Arquivo da categoria: chuvas

Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

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MAPA DO #SANEAMENTO NO #BRASIL: OBRAS PARALISADAS, OBRAS NEM INICIADAS

foto: arquivososriosdobrasil.blogspot.com.br

Auditoria do Saneamento básico aponta diversas irregularidades

A análise do relatório anual de contas da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades apontou diversas irregularidades. Os exames deste processo foram realizados no período de 07/04/2011 a 10/06/2011, por meio de testes, análises e consolidação de informações coletadas ao longo do exercício a partir da apresentação do processo de contas pela Unidade Auditada.

Paralisia

Foram identificadas inúmeras obras paralisadas, e elevado o número de contratos com obras ainda não iniciadas, sobretudo os firmados em exercícios anteriores a 2010, cerca de 3.969 contratos de repasse.

O percentual de obras Paralisadas é de 6,85% com repasses do OGU da ordem de R$ 1,894 bilhões. Também, verifica-se a elevada quantidade de 3.929 contratos firmados em anos anteriores a 2010 (36,62%) e que continuam com as obras não iniciadas comprometendo repasses da ordem de R$ 3,627 bilhões inscritos em Restos a Pagar. A SNSA não opera diretamente transferências de recursos. Estas transferências são operacionalizadas por terceiros como é o caso da Caixa Econômica Federal, que se encarregam das liberações de recursos, fiscalização das aplicações e das prestações de contas.

A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental não dispõe, em sua estrutura organizacional, de unidade própria de controle interno. Órgãos de governo como estes demandam de auditorias específicas e mais rigorosas e focadas no controle de gestão. A equipe que realizou a auditoria, mesmo com dificuldade de acesso,  coletou informações sobre o controle interno da SNSA demandados pelo TCU.

 Clique aqui ou no documento abaixo e confira o certificado da auditoria na original e na íntegra.

O QUE VOCÊ FAZ COM O SEU #LIXO?

Segundo o site Clima tempo (http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/cidade/363/portoalegre-rs) existe previsão de chuva para Porto Alegre, o que deixa a população tensa.
O que virá desta vez? Alagamentos como sempre…
A cada precipitação chuvosa é o mesmo problema na capital gaúcha, falta de escoamento e ruas alagadas.
Hoje pela manhã, não menos tensa com a situação, me deparei com esta cena da foto ao lado, em uma rua de Porto Alegre.
Imaginei que esse lixo só poderia estar ali por duas razões:
1- A prefeitura não recolheu e deixou a disposição dos catadores para revirar.
2- A população sem educação, jogou lixo na rua e ele foi parar dentro do boeiro.
Que a capital gaúcha está virando um grande lixão e cenário de uma absurda violação dos direitos humanos e do ambiente urbano, a gente já falou neste blog, questionamos a responsabilidade do governo municipal, mas e a responsabilidade dos cidadãos?
Todos os dias cada um de nós produz grande quantidade de lixo, na cozinha, no banheiro, no escritório, no quintal… As lixeiras espalhadas pela casa sempre tem algo para descartar. Segundo informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), são gerados diariamente cerca de 230.000 toneladas de lixo.
Sem que você se quer perceba joga um papel de bala jogado no chão, este vai acumular com o restante do lixo da rua e o resultado é desastroso: vias imundas; terrenos e córregos transformados em depósito de lixo; boeiros entupidos; alagamentos. Esse cenário caótico é o combustível ideal para a proliferação de doenças e a poluição do solo, da água e do ar. Muito mais do que descartar o lixo no lugar adequado, todo cidadão deve assumir o compromisso de reduzir a quantidade de lixo que produz.

Veja a matéria veiculada no fantástico sobre a educação do lixo:

#solução para os buracos das ruas: Campanhas bem #Humoradas na internet

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A falta de reparos em ruas e avenidas de inúmeras cidades permitem que o problema dos buracos se agrave. Em épocas de chuvas então é que o perigo se multiplica. Cansados de pedidos e solicitações em vão, moradores organizaram campanhas críticas e bem humoradas pelas redes sociais para chamar atenção.

Moradores de várias regiões do país fazem protesto contra buracos

A ideia é mobilizar as pessoas e chamar atenção das autoridades. A forma que milhares de brasileiros encontraram para botar a boca no trombone é a internet.

O susto veio logo depois de um temporal. O enorme buraco e o córrego que passa embaixo ameaçam quarenta casas no chamado Ladeirão do Morumbi, em São Paulo. Os moradores tiveram que sair. O caso realmente é grave e envolve risco grande. Por isso, dois dias depois o buraco já começou a ser consertado.
Pelo Brasil, há buracos abertos há muito tempo. Contra eles, existe um novo tipo de protesto e mobilização. É com uma boa dose de ironia que as reclamações contra os buracos ganham cada vez mais seguidores nas redes sociais. Tem até concurso para eleger o buraco mais bonito de Joinville, Santa Catarina.
Em Trindade, na região metropolitana de Goiânia, um morador decidiu mapear os buracos pela internet. Em duas semanas, conseguiu reunir quase 400 colaboradores.
Em Frutal, no Triângulo Mineiro, a mobilização feita pela internet ganhou as ruas. Os moradores foram convocados pelas redes sociais. Em quatro horas, foram pintados 89 buracos em uma mesma rua.
Em Barbacena, no interior de Minas Gerais, a mobilização na internet e a tinta também foram usadas para chamar a atenção de quem tem obrigação, mas parece não ouvir as reclamações.
Para mostrar o descontentamento com a solução que não chega, em Cuiabá, os moradores plantaram uma bananeira em um buraco.
Em Belém do Pará, um ciclista caiu em um buraco encoberto pela água.
Outro buraco em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, é do tipo vai e volta. Há dois anos, consertos mal feitos fazem com que ele esteja sempre ali e, muitas vezes, em companhia de vários outros.
O assistente administrativo Carlos Eduardo Correia decidiu se juntar aos descontentes da internet. “Se você ficar só vendo e não tomar uma providência, alguém tem que botar a boca no trombone e falar alguma coisa. Você está pagando seus impostos, você tem que ter os diretos como cidadão”.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/03/moradores-de-varias-regioes-do-pais-fazem-protesto-contra-buracos.html

Em Porto Alegre um grupo comparou os buracos da cidade com um enorme campo de golf, confira o vídeo abaixo:

O #ciclo do esgotamento sanitário teve solução inovadora proposta em #Marselha

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É fato que a falta de um sistema de esgotamento sanitário adequado pode causar graves prejuízos à saúde humana. A maior insidência por internações hospitalares por diarréia são em decorrência da ausência deste serviço público. Regiões pobres e periferias de grandes cidades são as mais críticas em coleta de esgoto, taxas e custos de internação por diarréias. As diarreias respondem por mais de 50% das doenças relacionadas a saneamento básico inadequado. o Brasil ainda está longe de alcançar a universalização dos serviços de esgotamento sanitário, sendo que o melhoramento deste setor tem o poder de alterar o panorama das internações por diarreias no país, e diminuir gastos para a saúde pública, algo muito relevante. Agora imagine você, com um esgoto a céu aberto embaixo de sua janela, se tiver uma. Imagine não ter um banheiro adequado para suas nescessidades básicas, imagine que estes resíduos vão direto a um canal que irá se misturar com a água que você deverá tomar depois. Isso seria um pouco desagradável, não e mesmo? A Solução sugerida em Marselha (França) durante o fórum Mundial da água (no texto ao lado) realmente não é muito confortável, mas é simples, barata e resolve um problemas público, que está a "anos luz" de ser sanado.

Crise da água incentiva soluções criativas e inovadoras em Fórum Mundial

Marselha – No canto de um casebre escuro de um bairro marginal que poderia estar no Rio de Janeiro, no México ou em Mumbai, mas que foi levantado no Fórum Mundial da Água de Marselha, encontra-se um pequeno sanitário descartável que está mudando a vida de uma favela na África. Batizado de Peepoo, o banheiro, que não precisa de água, foi desenhado por um arquiteto sueco, Anders Wilhemson, que teve a ideia de percorrer os bairros pobres de México e São Paulo, onde as pessoas fazem suas necessidades em latrinas ou no esgoto e a situação sanitária é grave.

O Peepoo é composto de um pequeno assento plástico e de uma sacola plástica biodegradável que contém em seu interior grânulos de ureia, um produto que decompõe a matéria fecal e a urina e as transforma em nutrientes. Uma vez utilizado, o dispositivo, que foi criado pela pequena empresa sueca Peepoople AB, pode ser transformado em uma fonte de adubo, o que também ajuda a aliviar a crescente pressão sobre a água na agricultura, provocada pelo galopante aumento da população mundial. A bolsa biodegradável, que custa cerca de três centavos de dólar, já transformou, ao menos em alguns aspectos, a vida diária dos habitantes de Kibela, um bairro marginal de Nairóbi, Quênia, que a utilizam há um ano.

Neste bairro, as bolsas utilizadas são recolhidas em grandes sacolas e utilizadas depois como fertilizantes para a agricultura. Por cada bolsa que serve de fertilizante, a família recebe um centavo. Além disso, foi organizada no bairro uma rede de vendedoras locais das bolsas biodegradáveis, e essas mulheres criaram posteriormente microempresas, que prosperam. O dispositivo será testado no Haiti, devastado em 2010 por um terremoto. E seu criador, que quer ampliar o uso do banheiro ecológico por todo o mundo, manteve contado com vários países, entre eles Bolívia, Paquistão e Bangladesh.

Outro dos 60 projetos apresentados na “Aldeia das Soluções”, situada no coração do Fórum Mundial da Água de Marselha, que será concluído no sábado, é uma vasilha de cerâmica para filtrar a água, de muito baixo custo, que se baseia em práticas pré-coloniais da Mesoamérica, que foram melhoradas pelo guatemalteco Fernando Mazariego. Chamada de “Filtrón”, esta vasilha, que tem em seu coração um elemento filtrador que pode ser fabricado por ceramistas locais com materiais locais, sem necessidade de eletricidade, nem de tecnologias de alto nível, torna potável a água contaminada. Graças a um banho de prata coloidal em seu elemento filtrante, o Filtrón elimina as bactérias, o que reduz as doenças.

Este projeto é apresentado no Fórum de Marselha por Ceramistas pela Paz, uma organização não governamental que capacita artesãos dos países em desenvolvimento, e que elaborou um processo de produção do filtro em grande escala, diminuindo seu custo. O Filtrón, que custa entre 10 e 20 dólares, pode ajudar a facilitar o acesso à água potável, num momento em que mais de 800 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a ela. A ONG indicou que havia, por isso, tomado “a decisão política” de não patentear sua tecnologia, que pode ser encontrada na internet, no site da Rede de Ceramistas pela Paz.

por: France Presse

fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/03/15/interna_ciencia_saude,293439/crise-da-agua-incentiva-solucoes-criativas-e-inovadoras-em-forum-mundial.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

links relacionados:
http://petambientalunivasf.blogspot.com/
http://cmdss2011.org/site/wp-content/uploads/2012/01/esgotamento.pdf

#PortoAlegre a cidade da Imobilidade #chuva e caos

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A chuva tão esperada chegou a Porto Alegre, e com ela os já conhecidos alagamentos. Porto Alegre tem um grave problema de mobilidade que obriga os motoristas a destinarem-se para as vias principais. O trânsito pelas vias secundárias é praticamente impossível. A maioria das vias é mão única o que obriga o motorista a dar várias voltas até chegar ao seu destino. Com o aglomeramento de veículos nas vias principais, o caos aumenta em dias de chuva. O lixo que entope os bueiros agrava a falta de escoamento e transforma Porto Alegre em uma cidade alagada com trânsito lento. Um mau exemplo de coleta de lixo, manutenção de esgotos pluviais e péssima engenharia de trânsito. Porto Alegre tem o suficiente ruas para os veículos de seus moradores, falta só a prefeitura cumprir a sua função básica.

Chuva em Porto Alegre já atinge 60% da média de março
Em apenas duas horas, caíram 40,2 mm na Capital

Uma chuva intensa que começou a cair sobre Porto Alegre por volta das 8h provocou mais de 40 pontos de alagamento e tumultou a rotina da Capital no início da manhã.

Em apenas duas horas, entre 8h e 10h, foram registrados 40,2 mm de chuva na estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no bairro Jardim Botânico, o que corresponde a 38,5% da média do mês de março na Capital. Segundo a estação da Central RBS, na Avenida Ipiranga, o acumulado entre a meia-noite e 10h chegou a 63,2 mm, 60% da média de março.

Com a água cobrindo vários pontos de ruas e avenidas, o trânsito ficou caótico no começo da manhã. A chuva também causou transtornos no aeroporto Salgado Filho, que operou por instrumentos para pousos, obrigando o cancelamento de 17 voos até as 10h, quando o tempo começou a melhorar — embora as nuvens escuras sobre a cidade que ainda ameaça provocar novas precipitações.

A chuva ajudou a derrubar as temperaturas na Capital. Os termômetros, que chegaram a subir a 24°C durante a madrugada, recuaram para 22°C, às 10h. Durante o dia, a máxima não deve passar dos 27°C.

Nesta quarta-feira, a chuva continua, mas em intensidade e quantidade variadas. À tarde, o tempo já começa a limpar no Sul e no Oeste e, durante a noite, também no centro, norte e nordeste do RS. Amanhã, o sol volta ao Estado, elevando novamente as temperaturas, mas sem atingir o calor extremo dos últimos dias. Na sexta-feira, as máximas devem ficar em torno dos 31°C nas Missões e dos 30°C, na Fronteira Oeste.

Foto: Luis Antônio Araújo

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/03/chuva-em-porto-alegre-ja-atinge-60-da-media-de-marco-3694303.html