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Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

Pelo menos 18% do #salariomínimo de cada trabalhador é investido em #transportepúblico em Porto Alegre

Agora, em Porto Alegre, as passagens de ônibus custam R$ 2,95, enquanto o salário mínimo alcança R$ 724,00. Na soma da ida e da volta do trabalho, o transporte custa para o trabalhador R$ 5,90.

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Essa imagem é rotina para os portoalegrenses que pagam R$ 2,95 pelo transporte público

Aqueles que trabalham 5 dias úteis no mês, gastam em média 22 passagens de ida e 22 de volta,  o que resulta na soma de R$ 129,80. Isso representa  18% do salário mínimo.

Considerando 22 dias úteis e 8 horas trabalhadas, cada pessoa investe mais de uma hora/dia somente para pagar o transporte, já que uma hora trabalhada equivale a R$ 4,11.

Ok! Mas em quais condições o trabalhador investe esses 18% de sua renda?

Ônibus lotados, sem segurança, pessoas em pé no corredor com motoristas que não respeitam o excesso de velocidade.

Aí eu faço duas perguntas:

1-      Por que o motorista de carro é obrigado a usar sinto de segurança para a sua proteção e para não ser multado?

2-      Por que quem utiliza o transporte público pode ficar em pé no corredor, sem a menor segurança?

Qual é a diferença?

Somente consigo visualizar um comum entre essas duas perguntas, que é a segurança das pessoas.

Fique atento!

Você que é eleitor, sabe o que o seu parlamentar está fazendo por você em relação ao transporte público?

O vereador Pedro Ruas (P-SOL) está coletando assinaturas para instalação de uma CPI, e até o momento somente 10 vereadores apoiaram a sua proposta. Veja matéria no Jornal do Comércio de hoje: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=158757

O legislativo da capital conta com 36 parlamentares.

Fique de olho, este ano, teremos novas eleições, muitos vereadores irão concorrer a vagas na Assembléia Legislativa. Acompanhe a política perto de você e ajude a mudar!

O LIXO VAI ACABAR NOS LIQUIDANDO SE NÃO TOMARMOS CONSCIÊNCIA

ENTREVISTA

Deputado Paulo Borges, o “homen do tempo” e campeão de votos, fala de lixo, sustentabilidade e mobilidade urbana

“Sobre sustentabilidade muito se fala, mas se executa pouco. O lixo vai acabar nos liquidando se não tomarmos consciência.” Deputado estadual Paulo Borges (Foto: Movimento Municipalista)

Sustentabilidade está ligada a soluções locais e à maior autonomia dos municípios na busca de alternativas para mobilidade urbana, limpeza e reciclagem de lixo e até mesmo a produção de energia. Conversarmos com o Deputado Estadual Paulo Borges sobre estas questões. Ele nos falou de sua iniciativa de compor uma frente parlamentar municipalista do Rio Grande do Sul, e de como ouvindo mais os políticos locais se pode gerar soluções mais eficientes para cada região, valorizando os bons exemplos de municípios que tem muito a ensinar sobre suas boas práticas.

MM – De que maneira uma Frente Parlamentar municipalista pode ajudar os município?

A educação do lixo:  O lixo demanda de soluções, em grandes cidades o problema é ainda maior. Hoje em Porto Alegre, a capital dos gaúchos, não existem nem se quer lugares apropriados para depositar o lixo antes mesmo dele ser recolhido, muito menos uma política de reciclagem destes resíduos.
Se cada um fizer a sua parte, podemos ajudar a minimizar os problemas causados pelo lixo. Na escola os professores ensinam as crianças, em casa os pais dão o exemplo com a separação correta e nas ruas a prefeitura tem a sua responsabilidade de fornecer lixeiras e um sistema eficiente de recolhimento.
Foto tirada pelo próprio deputado Paulo Borges de flagrante de lixo acumulado na Av. Bento Gonçalves, em Porto Alegre.

PB – A Frente parlamentar tem uma força muito grande aqui dentro da assembléia legislativa, não somente no Rio Grande do Sul mas também em todo o Brasil. Eu sou presidente de uma delas e por isso tenho essa experiência. Sou presidente da frente parlamentar de combate ao câncer e a tuberculose no Estado, que hoje é um grande problema aqui no Rio Grande do Sul. Eu acredito que depois que criamos esta frente começaram a diminuir os índices, por que uma série de pesquisas está trazendo grandes resultados, em um Estado onde a tuberculose é campeã. Por isso que eu acredito muito em uma frente parlamentar. E uma frente parlamentar municipalista para tratar assuntos específicos dos municípios é uma idéia genial. Nós já estamos encaminhando alguns pedidos, temos um tramite aqui na assembléia para a criação desta frente parlamentar e obviamente depois deste passo, conseguiremos reunir boa parte da sociedade para os encontros, assim como eu já faço na Frente Parlamentar de combate ao câncer e a tuberculose. Uma Frente Parlamentar causa um efeito magnífico, por que as pessoas que já trabalham com esse conteúdo, ou mesmo pessoas da sociedade civil que tem interesse em trazer pra gente as dificuldades do seu município poderão participar deste debate, a gente obviamente vai trabalhar em grupos de pessoas que entendem deste processo, inclusive a gente faz questão de formar esta frente parlamentar com pessoas que dominam o assunto para que a gente comece a achar soluções.

MM – Em que sentido a Autonomia municipal pode avançar?

Ônibus com “porta bikes”: E para aqueles que moram muito longe do trabalho e que poderia fazer um trecho do caminho de bicicleta? A Solução é simples, fácil e barata, em Los Angeles, os ônibus têm suporte para carregar bicicletas, esta solução facilita a vida dos ciclistas e traz uma solução quando o mesmo é surpreendido por uma chuva por exemplo.  (Foto: movimentomunicipalista.wordpress)

PB – Os municípios estão um pouco abandonados pela união e pra funcionar bem todos dependem do bom andamento dos municípios, em todos os sentidos. Mas o que acontece hoje, é que a política está muito concentrada no macro e no que o governo federal pode fazer para resolver os problemas das pessoas. Eu acho que as coisas devem ser resolvidas localmente. A autonomia municipal deve existir, mas deve ser real, não somente fictícia e as pessoas tem que poder participar das decisões do seu município. Os partidos devem respeitar a situação local do político local, por que o político local é quem sabe muito bem as necessidades do povo que mora lá. Nós não temos como influenciar, ou dizer como um município do Rio Grande do Sul tem que trabalhar sua política local, eles é que sabem, eles é que tem que nos dar esta aula. Isso que é importante para conseguirmos consagrar realmente a autonomia dos municípios.

MM – De que maneira a autonomia pode ajudar os municípios a avançarem nas questões ligadas à Sustentabilidade?

Ônibus trem: Soluções criativas para os maiores problemas das cidades. Que tal um trem que anda sobre os carros? Na China está sendo projetado um “ônibus trem”, ele demanda de cerca de 70% menos investimento que a construção de metrôs, circula tão rápido quanto um e não atrapalha a circulação de veículos no trânsito.
Denominado “3D Express Coach”, o ônibus é alto e possui entre suas rodas um espaço livre de duas pistas para que os carros possam passar por baixo. Ele mede mais de 4 m de altura e é alimentado por energia elétrica e solar, o que dá um caráter sustentável  ecologicamente ao projeto. A rodonave que poderíamos chamar de ônibus-túnel pode acelerar a 60 km/h e carregar acima de 1200 passageiros. Os seus 6 metros de largura permitem que carros que não ultrapassem 2 m de altura passem por baixo (lado a lado) enquanto os passageiros entram e saem pelo teto nas estações.
Fonte: www.biosferatv.com.br

PB – A sustentabilidade pode avançar de várias maneira, primeiro é com pessoas competentes. Os municípios hoje tem um problema de gestão fabuloso. A política move o mundo, mas a política não pode ser genérica é preciso ter conhecimento dos fatos. Sobre sustentabilidade muito se fala, mas se executa pouco. Porto Alegre, por exemplo, tem problemas brutais em diversos setores, e o lixo é um deles. Se fala muito que se deve tratar bem o lixo, que a gente deve saber que o é o lixo orgânico, o que é o lixo seco, mas me parece que o governo não consegue trabalhar esta questão sob a forma da educação, desde as crianças até os adultos. Eu tenho um filho de três anos que está na escolinha, que é particular, lá eles desenvolvem este trabalho de conscientização ambiental nas crianças. O que é um trabalho fácil de ser aplicado na rede municipal. Meu filho sabe diferenciar o lixo seco do orgânico, ele sabe como este lixo deve ser separado, e ele exige isso dentro da nossa casa, ele reclama quando a gente não separa do jeito que ele aprendeu na escola. Então passa pela educação, pela educação infantil e nas escolas particulares já acontece isto. Falta uma ação gerencial do ensino municipal, e deve-se começar no município, que é onde as pessoas moram, para tratar melhor este lixo. Chega-se ao cúmulo, e assisti isto em um programa de televisão, de pessoas que não tem o costume de ter vaso sanitário em casa, de usarem um saquinho para fazer suas necessidades e jogá-lo pela janela. E quem junta isto? Isso é medieval. Na verdada isto é falta de educação. Para mim o cidadão não precisaria pagar uma fortuna para ter educação de qualidade. O município tem obrigação de dar educação e trabalhar em cima da sustentabilidade, como já acontece em algumas escolas particulares.  O lixo das cidades é um bom assunto para ser debatido em uma frente parlamentar municipalista, o lixo.  É impressionante o  quanto tem de lixo depositado em lugares inadequados, eu ando muito aqui em Porto Alegre, eu vejo e fotografo, paro o carro e fotografo e coloco as fotos no meu blog. Eu acredito em bons exemplos, coisas que deram certo em outros lugares. A gente tem que trazer estes bons exemplos no Brasil e no mundo para cá. Quando a gente abre um espaço para debate aí a gente tem espaço para funcionar. Atrai até mesmo os jornalistas e quando a gente começa a atrair a imprensa é por que o assunto está problemático. No momento que a gente provoca as pessoas elas vêm e trazem material e querem debater. As pessoas são um pouco acomodadas em relação ao primeiro passo, mas depois que alguém der o primeiro passo as coisas começam a tomar forma. Assim se  começa a criar uma situação em que a sociedade pensa, a  sociedade quer participar só falta uma oportunidade. O lixo é uma questão cruel, ele vai acabar nos liquidando se não tomarmos consciência.  O lixo de Porto Alegre hoje, nos causa vários transtornos, começando por não colocar o lixo certo no lugar certo. Na hora que o caminhão passa ele deve recolher o lixo certo. Ele precisa ser depositado no lugar certo para ser recolhido. O caminhão, muitas vezes, recolhe no dia certo o lixo errado. Se cada um não fizer isso dentro da sua casa também não vai ajudar o município. Outro problema grave são os alagamentos que estão ligados diretamente ao lixo. As garrafas PET podem ser encontradas aos quilos dentro de bueiros totalmente entupidos e a gente sabe que com este lixo vai inundar. A mesma pessoa que jogou a garrafa PET é a mesma pessoa que vai reclamar por que está inundando, por que seu carro está boiando ou por que não consegue atravessar para pegar um ônibus. Em Porto Alegre, a gente ainda convive, na minha opinião infelizmente, com as carroças recolhendo lixo, estes catadores nem sabem que destino dar a este lixo ou de que forma vão tratar este lixo. Pelo menos quando passa o caminhão a gente sabe que este lixo terá um destino certo. Sem contar com o quanto estas carroças atrapalham o trânsito da cidade. Eu mesmo tiro muitas fotos com meu celular, de carroças cheias de lixo para todos os lados trancando as ruas.

MM – Quanto aos resíduos da construção civil?

PB – Outro grande problema que a gente encontra são os resíduos da construção civil. A construção civil hoje está em plena ascensão. E a quebra destes materiais geram resíduos sólidos, em uma quantidade enorme, existem lugares que tem usinas de reciclagem destes resíduos sólidos que transformam este material para ser usado novamente pela construção civil, e Porto Alegre demanda deste serviço.

MM – Uma Frente Parlamentar pode contribuir com o Meio Ambiente?

PB – A gente precisa errar o mínimo possível, e para isso nada melhor do que irmos buscar exemplo com experiências que deram certo e usar como benefício. Acertando com o erro dos outros se perde menos tempo. Para isso é preciso de profissionais com conhecimento e qualificação. Faltam programas que nos tragam soluções ambientais, se o governo não tem uma solução, se as empresas não tem uma solução, a população tem que tomar a frente.

#RIO+20: países emergentes, economia de mercado, valor agregado, lucratividade, quem irá sobreviver sem sustentabilidade?

United Nations Conference on Sustainable Development

por Luciano Medina Martins                                                                                                                         A necessidade de reorganizarmos a produção e o consumo, para que a atividade econômica seja ambientalmente sustentável, justifica-se pela noção de que de que sem sustentabilidade ambiental não sobreviveremos; e, se sobrevivermos, o legado por nós deixado não será muito promissor.Não ter rentabilidade e lucro, ou extinguir os recursos necessários para que as economias produzam renda e sobrevivam são pontas do mesmo fenômeno. A economia de ganhos em escala, das grandes plantas industriais e altamente impactantes para o meio ambiente, dos modelos econômicos intervencionistas e planificados ou dos conglomerados de oligopólios privados dependentes da boa relação com governos e órgãos reguladores, estão sendo questionados, pela realidade do desgaste do meio ambiente, quanto a sua eficiência, tanto sob o ponto de vista ambiental quanto econômico e social.O que se percebe no Brasil, onde os oligopólios dependentes do oxigênio fornecido por governos fortes, políticas intervencionistas e centralizadoras, é que ambos modelos; privado oligopolista ou estatal oligopolista, tem que ser profundamente repensados para que a sociedade consiga produzir alimentos, energia e habitação para todos nas próximas décadas e séculos.A realização de uma conferência sobre desenvolvimento sustentável no Brasil, a Rio+20, poderá ser o palco a nos revelar o que já sabemos virtualmente: o quanto difícil é debater sobre soluções simples, locais e sustentáveis em um país acostumado a centralização de decisões de administração pública e a centralização de recursos vindos de impostos; a não ouvir os agentes locais e suas realidades; e a desprezar modelos econômicos autônomos que não estejam ligados ao grande investimento governamental vindo da autoridade central.A entrevista de Marcelo Durão, abaixo transcrita, é um exemplo das dificuldades que se irá encontrar na RIO+20, e que podem engessar o debate. De um lado, esquerdistas que demonizam o lucro e o mercado, como se esses fossem seres de outro planeta que querem devorar os humanos; e do outro lado, ruralistas endividados por monoculturas centenárias que demonizam os ambientalistas e seus protestos. No meio do fogo cruzado das velhas esquerdas e direitas, teremos ambientalistas, economistas da sustentabilidade, pesquisadores sobre meio ambiente, entre outras matizes de movimentos verdes que vieram depois de Lutzemberger.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       Pacto Federativo e o desenvolvimento sustentável
O caso de amor e ódio do Brasil com a economia sustentável tem um viés tributário determinante. As soluções locais, microregionalizadas, municipalizadas, autônomas e menos dependentes de decisões centralizadas, ou centralizadoras, e de tecnologia muito cara, tem como principal obstáculo a inversão da pirâmide arrecadatória, que também se convencionou chamar de “quebra do pacto federativo”. Ou seja, os municípios brasileiros ficam com a menor parte dos impostos arrecadados, esta parcela é de menos de 10% , enquanto 60% fica com a União Federal, e por volta de 30% é retida pelos Estados federados. Sem recursos e com muitas obrigações quanto a saúde, educação infantil, urbanização e mobilidade os municípios, e as comunidades que formam as municipalidades, ficam sem recursos para investir e fomentar soluções locais e sustentáveis.É natural que os melhores especialistas sobre as culturas e realidades locais estejam junto a estas comunidades, mas, sem recursos, dependem da boa vontade de um governo central dominado por prerrogativas políticas que se sobrepõe a tudo e a todos, nenhuma discussão sobre soluções para o desenvolvimento sustentável da economia consegue dissipar a pesado aparelhamento partidário dos governos e ao muro intransponível da centralização de recursos.Uma das tarefas mais árduas do debate sobre o desenvolvimento sustentável recai sobre todos os movimentos municipalistas do Brasil. Estes movimentos precisam estar atentos a enorme oportunidade que surge com a Rio+20 de tornar o debate sobre a autonomia dos municípios uma parte do próprio debate sobre a economia sustentável no Brasil.Prefeitos, munícipes e ativistas dos movimentos municipalistas precisam se organizar em torno do debate sobre o desenvolvimento sustentável ou simplesmente o debate na Rio+20 será dominada por movimentos que tem pouca relação com os processos da economia real e com propostas factíveis de avanço nos modelos de produção e consumo que hoje dominam nossa economia. E isto seria no mínimo lamentável. 

HOJE É O DIA DO CONTRIBUINTE: BRASILEIROS COMEMORAM PAGANDO EM MÉDIA 40% DE IMPOSTOS NA CESTA BÁSICA

Protesto no dia do contribuinte: Pagamos mais 48% de impostos na conta de luz

Esta sexta-feira, 25 de maio, é o “Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte” – data dedicada a brasileiros como eu e você, que trabalha 145 dias de cada ano para pagar impostos, totalizando cinco meses de esforço laboral que vão para o governo, de acordo com cálculo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).

Ser contribuinte aqui no Brasil, que está entre os 30 países com maior carga tributária do mundo, e que, dentre estes, apresenta o pior desempenho em retorno de serviços públicos prestados à população, é não ter motivos para comemoração nesse “Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte”. Temos o nosso dia, mas não temos o respeito!

É um absurdo saber que chegamos a pagar quase 40% só de impostos na compra de produtos da nossa cesta básica, como margarina, biscoito, sabonete, papel higiênico e pasta de dente; e  que na conta de luz pagamos mais de 48% de tributos embutidos além do consumo. Sendo que, em retorno, não temos serviços de qualidade em áreas como saúde, educação e segurança.  Realmente é um absurdo!

PROTESTOS
“A arrecadação de impostos no Brasil atingiu a marca de R$ 1,5 trilhão em 2011 e ultrapassou o patamar de 35,13% em relação ao PIB. Os tributos pagos por cada cidadão devem ser revestidos em serviços públicos de qualidade. Mas, infelizmente, esta não é uma realidade em nosso país, onde se paga impostos altos e ainda é preciso desembolsar mais dinheiro por um plano de saúde, para só então poder usufruir de um serviço mais qualificado e com garantia de atendimento. Isso é uma vergonha!” .
Mauro Roberto da Silva – Presidente do Sindicado dos Auditores Fiscais de Tributos Estaduais de Rondônia (Sindafisco) e Diretor Jurídico e de Defesa Profissional da Federação Nacional do Fisco (Fenafisco).

“O País precisa melhorar a qualidade nos gastos públicos. Somente assim, será possível  sair desta posição nada agradável, em relação ao Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (Irbes).  A sociedade pode ajudar neste processo, acompanhando melhor como os gestores estão aplicando os recursos públicos”.

Moisés Meireles – Diretor Financeiro do Sindafisco, especialista na Gestão Tributária e Financeira, e Disseminador da Educação Fiscal pela Escola de Administração Fazendária (ESAF) do Governo Federal.

fonte: http://www.rondonoticias.com.br/?noticia,109485,protesto-no-dia-do-contribuinte-pagamos-mais-48-de-impostos-na-conta-de-luz

DESTINO DO #LIXO: PROBLEMA QUE CRESCE MAIS QUE AS SOLUÇÕES NO #BRASIL

Pesquisa aponta 1% no aumento de municípios com coleta seletiva de 2010 até 2011
Considerando que 40% da coleta seletiva no país é feita nas regiões sul e sudeste e apenas 10% nas demais regiões, o aumento na geração de lixo em São Paulo ainda é um dos menores problemas. Por outro lado, o menor dos problemas é um problema gigantesco e absurdamente mal resolvido. As políticas públicas de destinação de lixo ainda são retrógradas para o desenvolvimento do país.
O avanço da destinação de resíduos no Brasil foi de 9,7% em 8 anos (de 2000 a 2008). O problema a ser superado, como trata o texto ao lado, deverá levar mais de 80 anos se o avanço continuar neste ritmo.
Podemos ver diáriamente na novela da tv Globo “Avenida Brasil” como é a vida nos lixões (apesar de que a realidade não é tão bonita quanto a novela). Milhares de pessoas vivem do lixo, e isso não é trabalho escravo na visão do governo.
Inumeros são os problemas causados pela destinação incorreta do lixo, como é o caso da dengue, em que milhares de reais são gastos por ano em campanhas publicitárias de combate ao mosquito, enquanto milhões de larvas estão se criando em lixões e esgotos a céu aberto.
Quem sabe daqui a 80 anos todos estes problemas serão sanados…

60% dos municípios brasileiros não dão destino adequado aos resíduos sólidos

O Brasil avançou pouco no que se refere à gestão dos resíduos sólidos urbanos em 2011. Esta é uma das conclusões da nova edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, estudo da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais apresentado nesta semana, em São Paulo. A destinação final ainda aparece como o principal problema a ser superado.

De acordo com a publicação, no ano passado, 3.371 municípios brasileiros, 60,5% do total, deram destino inadequado a mais de 74 mil toneladas de resíduos por dia, que seguiram para lixões e aterros controlados, sem a devida proteção ambiental. “Com a quantidade de resíduos que tiveram destino inadequado no País seria possível encher 56 piscinas olímpicas em cada dia do ano. Outras 6,4 milhões de toneladas sequer foram coletadas, o que equivale a 45 estádios do Maracanã repletos de lixo. Os dados mostram que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) ainda não começou a produzir efeitos e resultados concretos nos vários sistemas e nem no cenário atualmente implementado”, comenta o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho.

Segundo o estudo, quase 62 milhões de toneladas de resíduos sólidos foram geradas em 2011, 1,8% a mais que em 2010, percentual duas vezes maior que a taxa de crescimento da população no mesmo período. “Esse dado é importante, pois revela que o volume de geração cresceu em uma proporção menor do que nos anos anteriores, mas continua numa curva ascendente”, observa Silva Filho. A edição anterior do Panorama apontou um aumento de 6,8% na geração.

“Das 55,5 milhões de toneladas de resíduos coletadas em 2011, 58,1% foram dispostos em aterros sanitários”, acrescenta Silva Filho, ao destacar que o índice evoluiu apenas 0,5% em relação a 2010. A geração per capita média do País foi de 381,6 kg por ano, valor 0,8% superior ao do ano anterior.

Outro dado da publicação diz respeito aos recursos aplicados pelos municípios para custear os serviços de limpeza urbana. Em 2011, a média mensal por habitante foi de R$ 10,37, o que equivale a um aumento de 4% se comparado a 2010. “É ainda um valor muito inferior ao mínimo necessário para garantir a universalização dos serviços, tendo em vista uma gestão baseada na hierarquia dos resíduos, conforme preconiza a PNRS”, alerta o diretor da associação.

Dos 5.565 municípios brasileiros, 58,6% afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva, o que significa um aumento de 1% em relação a 2010.

Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4847/60_dos_municipios_brasileiros_nao_dao_destino_adequado_aos_residuos_solidos/

#BRASIL: 5,4 BILHÕES DE LITROS DE ESGOTO SEM TRATAMENTO SÃO JOGADOS NO AMBIENTE TODOS OS DIAS

Há 10 anos dirigentes de 189 países reuniram-se na sede da ONU, em Nova Iorque, para elaborar a Declaração do Milênio que definiu os objetivos da humanidade. Houve um comprometimento, por parte desses dirigentes, de que, até 2015, o mundo faria avanços mensuráveis nas áreas mais críticas do desenvolvimento humano. No ano passado, a ONU lançou um novo Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio; segundo ele o saneamento básico, pelo menos no Brasil, tem mudado pouco. Estamos a passos lentos, ainda lançamos ao ambiente 5,4 bilhões de litros de esgoto sem tratamento. Um estudo do Instituto Trata Brasil revelou que houve um avanço de 14% no atendimento de esgoto nas 79 maiores cidades do país e de 5% no tratamento do esgoto produzido. Esse índice é baixíssimo quando consideramos o volume de esgoto que se joga diariamente no ambiente, sem tratamento algum. Esse esgoto todo gera contaminação do solo, rios, mananciais e praias, com impactos diretos à saúde da população. Fonte: http://www.tratabrasil.org.br

A Declaração e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: Um plano para o progresso

Em setembro de 2000, a Cúpula do Milênio reuniu na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o maior número de dirigentes mundiais da história da humanidade. Nessa data de importância crucial, representantes de 189 países-membros das Nações Unidas juntaram-se para refletir a propósito do destino comum da humanidade. Todos os países estavam interconectados de maneira mais ampla e profunda do que em qualquer outra época da história, e o aceleramento do processo de globalização prometia um crescimento mais rápido, assim como o aumento do nível de vida e novas oportunidades.
No entanto, a vida nessas nações era bastante desigual. Enquanto alguns países podiam esperar do futuro a prosperidade e a cooperação mundial, outros quase careciam de futuro, já que seus habitantes se encontravam atolados em condições miseráveis, intermináveis, de pobreza, de conflitos e em meio a um ambiente cada vez mais degradado. Cerca de 1,1 bilhão de pessoas estavam – e ainda estão – obrigadas a sobreviver com menos de US$ 1 por dia, sendo que 30% delas são crianças. Mesmo nos países mais ricos, uma em cada seis crianças ainda encontra-se abaixo do nível de pobreza.
Outros desafios confrontam a humanidade: quase 11 milhões de crianças morrem anualmente antes de completar 5 anos. Isso equivale a mais de 29 mil mortes por dia, na sua maioria por causas que poderiam ter sido evitadas. Aqueles que sobrevivem sofrem as conseqüências de outras graves carências, como a desnutrição, a falta de acesso à atenção à saúde e à educação, e têm maior probabilidade de ser vítimas da exploração, da violência e do HIV/aids.
Um estudo da Universidade de Bristol e do London School of Economics, que teve apoio do UNICEF, concluiu que mais de 1 milhão de crianças – mais da metade da população infantil dos países em desenvolvimento – sofrem pelo menos uma forma grave de privação. Por exemplo:

* Uma a cada três crianças no mundo em desenvolvimento – ou mais de 500 milhões de meninas e meninos – carece de qualquer forma de acesso a saneamento básico, e uma em cada cinco não tem acesso à água potável.

*Mais de 140 milhões de crianças nos países em desenvolvimento – dos quais 13% têm entre 7 e 18 anos de idade – nunca foram à escola.

*A aids já causou a morte de um ou ambos os pais de cerca de 15 milhões de crianças em todo o mundo. Desses, 12 milhões vivem na África ao sul do Saara. Estima-se que, até o final desta década, o número de órfãos em decorrência da aids superará os 25 milhões (UNAIDS, julho de 2004).

Para começar a dar uma resposta a essas crises, os dirigentes reunidos em Nova Iorque em 2002 elaboraram a Declaração do Milênio, que consiste em uma série de prioridades coletivas para paz e segurança, luta contra a pobreza, meio ambiente e direitos humanos. São medidas imprescindíveis para o progresso da humanidade, bem como para a sobrevivência imediata de parte importante dos seres humanos. Os líderes mundiais também concordaram que o desenvolvimento humano é fundamental para o progresso social e econômicos sustentáveis em todos os países, e que, por isso, contribuem para a segurança global.
Mas como a comunidade internacional poderia tornar realidade tais prioridades? Após reuniões com representantes de diversos organismos internacionais, a delegação elaborou um plano para um futuro melhor: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Houve um comprometimento, por parte desses dirigentes, de que, até 2015, o mundo faria avanços mensuráveis nas áreas mais críticas do desenvolvimento humano. Esses objetivos estabelecem parâmetros para medir os resultados, e não somente para os países em desenvolvimento, mas também para aqueles que aportam recursos para programas de desenvolvimento e para instituições multilaterais, como o Banco Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que ajudam os países a implementarem tais programas.

OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

ODM 1: Erradicar a extrema pobreza e a fome

ODM 2: Atingir o ensino básico universal

ODM 3: Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

ODM 4: Reduzir a mortalidade infantil

ODM 5: Melhorar a saúde materna

ODM 6: Combater o HIV/aids, a malária e outras doenças

ODM 7: Garantir a sustentabilidade ambiental

ODM 8: Estabelecer uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento

fonte: http://www.unicef.org/brazil/pt/overview_9540.htm

CACHOEIRINHA RS: MUTIRÃO RECOLHEU 29 TONELADAS DE LIXO NO ARROIO PASSARINHO

foto: F. Planella - Jornal Diário de Cachoeirinha
É numerosa a lista de desafios para termos um planeta realmente sustentável, o primeiro deles é eliminar de forma correta o que consumimos. A educação de cada cidadão está diretamente ligada a essas atitudes.
A degradação constante do meio ambiente está ocasionando uma exaustão dos recursos naturais. Conforme o consumismo aumenta, aumenta com ele a produção de resíduos e os programas e campanhas educacionais em relação a este tema continuam estagnados.

* por Diléa Fronza – Jornalista

Trinta toneladas em mil metros
Projeto Aguapé realizou mutirão de limpeza do Arroio Passinhos na manhã de quinta-feira e retirou 29 toneladas de lixo do local.
Em maio, o projeto encerra suas atividades com a presença do coordenador inglês.

Na manhã desta quinta-feira, 26, o Projeto Aguapé realizou um mutirão de limpeza do Arroio Passinhos. A atividade contou com o apoio das secretarias de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Cachoeirinha e também de Alvorada e dos Anjos do Asfalto. O mutirão ocorreu na Avenida Capitão Garibaldi. Nos cerca de mil metros onde foi realizada a limpeza, 29 toneladas de material foram recolhidas.
– A sujeira é variada: material de construção, roupas, vasos sanitários, bicho morto e os tradicionais sofás – conta Sílvio José Ouriques, coordenador do Projeto Aguapé.
Foram três caminhões que saíram carregados do local. A comunidade ribeirinha, infelizmente, não se mobilizou com a campanha.
– Há aproximadamente três semanas, nos reunimos com os moradores que vivem nas proximidades do Arroio Passinhos e pedimos para que, pelo menos, um representante de cada família nos ajudasse. A ajuda não seria em vão. Além de limparem o local onde vivem, eles receberiam pelo apoio que nos deram uma cesta básica por família. Iremos embora levando todas as cestas que trouxemos – lamenta o coo ordenador.
Mesmo assim, com o esforço dos voluntários, que iniciaram o trabalho por volta das 9 horas da manhã e encerraram perto do meio dia, muita sujeira foi retirada.
– A gente espera, sinceramente, poder passar por aqui nos próximos dias e não ver que o arroio lotado de lixo novamente.

ÚLTIMOS PASSOS – O mutirão de limpeza do Passinhos foi uma das últimas atividades do Rotary Club à frente do Projeto Aguapé.
– Nosso projeto começou a surgir em 2006 quando fizemos as primeiras reuniões. Foi estabelecida uma parceria com o Rotary da Inglaterra que deu o apoio financeiro. Em maio de 2009 ele começou oficialmente. O projeto previa que o Aguapé teria duração de três anos e agora estamos em fase de encerramento – explica Sílvio.
Mas isso não significa o fim das ações.
– As prefeituras de Alvorada, Cachoeirinha e Gravataí têm agora os instrumentos para seguirem com as ações. O projeto deixou dois contêineres para recolhimento de entulhos em cada cidade além das patrulhas e de toda a infraestrutura e educação ambiental que o Aguapé proporcionou aos municípios. Agora basta que as prefeituras prossigam com as atividades. Eles sempre terão o nosso apoio – acrescenta.
No dia 31 de maio será realizada a última ação do Projeto Aguapé. O coordenador inglês do projeto, Dennis Meadus, virá para o Brasil e participará da Conferência do Distrito 4670, na Unisinos, onde será apresentado o relatório final do projeto.

Escolas se envolverão em atividades

Como parte dos últimos projetos do Aguapé, começa na próxima semana a distribuição de kits esportivos para dez escolas de cada município participante. Este kit contém 12 coletes esportivos, bola de vôlei e de futebol de salão.
– As escolas premiadas, são aquelas que mais se envolveram no projeto ao longo dos anos. Em Cachoeirinha, a entrega acontecerá no dia 8 de maio, às 15 horas, na Escola Carlos Wilkens.
CONCURSO – Para finalizar a participação das escolas no projeto, serão distribuídos os gibis dos Aguapowers nas 66 escolas dos três municípios. Junto delas, vai o regulamento para as crianças participarem do Concurso Cultural do Projeto Aguapé.
– Neste ano serão premiados a melhor redação que tem como tema o Rio Gravataí e o melhor desenho que pode ser sobre o rio ou então sobre os Aguapowers – explica Sílvio.
Os primeiros lugares de cada município receberão um tablet. A novidade deste ano é que haverá premiação para os professores participantes.
– O professor que tiver o maior número de alunos participando dos concursos em cada município também receberá um tablet. Serão quatro trablets por município.
A premiação será entregue no dia 15 de junho no CTG Aldeia dos Anjos de Gravataí, quando acontecerá o grande jantar de encerramento do Projeto Aguapé.

*Diléa Fronza – Repórter do Jornal Diário de Cachoeirinha – Fone: 3041-2301 Ramal 31

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MAPA DO #SANEAMENTO NO #BRASIL: OBRAS PARALISADAS, OBRAS NEM INICIADAS

foto: arquivososriosdobrasil.blogspot.com.br

Auditoria do Saneamento básico aponta diversas irregularidades

A análise do relatório anual de contas da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades apontou diversas irregularidades. Os exames deste processo foram realizados no período de 07/04/2011 a 10/06/2011, por meio de testes, análises e consolidação de informações coletadas ao longo do exercício a partir da apresentação do processo de contas pela Unidade Auditada.

Paralisia

Foram identificadas inúmeras obras paralisadas, e elevado o número de contratos com obras ainda não iniciadas, sobretudo os firmados em exercícios anteriores a 2010, cerca de 3.969 contratos de repasse.

O percentual de obras Paralisadas é de 6,85% com repasses do OGU da ordem de R$ 1,894 bilhões. Também, verifica-se a elevada quantidade de 3.929 contratos firmados em anos anteriores a 2010 (36,62%) e que continuam com as obras não iniciadas comprometendo repasses da ordem de R$ 3,627 bilhões inscritos em Restos a Pagar. A SNSA não opera diretamente transferências de recursos. Estas transferências são operacionalizadas por terceiros como é o caso da Caixa Econômica Federal, que se encarregam das liberações de recursos, fiscalização das aplicações e das prestações de contas.

A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental não dispõe, em sua estrutura organizacional, de unidade própria de controle interno. Órgãos de governo como estes demandam de auditorias específicas e mais rigorosas e focadas no controle de gestão. A equipe que realizou a auditoria, mesmo com dificuldade de acesso,  coletou informações sobre o controle interno da SNSA demandados pelo TCU.

 Clique aqui ou no documento abaixo e confira o certificado da auditoria na original e na íntegra.

#FLAGRE O #LIXO DA SUA CIDADE

Mural do lixo

Este grupo do FACEBOOK teve a iniciativa de fazer o mural do lixo. http://www.facebook.com/groups/lixonasruasdobrasil/

Clique aqui e veja a apresentação de slides do Flickr.

foto de Felipe Beazutti

Muitas cidades têm lixo pelas ruas e recicla muito pouco do que as pessoas jogam fora, isto é um problema. Se você também está indignado com o que se faz do lixo na sua rua, no seu bairro e na sua cidade poste uma foto disto neste grupo. Vamos fazer um grande mural do lixo nas ruas do Brasil.

foto de Leticia Demoly de Mellos

Faça uma foto com o celular, com a máquina fotográfica, mas não deixe de registrar. Colaboradores de diversos lugares estão participando.

Essa iniciativa pode mudar a realidade de sua cidade, mas ela precisa crescer e para isso é nescessário reunir forças.

foto de Patrícia Zenatti

Bons exemplos também são muito bem vindos, compartilhe modelos de reciclagem, reutilização de materiais, visita a outros países que possam servir de espelho. Toda participação será replicada, participe desta discussão tão comum entre as cidades brasileiras e vamos fazer a diferença!