A #educação que gera a formação dos cidadãos

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Educação, princípio de tudo! A educação é um elemento essencial na formação do homem como cidadão e na construção de uma sociedade forte, ciente dos seus direitos e deveres. No Brasil, muitas vezes, falta vontade política dos governantes a fim de realizar um trabalho sério nessa área. Inúmeras escolas funcionam em condições precárias. Esse descaso ocorre, entre outros motivos, pelo fato desses políticos tirarem vantagem da ignorância da população. Um povo consciente e politizado é um povo que não se deixa levar por qualquer “balela”. O Japão é um grande exemplo de revolução por meio da educação. Durante a Era Meiji (1868-1912), a terra do sol nascente vivenciou um período de acelerada modernização, ascendendo como potência mundial. Muito desse sucesso deveu-se à importância dada pelo Imperador Meiji ao desenvolvimento de um ensino de qualidade para todos os cidadãos. O lema da época era “aprender é a chave do sucesso na vida”. Uma lei educacional japonesa de 1872 previa: “dali em diante, em todo o país, em nenhuma vila haverá uma única casa sem educação, em nenhuma casa uma só pessoa ignorante” Monteiro Lobato já dizia: “um país se faz com homens e livros”. E parafraseando o “poetinha”, Vinícius de Moraes: desculpe-me a ignorância, mas educação é fundamental! fonte: http://migreme.net/1ijd

O Brasil não fez a lição de casa, afirma psicólogo

Autor do livro “O Brasil que Fugiu da Escola” critica a situação da educação no país

O psicólogo e professor da USP (Universidade de São Paulo) em Ribeirão Preto, Sérgio Kodato, lançou, nesta terça-feira (13), o livro “O Brasil que Fugiu da Escola”, que traz um retrato do que acontece nas salas de aula do país.

Em entrevista a Rede Record, Kodato comenta passagens do livro, que aborda, entre outros temas, a violência vivida por professores e alunos na sala de aula e os baixos índices educacionais do país.

– Os índices de aprovação e de eficiência do nosso país deixam muito a desejar.
Em seus relatos, o autor conta como foi a experiência de conhecer o sistema educacional da China.

– Eu vi o que é uma educação de qualidade em período integral, voltada para a economia. Todos os chineses são alfabetizados, o que significa uma mão de obra instruída.

Kodato também criticou a recente avaliação do sistema de ensino do município de São Paulo, que revelou que 58% dos estudantes da rede não sabem matemática.

– É uma situação de fundo do poço. Todo mundo sabe, há mais de 40 anos, que para mudar o país, tem que investir em educação. Nós participamos da redemocratização do país e esperávamos que as escolas fossem os primeiros locais de democracia. As escolas, até hoje, não são lugares democráticos.

Durante a entrevista, Kodato criticou o piso nacional dos professores, que chegou a R$ 1.451 no dia 27 de fevereiro.
– Esse valor, além de não ser suficiente, não é respeitado. Na Coreia, um professor ganha mais de R$ 10.000 ( cerca de US$ 5.000).

Segundo o autor, o Brasil não fez a lição de casa, que deveria ter sido feita há 30 anos.

– Se você visitar as escolas públicas, verá que as salas de aulas são as mesmas de 30 anos. Além de não melhorar, elas pioraram.

por: @gutafranco

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Brasil deveria aprender com a China o valor do sistema baseado no mérito Aos domingos pela manhã Juntao tem aula de reforço, ele quer ser um dos melhores advogados do mundo, formar-se na China e fazer mestrado em Stanford, na Califórnia, do outro lado do Oceano Pacífico. Para chegar lá, ele precisa obter um ótimo resultado no Gao Kao, o temido e cobiçado exame nacional de admissão universitária. No ano passado Xangai, província chinesa, tirou o primeiro lugar em todas as áreas aferidas (matemática, ciências e leitura) no mais importante e respeitado teste internacional de qualidade educacional, chamado Pisa. O teste, realizado a cada três anos pela OCDE (o clube dos países desenvolvidos), mede o conhecimento de jovens de 15 anos de idade. Na China a escola tem de ser limpa, silenciosa, simples e eficiente. Três grandes diferenças saltam aos olhos em relação às salas de aula do Brasil. A primeira é que, tanto em Xangai quanto em Pequim, há uma bandeira nacional sobre todo quadro-negro. A segunda é o uso constante do soft-ware de apresentação Power Point. A terceira é a vassoura e a pá no fundo de todas as salas. Antes de irem para casa, os alunos têm de deixar a sala de aula limpa. Equipes de limpeza só agem nas áreas comuns. A liturgia é a mesma. A professora nunca se atrasa, nem os alunos, não há “turma do fundão”, conversas paralelas nem problemas de disciplina. http: http://migre.me/8hJa7 foto: http://migre.me/8hJcW

A China é um exemplo de disciplina: assista o vídeo

fonte: http://paper.li/gutafranco/1321552879

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