Seja 2015, faça você mesmo! #amor #fraternidade #tudonovodenovo

3597246-781336Acreditem, seremos soterrados pelo lixo.

Você já reparou quanto lixo produz durante 1 dia?

Quantas sacolas plásticas cheias de lixo leva para a rua por semana?

O caminhão da coleta leva para onde? Você sabe?

Já parou pra pensar quantos destes produtos são realmente reciclados?

E os veículos? Móveis? Geladeiras?

Tantas coisas são descartadas.

Caminhão de coleta não elimina o problema.

Está se formando uma grande montanha de lixo no planeta. Não é raro encontrar carros abandonados nas ruas da cidade.

Algum dia um guincho leva para um grande depósito que não para de crescer.

Cresce na velocidade em que os pátios das fábricas são “trolhados” por mais e mais carros novos.

Nesse novo ano de 2015 pare para pensar, reutilize, reforme, use a sua criatividade!

Proponha-se a fazer uma decoração alternativa em sua casa e personalizar seus objetos.

Family playing hide and seekPense que em 50 anos você ainda terá espaço para caminhar nas ruas e o calor não será tão forte.

Plante uma árvore, ensine o seu filho a brincar de esconde-esconde, faça você mesmo!!

O Planeta é o seu lar, cuide dele!

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Lei que proíbe prisão antes da eleição está ultrapassada

Por Antonio Augusto Mayer dos Santos

A vedação de prisão de eleitores nos períodos imediatamente antecedentes e seguintes à realização dos pleitos, descontadas as exceções previstas, vigora desde o Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932.

O texto em vigor estabelece o seguinte: “Nenhuma autoridade poderá, desde 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.

Esta redação legal, mantida praticamente inalterada ao longo de mais de oito décadas, esgotou-se. Não poderia ser diferente em relação a um instituto jurídico que remonta ao nefasto período do Estado Novo. Entre os segmentos de juristas e estudiosos, predomina o entendimento de que a interpretação literal do artigo 236 do Código Eleitoral colide com o direito de segurança pública guindado a patamares constitucionais pela Carta de 1988.

Como era de se imaginar, o Brasil tem eleições periódicas, passou de país agrário a urbano e a sua população superou os 200 milhões de habitantes. Contudo, este cenário implicou numa violência crescente e acompanhada de índices de criminalidade alarmantes. Delitos e criminosos não cessam mas gozam de uma tolerância legal absolutamente estarrecedora.

É diante dessa dura realidade que a regra eleitoral se mostra anacrônica ao restringir, senão obstruir, o trabalho de policiais, tribunais, promotores e juízes, além de reforçar a sensação de impunidade. Sua redação é lírica diante do cenário de guerra urbana que conflagra o cotidiano nacional.

O texto vigente exige alargamento para incluir outras hipóteses de prisão e adequação à realidade, ou seja, ao direito de segurança pública estabelecido em nome e em função da coletividade. Se as diversas proposições legislativas visando alterá-lo criam bolor no Congresso Nacional, que os integrantes da próxima legislatura tenham o bom-senso de votá-las. Afinal, “vivemos, atualmente, um período de normalidade político-institucional, com ampla liberdade de imprensa e com significativa participação popular, de sorte que não há mais espaço para normas dessa natureza”, sintetizou o bem fundamentado Projeto de Lei nº 5.005/13.

Antônio Augusto Mayer dos Santos é advogado especialista em direito eleitoral, professor e autor dos livros “Prefeitos de Porto Alegre – Cotidiano e Administração da Capital Gaúcha entre 1889 e 2012” (Editora Verbo Jurídico), “Vereança e Câmaras Municipais – questões legais e constitucionais” (Editora Verbo Jurídico) e “Reforma Política – inércia e controvérsias” (Editora Age).

Fonte: blog Mílton Jung _ CBN

 

Fenômeno raro assusta Australianos

Desafio para o Fantástico!

997086_725696290857121_2923838810359996589_nEstá na rede – O aparecimento de uma nuvem rara no céu da Austrália assusta moradores. O site Climatologia Geográfica traz a seguinte explicação: “Uma nuvem rara, conhecida como “Nuvem Perfurada”, apareceu no céu de Wonthaggi, na Austrália. A formação, que possuía um incrível arco-íris em seu interior, acontece quando as gotículas de água presentes em uma nuvem congelam em cristais grandes o suficiente para ficarem sob a camada das nuvens.”

Diego Rhamon do IFPB – Instituto Federal da Paraíba, explica que o “arco-íris” chama-se arco circun-horizontal, formado pela refração de cristais de gelo das nuvens altas (Cirrus, no caso) e só se forma quando o Sol está alto, um processo bem diferente do arco-íris. Segundo essas nuvens perfuradas (ou buraco fallstreak) não necessariamente têm o arco; nesse caso houve a coincidência de a nuvem que está no meio do buraco (que é de outro tipo, com cristais de gelo, ao contrário das que estão ao redor que são feitas de gotas de água) estar no local exato da ocorrência do arco circun-horizontal. Por isso o arco só aparece onde está a nuvem do meio do buraco.”

Bem, está dada a explicação, agora falta o DETETIVE VIRTUAL explicar no show da vida se esse fenômeno raro é real #taNaRede

fonte: http://climatologiageografica.com/nuvem-estranha-assusta-moradores-na-australia/

O #gigante existe

452758-970x600-1A democracia brasileira não está satisfeita com o pleito eleitoral que aconteceu há alguns dias. Os resultados foram um índice de rejeição muito alto do atual governo reeleito em 26 de outubro. 48,36% dos eleitores votaram no candidato de oposição.

Agora, os movimentos populares novamente tomam as ruas. Desta vez querendo repetir o feito de 92, com o movimento “caras pintadas” que derrubou o Presidente Fernando Collor de Melo com um IMPEACHMENT.

De forma passífica, os brasileiros recomeçam às cenas vistas pelo mundo todo em junho de 2013, sem vandalismo, com respeito e cordialidade como o brasileiro realmente é.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/11/1542047-ato-em-sao-paulo-pede-impeachment-de-dilma-e-intervencao-militar.shtml

Municipalismo em marcha

547511_408371029175524_1878938084_nComeçou no início da semana, em Brasília, a marcha anual dos prefeitos, até aqui sem resultados satisfatórios. O movimento tem levado ao centro do poder político as reivindicações de mais de 5 mil municípios, sobrecarregados de responsabilidades e esvaziados de recursos. Há muito tempo, eu vinha me manifestando pelo rádio e pela televisão sugerindo mais exigência e definição dos prefeitos, resignados com o comportamento voraz e autoritário da União.
A questão municipalista é bem conhecida, mas repetidamente restrita a debates muito tímidos. A vigente e sufocante centralização de recursos na União tem retirado a autonomia dos Estados e municípios, negando a construção de políticas públicas regionais, como a prestação dos serviços de saúde, educação e segurança adequados aos impostos que são pagos. Além disso, a maioria dos municípios já investe mais de 20% na área, alguns chegando a 32%, superando as determinações constitucionais.

É preciso trabalhar para inverter a pirâmide tributária, distribuindo mais recursos onde as responsabilidades estão concentradas, acabando com esta vigente matriz invertida, concentradora dos recursos em Brasília. É injusto que a União, quando resolve desonerar impostos, transfira o prejuízo aos municípios, como no IPI, minguando ainda mais a receita das cidades, sem a compensação no Fundo de Participação dos Municípios.

A centralização econômica é autoritária e antidemocrática. Põe os municípios à mercê da vontade política do centro do poder. Da distribuição de tratores e patrolas à inauguração de escolas, a maioria das obras e investimentos é do governo federal e o ganho político também. É o jogo. E os Estados e municípios nada podem sozinhos.

Neste ano eleitoral, a Marcha dos Prefeitos precisa mostrar sua força. O governo federal, cada vez mais rico e poderoso, e os municípios, cada vez mais pobres e subjugados. É preciso que o governo federal se sensibilize com esta situação injusta e estabeleça relação mais democrática. Precisamos de maior autonomia tributária e descentralização política, com o fim das imposições de cima para baixo. Que os prefeitos deixem de ser submissos. O municipalismo é uma das soluções para melhorar o Brasil.

LASIER MARTINS
Jornalista
http://www.lasiermartins.com.br

A #Mulher e o seu espaço político

mulheres-guerreirasDiferentes pesquisas identificam que os brasileiros acreditam que se houver maior participação da mulher na política, a gestão do país irá melhorar.

Considerando as denúncias de corrupção veiculadas na mídia nos últimos anos, o percentual de participação feminina é, comprovadamente, muito aquém do percentual de participação masculina nos fatos. Este é mais um indício de que as mulheres precisam ocupar o seu espaço na política.

Apesar da cota dos partidos destinadas as mulheres serem de 30% na Câmara Federal, elas não chegam a 10%.
Elas são maioria no país e aos poucos vão ocupando seus lugares nas mais diversas funções porém, na política, as mulheres ainda não têm ocupado devidamente seu espaço, no entanto, 41% dos brasileiros ouvidos pela pesquisa Ibope, acreditam que o mundo seria um lugar melhor se as mulheres fossem maioria no universo político.

As mulheres são consideradas mais honestas e mais competentes que os homens, diz uma pesquisa do Ibope e do jornal O Estado de S.Paulo sobre a participação feminina na política, publicada no domingo (13/1). Por que, então, embora 57% dos entrevistados já tenha votado em mulher e apenas 31% declare que política é coisa de homem, a participação das mulheres na política ainda é tão pequena? É isso que a matéria discute e tenta explicar.

Para começo de conversa, a “liberalidade” do brasileiro tem um limite: as mulheres são consideradas melhores e mais aptas, mas apenas para os cargos “menores”. Segundo a pesquisa, 80% votariam numa mulher para vereador, mas o porcentual vai caindo à medida que o cargo ganha importância: 78% para prefeita, 76% para deputada estadual; 75% para deputada estadual; 73% para senadora; 72% para governadora de estado até chegar em 69%, para presidente da República.

A aceitação das mulheres, ao que tudo indica, fica apenas na resposta às pesquisas, pois não se reflete na composição do Congresso: no Senado, são apenas 10 entre as 81 vagas e dos 518 deputados federais só 45 são mulheres ? um máximo de 12%, embora a lei determine que os partidos devem ter 30% de mulheres entre seus candidatos.

fonte: http://jaquelinesouza.com.br/2014/05/05/a-mulher-e-o-seu-espaco-politico/

 

Pelo menos 18% do #salariomínimo de cada trabalhador é investido em #transportepúblico em Porto Alegre

Agora, em Porto Alegre, as passagens de ônibus custam R$ 2,95, enquanto o salário mínimo alcança R$ 724,00. Na soma da ida e da volta do trabalho, o transporte custa para o trabalhador R$ 5,90.

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Essa imagem é rotina para os portoalegrenses que pagam R$ 2,95 pelo transporte público

Aqueles que trabalham 5 dias úteis no mês, gastam em média 22 passagens de ida e 22 de volta,  o que resulta na soma de R$ 129,80. Isso representa  18% do salário mínimo.

Considerando 22 dias úteis e 8 horas trabalhadas, cada pessoa investe mais de uma hora/dia somente para pagar o transporte, já que uma hora trabalhada equivale a R$ 4,11.

Ok! Mas em quais condições o trabalhador investe esses 18% de sua renda?

Ônibus lotados, sem segurança, pessoas em pé no corredor com motoristas que não respeitam o excesso de velocidade.

Aí eu faço duas perguntas:

1-      Por que o motorista de carro é obrigado a usar sinto de segurança para a sua proteção e para não ser multado?

2-      Por que quem utiliza o transporte público pode ficar em pé no corredor, sem a menor segurança?

Qual é a diferença?

Somente consigo visualizar um comum entre essas duas perguntas, que é a segurança das pessoas.

Fique atento!

Você que é eleitor, sabe o que o seu parlamentar está fazendo por você em relação ao transporte público?

O vereador Pedro Ruas (P-SOL) está coletando assinaturas para instalação de uma CPI, e até o momento somente 10 vereadores apoiaram a sua proposta. Veja matéria no Jornal do Comércio de hoje: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=158757

O legislativo da capital conta com 36 parlamentares.

Fique de olho, este ano, teremos novas eleições, muitos vereadores irão concorrer a vagas na Assembléia Legislativa. Acompanhe a política perto de você e ajude a mudar!

Video mostra #abuso de poder de agente de #trânsito da #EPTC

https://www.facebook.com/photo.php?v=251076561733105&set=vb.100004922886485&type=2&theater

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Capital Gaúcha aprova Lei que restringe uso e venda de fogos de artifício

O Projeto de Lei nº 052/13, de autoria do vereador Bernardino Vendruscolo (PROS), foi promulgado no dia 30 de dezembro de 2013, transformando-se na Lei nº 11.501/2013. A matéria já havia sido aprovada em setembro pelos demais vereadores da Capital. Contudo, o prefeito devolveu o projeto à Câmara Municipal de Porto Alegre, deixando à cargo do então presidente da Casa, vereador Dr. Thiago Duarte (PDT), a decisão sobre a promulgação (aprovação).
A referida Lei visa a alteração sobre a fabricação, o depósito, o comércio e o manuseio de artigos pirotécnicos. O objetivo é tornar mais rígida a venda e o uso destes produtos.
Entre as disposições, a Lei regra que os prédios usados para comércio de fogos de artifícios deverão guardar uma distância mínima de 300 metros de qualquer imóvel, seja residencial, misto ou comercial. A exibição em “shows” pirotécnicos só poderá ocorrer mediante autorização do Poder Público Municipal, respeitando as regras estabelecidas e acompanhada por técnicos responsáveis. Somente serão comercializados fogos de artifícios à pessoas maiores de 18 anos, que deverão portar autorização para compra concedida pela Prefeitura que deverá estabelecer multa aos infratores da Lei.
De acordo com Bernardino, “Essa Lei trata de uma matéria que pode causar enorme sofrimento às famílias em momentos que deveriam ser de alegria e confraternização. O manuseio inadequado de fogos de artifícios pode causar acidentes que provocam lesões, muitas vezes, irreversíveis”.

5 - Informativo fevereiro  2014Tragédia ocorrida em 1971

A explosão do depósito, localizado na Rua Dr. João Inácio, no bairro Navegantes, alcançou o raio de um quilometro, matou e feriu pessoas, destruindo quase um quarteirão inteiro. em Porto Alegre, no dia 3 de maio de 1971, quando houve a explosão do depósito de fogos de artifício, chamado Fulgor.

5 - Informativo fevereiro  2014.jpg..VEJA ALGUNS DEPOIMENTOS:

“Eu estava muito perto dali, trabalhava na Rua Álvaro Chaves, e o tremor do prédio foi impressionante.” Antonio Farias

“ Tinha 8 anos, morava no Bairro Passo d’Areia. Lembro bem do estrondo e a preocupação dos mais velhos. Em uma época onde não existia internet, nem celular, as notícias custavam um pouco mais a serem transmitidas, mas lembro de noticiarem pedaços de corpos sob a Ponte do Guaíba e por todo 4º Distrito.” José Mauricio Rodrigues
“Lembro disso, foi um horror. Eu servia no 3º BPE, e a fumaça provocada pela explosão era visível lá do quartel, no Morro Sta. Teresa. A situação dos feridos parecia uma cena de guerra. Espero que nunca mais tenhamos que enfrentar uma situação destas em nossa cidade.” Nis Pinto Nissen

Bitmap em 5 - Informativo fevereiro  2014“Trabalhava em uma fábrica de papel e celulose em Guaíba, cujos escritórios ficavam no Ed. Chaves, na Rua da Conceição. Nesta tarde, olhava distraidamente pela janela, quando vi se formar no céu uma espécie de bomba atômica lá para os lados da ponte do Guaíba, e alguns segundos depois percebi um forte impacto que sacudiu as janelas do prédio, estavamos a mais de 3km de distância do local da explosão. Nunca mais esqueci esta cena.” Claudio Ourique

“Morava na Rua Cananéia na Vila Jardim. Eu tinha 8 anos, estava jogando bola, foi um estrondo muito forte seguido de uma coluna de fumaça. Uma das histórias que mais me assustou foi os bombeiros terem achado a metade de homem sentado.” Mario Costa

Vereadores rejeitam por 15 votos a 10 proposta que proibe doações de campanha

Vereador Bernardino Vendruscolo fala em grande expedienteVereadores de Porto Alegre rejeitaram nesta segunda feira 10 de fevereiro, de 15 votos a 10, o Projeto de Lei nº 096 protocolado no ano de 2011 de autoria do vereador Bernardino Vendruscolo.

O projeto previa a vedação de contribuição individualmente para candidatos e para partidos políticos por empresas beneficiadas por isenções fiscais municipais. A matéria ainda previa que além da pessoa jurídica, proprietários, diretores e sócios-gerentes dessas empresas também estariam impedidos de realizar doações eleitorais.

O vereador Bernardino Vendruscolo fez um apelo para que os vereadores de Porto Alegre aceitassem seu projeto “vamos buscar mais coerência, não permitindo e não aceitando que uma empresa que recebe incentivos de governo possa fazer doações para campanhas eleitorais para este mesmo partido ou parlamentares”.

Bernardino concluiu dizendo Os discursos viajaram pelas nuvens. Meus prezados colegas, uns desconheciam o teor da matéria, outros ficaram preocupados com o futuro. Isto ficou visível, basta ver os discursos nas notas taquigráficas.

Para avaliação de cada um, fica a observação da Procuradoria e o painel com resultado da votação.

foto: Ederson Nunes