Arquivo do dia: março 14, 2012

A #educação que gera a formação dos cidadãos

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Educação, princípio de tudo! A educação é um elemento essencial na formação do homem como cidadão e na construção de uma sociedade forte, ciente dos seus direitos e deveres. No Brasil, muitas vezes, falta vontade política dos governantes a fim de realizar um trabalho sério nessa área. Inúmeras escolas funcionam em condições precárias. Esse descaso ocorre, entre outros motivos, pelo fato desses políticos tirarem vantagem da ignorância da população. Um povo consciente e politizado é um povo que não se deixa levar por qualquer “balela”. O Japão é um grande exemplo de revolução por meio da educação. Durante a Era Meiji (1868-1912), a terra do sol nascente vivenciou um período de acelerada modernização, ascendendo como potência mundial. Muito desse sucesso deveu-se à importância dada pelo Imperador Meiji ao desenvolvimento de um ensino de qualidade para todos os cidadãos. O lema da época era “aprender é a chave do sucesso na vida”. Uma lei educacional japonesa de 1872 previa: “dali em diante, em todo o país, em nenhuma vila haverá uma única casa sem educação, em nenhuma casa uma só pessoa ignorante” Monteiro Lobato já dizia: “um país se faz com homens e livros”. E parafraseando o “poetinha”, Vinícius de Moraes: desculpe-me a ignorância, mas educação é fundamental! fonte: http://migreme.net/1ijd

O Brasil não fez a lição de casa, afirma psicólogo

Autor do livro “O Brasil que Fugiu da Escola” critica a situação da educação no país

O psicólogo e professor da USP (Universidade de São Paulo) em Ribeirão Preto, Sérgio Kodato, lançou, nesta terça-feira (13), o livro “O Brasil que Fugiu da Escola”, que traz um retrato do que acontece nas salas de aula do país.

Em entrevista a Rede Record, Kodato comenta passagens do livro, que aborda, entre outros temas, a violência vivida por professores e alunos na sala de aula e os baixos índices educacionais do país.

– Os índices de aprovação e de eficiência do nosso país deixam muito a desejar.
Em seus relatos, o autor conta como foi a experiência de conhecer o sistema educacional da China.

– Eu vi o que é uma educação de qualidade em período integral, voltada para a economia. Todos os chineses são alfabetizados, o que significa uma mão de obra instruída.

Kodato também criticou a recente avaliação do sistema de ensino do município de São Paulo, que revelou que 58% dos estudantes da rede não sabem matemática.

– É uma situação de fundo do poço. Todo mundo sabe, há mais de 40 anos, que para mudar o país, tem que investir em educação. Nós participamos da redemocratização do país e esperávamos que as escolas fossem os primeiros locais de democracia. As escolas, até hoje, não são lugares democráticos.

Durante a entrevista, Kodato criticou o piso nacional dos professores, que chegou a R$ 1.451 no dia 27 de fevereiro.
– Esse valor, além de não ser suficiente, não é respeitado. Na Coreia, um professor ganha mais de R$ 10.000 ( cerca de US$ 5.000).

Segundo o autor, o Brasil não fez a lição de casa, que deveria ter sido feita há 30 anos.

– Se você visitar as escolas públicas, verá que as salas de aulas são as mesmas de 30 anos. Além de não melhorar, elas pioraram.

por: @gutafranco

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Brasil deveria aprender com a China o valor do sistema baseado no mérito Aos domingos pela manhã Juntao tem aula de reforço, ele quer ser um dos melhores advogados do mundo, formar-se na China e fazer mestrado em Stanford, na Califórnia, do outro lado do Oceano Pacífico. Para chegar lá, ele precisa obter um ótimo resultado no Gao Kao, o temido e cobiçado exame nacional de admissão universitária. No ano passado Xangai, província chinesa, tirou o primeiro lugar em todas as áreas aferidas (matemática, ciências e leitura) no mais importante e respeitado teste internacional de qualidade educacional, chamado Pisa. O teste, realizado a cada três anos pela OCDE (o clube dos países desenvolvidos), mede o conhecimento de jovens de 15 anos de idade. Na China a escola tem de ser limpa, silenciosa, simples e eficiente. Três grandes diferenças saltam aos olhos em relação às salas de aula do Brasil. A primeira é que, tanto em Xangai quanto em Pequim, há uma bandeira nacional sobre todo quadro-negro. A segunda é o uso constante do soft-ware de apresentação Power Point. A terceira é a vassoura e a pá no fundo de todas as salas. Antes de irem para casa, os alunos têm de deixar a sala de aula limpa. Equipes de limpeza só agem nas áreas comuns. A liturgia é a mesma. A professora nunca se atrasa, nem os alunos, não há “turma do fundão”, conversas paralelas nem problemas de disciplina. http: http://migre.me/8hJa7 foto: http://migre.me/8hJcW

A China é um exemplo de disciplina: assista o vídeo

fonte: http://paper.li/gutafranco/1321552879

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#Fumo: Enquanto uns morrem, outros sobrevivem dele

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PREFEITOS GAÚCHOS NÃO CONCORDAM COM a proibição da venda de cigarros com sabor visa diminuir o consumo do tabaco, o que pode afetar diretamente a indústria do fumo, a economia de municípios calcados na pequena propriedade rural e na economia familiar. Pelo menos 2,5 milhões de brasileiros trabalham na cadeia produtiva do fumo. Além disto, o setor injeta anualmente R$ 148 bilhões na economia. Só de impostos, são recolhidos anualmente a quantia de R$ 75 bilhões. A AMVARP - Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo vem reivindicando, há tempos, a defesa da cadeia produtiva de tabaco, uma das principais fontes de geração de renda da região. Os prefeitos da AMVARP entendem sofrer preconceito pela sua forma de geração de renda ser a produção de tabaco. A região criou uma Comissão Permanente em Defesa da Cadeia produtiva do Fumo que está trabalhando para disseminar a importância da atividade para os municípios. Segundo dados levantados pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) na safra de 2009, 304 municípios gaúchos tiveram incremento na arrecadação do ICMS com a produção de fumo. O presidente da AMVARP, prefeito Mario Rabuske salienta que “apenas no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) direto, os municípios da AMVARP recebem um retorno em torno de R$ 60 milhões, seja com a produção de tabaco ou a de cigarros”. O prefeito salienta ainda que “devem ser levados em conta todos os outros negócios que funcionam em função da produção”, diz. “A cadeia produtiva do fumo é a atividade essencial da região. É importante que se pense em diversificação, mas o tabaco hoje representa fonte de renda garantida aos nossos produtores e o combustível dos nossos municípios”, finaliza Rabuske.

Anvisa proíbe cigarros aromatizados e com sabor no país
Fica vetada a adição de substâncias que dão sabor e aroma aos cigarros e produtos derivados do tabaco, como os
mentolados e os de sabor cravo, chocolate e morango

Brasília – Depois de mais de três horas de debate, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baniu os cigarros aromatizados e com sabor no país. Em reunião hoje (13), os  quatro diretores da agência reguladora decidiram proibir a adição de substâncias que dão sabor e aroma aos cigarros e a outros produtos derivados do tabaco, como os mentolados e os de sabor cravo, chocolate e morango. Os cigarros com sabor vão sair das prateleiras somente daqui um ano e meio.
No caso do açúcar, a Anvisa cedeu aos apelos da indústria do fumo e manteve a adição, porém limitada à reposição do açúcar perdido na secagem da folha de tabaco. Segundo os fabricantes, o tipo de fumo mais usado no país perde açúcar no processo de produção e, por isso, é necessária a reposição. O açúcar foi motivo de impasse entre os diretores na reunião passada, em fevereiro, o que acabou adiando a decisão para hoje (13). A medida vale para os produtos nacionais e importados. Estão isentos os destinados à exportação.

A indústria nacional e as importadoras terão um ano para adaptar o processo de fabricação do cigarro e seis meses para retirar de circulação os aromatizados. Para outros produtos, como charuto e cigarrilha, o prazo foi ampliado. São 18 meses de adequação e seis meses para recolhimento do mercado.

Fica permitido o uso de algumas substâncias nos derivados do tabaco: açúcar, adesivo, aglutinante, agentes de combustão, pigmento ou corante (usado para branquear papel ou na impressão do logotipo da marca), glicerol e propilenoglicol e sorbato de potássio. A proposta aprovada prevê ainda que novos ingredientes precisam passar pelo aval da agência reguladora para serem usados no futuro.

fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/saude/noticias/anvisa-proibe-cigarros-aromatizados-e-com-sabor-no-pais

link relacionado:
http://wp.clicrbs.com.br/santacruz/2011/05/21/area-de-plantio-de-tabaco-deve-ser-reduzida/

#PortoAlegre a cidade da Imobilidade #chuva e caos

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A chuva tão esperada chegou a Porto Alegre, e com ela os já conhecidos alagamentos. Porto Alegre tem um grave problema de mobilidade que obriga os motoristas a destinarem-se para as vias principais. O trânsito pelas vias secundárias é praticamente impossível. A maioria das vias é mão única o que obriga o motorista a dar várias voltas até chegar ao seu destino. Com o aglomeramento de veículos nas vias principais, o caos aumenta em dias de chuva. O lixo que entope os bueiros agrava a falta de escoamento e transforma Porto Alegre em uma cidade alagada com trânsito lento. Um mau exemplo de coleta de lixo, manutenção de esgotos pluviais e péssima engenharia de trânsito. Porto Alegre tem o suficiente ruas para os veículos de seus moradores, falta só a prefeitura cumprir a sua função básica.

Chuva em Porto Alegre já atinge 60% da média de março
Em apenas duas horas, caíram 40,2 mm na Capital

Uma chuva intensa que começou a cair sobre Porto Alegre por volta das 8h provocou mais de 40 pontos de alagamento e tumultou a rotina da Capital no início da manhã.

Em apenas duas horas, entre 8h e 10h, foram registrados 40,2 mm de chuva na estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no bairro Jardim Botânico, o que corresponde a 38,5% da média do mês de março na Capital. Segundo a estação da Central RBS, na Avenida Ipiranga, o acumulado entre a meia-noite e 10h chegou a 63,2 mm, 60% da média de março.

Com a água cobrindo vários pontos de ruas e avenidas, o trânsito ficou caótico no começo da manhã. A chuva também causou transtornos no aeroporto Salgado Filho, que operou por instrumentos para pousos, obrigando o cancelamento de 17 voos até as 10h, quando o tempo começou a melhorar — embora as nuvens escuras sobre a cidade que ainda ameaça provocar novas precipitações.

A chuva ajudou a derrubar as temperaturas na Capital. Os termômetros, que chegaram a subir a 24°C durante a madrugada, recuaram para 22°C, às 10h. Durante o dia, a máxima não deve passar dos 27°C.

Nesta quarta-feira, a chuva continua, mas em intensidade e quantidade variadas. À tarde, o tempo já começa a limpar no Sul e no Oeste e, durante a noite, também no centro, norte e nordeste do RS. Amanhã, o sol volta ao Estado, elevando novamente as temperaturas, mas sem atingir o calor extremo dos últimos dias. Na sexta-feira, as máximas devem ficar em torno dos 31°C nas Missões e dos 30°C, na Fronteira Oeste.

Foto: Luis Antônio Araújo

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/03/chuva-em-porto-alegre-ja-atinge-60-da-media-de-marco-3694303.html

Os hippies de 2012 querem se deslocar de bicicleta nas cidades.

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Jovens protestam por mais mobilidade urbana. Os hippies de 2012 querem se deslocar de bicicleta nas cidades. Nos anos 50 e 60, o objetivo dos jovens era acabar com a caretice do mundo. Eles queriam mais liberdade. Nos anos 70, o inimigo era a ditadura. A meta: fazer a revolução. Nos anos 80 e 90, o sonho ficou mais individualista: carreira, dinheiro, sucesso. E o que quer para o futuro o jovem de hoje? Hoje temos liberdade e tão poucos sabem como usar. Muitos ficaram perplexos com a manifestação de Florianópolis, mas os cidadãos cederam ao protesto em sinal de apoio. Os manifestantes desejaram afirmar com a sua nudez que a indecência está no trânsito da cidade.

A revolução chega à Florianópolis II

Florianópolis adere a edição do World Naked Bike Ride a partir de 2012. Encara mais esse desafio, pedala como veio a terra sem roupas e sem vaidades.

Carros enfileiraram-se atônitos, as pessoas perplexas pelo caminho onde passávamos despiam suas consciências de cidadão e se manifestavam em gritos de apoio ou brados da decência. Com as orelhas pegando fogo, viajou-se de uma panacéia á esquizofrenia coletiva, pelo desrespeito instigado por falta de novas ciclovias, calçadas e de mais decência e respeito no trânsito das cidades.
Este fenômeno, é inútil para alguns, enquanto apenas, nos atrevermos a passar-lhes os olhos com indiferença, uma injustiça inexplicável que talvez purifique nosso senso amorfo, ainda distorcido, sobre a utilização correta dos veículos movidos à combustível fóssil.

Sob luzes de mercúrio, sob a lua cheia, sob a penumbra da noite, descortinava-se também a beleza desta cidade e suas árvores suas alamedas. E a cada quilômetro percorrido, a certeza de todos no sentido e direção corretos em que estava indo.

Bicicletas são como um poema declamado com os pés. Purifica o sangue e a alma, atravessam os poros, tercetos e quartetos, no som do pedalar que faz consonância as batidas do coração.

Ao mesmo tempo, é incontida a delicadeza que é vê-las deslizar, as bicicletas também, são achincalhadas em sua essência, sem a visão necessária da atual de sua utilização como herança de um auto-transporte socialmente correto
É ainda estranho – não para os ciclistas – que um protesto organizado, tenha tido tanta difusão e, divulgação prévia e deslocamento de equipes de reportagem. É talvez senão um termômetro da idade mental em que a sociedade se encontre. Com dignidade ainda ferida, para outros manifestantes fazerem – se ouvir, sem uso da violência, atos de vandalismo ou destruição da coisa pública.

Sentiu-se por onde passou, o aroma de damas da noite, dos jasmins. Esta vez e novamente a liberdade de expressão, fruto do amadurecimento de um povo que ainda dá suas primeiras pedaladas de democracia, para ganhar alguns quilômetros de sabedoria e auto-suficiência.

da redação do Floripa Quer Mais – humanização no trânsito
foto: Márcio Papa

http://floripaquermais.com.br/?p=2882

O perfil da nova geração

Uma pesquisa feita em 4 capitais brasileiras, apontou que os jovens ainda querem mudar o mundo, mas hoje eles tem um perfil mais imediatista, organizam pequenas revoluções, silenciosas, nas redes sociais.
Porto Alegre esteve entre uma das cidades pesquisadas, nela foram encontrados dois grupos que merecem destaque, a Massa Crítica, um grupo de ciclistas que deseja mudar a mobilidade urbana na capital dos Gaúchos e o grupo Restinga Crew, que através do Hip Hop valoriza os jovens e incentiva a educação.
veja o video:
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos/t/todos-os-videos/v/pesquisa-revela-que-os-jovens-de-hoje-ainda-querem-mudar-o-mundo/1852209/