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O #PROGRESSO É PRECISO, MAS TAMBÉM PRECISAMOS DO TAIM

Os recursos utilizados pela humanidade, são extraídos da natureza, explorados por empresas privadas e distribuídos à humanidade com alto valor econômico agregado. O responsávelpor preservar estes recursos é a humanidade, que os utiliza. Segundo a ONU, parte da solução está na chamada “dissociação do uso dos recursos naturais e o impacto ambiental do crescimento econômico”. Isto quer dizer que se quisermos conquistar a tão almejada “economia verde” é necessário baixar muito a emissão de carbono e respeitar muito mais o ambiente natural, reduzir o consumo, produzir e usar a energia de formas mais inteligentes. Conversamos sobre energia, consumismo e sustentabilidade com o professor Cássio Stein Moura, Doutor em física e coordenador do bacharelado na Faculdade de Física da PUCRS. (trecho da conversa) Professor Cássio- “Cada pessoa é um consumidor em potencial, que consome energia e suprimentos que a natureza fornece. Há alguns séculos a população era pequena e o consumo era pequeno, e esse problema não existia. Atualmente com a população passando dos 6 bilhões de pessoas, com economia de mercado capitalista, os indivíduos consomem mais. Por este motivo é que o principal problema passa pela mentalidade das pessoas. O Brasil possui muitos recursos naturais. É um dos países mais ricos do mundo neste âmbito. Cerca de 92% da energia é produzida em hidrelétricas, que são menos poluidoras do que outras formas de energia. As hidrelétricas poluem também, pois destroem grandes áreas de vegetação, fauna e flora da região, produzem muito gás metano mas de qualquer forma são menos impactantes que as termoelétricas. O Brasil usa muito carvão, que é muito poluente, apesar da industria carvoeira dizer que existem filtros que protegem cerca de 99% dos poluentes que passam na chaminé. Mas é aquele 1% que são partículas extremamente pequenas que os filtros não conseguem segurar, que atravessam membranas do corpo humano e que podem atingir regiões delicadas do corpo. Então aqueles 99% talvez não sejam tão nocivos quanto aqueles 1%. Existe um projeto do Governo Federal hoje, de trocar essas usinas a carvão por usinas a gás. O Brasil é um grande produtor de gás, inclusive, devemos louvar parcialmente a Petrobras, por que a cerca 5 anos atrás, 50% do gás que o Brasil extraia era simplesmente queimado nas plataformas, por que não havia forma de aproveitar. A Petrobras que é a maior empresa de combustíveis fósseis do pais conseguiu resolver parte do problema e hoje, menos de 10% do gás está sendo queimado.É um absurdo importar gás do país vizinho, por falta de tecnologia, sendo que a gente produz mais que o país vizinho. De qualquer forma, a grande matriz energética do Brasil ainda são os combustíveis fósseis, representados pela gasolina e pelo óleo diesel, do qual o Brasil já produz praticamente tudo que consome. Mas as usinas eólicas são um grande exemplo. Logo que foi lançado o preço do kWh era muito alto, mas agora ele já esta competindo com a energia hidrelétrica. Ainda não atinge 1% da matriz energética, mas está crescendo. O Ceará é o maior estado produtor.
Mas tanto a energia eólica quanto a hidrelétrica dependem do clima e quando a energia hidroelétrica não consegue suprir a demanda, a termoelétrica entra em funcionamento. Ela funciona como uma energia de reserva. Portanto no horário entre 18 e 20 horas é o período em que estamos poluindo mais. Existe ainda a energia nuclear que é produzida em Angra I e Angra II, e está em andamento a instalação de Angra III, no estado do Rio de Janeiro. Assim o estado produzirá quase toda a sua energia elétrica e ainda poderá exportar. Muitos chamam a energia nuclear de energia limpa por que não gera monóxido de carbono nem dióxido de carbono, portanto não contribui com o efeito estufa. Mas ela não deixa de ser um lixo radioativo que será uma herança para nossos filhos. Atualmente muito se fala em sustentabilidade, é uma palavra que está na moda, mas é uma palavra a ser definida. Quando falamos em sustentabilidade ambiental a pergunta é: será que o macro tem a ver com o micro? O grande problema ambiental que está havendo hoje em nosso planeta se deve principalmente ao micro, ao ser individual, à pessoa. Primeiro é preciso analisar se: “preciso ou não preciso desse bem que desejo adquirir”. Quando adquirimos um bem temos que ter consiência. Por exemplo, uma garrafinha de água mineral: a água veio de onde? O plástico que tem ali? O pigmento da tinta? O invólucro? A tampinha? O forro da tampinha? Todos estes vieram de uma indústria que usou recursos naturais, que usou energia pra transformar estes recursos e te trazer aquela água que tu vais tomar em 10 minutos e vais descartar a embalagem. É um consumo que é natural para nós: consome-se a água e põe-se a garrafinha no lixo. A pergunta é: será que eu tenho que tomar esta água realmente? Será que uma água de filtro não é tão boa como a água mineral? Devemos nos questionar sempre: será que tenho que ter um novo celular? Será que tenho que trocar de carro todo ano?
O macro tem a ver com o micro, a economia e sustentabilidade começa pelo que a gente faz em casa, desde separar o lixo, a desligar uma lâmpada. Acredito que a solução para todos os problemas é a educação, por que a criança não é educada a consumir conscientemente. Ela é educada a consumir.” foto: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1048221&page=3

Taim pode inviabilizar parques eólicos no Estado

A Metade Sul gaúcha, que pretende sediar diversos parques eólicos nos próximos anos em municípios como Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e Chuí, precisará reforçar sua estrutura de transmissão para que a energia gerada ingresse no sistema elétrico nacional. No entanto, um problema que será enfrentado é o fator ambiental, já que a região possui importantes ecossistemas como, por exemplo, a Reserva do Taim.

O sinal de alerta foi acionado quando, recentemente, a empresa EDP Renováveis do Brasil solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a revogação da autorização do seu projeto eólico em Santa Vitória do Palmar. A agência permitiu a desistência, que teve como justificativa a inviabilidade de construir uma linha de transmissão devido a questões ambientais. A estrutura teria cerca de 100 quilômetros de extensão e ligaria o parque eólico à subestação de energia Quinta, na cidade de Rio Grande. Em abril, o presidente da EDP Renováveis Brasil, Miguel Setas, havia afirmado que a meta era colocar o projeto de Santa Vitória do Palmar para concorrer em algum leilão promovido pelo governo federal, para comercializar sua energia e sair do papel até 2014. O parque teria cerca de 80 MW de capacidade (em torno de 2% da demanda média do Rio Grande do Sul).

Apesar das dificuldades que fizeram a EDP abandonar a intenção de realizar uma linha na região, a Aneel confirmou para o dia 6 de junho um leilão de transmissão que contempla entre outras obras, justamente, empreendimentos a serem construídos entre Santa Vitória do Palmar e Rio Grande, assim como uma conexão com Nova Santa Rita. No total, está prevista a implantação de 490 quilômetros em linhas dentro do Estado.

O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, adianta que a estatal participará dessa disputa em parceria com o Grupo CEEE. A Eletrosul será líder do consórcio, provavelmente com uma participação de 51%. Apesar da decisão de concorrer no certame, Custódio admite a preocupação quanto ao licenciamento ambiental para instalar uma linha de transmissão na Reserva do Taim. “É um risco real”, salienta. Ele relata que existe a possibilidade de o Ibama negar a licença para uma obra dessa espécie na região. Isso, possivelmente, inviabilizaria também a implementação dos parques eólicos em Santa Vitória do Palmar, porque, além do Taim, o município é rodeado pelo mar e pela lagoa Mirim.
Eletrosul possui projetos de geração na região

Em Santa Vitória do Palmar, a Eletrosul pretende construir o Complexo Eólico Geribatu, que terá 129 aerogeradores alcançando a capacidade instalada de 258 MW. Esse deverá ser o maior parque eólico da América Latina. Ainda na região, a companhia irá executar o Complexo Eólico Chuí, com capacidade de 144 MW. Cada MW eólico implementado representa um investimento superior a R$ 1 milhão.

A empresa já vendeu a energia dessas usinas em leilões e, por contrato, elas terão que entrar em operação até fevereiro de 2014. O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, comenta que, caso seja impossível realizar a linha de transmissão na Reserva do Taim e os parques eólicos, a companhia não deverá sofrer penalidades quanto a atrasos no prazo ou cancelamento dos projetos, pois se tratará de um motivo de força maior.

Mesmo considerando complicada a instalação da linha de transmissão na Reserva do Taim, o diretor ressalta que esse tipo de obra não representa grandes impactos e recorda que há uma estrada que atravessa o local. Ele acrescenta que o aproveitamento do enorme potencial eólico da Metade Sul gaúcha será muito importante para todo o País.

O coordenador do grupo temático de energia da Fiergs, Carlos Faria, defende que a situação da geração e transmissão de energia, de maneira geral dentro do setor elétrico, precisa ser melhor combinada. “Não adianta fazer uma usina afastada do ponto de consumo e sem condições de escoar essa energia”, argumenta.

Ele destaca que o cenário ambiental pode aumentar os custos de transmissão e, em algumas ocasiões, obrigar que os trajetos das linhas sejam maiores do que os previstos devido a alguns obstáculos naturais. Nesse sentindo, se os riscos ou os valores envolvidos com os empreendimentos no Estado (que serão ofertados no próximo leilão) forem altos, a disputa poderá atrair o interesse apenas de empresas estatais.

Fonte: Jornal do Comércio


A preservação do Taim tem sido a menor das preocupações, e quando a reserva acabar, quem vai contar como era?
foto: http://www.naestrada.fot.br/blog/?p=550

foto: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1048221&page=3

#solução para os buracos das ruas: Campanhas bem #Humoradas na internet

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A falta de reparos em ruas e avenidas de inúmeras cidades permitem que o problema dos buracos se agrave. Em épocas de chuvas então é que o perigo se multiplica. Cansados de pedidos e solicitações em vão, moradores organizaram campanhas críticas e bem humoradas pelas redes sociais para chamar atenção.

Moradores de várias regiões do país fazem protesto contra buracos

A ideia é mobilizar as pessoas e chamar atenção das autoridades. A forma que milhares de brasileiros encontraram para botar a boca no trombone é a internet.

O susto veio logo depois de um temporal. O enorme buraco e o córrego que passa embaixo ameaçam quarenta casas no chamado Ladeirão do Morumbi, em São Paulo. Os moradores tiveram que sair. O caso realmente é grave e envolve risco grande. Por isso, dois dias depois o buraco já começou a ser consertado.
Pelo Brasil, há buracos abertos há muito tempo. Contra eles, existe um novo tipo de protesto e mobilização. É com uma boa dose de ironia que as reclamações contra os buracos ganham cada vez mais seguidores nas redes sociais. Tem até concurso para eleger o buraco mais bonito de Joinville, Santa Catarina.
Em Trindade, na região metropolitana de Goiânia, um morador decidiu mapear os buracos pela internet. Em duas semanas, conseguiu reunir quase 400 colaboradores.
Em Frutal, no Triângulo Mineiro, a mobilização feita pela internet ganhou as ruas. Os moradores foram convocados pelas redes sociais. Em quatro horas, foram pintados 89 buracos em uma mesma rua.
Em Barbacena, no interior de Minas Gerais, a mobilização na internet e a tinta também foram usadas para chamar a atenção de quem tem obrigação, mas parece não ouvir as reclamações.
Para mostrar o descontentamento com a solução que não chega, em Cuiabá, os moradores plantaram uma bananeira em um buraco.
Em Belém do Pará, um ciclista caiu em um buraco encoberto pela água.
Outro buraco em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, é do tipo vai e volta. Há dois anos, consertos mal feitos fazem com que ele esteja sempre ali e, muitas vezes, em companhia de vários outros.
O assistente administrativo Carlos Eduardo Correia decidiu se juntar aos descontentes da internet. “Se você ficar só vendo e não tomar uma providência, alguém tem que botar a boca no trombone e falar alguma coisa. Você está pagando seus impostos, você tem que ter os diretos como cidadão”.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/03/moradores-de-varias-regioes-do-pais-fazem-protesto-contra-buracos.html

Em Porto Alegre um grupo comparou os buracos da cidade com um enorme campo de golf, confira o vídeo abaixo:

#BIKE: integração bicicleta e metrô. #Soluções #simples

Bicicletas “passeam” de trem na Europa e na Asia

A partir de fevereiro metrôs de Taipei, capital de Taiwan, terão espaços dentro de seus vagões para ciclistas acompanhados de suas bikes. Já era permitido o acesso de bicicletas dobráveis dentro de mochilas, mas agora podem ostentar suas duas rodas montadas. Isto já acontece desde 2010 na Dinamarca, onde a Danish State Railways criou espaço nos metrôs que atendem a grande Copenhagen. No Brasil algumas medidas como bicicletas compartilhadas e áreas de estacionamento em áreas centrais da cidade começam a se tornar mais comuns.

Espaço para ciclistas no metrô de Copenhagen.

Identificação do vagão onde há espaços para bicicletas no metrô de Copenhagen. Este tipo de transporte é gratuitamente oferecido pela Danish State Railway, empresa de metrô da capital da Dinamarca. O usuário com uma bicicleta não paga a mais do que a tarifa normal, assim como carrinhos de bebê e cadeiras de rodas.

Primeiro foi no Rio. Agora, em fevereiro de 2012, São Paulo também terá seu sistema de empréstimo de bicicletas. Serão 3.000 magrelas, distribuídas em 300 estações espalhadas por diversos bairros da cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, a disposição dos pontos de empréstimo deve ser feita de tal forma que garanta a integração do sistema com a rede de trens, metrô e ônibus.O termo de cooperação entre o Itaú e a prefeitura vai durar três anos, com possibilidade de renovação. A cada ano, uma média de cem estações deve ser instalada. (Fonte: http://memoria802.blogspot.com/2012/02/sao-paulo-vai-ganhar-300-estacoes-de.html)

Em Taipei bicicletas dobráveis, que podem ser guardadas em mochilas, são tratados como uma bagagem de mão do passageiro, portanto não há restrições de acesso para passageiros com esses tipos de bicicletas em estações. Bicicletas elétricas, motos movidos a gasolina, e as bicicletas de dois ciclistas não são permitidos no MRT, sigla que dá nome ao sistema de trens urbanos de Taipei. Neste sistama de metrô de Taipei o usuário com a bicicleta paga uma tarifa maior e os lugares são restritos ao primeiro e últimos vagões.

Recentemente Curitiba criou espaço para as bicletas estacionarem em áreas centrais da cidade. São Paulo tem cilco rotas mas me muitas grandes aveindas, como a Av. Paulista, elas são proibidas.

Ciclistas acompanhados de suas magrelas dividem espaço com os usuários de metrô a pé. O metro de Copenhagen disponibiliza racks especiais, integrados aos assentos, eles dão segurança evitando que a bicicleta caia durante o trajeto.

Mortes no trânsito

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Um dos motivos deste blog é chamar a atenção para a situação das estradas no Rio Grande do Sul. A cada dia são registrados mais e mais acidentes em estradas que estão em situações deploráveis. Seria um desafio às autoridades governamentais deste Estado percorrer estes trajetos dos quais nos referimos, como é o caso da região norte, noroeste e central. Somente quem trafega por estes trechos sabe do que estamos falando: estradas em péssimas condições de trafegabilidade, acostamentos inexistentes, falta de sinalização, estradas mal projetadas, pavimentação precária, engenharia rodoviária pífia. Razões suficientes para causar tantas mortes. Os governos querem sempre culpar a imprudência dos condutores, mas o caso NÃO É ESTE. Estamos diante de um apagão rodoviário gaúcho que proporcionalmente (habitantes por número de mortes) mata mais no interior do RS que em regiões densamente povoadas, como Porto Alegre.

Em menos de uma hora, quatro pessoas morreram em acidentes de trânsito neste domingo na Região Central

As vítimas são: Azelina Rodrigues da Silva, 91 anos; Valdomiro Soares, 44 anos e Francis Holschuch, 20 anos
19h50min
Azelina Rodrigues da Silva, 91 anos, morreu em um acidente envolvendo a ambulância na qual ela estava sendo transportada de Santa Maria até Formigueiro, na BR-392 (Faixa de São Sepé) e uma Ipanema, que vinha no sentido oposto. O motorista da Ipanema, Paulo Cristiano Rodrigues Martins, de 39 anos, foi levado ao Pronto-Atendimento do Patronato em Santa Maria, e também morreu. Outras duas pessoas ficaram feridas em decorrência da colisão.
20h15min
Valdomiro Soares, 44 anos, morreu atropelado por uma moto e um carro na BR-287, em Santa Maria. Ele caminhava pelo acostamento da BR-287, por volta das 20h15min, quando foi atingido por uma motocicleta com placas de São Pedro do Sul. O motociclista ficou gravemente ferido em virtude do acidente e foi encaminhado ao hospital de São Pedro do Sul. O pedestre, porém, morreu depois de ser atropelado por um carro no km 273 da rodovia. O condutor do automóvel fugiu do local.
20h35min
Francis Holschuch, 20 anos, morreu atropelado em Linha Sinimbu, no interior de Paraíso do Sul. Ele foi encontrado ao lado da sua motocicleta. Segundo a ocorrência policial, populares teriam visto uma caminhonete atropelar o jovem e fugir do local sem prestar socorro. Ele morreu no local e encaminhado ao DML de Caçapava do Sul.

fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/dsm/19,0,3684819,Em-menos-de-uma-hora-quatro-pessoas-morreram-em-acidentes-de-transito-neste-domigo-na-Regiao-Central.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

A triste realidade do trânsito: A cada dia são registradas mais mortes nas estradas gaúchas

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A incidência de acidentes de trânsito nas estradas gaúchas é assustadora. Na região Noroeste os casos surpreendem ainda mais, iniciei este post para citar o acidente que vitimou 3 jovens na madrugada de domingo, na BR 285, próximo a Vitória das Missões, bastou acessar sites de jornais da região para me defrontar com manchetes de mortes e feridos em novos acidentes. Ontem dia 07, na BR 392, entre os municípios de São Sepé e Caçapava, mais um veículo de passeio chocou contra um ônibus, não houve vítimas fatais. Hoje, na RS 168, sentido Roque Gonzales/São Luiz Gonzaga, um veículo de passeio colidiu com um caminhão, logo depois, duas pessoas que estavam em uma moto morreram em acidente de trânsito na BR 158, no município de Júlio de Castilhos, e antes mesmo de concluir a matéria, ainda na mesma região do Estado, um caminhão carregado de frutas e legumes chocou-se em um barranco no Km 50 da rodovia que liga Santa Rosa a Giruá na RS-344. Poderíamos dizer que a imprudência é a causa de tantas ocorrências, mas quem conhece a região e o péssimo estado das estradas sabe que as vítimas nem sempre são as culpadas. O estado das rodovias é péssimo, com grande quantidade de buracos e, pistas irregulares, colocando os motoristas em situação de risco. Os acostamento, quando existem, em muitos trechos, não pode se que ser utilizados. A CNT (Confederação Nacional dos Transportes) avaliou, até o final do ano passado, 92,7 mil quilômetros de estradas no País. Os técnicos especializados revelaram que mais da metade, 57,4%, ou 53,2 mil quilômetros, apresentam problemas e são inadequados para o tráfego economicamente viável e seguro de veículos de qualquer porte. Nove itens do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelecem, como punição, a suspensão da carteira para o motorista infrator, e qual é a punição para um governo incapaz de sanar os problemas da população que precisa da estrada e paga IPVA?

 

Hoje, Quarta feira 08 de fevereiro, mais vítimas do Trânsito, morrem em estradas gaúchas.

Condutor e passageiro de moto morrem em acidente na BR-158
Duas pessoas que estavam em uma moto morreram em acidente de trânsito no km 264 da BR-158, no município de Júlio de Castilhos (RS), na manhã desta quarta-feira (8). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve uma colisão com uma caminhonete.
As vítimas que estavam na moto tinham 23 e 80 anos, segundo a PRF. O motorista da caminhonete sofreu ferimentos e foi removido para um hospital próximo.

Caminhão carregado com frutas atinge barranco no interior de Giruá
Por volta das 10h50min desta quarta-feira, um caminhão carregado de frutas e legumes chocou-se em um barranco no Km 50 da rodovia que liga Santa Rosa a Giruá (ERS-344).
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o veículo, com placas de Ijuí transitava no sentido Giruá-Santa Rosa e o condutor teria perdido o controle do veículo e atingiu o barranco.
Em torno de uma hora e vinte minutos após o acidente, equipes do Samu e dos Bombeiros conseguiram retirar o condutor das ferragens. O motorista, Leandro Pinheiro da Silva, 35 anos, está em observação no Hospital Vida e Saúde de Santa Rosa. Já o passageiro, Carlos Rodrigo Klagenderg, 22 anos, foi internado com ferimentos.

Acidente deixa dois feridos na RS-168
Na manhã de quarta-feira, 8 de fevereiro, aconteceu um acidente de trânsito na RS-168, próximo ao Piraju. O Gol de placas IGR 6808, de Cerro Largo, trafegava na rodovia no sentido Roque Gonzales/São Luiz Gonzaga e colidiu numa carreta bi-trem com placas IBF 6841, de Roque Gonzáles, carregada com lenha, sob direção de Homero Bernardi, que vinha no sentido contrário.
De acordo com a Brigada Militar, o motorista do Gol, Sigismundo Ciepielewski, de 71 anos, estava acompanhado de quatro ocupantes e dois precisaram de atendimento médico. Sigismundo e o sobrinho Gabriel tiveram ferimentos leves e foram encaminhados ao Hospital de São Luiz Gonzaga.

Fonte: http://anoticia.com/sitenovo/acidente-deixa-dois-feridos-na-rs-168/