-      Por que quem utiliza o transporte público pode ficar em pé no corredor, sem a menor segurança?

Qual é a diferença?

Somente consigo visualizar um comum entre essas duas perguntas, que é a segurança das pessoas.

Fique atento!

Você que é eleitor, sabe o que o seu parlamentar está fazendo por você em relação ao transporte público?

O vereador Pedro Ruas (P-SOL) está coletando assinaturas para instalação de uma CPI, e até o momento somente 10 vereadores apoiaram a sua proposta. Veja matéria no Jornal do Comércio de hoje: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=158757

O legislativo da capital conta com 36 parlamentares.

Fique de olho, este ano, teremos novas eleições, muitos vereadores irão concorrer a vagas na Assembléia Legislativa. Acompanhe a política perto de você e ajude a mudar!

LICITAÇÕES #SIGILOSAS NO PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO

1 minuto de silêncio – Licitações sigilosas? O governo quer unir forças com os prefeitos para aprovação de licitações feitas secretamente, sem que ninguém saiba da tramitação das contratações de serviços para o governo. O que qualquer cidadão está se perguntando agora é: como assim?
A administração pública dos estados e união está virando banalização total. Tomada de decisões sem participação democrática? Que regime político estamos vivendo mesmo? Em que o governo decide o que fazer com o imposto do contribuinte sem participação do contribuinte.
De propostas indecentes vindas da gestão pública federal todos já estão acostumados, o que está difícil de entender é o por que dos aplausos dos prefeitos a esta proposta da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, quando todos acompanham anualmente a fiscalização acirrada do tribunal de contas com as prefeituras. Justamente os prefeitos que estão sempre na luta para obtenção de recursos que permitam que cumpram com suas obrigações fiscais
Parece que existe uma franca chantagem em querer o apoio dos prefeitos para tornar TODAS as licitações do PAC em “licitações sigilosas” feitas as escuras, esta é uma chantagem no mínimo IMORAL. É de conhecimento público que os prefeitos tem dificuldades em prestar contas, por que existe uma “inversão fiscal”, ou seja, os municípios ficam com a menor fatia da arrecadação de impostos, entre 5% a 15%, enquanto Estados e União Federal ficam com a fatia bem maior entre 75% a 90%.
Esta situação não se corrigirá com ações pontuais que não foquem na repactuação da divisão de impostos entre Municípios, Estados e União Federal, esta última nem mesmo cogita a possibilidade de renunciar a alguma fatia dos impostos em benefício dos municípios, mesmo assim, assedia os prefeitos, estariam eles acuados com propostas indecentes do tipo “vamos fazer licitações sigilosas”?

Governo quer apoio de prefeitos para alterar licitações
Ministras pressionam por aprovação de lei que tornaria obras ‘mais rápidas e baratas’

BRASÍLIA – O governo federal quer o apoio dos prefeitos para aprovação na Câmara dos Deputados dos projetos que modificam a Lei de Licitações para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a cobrança de ICMS no comércio eletrônico (e-commerce).
O primeiro projeto amplia para o PAC o uso do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), utilizado hoje nas obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou nesta quinta-feira, 17, que esse sistema, já utilizado nas obras de aeroportos, reduziu para um terço o tempo das licitações e gerou economia de 15%.
“Se há condições de fazer mais rapidamente e com preço menor, porque não estender para o PAC também? A legislação tem de acompanhar a realidade. O TCU aprova essa iniciativa, considera que ela é boa. Não tem risco adicional. Pelo contrário, reduz a possibilidade de conluio entre os participantes”, afirmou Miriam, após evento da Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, pediu apoio a essa proposta para acelerar as obras do PAC. Disse ainda que a mudança no ICMS contribuirá para melhorar a distribuição da arrecadação.
Essas duas propostas foram apresentadas por Ideli como alternativa ao projeto de redistribuição dos royalties do petróleo, tema que foi abordado pelos prefeitos anteontem no mesmo evento e rendeu vaias à presidente Dilma Rousseff. A ministra Ideli, por outro lado, foi aplaudida ao tratar dessas questões. “Pelos aplausos, posso sair daqui contente e satisfeita, porque vamos fazer uma parceria nesses assuntos e trabalhar no Congresso Nacional.”
Muitos prefeitos defendem que a nova forma de divisão de royalties, em discussão no Congresso, deve valer tanto para as áreas que ainda serão exploradas quanto para os campos em produção. A presidente sugeriu que eles brigassem “de hoje para frente”, e não pelo que já foi licitado e dividido. Ideli afirmou que essa questão pode passar pelo Congresso, mas ser contestada na Justiça.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-quer-apoio-de-prefeitos-para-alterar-licitacoes,874242,0.htm

Definição para Democracia: (“demo+kratos”) é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia

DEPUTADO CLASSMANN DECLARA: “SOU FERRENHO DEFENSOR DO MUNICIPALISMO”

O Municipalismo vem cada vez mais somando forças em torno de um debate que é o fundamento da democracia. È nas cidades que inicia toda a formação social, onde as comunidades estão mais próximas de seus representantes políticos. A própria constituição Federal de 1988 assegura que todo município brasileiro é ente federado.  O municipalismo é hoje uma nova forma de administrar de discutir os interesses sociais.

Para o Deputado Estadual (RS) Aloísio Classmann o municipalismo é de fundamental importância para o desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul: “Sou ferrenho defensor do municipalismo, ele é a ferramenta mais importante que a sociedade têm e que a liga diretamente com seus governantes. Já presidi a comissão de assuntos municipais, conseguindo dar o direito da emancipação político administrativa a vários municípios. O movimento municipalista é uma organização dos prefeitos e suas comunidades para estar cada vez mais próximo do poder público estadual e federal.

Em prol do desenvolvimento do municipalismo tenho trabalhado de forma honesta e tenho dado ênfase, principalmente para as pequenas comunidades, por que é lá que falta segurança, que falta mais saúde, aliás, a saúde está longe do cidadão. Nas pequenas comunidades falta maquinários e equipamentos para trabalhar, os jovens estão tem dificuldade de acessos a informação, a inclusão digital, são jovens inteligentes em busca de renda e bem estar social e por isso estes jovens acabam vindo buscar seu grande desafio nos grandes centros. Por estes e outros motivos eu tenho pautado em toda a minha vida as causas municipalistas”.

300 #PREFEITOS ELABORAM DOCUMENTO SOBRE A RIO+20, segundo revista #EXAME.

United Nations Conference on Sustainable Development

As prefeituras estão no centro do debate sobre desenvolvimento sustentável, será que elas sabem disso?

Cerca de 300 prefeitos deram um exelente exemplo ao participar da elaborção de um documento sobre sustentabilidade para a RIO+20, mas e os outros prefeitos?

Há cerca de 5 565 municípios no Brasil, mas somente por volta de 300 prefeitos participaram diretamente na eloboração da “Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável”. Desinteresse? Falta de recursos para participar do debate de forma mais direita? Uma coisa é certa, os municípios brasileiros estão no centro do debate sobre o desenvolvimento sustentável e mais prefeitos precisam estar envolvidos neste debate.

(da revista EXAME)

Prefeitos elaboram documento sobre a Rio+20

Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável reúne diversas sugestões dos governantes para a construção de cidades mais sustentáveis

São Paulo – Mais de 300 prefeitos, de todos os cantos do Brasil, se reuniram em Brasília para produzir a Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável.

O documento reúne diversas sugestões dos governantes para a construção de cidades mais sustentáveis e tem como principal reivindicação o aumento da participação dos líderes locais na formulação e implantação de políticas públicas relacionadas ao desenvolvimento sustentável – que, segundo eles, interferem diretamente no cotidiano dos municípios.

A carta foi produzida como resultado final do I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, organizado pela FNP – Federação Nacional dos Prefeitos, com a intenção de reforçar o posicionamento desta classe política na Rio+20 – Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável.

Entre outras sugestões feitas pelos prefeitos no documento para acelerar o processo brasileiro de transição para a economia verde, estão:

  • incentivo ao empreendedorismo local;
  • maior atenção às políticas de erradicação da miséria e
  • fortalecimento das micro e pequenas empresas.

Clique AQUI  e confira a Carta dos Municípios Brasileiros pelo Desenvolvimento Sustentável, na íntegra.

Autora Débora Spitzcovsky, do Planeta Sustentável
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/prefeitos-elaboram-documento-sobre-a-rio-20

458 anos de #Salvador: Onde a história do #Brasil começa

Parabéns Salvador, 458 anos

A História da colonização e da missigenação brasileira começou a ser contada na região norte. Salvador é uma parte dela e hoje, 29 de março completa 458 anos de emanciapação política/administrativa. Parabéns ao povo de Salvador!

por: Marta Erhardt e Thiago Fernandes

Uma cidade de personagens

Tipos populares sempre marcaram a vida pacata de Salvador. Pessoas excêntricas desfilavam suas singularidades pelas ruas da capital baiana e se tornaram símbolos de uma época. Quando a cidade alta ainda era centro comercial, financeiro e administrativo da capital, o Guarda Pelé se transformou em personagem principal da história da região. Ele controlava o trânsito na Praça Municipal e aproveitava para fazer coreografias entre os carros. Em meio aos apitos e movimentos de braços, surgia um aceno ali, outro acolá. Era a receptividade do soteropolitano, caindo nas graças de mais uma peculiaridade de sua cidade.

O Guarda Pelé não é caso isolado. O famoso Jacaré chamava a atenção dos transeuntes na mesma região, quando subia em um caixote para fazer discursos políticos. E quem já não ouviu falar do repórter do povo? No início do século passado, Cuíca de Santo Amaro cantarolava seus cordéis para relatar os “causos” da sociedade baiana da primeira metade do século. Suas histórias provocavam temor entre os integrantes da alta sociedade. Se estivesse vivo, completaria cem anos em 2007. Ele morreu aos 56 anos, em 1964. Dentre os fatos contados em praça pública, entraram para a história “o crente que passou a mãe para trás” e “a mulher que casou com outra”.

O antropólogo e professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Roberto Albergaria, explica o fascínio que estas fguras exerceram ao longo do tempo. “Os tipos populares são aqueles cuja singularidade está no limite entre a loucura e a excentricidade A cidade representava um grande teatro, onde as pessoas viviam suas diferenças publicamente”, explica.

Na medida em que Salvador cresceu e ultrapassou a marca de 1 milhão de habitantes, deixou de ser propícia a estes tipos. “A nova Bahia de massas começa a substituir a velha Bahia da comunidade e as pessoas, como atores sociais, passam a representar um novo papel. Tornam-se mais introspectivas. Assim, os contatos foram se distanciando e a experiência da rua passa a ser a do anonimato”, destaca Albergaria.

Apesar do desaparecimento gradativo dos tipos populares a partir da segunda metade do século XX, uma mulher ainda atraía os olhares dos moradores da Cidade Alta na década de 70. Quem freqüentava a região conta que perambulava por ali uma moça toda vestida de roxo. OS boatos davam conta de que ela teria sido abandonada no altar pelo noivo. Com o trauma, apresentou um quadro de depressão e problemas psicológicos, passando a perambular pelas ruas do centro de véu e grinalda. Alguns anos depois, adotou o roxo e o preto, em sinal de luto.

Hoje, estas figuras ainda podem ser encontradas em cidades do interior e nos bairros periféricos da capital baiana, onde ainda há uma densa vida de rua, de acordo com o antropólogo. “Houve uma mudança na expressão dessa natureza. Hoje o que se tem é uma massa de anônimos onde a singularidade não é mais possível”, afirma.

fonte: http://www3.atarde.com.br/especiais/aniversario_salvador/uma_cidade_de_personagens.htm

#Acessibilidade para todos

Direito de ir e vir todos tem, isto está assegurado por lei na constituição Federal. Desenvolver a acessibilidade em um ambiente é promover condições de mobilidade com autonomia, eliminando as barreiras arquitetônicas e urbanísticas nas cidades e promover a saúde ao priorizar a Acessibilidade em seus projetos. Sensibilizar-se para o problema das pessoas com deficiência já significa um grande passo rumo à acessibilidade. Muitos espaços de nossas cidades, como ruas, passeios, edifícios públicos, comerciais e residenciais são locais freqüentados por uma grande diversidade de usuários. Em razão disso, eles devem atender ampla gama da população, considerando as variações de tamanho, sexo, peso e diferentes habilidades ou limitações que as pessoas possam ter.

Municípios apostam em acessibilidade

Apesar de 14,5% da população brasileira ter algum tipo de deficiência, a falta de acessibilidade nas cidades ainda é uma realidade em todo o país. São 25 milhões de pessoas que ainda não tem assegurado seu direito de ir e vir. Por isso Uberlândia (MG), Goiânia (GO) e Campinas (SP) estão servindo de modelo em áreas como transporte, acessibilidade e eliminação de barreiras, transporte público urbano e habitação.

O prefeito de Joinville, maior Município catarinense, com 500 mil habitantes, Carlito Merss, conta a experiência de tornar Joinville acessível. “Quando aceitamos o desafio de ser uma das primeiras cidades a ser considerada acessível, sabíamos que estávamos assumindo um compromisso e um desafio. Queremos ser uma referência para o Sul do país”, destacou.

A coordenadora do comitê de acessibilidade de Joinville, Rita de Cassia, explica à Agência CNM, que o primeiro passo foi montar um plano de ação e tornar acessivel os prédios públicos. “Os orgãos públicos já tem rampas e os imovéis com mais de 50 anos estão em processo de adequação”. Outro ponto interessante do plano de ação, é que o Município não emite alvará de funcionamento para estabelecimentos sem acessibilidade. “Temos mais de 90 mil deficientes e são pessoas que consomem, pagam impostos, então merecem ter seus direitos como qualquer outra”, enfatiza a coordenadora.
A prefeitura ainda criou uma facilidade que está transformando o Município: dependendo do tamanho da propriedade, o dono tem desconto no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Além disso, o parque da cidade que foi inaugurado ano passado está todo acessível e a praça Tirandentes outro ponto turistico do Município também oibserva o modelo. “A prefeitura segue a lei de acessibilidade e no final todo o Município ganha”, reitera a coordenadora.

Para o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, “O direito à escola, à educação inclusiva é fundamental. É importante que isso seja garantido. Quando foi ratificada a convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) das pessoas com deficiência, em 2008, o Brasil aderiu à convenção é uma das normas é a acessibilidade”, afirmou o lider municipalista.

Investimento em Uberlândia

Para a administração municipal de Uberlândia (MG), acessibilidade é coisa séria. Hoje o Município pode se orgulhar de estar entre as cidades de médio porte no país com o maior índice de acessibilidade, tais como: escolas, transporte acessível por ônibus ou vans, unidades de atendimento integral (UAIS) e um corredor de transportes.

A Prefeitura de Uberlândia promoveu uma seleção para elaborar a cartilha de acessibilidade, que é mais uma ferramenta de apoio técnico disponível para ajudar a sanar dificuldades e contribuir para que o Município continue se orgulhando do título de exemplo de boas práticas em acessibilidade.

Uberlândia tem 100% da frota de ônibus adaptada e acessível para deficientes. “Todos os veículos têm idade média menor que 1 ano e são adaptados com elevadores, para oferecer comodidade e segurança às pessoas com deficiência”, explicou o prefeito Odelmo Leão.

Campinas acredita que “acessibilidade, é respeito”

Entre as iniciativas de Campinas (SP) que destacaram o Município estão o elevador adaptado no Paço Municipal, a construção de 18 novas estações de transferências para usuários do transporte público e a construção de 2 mil rampas de acesso. A prefeitura também ampliou o Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI), que disponibiliza transporte exclusivo para deficientes, e atualmente conta com 1,2 mil usuários, e da frota de veículos adaptados.

A representante do Conselho Municipal de Campinas, Ida Célia Palermo, destacou que as atuais conquistas são mérito da luta das pessoas com deficiência. “O que o Poder Público está fazendo hoje é uma conquista da força do movimento da pessoa com deficiência. A gente faz parte de uma luta que não é apenas para as pessoas com deficiências, mas para toda sociedade”, salientou. O Município tem a Comissão Permanente de Acessibilidade através da qual o cidadão pode sugerir iniciativas e relatar dificuldades. Para Célia, somente quem vive a experiência sabe dos obstáculos diários. “Muitas vezes, os cadeirantes desistem de sair de casa pensando nas dificuldades. Acessbilidade, é respeito “, conclui a representante.

fonte: CNM
http://www.cnm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19594&catid=34&Itemid=182

Os hippies de 2012 querem se deslocar de bicicleta nas cidades.

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Jovens protestam por mais mobilidade urbana. Os hippies de 2012 querem se deslocar de bicicleta nas cidades. Nos anos 50 e 60, o objetivo dos jovens era acabar com a caretice do mundo. Eles queriam mais liberdade. Nos anos 70, o inimigo era a ditadura. A meta: fazer a revolução. Nos anos 80 e 90, o sonho ficou mais individualista: carreira, dinheiro, sucesso. E o que quer para o futuro o jovem de hoje? Hoje temos liberdade e tão poucos sabem como usar. Muitos ficaram perplexos com a manifestação de Florianópolis, mas os cidadãos cederam ao protesto em sinal de apoio. Os manifestantes desejaram afirmar com a sua nudez que a indecência está no trânsito da cidade.

A revolução chega à Florianópolis II

Florianópolis adere a edição do World Naked Bike Ride a partir de 2012. Encara mais esse desafio, pedala como veio a terra sem roupas e sem vaidades.

Carros enfileiraram-se atônitos, as pessoas perplexas pelo caminho onde passávamos despiam suas consciências de cidadão e se manifestavam em gritos de apoio ou brados da decência. Com as orelhas pegando fogo, viajou-se de uma panacéia á esquizofrenia coletiva, pelo desrespeito instigado por falta de novas ciclovias, calçadas e de mais decência e respeito no trânsito das cidades.
Este fenômeno, é inútil para alguns, enquanto apenas, nos atrevermos a passar-lhes os olhos com indiferença, uma injustiça inexplicável que talvez purifique nosso senso amorfo, ainda distorcido, sobre a utilização correta dos veículos movidos à combustível fóssil.

Sob luzes de mercúrio, sob a lua cheia, sob a penumbra da noite, descortinava-se também a beleza desta cidade e suas árvores suas alamedas. E a cada quilômetro percorrido, a certeza de todos no sentido e direção corretos em que estava indo.

Bicicletas são como um poema declamado com os pés. Purifica o sangue e a alma, atravessam os poros, tercetos e quartetos, no som do pedalar que faz consonância as batidas do coração.

Ao mesmo tempo, é incontida a delicadeza que é vê-las deslizar, as bicicletas também, são achincalhadas em sua essência, sem a visão necessária da atual de sua utilização como herança de um auto-transporte socialmente correto
É ainda estranho – não para os ciclistas – que um protesto organizado, tenha tido tanta difusão e, divulgação prévia e deslocamento de equipes de reportagem. É talvez senão um termômetro da idade mental em que a sociedade se encontre. Com dignidade ainda ferida, para outros manifestantes fazerem – se ouvir, sem uso da violência, atos de vandalismo ou destruição da coisa pública.

Sentiu-se por onde passou, o aroma de damas da noite, dos jasmins. Esta vez e novamente a liberdade de expressão, fruto do amadurecimento de um povo que ainda dá suas primeiras pedaladas de democracia, para ganhar alguns quilômetros de sabedoria e auto-suficiência.

da redação do Floripa Quer Mais – humanização no trânsito
foto: Márcio Papa

http://floripaquermais.com.br/?p=2882

O perfil da nova geração

Uma pesquisa feita em 4 capitais brasileiras, apontou que os jovens ainda querem mudar o mundo, mas hoje eles tem um perfil mais imediatista, organizam pequenas revoluções, silenciosas, nas redes sociais.
Porto Alegre esteve entre uma das cidades pesquisadas, nela foram encontrados dois grupos que merecem destaque, a Massa Crítica, um grupo de ciclistas que deseja mudar a mobilidade urbana na capital dos Gaúchos e o grupo Restinga Crew, que através do Hip Hop valoriza os jovens e incentiva a educação.
veja o video:
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos/t/todos-os-videos/v/pesquisa-revela-que-os-jovens-de-hoje-ainda-querem-mudar-o-mundo/1852209/