#Mães, trabalho e vagas nas creches: Qualidade depende de planejamento

Não há vagas nas creches do Brasil

Dizem que a mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda! Como já disse Erasmo Carlos. A mulher é um ser forte e guerreiro por natureza, mas na atualidade, tantas batalhas atribuíram às mulheres maiores responsabilidades. Conciliar filhos com trabalho não é tarefa fácil, as creches particulares são caras e as públicas não tem estrutura. Nos Estado Unidos é recomendado um máximo de 10 crianças até os cinco anos de idade para cada professor. No Brasil, segundo estudo do Banco Mundial, as creches mantêm uma proporção aluno/professor constante de 26 na última década, enquanto as pré-escolas melhoraram, indo de 39 para 32. Com estes números é possível perceber que não há tempo para a realização de qualquer tipo de atividade pedagógica com as crianças. A situação é precária na maioria das creches em todo o país, a superlotação, falta de espaço e funcionários para atender tamanha demanda. As crianças necessitam de atenção e cuidados, e as mães precisam trabalhar. Mas nem tudo está tão ruim, existem bons exemplos, cidades que conseguem comportar as demandas, veja o caso de Florianópolis abaixo.

Florianópolis praticamente já atingiu a meta do governo federal para 2016, que é de zerar a falta de vagas na pré-escola.

De quatro a cinco anos, estão em creches ou núcleos de educação infantil 99,5% delas.
Entre zero e três anos, o município contabiliza 43, 8% dos pequenos tendo atendimento em alguma unidade. Para esta faixa etária, o objetivo nacional é atingir 50% das crianças em 2020, índice do qual a cidade não está muito longe. A informação é do Secretário de Educação da Capital Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.
Florianópolis está á frente também de uma série de capitais nos dois segmentos. De zero a três anos, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, apresentam, respectivamente, índices de atendimento de 43,6%, 36,8%, 32%, 29,3% e 24,4%.
As mesmas capitais perdem na faixa etária de quatro a cinco anos. Por ordem, estão atrás de Florianópolis, Rio de Janeiro (87,6%), Belo Horizonte (86,8%), São Paulo (85,8%), Porto Alegre (67,9%) e Curitiba (60,1%).
Somente na rede de ensino de educação infantil da prefeitura há 10 mil 860 crianças, distribuídas em 83 estabelecimentos. Do total de matriculados, 70% deles ficam na unidade em tempo integral, entrando pela manhã e saindo no fim de tarde. Além de educação, atenção e cuidado, são oferecidas aos pequenos refeições e lanches.

fonte: http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=11616

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